Em mais um capítulo da sua luta incansável pela valorização do servidor público federal, o Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Estado de Rondônia (Sindsef/RO) decidiu enfrentar de frente mais uma injustiça praticada pelo governo federal. Desta vez, o alvo é a Gratificação de Desempenho dos Ex-Territórios, a chamada GDEXT, cujo pagamento integral vem sendo negado aos trabalhadores há mais de uma década.
O Sindsef/RO ingressou com uma Ação Coletiva perante o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) para obrigar a União a cumprir o que a lei já determina: realizar as avaliações de desempenho dos servidores transpostos e pagar a GDEXT em sua totalidade. A ação representa mais um passo firme do sindicato na defesa dos direitos da categoria e a prova de que, quando o governo fecha as portas do diálogo, o Sindsef abre as portas da Justiça.
Entenda o que é a GDEXT e por que ela importa para o seu bolso
A GDEXT é uma gratificação que compõe o salário dos servidores que foram transferidos tecnicamente chamados de “transpostos” para o quadro do governo federal, após a integração do ex-Território Federal de Rondônia ao Estado. Ela é formada por 100 pontos no total, divididos em duas partes.
A primeira parte corresponde a 80 pontos institucionais, garantidos a todos os servidores independentemente de qualquer avaliação. A segunda parte e aí está o problema são os 20 pontos individuais, que deveriam ser atribuídos a cada servidor com base em avaliações periódicas de desempenho no trabalho.
Em teoria, o funcionamento seria simples: o servidor é avaliado, demonstra sua dedicação e produtividade, e recebe os pontos a que tem direito, completando os 100 pontos totais da gratificação. Na prática, porém, isso nunca aconteceu e a culpa não é do servidor.
Mais de 13 anos de omissão: o governo que nunca cumpriu o que prometeu
A GDEXT foi criada pela Lei nº 12.800/2013 e mantida pela Lei nº 13.681/2018. Ou seja, já se passaram mais de 13 anos desde que essa gratificação foi instituída e, em todo esse tempo, a União jamais realizou um único ciclo de avaliação de desempenho válido para os servidores do quadro dos ex-Territórios.
Isso significa que, durante todos esses anos, os trabalhadores ficaram sem receber os 20 pontos individuais não porque não trabalharam, não porque falharam em suas funções mas simplesmente porque o governo federal nunca se organizou para fazer as avaliações que ele mesmo é obrigado por lei a realizar.
Mais recentemente, a situação piorou. O governo federal passou a adotar um entendimento próprio de que os 20 pontos individuais estariam sendo pagos de forma indevida e, com isso, passou a usar essa justificativa para paralisar definitivamente o processo de avaliações. Na prática, a União criou um círculo vicioso perfeito para prejudicar o servidor: não avalia, não paga, e ainda culpa o próprio sistema que ela mesma deixou de implementar.
Para o Sindsef/RO, essa postura é inadmissível e tem nome: o governo está se beneficiando da sua própria omissão para cortar o salário de quem trabalha. Isso é proibido pela Constituição, contraria os princípios da moralidade e da boa administração pública, e não será tolerado pelo sindicato.
A luta do Sindsef: quando o diálogo falha, a Justiça fala
O Sindsef/RO não chegou às portas do Judiciário de forma precipitada. O sindicato tentou, por todas as vias possíveis, resolver esse impasse administrativamente levando a questão ao conhecimento dos órgãos competentes e buscando o diálogo com o governo. A resposta, no entanto, foi o silêncio e a inação.
Diante da recusa do governo em cumprir a lei e da ausência total de perspectiva de solução administrativa, a diretoria do Sindsef/RO tomou a decisão que a situação exigia: acionar a Justiça Federal para garantir na força da lei o que o governo se recusa a cumprir voluntariamente.
A ação foi ajuizada com pedido de extrema urgência, para que a Justiça determine com a maior rapidez possível que a União cumpra suas obrigações. O sindicato não está pedindo favor está cobrando o cumprimento de direitos que já estão escritos na lei há mais de uma década.
O que o Sindsef está exigindo na Justiça
Na ação coletiva, o Sindsef/RO defende dois grupos de servidores que estão sendo prejudicados pela omissão do governo:
Para os servidores ativos: o reconhecimento do direito ao recebimento da GDEXT em sua totalidade os 100 pontos enquanto a União não realizar e concluir o primeiro ciclo de avaliações válido. Não faz nenhum sentido que o trabalhador pague o preço de uma falha que é exclusivamente do governo.
Para os aposentados e pensionistas: a garantia de receber a GDEXT no mesmo patamar dos servidores ativos, conforme determina a Constituição Federal e a jurisprudência consolidada dos tribunais superiores.
Além disso, o sindicato exige que, quando as avaliações finalmente forem realizadas, seja adotado um modelo simplificado e ágil, para que os servidores não continuem esperando indefinidamente por um processo que o governo tem plena capacidade de implementar, mas insiste em não fazer.
A lei e o STF estão do lado do servidor e o Sindsef sabe disso
O Sindsef/RO não entrou nessa batalha no escuro. A ação coletiva é baseada em fundamentos jurídicos sólidos, respaldados pela jurisprudência do próprio Supremo Tribunal Federal.
O STF já firmou entendimento claro em casos semelhantes: quando o governo não realiza as avaliações de desempenho, a gratificação perde seu caráter individual e passa a ser devida integralmente a todos os servidores. Esse entendimento foi aplicado em diversas outras gratificações federais como a GDPGPE, a GDASS, a GDAEM e a GACEN e o Sindsef defende que o mesmo raciocínio se aplica integralmente à GDEXT.
Mais do que isso: o próprio STF já analisou especificamente a GDEXT em um processo envolvendo servidores de Rondônia e reconheceu o direito ao pagamento. Agora, com a ação coletiva promovida pelo Sindsef/RO, esse direito poderá ser garantido de uma vez por todas para toda a categoria sem que cada servidor precise entrar individualmente na Justiça.
A diretoria fala: não vamos aceitar que o servidor pague o preço da desorganização do governo
Para a diretoria do Sindsef/RO, o caso da GDEXT é mais um exemplo de como a administração pública federal trata os servidores transpostos com descaso e desrespeito. A lentidão do governo, a falta de organização e a recusa em implementar avaliações que deveriam ter sido feitas há mais de uma década não podem, jamais, ser usadas como justificativa para reduzir o salário de quem trabalha.
O Sindsef existe para isso: para ser a voz da categoria quando o governo faz ouvidos moucos, para bater às portas que precisam ser abertas, e para não deixar que nenhum servidor enfrente sozinho as arbitrariedades do Estado. Enquanto houver um direito sendo desrespeitado, o sindicato estará na luta.
O Sindsef/RO acompanhará cada etapa desse processo e manterá os filiados informados sobre todos os desdobramentos. Estamos na batalha pela GDEXT e o sindicato não vai recuar.
Mais de 80 pessoas já foram presas por furto de energia em Rondônia entre janeiro e julho deste ano. Somente em julho, 13 suspeitos foram presos em flagrante em Porto Velho, Cacoal, Ariquemes e Ji-Paraná, município que concentrou três prisões em um único dia. As informações foram divulgadas pela Energisa Rondônia.
As irregularidades foram identificadas após denúncias recebidas pela concessionária. Equipes técnicas realizaram inspeções nos locais indicados e a fraude foi confirmada pela Polícia Técnico-Científica do Estado de Rondônia. Com a comprovação das ligações clandestinas, a Polícia Militar efetuou as prisões em flagrante.
O balanço aponta que o total de prisões por furto de energia no estado ultrapassou 80 casos entre janeiro e julho deste ano.
O furto de energia é enquadrado no artigo 155 do Código Penal Brasileiro e pode resultar em pena de até 8 anos de prisão, além de multa.
“Quando combatemos o furto de energia, nossa principal preocupação é preservar vidas. As ligações clandestinas são feitas sem qualquer critério técnico e aumentam significativamente o risco de choques elétricos, curtos-circuitos, incêndios e até acidentes fatais. Por isso, cada irregularidade identificada representa também uma ação preventiva de segurança para toda a comunidade”, destaca Daniel Andrade, gerente do Departamento de Combate a Perdas da Energisa Rondônia.
Denúncias sobre suspeitas de furto de energia podem ser feitas de forma anônima pelo telefone 190, da Polícia Militar, ou pelo canal de atendimento da Energisa Rondônia, no número 0800 647 0120.
Ji-Paraná ganhará ligação aérea direta com o principal centro de conexões da Latam Airlines Brasil a partir de dezembro deste ano. A companhia informou nesta quarta-feira (5) que passará a operar quatro voos semanais entre o município e São Paulo (Guarulhos), permitindo conexões para mais de 60 destinos domésticos e cerca de 30 internacionais.
A venda das passagens para a nova rota já começou e está disponível nos canais de comercialização da empresa.
Os voos serão realizados com aeronaves Embraer E195-E2, configuradas com duas classes de serviço: Economy e Premium Economy.
O CEO da Latam Airlines Brasil, Jerome Cadier, informou que a entrada do Embraer E195-E2 faz parte da expansão das operações da companhia no país e deve ampliar a conectividade da malha aérea doméstica.
Nesta segunda-feira (3), o deputado estadual Ismael Crispin (PP) teve sua candidatura à reeleição homologada pelo Progressistas (PP) durante a Convenção “De Todas as Rondônias”, realizada pelo União Progressista e pelo Republicanos, em Porto Velho.
O evento reuniu lideranças políticas, filiados e apoiadores de diversas regiões do estado para oficializar os candidatos que disputarão as eleições de outubro. Além de Ismael Crispin, a convenção homologou as candidaturas de Hilton Chaves ao Governo de Rondônia, Cirone Deiró como candidato a vice-governador, Mariana Carvalho e Silvia Cristina ao Senado, além dos candidatos a deputado estadual e deputado federal.
Ao agradecer a confiança do partido e de todos que acompanham sua trajetória política, Ismael destacou que a homologação representa a renovação de um compromisso assumido com a população rondoniense desde o início do seu mandato.
“Recebo essa homologação com muita gratidão e, acima de tudo, com um grande senso de responsabilidade. É a confirmação de uma caminhada construída ao lado das pessoas, ouvindo cada município e trabalhando para levar resultados concretos para Rondônia.”
O parlamentar afirmou que a motivação para buscar um novo mandato está na oportunidade de dar continuidade às ações que vêm sendo desenvolvidas em todo o estado. “Quero continuar transformando a vida da nossa gente por meio de investimentos na saúde, fortalecendo o atendimento à população, ampliando as oportunidades na educação, apoiando quem produz no campo, melhorando a infraestrutura dos municípios e defendendo projetos que gerem desenvolvimento para Rondônia. Ainda há muito a ser feito, e estou preparado para seguir trabalhando com dedicação, responsabilidade e compromisso”, finalizou Ismael Crispin.
Cookies necessários ativam recursos essenciais do site como logins seguros e ajustes de preferências de consentimento. Eles não armazenam dados pessoais.
Nenhum
►
Cookies funcionais suportam recursos como compartilhamento de conteúdo em redes sociais, coleta de feedback e ativação de ferramentas de terceiros.
Nenhum
►
Cookies analíticos rastreiam interações dos visitantes, fornecendo insights sobre métricas como número de visitantes, taxa de rejeição e fontes de tráfego.
Nenhum
►
Cookies de publicidade entregam anúncios personalizados baseados em suas visitas anteriores e analisam a eficácia das campanhas publicitárias.
Nenhum
►
Cookies não classificados são cookies que estamos em processo de classificar, junto com os provedores de cookies individuais.