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Com apoio de Jean Oliveira, Campeonato de Pesca Esportiva vai movimentar Seringueiras com mais de R$ 100 mil em premiações

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Deputado estadual Ismael Crispin (PP) (Foto: Assessoria Parlamentar)

A situação da saúde pública, a necessidade de reforço no efetivo das forças de segurança, os desafios ambientais no Vale do Guaporé e a importância do planejamento para o futuro de Rondônia estiveram entre os principais temas abordados pelo deputado estadual Ismael Crispin (PP) durante entrevista nesta terça-feira (02) ao programa Informe na Hora, apresentado pelo jornalista Fábio Camilo.

Ao longo da conversa, o parlamentar fez uma análise dos principais desafios enfrentados pelo estado e defendeu que as soluções passam por uma gestão mais próxima dos municípios, pela valorização das lideranças locais e pelo fortalecimento das políticas públicas voltadas para quem vive no interior.

“Quem representa Rondônia precisa andar pelo estado, ouvir as pessoas e entender os problemas onde eles acontecem. É assim que conseguimos transformar demandas em soluções”, afirmou.

Saúde em alerta

Um dos assuntos que mais ocupou espaço na entrevista foi a situação da saúde pública estadual. Ismael demonstrou preocupação com o aumento das reclamações relacionadas à demora em consultas, exames e procedimentos especializados.

Para o deputado, o atual modelo de gestão precisa ser revisto para que os municípios tenham mais condições de atender a população.  “A saúde precisa chegar mais perto das pessoas. Temos prefeitos competentes e comprometidos que conseguem entregar resultados quando recebem os recursos necessários para isso”, destacou.

Como exemplo, Ismael citou a experiência do município de Seringueiras, que conseguiu zerar a fila de exames de endoscopia e colonoscopia para pacientes da região da BR-429.

Segundo ele, o resultado demonstra que a descentralização dos serviços pode representar mais eficiência e rapidez no atendimento. “Enquanto muitas pessoas aguardam por anos um exame, um município pequeno conseguiu organizar sua estrutura e atender a população. Isso mostra que gestão faz diferença”, ressaltou.

Segurança Pública 

Outro ponto levantado durante a entrevista foi a segurança pública. Embora tenha elogiado o trabalho realizado pelas forças policiais, Ismael afirmou que o estado precisa ampliar o efetivo para atender adequadamente todas as regiões, especialmente os municípios localizados na faixa de fronteira. “O problema não é a qualidade dos profissionais. Nós temos policiais extremamente preparados. O que falta é efetivo para garantir uma presença maior em todas as regiões de Rondônia”, afirmou.

O deputado destacou ainda que municípios estratégicos enfrentam dificuldades para manter a cobertura adequada das forças de segurança devido ao número reduzido de agentes disponíveis.

Segundo ele, a realização de novos concursos públicos é fundamental para fortalecer o combate ao crime organizado, ao tráfico de drogas e aos delitos transfronteiriços.

Búfalos no Vale do Guaporé

A entrevista também abordou a situação dos búfalos no Vale do Guaporé, tema que vem gerando debates entre produtores rurais, órgãos ambientais e moradores da região.

Presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, Ismael defendeu que qualquer medida relacionada ao controle da população dos animais seja construída com diálogo e participação das comunidades locais.  “O problema existe e precisa ser enfrentado. O crescimento da população de búfalos já produz impactos ambientais e econômicos importantes. O que defendemos é que as decisões sejam tomadas ouvindo quem vive naquela realidade”, explicou.

Para o parlamentar, os estudos em andamento devem servir como base para a construção de alternativas definitivas que conciliem preservação ambiental, desenvolvimento econômico e segurança jurídica.

Zoneamento

Outro tema defendido por Ismael durante a entrevista foi a atualização do Zoneamento Socioeconômico-Ecológico de Rondônia (ZSEE).

O deputado lembrou que a pauta vem sendo debatida há décadas e afirmou que o estado precisa avançar na construção de um planejamento capaz de garantir desenvolvimento sustentável e segurança para quem produz.  “O zoneamento é uma ferramenta essencial para organizar o crescimento de Rondônia. Estamos falando de planejamento, preservação ambiental, segurança jurídica e desenvolvimento econômico”, afirmou.

Segundo ele, a atualização do ZSEE permitirá que Rondônia esteja mais preparada para enfrentar desafios relacionados às mudanças climáticas, crises hídricas e crescimento econômico.

Avanços em São Miguel do Guaporé

Durante a entrevista, Ismael também comentou os resultados da gestão do prefeito Coronel Crispin em São Miguel do Guaporé. O parlamentar destacou que o município enfrentou dificuldades no início da administração, mas conseguiu reorganizar as contas públicas e avançar em diversas áreas.

Entre as ações citadas estão investimentos em infraestrutura urbana, recuperação de vias, construção de pontes e melhorias nos serviços públicos.  “Hoje São Miguel vive uma realidade diferente. O município conseguiu avançar e entregar resultados importantes para a população”, avaliou.

Ao encerrar a entrevista, Ismael reafirmou sua defesa de uma atuação política baseada no diálogo com a população e na presença constante nos municípios.

Segundo ele, os desafios de Rondônia só serão superados com planejamento, união de esforços e compromisso com quem vive a realidade do estado diariamente.  “Quem anda pelos municípios conhece os problemas de perto. É ouvindo as pessoas e construindo soluções junto com elas que conseguimos transformar realidades e entregar resultados”, concluiu.

Texto: Laila Moraes | Jornalista
Foto: Assessoria Parlamentar

Fonte: Via: florestanoticias

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Queimadas na Amazônia acendem alerta para a saúde respiratória da população

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Imagem: Ilustrativo IA

A fumaça das queimadas tem comprometido a qualidade do ar em diferentes áreas da Amazônia e ampliado a preocupação com os impactos à saúde da população da Região Norte. Em outubro, incêndios florestais no Amazonas levaram fumaça até Porto Velho, em Rondônia.

Segundo informações divulgadas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os ventos contribuíram para transportar a fumaça até a capital rondoniense, onde a qualidade do ar foi considerada prejudicial para grupos sensíveis.

O episódio evidencia como os efeitos das queimadas podem ultrapassar as áreas diretamente atingidas pelo fogo e afetar moradores de outros municípios e estados. Além dos impactos ambientais, a fumaça contém partículas microscópicas e gases que, quando inalados, podem atingir regiões profundas dos pulmões e agravar outros problemas de saúde.

“A fumaça não é composta apenas por aquilo que conseguimos enxergar. Ela contém partículas microscópicas e gases que podem penetrar profundamente no sistema respiratório”, explica a médica Edilene Silva de Oliveira, pneumologista e professora do IDOMED.

Segundo a especialista, o contato com esses poluentes pode provocar inflamação, comprometer os mecanismos de defesa das vias respiratórias e prejudicar a função pulmonar. Os efeitos variam conforme a concentração dos poluentes, o tempo de exposição e as condições de saúde de cada pessoa.

Sintomas merecem atenção

Ardência nos olhos, irritação no nariz e na garganta, espirros, coriza, tosse, dor de cabeça e desconforto respiratório estão entre os sintomas associados à exposição à fumaça. Em pessoas com asma, os poluentes podem intensificar a inflamação dos brônquios e favorecer crises de tosse, chiado e falta de ar. Mesmo quem não possui diagnóstico prévio de doença respiratória pode apresentar sintomas após períodos de exposição intensa ou prolongada.

“A fumaça não deve ser encarada apenas como um incômodo ambiental. Trata-se de um fator que pode comprometer a saúde respiratória de pessoas com e sem doenças preexistentes”, alerta a médica.

Além do dano físico, o medo, a incerteza e a incapacidade de minimizar problemáticas trazidas pelo avanço das queimadas, os danos mentais também precisam de atenção.

“Quando uma pessoa é exposta repetidamente a situações de risco, ela pode permanecer em um estado de alerta constante. É como se o corpo e a mente não conseguissem relaxar completamente, porque estão sempre esperando que algo aconteça. Com o tempo, isso pode contribuir para sintomas persistentes de estresse, ansiedade, irritabilidade, alterações no sono e dificuldade de concentração”, explica o psicólogo e professor da Estácio, Adymailson Santos.

“A falta de controle é um fator que pode gerar muito sofrimento psicológico. A pessoa começa a sentir que, independentemente do que faça, não consegue mudar aquela realidade e isso pode afetar o sono, o humor, as relações sociais e a própria qualidade de vida”, complementa.

Crianças e pessoas com doenças crônicas exigem cuidados redobrados

Embora a fumaça possa afetar pessoas de todas as idades, crianças, especialmente bebês e menores de cinco anos, idosos, gestantes e pessoas com doenças respiratórias crônicas, como asma e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), além de indivíduos com doenças cardiovasculares, estão entre os grupos mais vulneráveis.

“Nas crianças, precisamos estar especialmente atentos à respiração acelerada, ao esforço para respirar, à piora da tosse durante a noite e à dificuldade para brincar, mamar ou se alimentar como habitualmente. Esses sinais podem indicar comprometimento respiratório e precisam ser valorizados “, pontua.

Quando procurar atendimento médico

Dificuldade respiratória intensa, dor no peito, piora acentuada do chiado, lábios azulados ou acinzentados, confusão mental e desmaio são sinais de alerta que exigem atendimento de urgência. Nas crianças, esforço para respirar, retrações entre as costelas, respiração muito acelerada e dificuldade para mamar, falar ou se alimentar também requerem atenção imediata.

Fonte: Via: florestanoticias

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Potência ou qualidade do áudio: o que observar ao escolher uma caixa de som?

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Foto: Ilustrada

O número de watts costuma chamar a atenção de quem procura uma caixa de som. Presente nas embalagens e nas descrições dos produtos, ele transmite a ideia de que um equipamento mais potente sempre oferecerá uma experiência melhor. Na prática, a escolha exige observar outras características, como clareza das vozes, equilíbrio entre frequências e desempenho no volume que será utilizado.

Uma caixa pode alcançar intensidade elevada e, ainda assim, apresentar graves que encobrem os instrumentos ou agudos que tornam a audição cansativa. Da mesma forma, um modelo compacto pode oferecer uma reprodução agradável para ouvir música durante o trabalho, mas encontrar limitações quando levado para um encontro em uma área aberta.

Entender essas diferenças ajuda a interpretar as especificações e escolher um equipamento compatível com a rotina. A potência faz parte dessa avaliação, mas precisa ser considerada junto ao projeto acústico, às condições do ambiente e à maneira como cada pessoa pretende ouvir seus conteúdos.

Qual é a diferença entre potência e qualidade do áudio?

A potência elétrica, expressa em watts, está relacionada ao funcionamento do conjunto formado pela amplificação e pelos alto-falantes. Já a qualidade do áudio envolve a maneira como esse sistema reproduz os sons, preservando clareza, equilíbrio e detalhes.

São características relacionadas, mas que não representam a mesma coisa. A potência, sozinha, não informa se a voz de um cantor será compreensível, se o baixo ficará bem definido ou se diferentes instrumentos poderão ser percebidos em uma gravação.

O volume que chega ao ouvinte também depende de fatores como eficiência dos alto-falantes, distância e características do ambiente. Na documentação técnica de equipamentos de áudio, a sensibilidade descreve a relação entre a energia elétrica recebida e a saída sonora, enquanto o nível máximo de pressão sonora indica a capacidade de saída acústica nas condições informadas. Portanto, comparar somente watts deixa parte do desempenho fora da análise. 

Para o consumidor, a pergunta mais útil é se a caixa consegue reproduzir os conteúdos desejados com clareza e intensidade suficientes no local em que será utilizada.

O que significa potência RMS na caixa de som?

A expressão “potência RMS” é usada comercialmente para apresentar uma referência de potência contínua, conforme os critérios de medição adotados pelo fabricante. Ela costuma ser mais útil para comparação do que números de pico, que se referem a condições momentâneas.

Ainda assim, duas caixas anunciadas com a mesma potência RMS podem apresentar resultados diferentes. O tamanho dos alto-falantes, o gabinete, a amplificação e o processamento eletrônico interferem na reprodução.

Como comparar os watts informados na ficha técnica

O primeiro cuidado é verificar se os valores apresentados seguem o mesmo critério. Comparar a potência contínua de um produto com a potência de pico de outro pode criar uma impressão equivocada de superioridade.

Também convém observar se o número corresponde ao conjunto completo ou a um componente específico. Uma descrição pode apresentar a potência total do sistema, enquanto outra detalha a distribuição entre os alto-falantes.

Quando a ficha técnica não esclarece essas informações, consultar o manual ou solicitar orientação ao fabricante ajuda a evitar uma decisão baseada em números pouco comparáveis.

Mais watts significam o dobro do volume?

A relação entre potência e volume percebido não é linear. Uma caixa com o dobro da potência anunciada não necessariamente parecerá duas vezes mais alta.

Além disso, diferenças entre os projetos impedem conclusões diretas a partir desse número. A potência serve como um dos critérios para comparar modelos, mas não substitui a avaliação do desempenho sonoro.

Como identificar qualidade de som além dos graves fortes

O reforço dos graves pode causar uma boa primeira impressão, especialmente em músicas com batidas marcadas. Porém, a intensidade dessas frequências não é suficiente para indicar qualidade.

Uma reprodução equilibrada permite acompanhar a música sem que uma faixa de som esconda as demais. O grave pode ter presença, mas a voz precisa continuar compreensível e os instrumentos devem manter alguma definição.

Graves definidos ajudam a acompanhar o ritmo

Os graves estão presentes em instrumentos como contrabaixo e bumbo, além de muitos efeitos eletrônicos. Quando bem reproduzidos, permitem perceber o ritmo sem transformar diferentes notas em uma vibração pouco definida.

Durante um teste, vale observar se é possível acompanhar a linha do baixo ou se todas as notas parecem semelhantes. Também é útil perceber se o reforço grave encobre a voz quando a música fica mais intensa.

Médios claros favorecem vozes e instrumentos

A região dos médios concentra informações importantes para compreender vozes e reconhecer diversos instrumentos. Por isso, merece atenção de quem ouve músicas, podcasts, entrevistas ou aulas.

Se a fala parece abafada, distante ou difícil de entender, aumentar o volume pode não resolver o problema. A dificuldade pode estar no equilíbrio da reprodução.

Uma faixa com voz e poucos instrumentos facilita essa avaliação, porque deixa mais evidente a presença ou a falta de clareza.

Agudos equilibrados preservam os detalhes

Os agudos ajudam a perceber detalhes como pratos de bateria e certas características das vozes. Entretanto, quando excessivamente destacados, podem produzir uma sensação de som áspero.

No teste, observe palavras com sons de “s” e “ch”, além de instrumentos mais agudos. O objetivo é perceber os detalhes sem desconforto no volume habitual.

Por que testar a caixa de som em diferentes volumes?

Uma caixa pode funcionar bem em intensidade moderada e mudar de comportamento quando o volume aumenta. Próximo ao limite, alguns modelos apresentam distorção, perda de definição ou redução dos graves por ação dos sistemas de proteção.

Por isso, avaliar apenas alguns segundos de música em volume baixo oferece uma visão incompleta.

Comece em uma intensidade confortável e aumente gradualmente até uma condição próxima da que pretende utilizar. Observe se as vozes continuam claras, se as batidas mantêm definição e se surgem ruídos que não pertencem à gravação.

Também vale testar o caminho inverso. Para quem ouve música enquanto trabalha ou lê, o desempenho em volume baixo tem importância prática. A reprodução precisa continuar compreensível sem exigir intensidade elevada para revelar vozes e instrumentos.

Como o ambiente influencia a escolha da caixa de som?

O mesmo equipamento pode soar diferente em um quarto, uma sala com muitas superfícies de vidro ou uma varanda. Paredes, móveis e outros elementos interferem na propagação e nas reflexões do som.

Orientações de fabricantes de áudio destacam que o posicionamento precisa considerar as características do espaço. A proximidade de superfícies e a posição em relação ao ouvinte podem alterar a experiência, o que torna os testes de localização úteis antes de concluir que o equipamento tem desempenho insuficiente. 

Caixa de som para quarto e escritório

Em espaços pequenos, com o ouvinte próximo do equipamento, clareza em volume moderado pode ser mais relevante do que uma grande capacidade de saída sonora.

Para essa rotina, vale observar a reprodução de vozes, o espaço ocupado sobre a mesa e a facilidade de controlar o volume. O uso frequente de podcasts ou aulas também muda as prioridades em relação a quem procura principalmente música para encontros.

Caixa de som para varanda e áreas abertas

Em ambientes abertos, a distância entre a caixa e os ouvintes e os ruídos ao redor ganham importância. Um modelo adequado para uso próximo pode ter dificuldade para atender pessoas distribuídas por uma área maior.

Isso exige considerar a capacidade do conjunto, a distribuição do som e o tipo de encontro. Não existe uma quantidade universal de watts que garanta o mesmo resultado em qualquer espaço.

Se o uso inclui viagens, quintal ou varanda, a avaliação de uma caixa de som bluetooth também deve considerar portabilidade, autonomia e condições de proteção descritas no manual.

Como testar uma caixa de som antes de comprar?

Usar músicas conhecidas facilita a identificação de diferenças. Quando o ouvinte já sabe como determinada voz ou instrumento costuma soar, consegue perceber com mais facilidade se algum elemento fica escondido.

Escolha conteúdos variados. Uma gravação com voz em destaque ajuda a avaliar a compreensão; outra com instrumentos acústicos permite observar detalhes; uma faixa com baixo e bateria mostra como a caixa lida com passagens mais intensas.

Se possível, utilize o mesmo celular, aplicativo e arquivo ao comparar modelos. Mantenha as equalizações semelhantes e procure ouvir os equipamentos em intensidades próximas. Uma opção mais alta pode impressionar inicialmente e dificultar a comparação do equilíbrio sonoro.

Também é útil escutar por alguns minutos. O primeiro impacto de graves fortes ou agudos destacados pode perder o apelo quando a reprodução se torna cansativa.

Quais recursos complementares merecem atenção?

Depois de avaliar o som, é necessário verificar se o produto se adapta à rotina. Um equipamento pode agradar durante o teste e, ainda assim, ser pouco prático para o uso pretendido.

A autonomia deve ser lida junto às condições informadas pelo fabricante. Volume, recursos ativados e perfil de utilização podem alterar o tempo entre recargas. Para quem transporta a caixa com frequência, peso, dimensões e facilidade de carregamento também entram na decisão.

A conectividade merece uma análise semelhante. Confira quais entradas e formas de reprodução estão disponíveis, se o pareamento atende ao uso desejado e se os controles são acessíveis.

Recursos como equalização e conexão entre duas caixas podem ampliar as possibilidades, quando presentes. Entretanto, é necessário verificar como funcionam e quais modelos são compatíveis. A simples presença de Bluetooth não garante que qualquer par de equipamentos possa tocar em conjunto.

Como equilibrar potência, qualidade sonora e necessidade de uso

A escolha começa pela definição de onde, como e com que frequência a caixa será utilizada. Ouvir música perto da mesa de trabalho exige características diferentes das necessárias para compartilhar áudio com várias pessoas em uma área externa.

A partir dessa definição, a potência ajuda a contextualizar as opções, enquanto a avaliação da clareza, do equilíbrio e do comportamento em diferentes volumes revela aspectos da experiência sonora.

O melhor resultado vem da combinação desses critérios. Uma caixa adequada deve oferecer intensidade suficiente para a situação de uso, manter a reprodução agradável e reunir os recursos que tornam sua utilização prática. Assim, a compra passa a ser orientada pelo desempenho que faz diferença na rotina, em vez de depender apenas do maior número de watts anunciado.

Fonte: Via: florestanoticias

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Aliado de Trump diz que Flávio Bolsonaro chegou aos EUA – Nacional

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O investidor e ex-secretário de Turismo do México, Simón Levy, publicou uma postagem nas redes sociais nesta terça-feira (27) relatando que Flávio Bolsonaro teria chegado aos Estados Unidos (EUA), em uma articulação liderada pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio. A fuga de Flávio, menos de 48 horas após perder as eleições presidenciais, também foi confirmada pela agência de notícias Reuters.

“Como relatei há algumas horas, Flávio Bolsonaro chegou em segurança aos Estados Unidos. O cérebro por trás dessa operação é o Secretário de Estado dos EUA Marco Rubio. Dos Estados Unidos, livre e seguro, Flávio liderará a oposição contra Lula”, escreveu.

Levy é empresário e advogado e se autodescreve publicamente como um aliado próximo e alguém que serve a Donald Trump e ao movimento MAGA [Make America Great Again, no inglês].

A Agência Brasil procurou a assessoria de Flávio, mas não recebeu retorno. O senador não chegou a entregar seus passaportes à Polícia Federal (PF) após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A decisão está em segredo de justiça e foi tornada pública pelo senador em suas redes sociais. A ordem judicial faz parte do processo em que Flávio e o advogado Willer Tomaz são investigados no STF por lavagem de dinheiro. Por causa do descumprimento, os passaportes do parlamentar foram cancelados diretamente pela PF.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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