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MPF cobra R$ 1 milhão do Banco do Brasil por financiamento em área indígena protegida em Rondônia – Cidades – WEB TV ALTERNATIVA

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O Banco do Brasil é alvo de uma ação civil pública do Ministério Público Federal por financiar atividade pecuária em área localizada dentro da Terra Indígena Rio Omerê, na divisa entre Chupinguaia e Corumbiara. O MPF pede que a Justiça condene a instituição ao pagamento de R$ 1 milhão por danos morais coletivos e determine auditoria nos sistemas de controle socioambiental da instituição.

Além da indenização, o MPF pediu ao Judiciário que o banco seja obrigado a contratar auditoria externa para avaliar os sistemas informatizados de controle socioambiental utilizados na análise de crédito. A ação busca identificar falhas e impedir novas concessões de financiamento para atividades econômicas em áreas protegidas.

De acordo com o MPF, a ação teve origem em uma investigação iniciada após denúncia técnica apresentada pelo Greenpeace Brasil. Utilizando georreferenciamento, a organização identificou que 58,3% do imóvel rural financiado se sobrepunha à Terra Indígena Rio Omerê. Em seguida, cruzou essas informações com dados do Banco Central e apontou que o Banco do Brasil liberou mais de R$ 320 mil para custeio pecuário no local, em dezembro de 2020.

Durante a apuração, o Banco do Brasil informou ao MPF que seu sistema de verificação geoespacial não identificou a área como terra indígena na época da contratação do crédito. Para o Ministério Público Federal, a falha caracteriza “cegueira deliberada”, pois a instituição já dispunha de ferramentas tecnológicas desde 2019 e manteve o financiamento mesmo após normas do Banco Central proibirem operações de crédito em terras indígenas.

Na ação, o MPF afirma que o banco pode ser responsabilizado como poluidor indireto por fornecer recursos para atividade que contribuiu para impactos ambientais e sociais no território. O órgão destaca que a Terra Indígena Rio Omerê é habitada pelos povos Akuntsu e Kanoê, sobreviventes de massacres ocorridos durante a expansão da fronteira agrícola em Rondônia nas décadas de 1970 e 1980. O primeiro contato oficial da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) com esses indígenas ocorreu apenas em 1995.

O Ministério Público Federal afirma ainda que a sobrevivência dessas comunidades depende da caça, da pesca e da coleta, atividades afetadas pela degradação ambiental no entorno da terra indígena, incluindo a pesca predatória no Rio Omerê. Segundo o órgão, a Funai mantém projetos de segurança alimentar para atender essas populações.

A ação também cita que a pressão sobre o território permanece constante. Como exemplo, menciona decisão liminar obtida pela Funai para suspender licença ambiental emitida pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), que autorizava a exploração de mais de 17 mil m³ de madeira nativa dentro da Terra Indígena Rio Omerê.

De acordo com o MPF, a Sedam confirmou a irregularidade do Cadastro Ambiental Rural da propriedade e informou que cancelou o registro em 1º de junho de 2022 por causa da sobreposição com a terra indígena, homologada desde 2006.

Além da indenização e da auditoria, o MPF pediu que a Justiça intime a Funai e a comunidade indígena para que possam participar do processo na defesa de seus interesses.

Via: web tv alternativa

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Operação da Draco 2 mira facção ligada ao tráfico e ataques contra provedores de internet em Rondônia – Polícia – WEB TV ALTERNATIVA

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A Polícia Federal cumpre mandados em Rondônia nesta quinta-feira (6) durante a Operação Heritage, que investiga um suposto esquema de desvio de recursos públicos superiores a R$ 308 milhões. Ao todo, 25 ordens de busca e apreensão expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) são executadas também em Mato Grosso, São Paulo e Ceará.

Além das buscas, a operação inclui quebra dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, bloqueio e indisponibilidade de bens até aproximadamente R$ 316 milhões, recolhimento de passaportes, proibição de saída do país e restrição de contato entre os alvos, além de outras medidas cautelares autorizadas pelo STF.

A investigação começou após a análise de um acordo firmado entre o Estado de Mato Grosso e uma empresa privada de telefonia para restituição de valores decorrentes de uma disputa tributária. A apuração aponta indícios de que essa operação financeira teria sido utilizada para viabilizar o desvio de recursos públicos.

Os investigadores identificaram uma estrutura composta por fundos de investimento em cascata e pessoas jurídicas interpostas, que teria servido para ocultar e dissimular a origem, a movimentação e o destino dos recursos envolvidos.

Os fatos apurados podem configurar, em tese, os crimes de organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso indevido de informação privilegiada.

FonteVia: rondoniagora

Via: web tv alternativa

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PF cumpre mandados em Rondônia durante operação contra desvio de mais de R$ 308 milhões – Polícia – WEB TV ALTERNATIVA

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A Polícia Federal cumpre mandados em Rondônia nesta quinta-feira (6) durante a Operação Heritage, que investiga um suposto esquema de desvio de recursos públicos superiores a R$ 308 milhões. Ao todo, 25 ordens de busca e apreensão expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) são executadas também em Mato Grosso, São Paulo e Ceará.

Além das buscas, a operação inclui quebra dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, bloqueio e indisponibilidade de bens até aproximadamente R$ 316 milhões, recolhimento de passaportes, proibição de saída do país e restrição de contato entre os alvos, além de outras medidas cautelares autorizadas pelo STF.

A investigação começou após a análise de um acordo firmado entre o Estado de Mato Grosso e uma empresa privada de telefonia para restituição de valores decorrentes de uma disputa tributária. A apuração aponta indícios de que essa operação financeira teria sido utilizada para viabilizar o desvio de recursos públicos.

Os investigadores identificaram uma estrutura composta por fundos de investimento em cascata e pessoas jurídicas interpostas, que teria servido para ocultar e dissimular a origem, a movimentação e o destino dos recursos envolvidos.

Os fatos apurados podem configurar, em tese, os crimes de organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso indevido de informação privilegiada.

FonteVia: rondoniagora

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Cinco pessoas morrem em colisão frontal entre carro e bitrem na BR-364, em Porto Velho – Polícia – WEB TV ALTERNATIVA

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Os estudantes dos Colégios Tiradentes da Polícia Militar de Rondônia alcançaram notas acima da média estadual no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), principal indicador da qualidade da educação básica no país. Os resultados colocam em destaque as unidades de Porto Velho e de Jaci-Paraná.

Na Unidade I, em Porto Velho, o desempenho foi de 6,8 nos anos iniciais do Ensino Fundamental, 6,1 nos anos finais e 5,4 no Ensino Médio. Nesta última etapa, o resultado ficou acima da média da rede estadual, que alcançou 4,2.

A Unidade II, localizada no distrito de Jaci-Paraná, registrou nota 5,5 no Ensino Médio, desempenho também superior ao índice estadual informado no levantamento.

O governador Marcos Rocha afirmou que os resultados reforçam o papel dos Colégios Tiradentes na educação estadual e atribuiu o desempenho à gestão, ao trabalho dos profissionais, à participação das famílias e ao comprometimento dos estudantes.

O comandante-geral da Polícia Militar de Rondônia, coronel PM Glauber Souto, informou que os índices refletem o investimento da instituição na formação das novas gerações e destacou que o modelo alia disciplina, valores e qualidade pedagógica.

O diretor da Unidade I, major PM Lucas Nogueira, afirmou que o resultado é consequência do trabalho desenvolvido por professores, estudantes, famílias e equipe pedagógica e avaliou que os índices demonstram o desenvolvimento acadêmico dos alunos.

FonteVia: rondoniagora

Via: web tv alternativa

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