Bastante emocionado, o deputado Ismael Crispin recebeu mais de 1.200 pessoas em casa, em São Miguel do Guaporé, na noite deste sábado (29). A Avenida Capitão Silvio, principal via da cidade, ficou tomada por moradores, amigos, apoiadores e caravanas que viajaram de diferentes regiões de Rondônia para participar do lançamento oficial de sua campanha à reeleição.
A região da BR-429, formada por Presidente Médici, Alvorada do Oeste, São Miguel do Guaporé, Seringueiras, São Francisco do Guaporé e Costa Marques marcou forte presença, com representantes de Presidente Médici, Alvorada do Oeste, São Miguel do Guaporé, Seringueiras, São Francisco do Guaporé e Costa Marques. Também estiveram presentes lideranças de Alta Floresta d’Oeste, Alvorada d’Oeste, Buritis, Cacaulândia, Chupinguaia, Espigão d’Oeste, Governador Jorge Teixeira, Ji-Paraná, Monte Negro, Nova Brasilândia d’Oeste, Parecis, Pimenteiras do Oeste, Porto Velho, Presidente Médici, Primavera de Rondônia, Rolim de Moura, Teixeirópolis, Urupá, Vale do Anari, Vilhena. e de outros municípios, reunindo em São Miguel representantes dos quatro cantos de Rondônia.
Diante da multidão de amigos e apoiadores, Ismael falou menos sobre uma largada eleitoral e mais sobre o significado de reencontrar pessoas que fazem parte de sua trajetória. “Eu reencontro amigos de caminhada, mas também reencontro um propósito e o compromisso que assumi com a vida pública de bem representar cada um dos senhores e senhoras. Poder olhar para cada um de vocês, relembrar nossas histórias, nossas dificuldades, mas também as conquistas que alcançamos juntos, não tem outra forma a não ser se emocionar e agradecer”, afirmou.
ONDE TUDO COMEÇOU
A emoção ganhou ainda mais significado pela presença da família. Ao lado do pai, Ezequiel, da mãe, Edith, da esposa, Eliane, dos irmãos e de amigos, Crispin relembrou a relação construída com São Miguel do Guaporé, município que acolheu sua família e onde iniciou sua trajetória política.
“Eu estou na minha cidade. Na cidade que acolheu meu pai, minha mãe e nossa família e que nos fez apaixonar por este lugar. Foi essa cidade que me deu a oportunidade da primeira eleição como vereador, da segunda eleição como vereador e depois da primeira eleição como deputado estadual”, relembrou.
Foi também em São Miguel que Ismael alcançou, em sua primeira eleição para a Assembleia Legislativa, mais de 50% dos votos válidos do município. Para ele, essa relação aumenta a responsabilidade de continuar correspondendo à confiança recebida. “Eu preciso reafirmar o meu compromisso com Rondônia e com a nossa gente. Não me falta energia para trabalhar pela nossa população. Não me falta coragem para rejeitar o que é errado e fazer o que é certo, em honra ao meu pai, à minha mãe e à nossa gente”, declarou.
RESPONSABILIDADE
Ao olhar para as mais de 1.200 pessoas reunidas, Ismael reconheceu que a demonstração de apoio também representa uma responsabilidade ainda maior. “Hoje eu já chorei muito aqui. Porque, quando vou olhando para as pessoas, eu penso: meu Deus, eu tenho muito compromisso. A responsabilidade aqui nos ombros pesa, mas eu sei que o senhor estará do meu lado”, disse.
O deputado afirmou que encara a campanha de reeleição com a mesma disposição que marcou sua atuação ao longo dos mandatos e ressaltou que não pretende tratar a reeleição como algo conquistado antecipadamente. “Eu tenho humildade para compreender que não tenho o direito de dormir tranquilo, não tenho o direito de levantar tarde. Preciso levantar cedo, trabalhar até muito tarde e conversar com cada eleitor sobre a importância da nossa eleição para Rondônia e para São Miguel do Guaporé”, afirmou.
Crispin também destacou que a presença de tantas pessoas reforçou a certeza de que não caminha sozinho. “Eu estou aqui com uma multidão. Nós estamos de mãos dadas. Cada ação e cada trabalho nosso, onde tem o nosso suor e o nosso pensar para fazer acontecer, tem um rondoniense sendo lembrado. É por isso que eu me desafio mais uma vez e continuo acreditando que é possível fazer ainda mais”, reforçou.
UM TIME PARA RONDÔNIA
Ao falar sobre as escolhas políticas para as eleições deste ano, Ismael afirmou que suas decisões são construídas a partir do diálogo, da confiança e do trabalho apresentado por cada candidato. “Ninguém é bom sozinho. Não existe uma caminhada boa para quem anda sozinho. Eu tenho buscado construir todos os dias, através do diálogo e não da afronta, caminhos melhores para a nossa gente”, declarou.
Para o Senado, Crispin reafirmou seu apoio a Silvia Cristina e destacou a parceria construída ao longo dos últimos anos e os resultados do trabalho da deputada federal em diferentes municípios. “Onde eu estiver, vou defender a Silvia, porque o que essa mulher já fez por Rondônia merece o nosso reconhecimento. Eu conheço o seu trabalho, sei do seu compromisso com a nossa gente e quero você no Senado para continuar fazendo muito mais”, afirmou.
Ao falar de Mariana Carvalho, sua segunda escolha para o Senado, o deputado relembrou a participação dela na implantação do Instituto Federal de Rondônia (IFRO) em São Miguel do Guaporé. “São Miguel tem uma história diferenciada com a Mariana. Hoje nós temos uma unidade do Instituto Federal aqui, e essas coisas não chegam a municípios como o nosso de graça. Houve luta. Mariana, eu preciso agradecer por São Miguel ter o Instituto Federal de Rondônia. Você tem história”, destacou.
Ismael também defendeu uma maior representação feminina e afirmou que seu apoio às duas candidatas está fundamentado no trabalho que elas já realizaram pelo estado.
Para o Governo de Rondônia, Ismael reafirmou seu apoio a Hildon Chaves e destacou que sua escolha está baseada na confiança construída a partir da trajetória administrativa do ex-prefeito de Porto Velho. “Quem me conhece de perto sabe que minhas escolhas são feitas por convicção. Para ter o meu apoio, precisa ter o meu respeito. E aqui, Hildon, eu preciso falar de você: esse cara tem o meu respeito”, declarou.
Segundo Crispin, os resultados apresentados por Hildon enquanto esteve à frente da administração da capital demonstram sua capacidade para assumir o Governo do Estado. “Eu acredito no Hildon e na sua capacidade de administrar. Ele já mostrou competência à frente da nossa capital. É por isso que estou caminhando ao lado dele e acredito que podemos fazer ainda mais pelo desenvolvimento de Rondônia”, afirmou.
COMPROMISSO RENOVADO
Na reta final de seu discurso, Ismael reafirmou que continuará trabalhando pelos municípios e disse estar preparado para enfrentar mais uma campanha com a mesma disposição que marcou sua trajetória. “Quero renovar o compromisso de seguir trabalhando. Chame a gente para trabalhar e enfrente quem trabalha. Não me falta energia para continuar fazendo pela nossa gente”, afirmou.
Depois de um discurso marcado por emoção, lembranças e agradecimentos, Ismael encerrou a noite com um pedido direto às mais de 1.200 pessoas que acompanharam o lançamento. “Se vocês votarem nos candidatos que apresentei, vou ficar muito feliz. Agora, se não votarem no Ismael Crispin, aí deu tudo errado”, brincou finalizando e arrancando risos e aplausos.
O lançamento contou também com a presença do candidato à reeleição Thiago Flores, de Marcelo Lucas, suplente de Silvia Cristina, do candidato a deputado Federal Jair Top Car, do prefeito de São Miguel do Guaporé, Coronel Crispin, e o vice-prefeito Márcio Boff; o prefeito de Seringueiras, Armando Bernardo, e o vice-prefeito Cláudio do Maracujá; o prefeito de São Francisco do Guaporé, Zé Wellington; e o vice-prefeito de Pimenteiras do Oeste, Rafael Souza, além de vereadores e representantes de diferentes municípios de Rondônia.
Uma organização criminosa investigada por controlar o residencial popular Morar Melhor, na Zona Sul de Porto Velho, onde mantinha pontos de venda de drogas e vigilância armada, é alvo de uma operação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO), nesta sexta-feira (16) e cumpre 23 mandados de prisão temporária e 18 de busca e apreensão na capital e em Alto Paraíso.
O grupo é investigado por impor regras de circulação a moradores e visitantes do residencial, além de envolvimento em homicídios, tentativas de assassinato, tráfico de drogas, extorsão, porte ilegal de armas e restrição da liberdade de pessoas. Os crimes teriam ocorrido principalmente entre 2024 e 2025.
A organização mantinha uma estrutura para guardar armas, arrecadar dinheiro do tráfico e repassar os valores às lideranças. Entre os integrantes estavam pessoas responsáveis pela vigilância, pelos pontos de venda de drogas, pela execução de ataques e pela aplicação de punições internas.
Os responsáveis por essas atividades prestavam contas periodicamente à cúpula da organização, que também mantinha comunicação entre integrantes em liberdade e pessoas presas.
As investigações apontam ainda que o braço armado do grupo teria participado de ataques contra integrantes de uma facção rival durante uma escalada de violência registrada em Porto Velho no segundo semestre de 2024.
As ordens judiciais foram expedidas pela 1ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho, do Tribunal de Justiça de Rondônia.
A FICCO/RO é formada pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Penal Estadual, PM e Secretaria Nacional de Políticas Penais.
Informações sobre organizações criminosas, tráfico de drogas e pessoas procuradas pela Justiça podem ser repassadas à Polícia Civil pelo telefone 197. O canal garante o sigilo da identidade de quem faz a denúncia.
A transição da escala 6×1 para o modelo 5×2 no Brasil redefine o pacto social entre capital e trabalho. Para a alta liderança, o momento não comporta alarmismo, mas exige maturidade analítica, governança e planejamento estratégico. A vacância de 60 dias após a promulgação da matéria pelo Congresso Nacional estabelece uma janela crítica de preparação. Decisões reativas destroem valor; o caminho seguro exige uma transição estruturada em eficiência e responsabilidade compartilhada.
Para os tomadores de decisão, a sustentabilidade da operação depende de três ações imediatas. Primeiro, a auditoria financeira para mensurar o impacto direto na folha de pagamento, calculando o custo de novas contratações para cobrir os dias descobertos versus o uso de horas extras. Segundo, a aplicação de inteligência analítica em turnos, adotando modelagens dinâmicas de escala baseadas em dados históricos de demanda para concentrar profissionais nos horários de pico e eliminar a ociosidade. Terceiro, a busca por segurança jurídica através de acordos e convenções coletivas de trabalho, utilizando o diálogo sindical para desenhar regras de transição e regimes de compensação adequados às especificidades de cada setor.
A nova jornada altera a dinâmica diária e exige contrapartidas claras de ambos os lados da relação trabalhista. O líder do porvir deve entender que presença não se traduz automaticamente em entrega. O foco migra do controle físico para a eficiência e a cultura de resultados. Empresas excelentes usarão a jornada reduzida como diferencial de atratividade de talentos, reduzindo a rotatividade. O investimento em automação deve acelerar, absorvendo tarefas repetitivas para tornar o tempo humano em atividade estritamente estratégico.
Para o trabalhador, o ganho de tempo para descanso e convívio familiar acompanha uma exigência mercadológica de maior produtividade por hora. Com menos tempo cronológico disponível na semana, o período em atividade requer foco total e agilidade. O cenário exigirá busca contínua por qualificação e adaptabilidade tecnológica, transformando o tempo livre também em oportunidade de desenvolvimento pessoal.
Em suma, o fim da escala 6×1 não decreta o declínio da produtividade, mas sim o fim da gestão baseada na mera presença física. O sucesso desta transição histórica consolidará as empresas que substituírem o controle pela eficiência analítica e os profissionais que converterem o tempo livre em foco e valor entregue. A competitividade do mercado e a dignidade humana não são caminhos excludentes, mas duas faces da mesma moeda que passará a ditar a sustentabilidade dos negócios a partir de agora.
Começar a treinar costuma despertar duas reações ao mesmo tempo: entusiasmo e insegurança. A vontade de melhorar o condicionamento, ganhar força ou simplesmente sair do sedentarismo convive com dúvidas bastante comuns sobre intensidade, frequência, execução e risco de lesões. Por isso, o início precisa ser tratado menos como um teste de resistência e mais como uma fase de adaptação inteligente.
As recomendações de saúde e treinamento apontam que os melhores resultados para iniciantes tendem a surgir quando a rotina combina regularidade, progressão gradual e atenção aos sinais do corpo. Nesse contexto, alguns cuidados simples ajudam a construir consistência, reduzir desconfortos evitáveis e tornar o treino mais sustentável ao longo das semanas.
1. Comece com metas realistas
Um dos erros mais comuns no início é transformar motivação em excesso. Estabelecer metas muito ambiciosas, como treinar todos os dias ou buscar mudanças rápidas no corpo, costuma gerar frustração e abandono precoce. Para iniciantes, o mais eficaz é definir objetivos mensuráveis e possíveis, como comparecer a algumas sessões por semana e melhorar a disposição no dia a dia.
Diretrizes de atividade física para adultos reforçam que mesmo volumes moderados de exercício já trazem benefícios relevantes para a saúde. Isso significa que a evolução não depende de uma rotina extrema, mas de continuidade. Quando a meta respeita a fase de adaptação, o treino deixa de ser um evento isolado e passa a fazer parte da rotina.
2. Priorize a técnica antes da carga
No começo, a execução correta vale mais do que aumentar peso, velocidade ou número de repetições. Aprender padrões básicos de movimento, como agachar, empurrar, puxar e estabilizar o tronco, ajuda a distribuir melhor o esforço e a reduzir compensações que podem sobrecarregar articulações e músculos.
Essa lógica também favorece resultados mais consistentes. Um exercício mal executado pode parecer mais intenso, mas nem sempre trabalha o grupo muscular desejado com eficiência. Em ambientes com diferentes modalidades e níveis de suporte, buscar orientação e conhecer as opções de treino perto de mim pode facilitar a escolha de práticas mais compatíveis com o estágio inicial e com o objetivo pretendido.
3. Respeite a progressão do corpo
A adaptação ao exercício acontece de forma gradual. Músculos, tendões, sistema cardiovascular e coordenação motora precisam de tempo para responder ao novo estímulo. Por isso, aumentar volume, carga ou intensidade de uma só vez tende a elevar desconfortos desnecessários e risco de interrupção da rotina.
O princípio da progressão é central nas recomendações do American College of Sports Medicine. Na prática, isso significa evoluir um elemento por vez, como acrescentar alguns minutos de atividade, uma série extra ou pequena elevação de carga, sempre com boa execução. O corpo costuma responder melhor quando o avanço é previsível e sustentável.
4. Inclua aquecimento de forma consistente
O aquecimento prepara o organismo para o esforço principal e não deve ser tratado como detalhe. Alguns minutos de movimentos leves e progressivos ajudam a elevar a temperatura corporal, melhorar a mobilidade e aumentar a prontidão neuromuscular para exercícios aeróbicos ou de força.
Para iniciantes, esse momento também cumpre função pedagógica. Ele permite perceber rigidez, cansaço acumulado ou limitações daquele dia antes de começar a parte principal do treino. Um início brusco, sem preparação, pode prejudicar o desempenho e tornar a sessão mais desconfortável do que precisa ser.
5. Alterne estímulo e recuperação
Treinar bem não significa apenas realizar esforço, mas também reservar tempo para recuperação. O descanso entre sessões ajuda o organismo a reparar tecidos, adaptar-se à carga e retornar em melhores condições para o treino seguinte. Sem esse intervalo, a tendência é acumular fadiga e reduzir qualidade de execução.
Isso vale especialmente para treinos de força em grupos musculares semelhantes em dias consecutivos. Iniciantes costumam interpretar dor muscular tardia como sinal obrigatório de progresso, mas desconforto intenso e persistente pode indicar excesso. Recuperação adequada, sono regular e distribuição equilibrada da semana são partes do processo, não pausas improdutivas.
6. Combine exercícios aeróbicos e de força
Uma rotina equilibrada costuma reunir diferentes estímulos. Atividades aeróbicas contribuem para condicionamento cardiorrespiratório, disposição e controle metabólico. Já os exercícios de força são importantes para massa muscular, funcionalidade, proteção articular e autonomia nas tarefas diárias.
Órgãos de saúde pública recomendam que adultos incluam ambos os componentes ao longo da semana. Para quem está começando, essa combinação pode ser simples: sessões curtas de caminhada, bicicleta ou esteira associadas a exercícios básicos de resistência. O ponto principal não é complexidade, mas regularidade com boa tolerância física.
7. Observe hidratação e sinais de fadiga
A percepção de esforço é uma ferramenta valiosa para iniciantes. Queda abrupta de rendimento, tontura, falta de ar desproporcional, dor aguda e sensação de exaustão fora do esperado merecem atenção. Nem todo desconforto faz parte de uma adaptação normal, e insistir apesar de sinais claros pode ser contraproducente.
A hidratação também participa desse cuidado. Em sessões mais intensas, em ambientes quentes ou quando há sudorese elevada, a reposição de líquidos ajuda a preservar desempenho e bem-estar. Quando sintomas são persistentes, especialmente em pessoas com condições pré-existentes, a conduta mais segura é buscar avaliação profissional antes de manter a rotina sem ajustes.
8. Valorize a constância acima da intensidade
Para a maior parte dos iniciantes, o maior desafio não é descobrir o treino perfeito, mas manter uma prática viável por tempo suficiente para que os resultados apareçam. Rotinas muito exigentes no começo podem até gerar empolgação inicial, porém costumam ser difíceis de sustentar em semanas com trabalho, estudo e outras responsabilidades.
Constância cria adaptação, confiança e percepção de progresso. Sessões bem planejadas, ainda que simples, tendem a produzir mais benefícios do que picos de esforço seguidos por longas interrupções. Quando o treino se encaixa na realidade de vida, ele deixa de depender apenas de motivação momentânea e passa a se apoiar em hábito.
9. Busque orientação ao lidar com limitações
Nem todo iniciante parte do mesmo ponto. Histórico de lesões, dores recorrentes, hipertensão, diabetes, obesidade, gestação ou longos períodos de sedentarismo podem exigir ajustes de intensidade, seleção de exercícios e monitoramento mais cuidadoso. Nesses casos, personalização deixa de ser luxo e passa a ser medida de segurança.
As evidências sobre exercício são amplamente favoráveis, mas também ressaltam a importância de triagem e prescrição adequadas quando existem condições clínicas relevantes. Diante de sintomas, restrições funcionais ou receio persistente para começar, o acompanhamento de profissional de educação física e, quando necessário, de equipe de saúde, tende a tornar o processo mais seguro e eficiente.
Começar bem costuma ser mais importante do que começar com pressa. Quando o treino respeita o ritmo de adaptação, a evolução tende a ser mais estável, segura e duradoura.
Referências
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Physical activity guidelines. 2026. Disponível em: https://acsm.org/education-resources/trending-topics-resources/physical-activity-guidelines/.
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. ACSM publishes updated resistance training guidelines. 2026. Disponível em: https://acsm.org/resistance-training-guidelines-update-2026/.
CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Adult activity: an overview. 2023. Disponível em: https://www.cdc.gov/physical-activity-basics/guidelines/adults.html.
U.S. DEPARTMENT OF HEALTH AND HUMAN SERVICES. Physical activity guidelines for Americans. 2018. Disponível em: https://health.gov/sites/default/files/2019-09/PhysicalActivityGuidelines2ndedition.pdf.
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