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Rodovia 457 passa por manutenção completa, melhorando as condições de trafegabilidade na região do Vale do Jamari

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A RO-457, conhecida como B-40 recebeu uma frente de serviços executada pela 2ª Residência Regional de Ariquemes do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER-RO) contemplando toda a extensão da rodovia que, liga a BR-421 ao município de Alto Paraíso, garantindo mais segurança, mobilidade e melhores condições de trafegabilidade para os moradores, produtores rurais e demais usuários da via.

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Fonte: Via: florestanoticias

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Síndrome da Murcha da Cana segue como ameaça constante aos canaviais

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A proteção do plantel exige ainda a inspeção e a manutenção frequente das telas dos galpões

A enfermidade viral afeta aves domésticas e silvestres e pode causar elevada mortalidade nos plantéis, além de comprometer a produção avícola de uma região.

O alerta foi emitido após a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) confirmar um foco da doença em uma granja comercial de perus, localizada no município de Nova Itaberaba, no oeste catarinense. Apesar da detecção do vírus, segundo a Cidasc, as aves não apresentaram sinais clínicos da enfermidade.

Como medida de controle sanitário, no entanto, todas tiveram que ser abatidas.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, as medidas preventivas recomendadas pela Idaron são fundamentais para proteger a produção avícola e a subsistência das famílias rurais.

O coordenador do Programa de Sanidade Avícola da Idaron, Fabiano Benitez explicou que, a doença de Newcastle é causada por um vírus que pode ser letal para as aves. “Em humanos, ela pode causar, no máximo, conjuntivite transitória, que costuma durar cerca de uma semana, mas é letal às aves.

Para as pessoas, a transmissão ocorre pelo contato com a ave ou suas secreções, não pelo consumo da carne.”

Entre as possíveis fontes de disseminação do vírus estão aves silvestres e sinantrópicas (espécies de animais que se adaptaram a viver próximas aos seres humanos), como os pombos, comuns em áreas urbanas e rurais de praticamente todo o país.

Como não há tratamento antiviral curativo para a doença, a prevenção, com medidas que impeçam a entrada e a circulação do agente causador (o paramixovírus aviário tipo 1) é fundamental para proteger os plantéis.

MEDIDAS DE BIOSSEGURIDADE 

As principais medidas de biosseguridade recomendadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) incluem a restrição de visitantes, especialmente daqueles provenientes de áreas com problemas sanitários ou de outras propriedades avícolas.

Também é necessário exigir a lavagem e a desinfecção rigorosas de caminhões e demais veículos que acessam a granja, incluindo os utilizados no transporte de ração e de aves. O uso de uniformes e outras vestimentas exclusivos para as atividades, além de calçados higienizados ou descartáveis na entrada das instalações, também integra as medidas preventivas.

A proteção do plantel exige ainda a inspeção e a manutenção frequentes das telas dos galpões, para impedir o contato das aves de criação com pombos, patos, marrecos e outras aves de vida livre, que podem atuar na disseminação do vírus.

Outra recomendação é evitar o contato entre aves de produção comercial e aves de subsistência, ornamentais ou de origem desconhecida. O controle integrado de roedores e insetos também deve ser mantido na propriedade.

A higienização das instalações, o fornecimento de água segura e a proteção da ração são outros cuidados essenciais. “Devem ser aplicados desinfetantes adequados na limpeza periódica de pisos, paredes, equipamentos e utensílios de manejo.

Na hidratação dos animais, recomenda-se que não seja utilizada água de rios, córregos ou fontes descobertas. Forneça apenas água tratada, tanto para o consumo das aves quanto para os sistemas de nebulização.

Outro ponto importante é a proteção dos alimentos: mantenha os comedouros e reservatórios de ração fechados e protegidos contra a contaminação por animais externos”, orienta Fabiano Benitez.

O presidente da Idaron, Julio Peres, ressaltou que a observação diária das aves é fundamental para identificar precocemente possíveis sinais da doenças. Entre os sintomas que merecem atenção estão espirros, corrimento nasal, alterações neurológicas, como torcicolo e paralisia, queda na produção de ovos e aumento repentino da mortalidade.

“O produtor deve observar o lote em busca desses sinais. Em caso de qualquer suspeita de doença de notificação obrigatória, deve comunicar imediatamente à Idaron”.

A Agência também esclarece que o consumo de carne de aves e ovos provenientes de estabelecimentos submetidos à inspeção sanitária oficial permanece seguro para a população, desde que os produtos sejam obtidos de fontes regulares e inspecionadas.

Por isso, a orientação aos consumidores é priorizar alimentos identificados com selos de inspeção sanitária: SIM (Serviço de Inspeção Municipal), SIE (Serviço de Inspeção Estadual) ou SIF (Serviço de Inspeção Federal).

Fonte: Via: florestanoticias

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PF destrói 72 embarcações e equipamentos usados no garimpo ilegal no rio Madeira – Polícia

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Uma operação da PF contra a extração ilegal de ouro no rio Madeira resultou na inutilização de 72 embarcações e equipamentos, além de 16 mil litros de óleo diesel, nesta terça-feira (27), em Porto Velho. A ação, realizada com apoio do Ibama, ocorreu entre os distritos de Calama e São Carlos.

Entre os bens inutilizados estão 17 dragas, 2 rebocadores, 3 voadeiras, 21 motores, 25 bombas de draga e 4 bombas de água. As estruturas eram utilizadas na extração e no processamento do ouro retirado ilegalmente do leito do rio.

Os policiais também apreenderam 3 frascos de mercúrio e 8 aparelhos celulares durante a Operação Nêmesis. O material será analisado para tentar identificar os proprietários das dragas e as pessoas que financiam o garimpo ilegal na região.

O combustível inutilizado era destinado ao abastecimento das embarcações e dos equipamentos empregados na atividade.

Os responsáveis poderão responder por usurpação de bem da União, extração de recursos minerais sem autorização e uso de substância tóxica.

A investigação continua para identificar os donos das embarcações e os financiadores da exploração ilegal de ouro.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Queimadas na Amazônia acendem alerta para a saúde respiratória da população

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Imagem: Ilustrativo IA

A fumaça das queimadas tem comprometido a qualidade do ar em diferentes áreas da Amazônia e ampliado a preocupação com os impactos à saúde da população da Região Norte. Em outubro, incêndios florestais no Amazonas levaram fumaça até Porto Velho, em Rondônia.

Segundo informações divulgadas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os ventos contribuíram para transportar a fumaça até a capital rondoniense, onde a qualidade do ar foi considerada prejudicial para grupos sensíveis.

O episódio evidencia como os efeitos das queimadas podem ultrapassar as áreas diretamente atingidas pelo fogo e afetar moradores de outros municípios e estados. Além dos impactos ambientais, a fumaça contém partículas microscópicas e gases que, quando inalados, podem atingir regiões profundas dos pulmões e agravar outros problemas de saúde.

“A fumaça não é composta apenas por aquilo que conseguimos enxergar. Ela contém partículas microscópicas e gases que podem penetrar profundamente no sistema respiratório”, explica a médica Edilene Silva de Oliveira, pneumologista e professora do IDOMED.

Segundo a especialista, o contato com esses poluentes pode provocar inflamação, comprometer os mecanismos de defesa das vias respiratórias e prejudicar a função pulmonar. Os efeitos variam conforme a concentração dos poluentes, o tempo de exposição e as condições de saúde de cada pessoa.

Sintomas merecem atenção

Ardência nos olhos, irritação no nariz e na garganta, espirros, coriza, tosse, dor de cabeça e desconforto respiratório estão entre os sintomas associados à exposição à fumaça. Em pessoas com asma, os poluentes podem intensificar a inflamação dos brônquios e favorecer crises de tosse, chiado e falta de ar. Mesmo quem não possui diagnóstico prévio de doença respiratória pode apresentar sintomas após períodos de exposição intensa ou prolongada.

“A fumaça não deve ser encarada apenas como um incômodo ambiental. Trata-se de um fator que pode comprometer a saúde respiratória de pessoas com e sem doenças preexistentes”, alerta a médica.

Além do dano físico, o medo, a incerteza e a incapacidade de minimizar problemáticas trazidas pelo avanço das queimadas, os danos mentais também precisam de atenção.

“Quando uma pessoa é exposta repetidamente a situações de risco, ela pode permanecer em um estado de alerta constante. É como se o corpo e a mente não conseguissem relaxar completamente, porque estão sempre esperando que algo aconteça. Com o tempo, isso pode contribuir para sintomas persistentes de estresse, ansiedade, irritabilidade, alterações no sono e dificuldade de concentração”, explica o psicólogo e professor da Estácio, Adymailson Santos.

“A falta de controle é um fator que pode gerar muito sofrimento psicológico. A pessoa começa a sentir que, independentemente do que faça, não consegue mudar aquela realidade e isso pode afetar o sono, o humor, as relações sociais e a própria qualidade de vida”, complementa.

Crianças e pessoas com doenças crônicas exigem cuidados redobrados

Embora a fumaça possa afetar pessoas de todas as idades, crianças, especialmente bebês e menores de cinco anos, idosos, gestantes e pessoas com doenças respiratórias crônicas, como asma e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), além de indivíduos com doenças cardiovasculares, estão entre os grupos mais vulneráveis.

“Nas crianças, precisamos estar especialmente atentos à respiração acelerada, ao esforço para respirar, à piora da tosse durante a noite e à dificuldade para brincar, mamar ou se alimentar como habitualmente. Esses sinais podem indicar comprometimento respiratório e precisam ser valorizados “, pontua.

Quando procurar atendimento médico

Dificuldade respiratória intensa, dor no peito, piora acentuada do chiado, lábios azulados ou acinzentados, confusão mental e desmaio são sinais de alerta que exigem atendimento de urgência. Nas crianças, esforço para respirar, retrações entre as costelas, respiração muito acelerada e dificuldade para mamar, falar ou se alimentar também requerem atenção imediata.

Fonte: Via: florestanoticias

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