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Enem começa neste domingo com mais de 5 milhões de inscritos – Concursos e Empregos

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Mais de 5,05 milhões de estudantes estão inscritos para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano. O exame é dividido em dois dias de provas, sendo o primeiro neste domingo (8) e o segundo no próximo domingo (15).

Os candidatos precisam ficar atentos ao horário de chegada para não perder a prova. De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), a entrada nos locais de exames só serão permitidas das 12 às 13 horas. Depois disso, os portões fecham e ninguém mais pode acessar os locais. A prova começa às 13h30.

É importante destacar que os portões abrem e fecham simultaneamente em todos os locais do país e que os horários divulgados acima são de Brasília. Portanto, se o candidato estiver nos estados de Roraima, Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além da maior parte do Amazonas, os portões fecharão às 12 horas (hora local).

No Acre e no extremo oeste do Amazonas (parte que tem o mesmo fuso horário do Acre), os portões fecham às 11 horas (hora local).

O que levar

Antes de sair de casa, é importante o estudante conferir seu cartão de confirmação, para saber o local das provas. O documento pode ser consultado na página do participante.

Para fazer a prova, os candidatos devem levar a via original de um documento oficial com foto, que pode ser uma identidade emitida pelos órgãos estaduais de identificação, carteira nacional de habilitação válida, carteira de trabalho (desde que emitida após 27 de janeiro de 1997) ou passaporte. Documentos digitais devem ser apresentados nos aplicativos originais ou no GOV.BR.

Além disso, será necessário levar uma caneta esferográfica preta, fabricada em material transparente. O cartão de confirmação não é obrigatório, mas o Inep aconselha o candidato a levá-lo consigo. Se, por acaso, o candidato precisar comprovar que estava fazendo o exame, é preciso levar a declaração de comparecimento já impressa, para que o responsável pelo local de prova a assine.

Ao chegar no local de prova, o fiscal fornecerá um envelope porta-objetos, onde todos os pertences que não sejam obrigatórios para a realização da prova deverão ser colocados, como o próprio cartão de confirmação, óculos escuros, bonés (e similares), livros, protetores auriculares, fones de ouvido, relógios e quaisquer dispositivos eletrônicos (como celulares e tablets). Todos os eletrônicos devem estar desligados.

As orientações completas podem ser conferidas no site do Enem.

Provas

As provas são aplicadas em dois dias. Neste domingo (8), os participantes fazem a redação e respondem a questões de conteúdos de linguagens, códigos e suas tecnologias (língua portuguesa, literatura, língua estrangeira, educação física, artes, tecnologias da informação e comunicação) e ciências humanas e suas tecnologias (geografia, história, filosofia e sociologia).

A prova terá a duração de cinco horas e meia, se encerrando às 19 horas (horário de Brasília). Os candidatos precisam ficar na sala de aula pelo menos até as 15h30. Só será permitido levar o caderno de questões, se o participante deixar a sala de exame, em definitivo, a partir das 18h30.

No próximo domingo (15), a prova terá a duração de cinco horas, se encerrando, portanto, às 18h30 (horário de Brasília). Nesse exame, serão cobrados conhecimentos de ciências da natureza e suas tecnologias (biologia, química e física) e de matemática e suas tecnologias (matemática).

Os candidatos também precisam se manter na sala de aula pelo menos até as 15h30. Só será permitido levar o caderno de questões, se o participante deixar a sala de exame, em definitivo, a partir das 18 horsd.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Tema da redação do Enem 2026 é “Valorização do SUS como direito universal” – Concursos e Empregos

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O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026 é “A valorização do Sistema Único de Saúde (SUS) como direito universal”, conforme divulgado pelo ministro da Educação, Leonardo Barchini, em redes sociais.

O Enem começou a ser aplicado em todo o país a partir das 13h30 (horário de Brasília). Os portões nos locais de aplicação foram fechados às 13h.

A redação é considerada uma das principais provas a ser enfrentada pelos candidatos, uma vez que corresponde a 20% da nota final do Enem. É necessário escrever no mínimo oito e no máximo 30 linhas de texto no gênero dissertativo-argumentativo.

Cada candidato recebeu uma folha para rascunho, que deve ser passado a limpo na Folha de Redação, a única que será corrigida pelos avaliadores. Deve-se reservar um tempo específico para fazer essa transcrição, uma vez que a folha de rascunho não é levada em conta na correção.

Para ter um bom desempenho, é importante que o candidato tenha conhecimento do estilo da prova e das regras da redação do Enem, que são detalhadas no Guia do Participante.

A redação deve ser fundamentada com argumentos, com o objetivo de convencer o leitor sobre determinada opinião.

FonteVia: rondoniagora

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Frente fria provoca queda de temperatura e risco de tempestades

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Chuva derrubou árvores em Maringá — Foto: Alex Magosso/RPC

O Paraná enfrentou momentos de tensão entre a tarde de domingo (1º) e a madrugada desta segunda-feira (2 de novembro), após fortes tempestades provocarem uma série de estragos em diferentes regiões do estado.

Os temporais foram acompanhados de rajadas de vento, chuvas intensas e queda de granizo, causando prejuízos em residências, estabelecimentos comerciais e prédios públicos.

Conforme balanço divulgado pela Defesa Civil Estadual na tarde desta segunda-feira, 21 municípios foram atingidos, aproximadamente 4 mil pessoas foram afetadas e 28 precisaram ser encaminhadas para abrigos. O levantamento também aponta 456 residências danificadas e uma completamente destruída.

As cidades de Maringá, no Noroeste, e Marquinho, na região Centro-Sul, estão entre as localidades que sofreram os maiores prejuízos.

Ventos ultrapassam 109 km/h e provocam destruição

De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a maior rajada de vento foi registrada em Altônia, no Noroeste do estado, onde a velocidade chegou a impressionantes 109,1 quilômetros por hora.

Em Maringá, o vendaval derrubou árvores, danificou imóveis, comprometeu a rede de energia elétrica e deixou ruas e avenidas interditadas.

Um dos locais atingidos foi o quartel do Corpo de Bombeiros. A força do vento arrancou parte da cobertura da unidade, provocando danos na estrutura e atingindo móveis, documentos e equipamentos eletrônicos.

Segundo uma avaliação preliminar do Simepar, Maringá pode ter sido atingida por uma supercélula, fenômeno meteorológico caracterizado pela formação de tempestades intensas e organizadas, capazes de produzir ventos extremamente fortes e destrutivos.

Granizo destrói telhados e causa prejuízos em Marquinho

No município de Marquinho, os moradores também enfrentaram momentos de preocupação. Uma intensa chuva de granizo atingiu casas, escolas, unidades de saúde, estabelecimentos comerciais e prédios pertencentes à administração municipal.

As pedras de gelo perfuraram coberturas e permitiram a entrada de água em diversos imóveis. Além dos danos estruturais, foram registrados prejuízos em móveis, eletrodomésticos e equipamentos eletrônicos, incluindo computadores utilizados em unidades escolares.

Equipes de emergência foram mobilizadas para prestar assistência às famílias atingidas e realizar o levantamento dos prejuízos.

Mais de 113 mil imóveis ficam sem energia

Os impactos das tempestades também atingiram o fornecimento de eletricidade em diferentes regiões do Paraná.

Segundo a Companhia Paranaense de Energia (Copel), mais de 113 mil imóveis permaneciam sem energia elétrica na tarde desta segunda-feira.

A concessionária informou que equipes técnicas trabalham para reparar os danos na rede e restabelecer o fornecimento nas localidades afetadas.

Defesa Civil mantém atenção diante do risco de novas tempestades

O Governo do Paraná mobilizou equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros para auxiliar os municípios atingidos, realizar a retirada de árvores e prestar atendimento à população.

A previsão meteorológica indica que o estado poderá enfrentar novos episódios de instabilidade ao longo da semana, exigindo atenção redobrada dos moradores.

A Defesa Civil recomenda que a população acompanhe os alertas oficiais, evite permanecer próxima de árvores e postes durante os temporais e não atravesse áreas alagadas.

Fonte: Defesa Civil do Paraná, Simepar, Copel e Governo do Estado e G1.

Fonte: Via: florestanoticias

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Covid-19: pelo menos 5 estados registram aumento de casos graves

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De acordo com a especialista, os hormônios que a tireoide produz têm ação em praticamente todo o organismo, inclusive no cérebro. Segundo Renata, esses hormônios participam da regulação do metabolismo, da disposição, do sono, da concentração, da memória e também podem interferir no estado emocional. “Por isso, quando existe uma alteração importante na quantidade desses hormônios, o paciente pode perceber mudanças não apenas físicas, mas também na forma como se sente e se comporta”, completa.

E é justamente devido a esses sintomas que aumenta a apreensão e acende o sinal de alerta de uma possível associação entre as alterações do hormônio da tireoide com a depressão e a ansiedade.

“Eu costumo explicar que os hormônios da tireoide ajudam a determinar o ritmo em que o organismo funciona. Quando temos hormônio tireoidiano de menos, como acontece no hipotireoidismo, várias funções ficam mais lentas. Quando temos hormônio em excesso, como no hipertireoidismo, o organismo tende a ficar acelerado. E o cérebro acompanha essas alterações. Por isso, algumas doenças da tireoide podem se manifestar inicialmente com sintomas que parecem apenas emocionais ou psiquiátricos”, explica Renata.

No caso do hipotireoidismo, por exemplo, o paciente pode relatar sintomas depressivos. Já no hipertireoidismo, a ansiedade, o nervosismo e a irritabilidade é que chamam mais a atenção. Apesar da associação, Renata ressalta que ter ansiedade ou depressão não significa automaticamente ter uma doença da tireoide, já que são condições muito frequentes na população e que podem existir independentemente da tireoide.

Confusão com os sintomas

Mas como saber quando depressão e ansiedade estão ligadas diretamente a doenças da tireoide? Essa confusão acontece justamente porque vários sintomas são comuns às duas situações.

O que vai diferenciar os diagnósticos é quando, em ambas as doenças, os sintomas emocionais aparecerem associados a outros sinais físicos. Renata explica que, no caso de hipotireoidismo, o paciente por ter intolerância ao frio, pele mais seca, constipação intestinal, queda de cabelo, alteração menstrual, aumento do colesterol e alguma tendência ao ganho de peso.

No hipertireoidismo, acrescenta, o quadro é de palpitações, aumento da frequência cardíaca, tremores nas mãos, suor excessivo, intolerância ao calor, perda de peso (apesar de manter ou até aumentar a alimentação), aumento do funcionamento intestinal e fraqueza muscular.

No entanto, embora os sintomas sejam característicos da alteração hormonal, via tireoide, a certeza científica e prática é por meio do exame de sangue. A médica explica que o TSH é o principal exame inicial para avaliação da função da tireoide, geralmente complementado pelo T4 livre, quando necessário. No hipertireoidismo, em determinadas situações, é avaliado também o T3.

“E existe ainda uma terceira possibilidade que eu sempre gosto de lembrar: o paciente pode ter as duas condições. Uma pessoa pode ter uma doença da tireoide e, ao mesmo tempo, ter depressão ou um transtorno de ansiedade. Uma coisa não exclui a outra”, diz Renata.

Grupos de risco

Renata faz uma ressalva a respeito do tema. Ela afirma que doenças autoimunes da tireoide são mais frequentes em mulheres, como a tireoidite de Hashimoto, e que pode ocorrer em várias pessoas de uma mesma família.

“Também precisamos ter um cuidado maior em determinadas fases da vida, como durante a gestação e após o parto, e com o avançar da idade. Na dúvida, a investigação inicial costuma ser bastante simples. Em grande parte dos casos começamos com uma avaliação clínica e a dosagem do TSH, acrescentando outros exames de acordo com o resultado e com a história daquele paciente”, explicou.

Tratamento

Identificado o tipo e grau de alteração da tireoide, Renata informa que os tratamentos são diferentes. No hipotireoidismo, explica, é feita a reposição do hormônio que a tireoide não está conseguindo produzir adequadamente, geralmente com a levotiroxina. Já no hipertireoidismo, o tratamento pode ser via medicamento e, em situações específicas, com iodo radioativo ou cirurgia.

Renata pontua que nem tudo pode ser atribuído à tireoide e alerta que, se os exames se normalizam e a ansiedade, a tristeza, a falta de motivação ou outros sintomas emocionais permanecem, é necessário investigar outras causas e, quando necessário, trabalhar em conjunto com profissionais da área de saúde mental.

“A mensagem que eu gostaria de deixar é justamente essa: tireoide e saúde emocional têm uma relação importante, mas não podemos transformar todo sintoma emocional em problema hormonal e nem ignorar a possibilidade de uma alteração hormonal quando existe um conjunto de sinais sugestivos. O ideal é olhar o paciente como um todo”, finaliza.

Fonte: Via: florestanoticias

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