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Nome de Zênia Cernov está se consolidando para a disputa da eleição na OAB Rondônia – Geral – WEB TV ALTERNATIVA

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O desempenho de Aires Mota (PV) na mais recente pesquisa do Instituto Phoenix reforçou a expectativa do candidato ao Senado pela Federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV). Presidente estadual do Partido Verde, ele aparece com 5,10% no resultado total das duas opções de voto, à frente de outros nomes na disputa pelas duas vagas de Rondônia.

Na sondagem, Aires registra 3,9% como primeira opção para o Senado e 6,3% como segunda escolha. O resultado combinado o coloca com 5,10%, na quinta posição. A pesquisa ouviu 961 eleitores entre 15 e 18 de agosto, em 9 municípios, com margem de erro de 3,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A sondagem está registrada no TRE-RO son nº 06747-2026.

Nas eleições passadas, Aires disputou uma vaga de vereador em Porto Velho e manteve atuação ligada principalmente às pautas ambientais e à defesa do crescimento econômico com responsabilidade, tendo como referência as particularidades de Rondônia e da Amazônia.

Agora candidato ao Senado, Aires busca ampliar essa agenda para o debate estadual. A defesa da preservação ambiental associada ao desenvolvimento econômico está entre as bandeiras que pretende levar para a campanha, em uma região onde produção, geração de emprego e proteção dos recursos naturais estão diretamente ligadas ao futuro da economia.

À frente do PV em Rondônia, Aires também disputa a eleição dentro da aliança que reúne PT, PCdoB e PV. Sua candidatura ao Senado integra a composição da Federação Brasil da Esperança.

O desempenho registrado pelo Phoenix chama atenção especialmente na segunda opção de voto, quando Aires alcança 6,3%. Nesse cenário, ele supera inclusive sua própria votação na primeira escolha, de 3,9%, ampliando sua presença entre os nomes apresentados aos entrevistados.

Via: web tv alternativa

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ATEEZ atinge a marca histórica de 100 milhões de views

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O grupo sul-coreano ATEEZ acaba de alcançar um marco impressionante em sua carreira internacional, consolidando ainda mais sua posição de destaque na indústria da música global. A faixa de sucesso ‘BAD’ ultrapassou a marca de 100 milhões de visualizações em seu videoclipe oficial, gerando uma verdadeira onda de comemoração entre os fãs nas redes sociais.

O Fenômeno do K-Pop em Ascensão

Desde o seu lançamento, o projeto audiovisual chamou a atenção não apenas pela sonoridade marcante que caracteriza o grupo, mas também pela superprodução visual. O ATEEZ tem se destacado consistentemente por entregar conceitos inovadores, coreografias complexas e narrativas visuais profundas que cativam o público global.

A conquista dos cem milhões de acessos reforça o engajamento massivo da base de fãs, conhecida por seu apoio incansável aos lançamentos do grupo. A marca expressiva coloca o clipe em um patamar de elite dentro do cenário do K-Pop atual.

Impacto Global e Expectativas Futuras

O sucesso contínuo de ‘BAD’ demonstra a capacidade do ATEEZ de transcender barreiras culturais e linguísticas, alcançando ouvintes em diversos continentes. Com números expressivos nas plataformas de streaming e visualizações recordes no YouTube, o grupo continua expandindo sua influência musical.

Enquanto os integrantes celebram esta conquista memorável, os admiradores já aguardam ansiosamente pelos próximos passos e anúncios de novos projetos, mantendo altas as expectativas para o futuro da carreira do grupo.

Via: web tv alternativa

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Flora Matos cobra posicionamento político de João Gomes

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O cenário da música nacional voltou a ferver com discussões sobre o engajamento político dos artistas. Recentemente, a cantora Flora Matos chamou atenção da mídia e dos fãs ao cobrar publicamente que o cantor João Gomes manifeste seu apoio ao presidente Lula nas eleições, gerando intensa repercussão nas redes sociais e nos portais de notícias de entretenimento.

A cobrança pública e o ultimato nas redes sociais

Conhecida por sua franqueza e por não se calar diante de temas sociais e políticos, Flora Matos utilizou suas plataformas digitais para exigir que o artista se posicionasse politicamente. A situação ganhou contornos de ultimato quando a rapper fez menções diretas ao cantor, exigindo clareza sobre suas convicções políticas e chegando a emitir ameaças relacionadas à faixa “Piloto”. A cobrança dividiu opiniões entre internautas, levantando debates sobre a responsabilidade de figuras públicas na política.

A defesa da família e os bastidores do silêncio

Enquanto a polêmica ganhava força, a equipe e o círculo próximo de João Gomes optaram por manter cautela. A esposa do cantor veio a público recentemente para defender o silêncio do artista em relação aos cenários eleitorais, revelando que ele ainda lida com ataques e críticas pesadas na internet devido a episódios do passado. Segundo ela, a decisão de não se envolver publicamente em disputas partidárias no momento é uma forma de preservação emocional e profissional diante da polarização.

O impacto das redes sociais na carreira dos artistas

O episódio envolvendo Flora Matos e João Gomes escancara a pressão contínua que os artistas enfrentam na era digital. Fãs e colegas de profissão frequentemente exigem que ídolos da música usem sua visibilidade para endossar causas ou candidatos, transformando palcos e redes sociais em extensões de palanques políticos. Por outro lado, muitos preferem a neutralidade para evitar o boicote de parcelas do público e o desgaste com a volatilidade da opinião pública.

Enquanto o debate sobre a obrigatoriedade do ativismo político na classe artística continua a render discussões acaloradas, o público segue atento aos próximos passos de ambos os artistas. Seja através da música ou de manifestações nas redes sociais, a relação entre arte e política no Brasil permanece em evidência.

Via: web tv alternativa

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Funcionários são condenados a penas que somam 47 anos pelo assassinato do dono do supermercado Dalto – Polícia – WEB TV ALTERNATIVA

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© Lula Marques/Agência Brasil.

Foram 75 votos a favor da PEC e apenas um contrário, em ambos os turnos.

O quórum exigido para uma emenda constitucional era de pelo menos 49 votos favoráveis. O número de parlamentares com presença registrada em plenário chegou a  77 dos 81 senadores, segundo o painel de votação.

O texto prevê descanso remunerado obrigatório de dois dias por semana, em jornada máxima de 5×2, sem redução salarial, e também reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição total de 14 meses.

A mudança representa um marco na luta por direitos trabalhistas desde a Constituição de 1988, quando a jornada foi reduzida de 48 para 44 horas semanais, e concede um dia a mais de descanso para que trabalhadores com carteira assinada possam descansar, ampliar o convívio com a família e ter mais tempo de lazer e estudos.

Pelo texto, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional as empresas deverão adotar a escala 5×2 e reduzir a jornada máxima para o máximo de 42 horas semanais de trabalho. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzida para 40 horas semanais.

“Eu tenho certeza que, desde a Constituinte de 1988, esta é a maior conquista dos trabalhadores brasileiros”, afirmou o senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da matéria na Casa legislativa.

Ele manteve o mesmo texto aprovado pelos deputados há cinco meses, de forma que a proposta não precisará retornar à Câmara e poderá seguir diretamente para a promulgação.

A votação em primeiro e segundo turnos na mesma noite foi possível após a aprovação, em votação simbólica, de um requerimento de calendário especial, feito por líderes partidários, que dispensou a exigência de novas sessões deliberativas para análise da proposta.

Aprovada pela Câmara dos Deputados em maio, a PEC chegou em agosto ao Senado, onde passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e foi levada à discussão em plenário na semana passada, após compromisso firmado pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).

Debate em plenário

A sessão deliberativa começou pouco depois das 14h e se estendeu até por volta das 22h, quando o resultado da votação foi revelado. Praticamente todos os senadores que subiram à tribuna se declararam favoráveis à proposta, mesmo com críticas pontuais.

“Estamos escrevendo este capítulo ao lado de cada trabalhador que acorda antes do sol nascer, de cada mãe e cada pai que querem acompanhar o crescimento de seus filhos, de quem deseja estudar, cuidar da saúde, encontrar os amigos, estar com a família ou descansar”, afirmou a senadora Tereza Leitão (PT-PE), líder do governo no Senado.

“A jornada de 44 horas semanais vigora desde a Constituição de 1988 e não reflete mais a realidade do mundo do trabalho, profundamente transformado pela tecnologia, pela automação, por novas normas e formas de organização produtiva”, comentou o senador Eduardo Braga (MDB-AM).

Citando dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a senadora Leany Lemos (PSD-DF) destacou que 36,2 milhões de vínculos de trabalho com carteira assinada possuem jornada contratada superior a 40 horas semanais no Brasil, o que equivale a praticamente 80% dos vínculos celetistas analisados.

“Ou seja, somente 20% dos trabalhadores formalizados no país não trabalham na jornada 6×1. Esses dados permitem dimensionar o alcance da redução da jornada e identificar os setores mais afetados”, pontuou.

Fonte: DA AGÊNCIA BRASIL

Via: web tv alternativa

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