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Dupla vem de Brasília para roubar a Benedita Joias e acaba presa pela PM; um deles estava no forro do shopping – Polícia – WEB TV ALTERNATIVA

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O Sport Bet é uma plataforma de apostas online voltada para usuários brasileiros que procuram uma combinação de apostas esportivas, jogos de cassino e recursos digitais em um único ambiente. A versão brasileira do site oferece acesso a diferentes categorias de entretenimento, permitindo que os jogadores explorem mercados esportivos, cassino online e funcionalidades modernas através da plataforma oficial https://sportbett.net.br/.

Um dos principais diferenciais do Sport Bet Brasil é a variedade de serviços disponíveis em uma única conta. Os usuários podem acompanhar eventos esportivos, realizar apostas em diferentes modalidades e acessar uma seleção de jogos de cassino com diversos estilos e mecânicas. A interface da plataforma foi organizada para facilitar a navegação entre as principais áreas do site.

Além das opções tradicionais de apostas, o SportBet também apresenta soluções de pagamento digitais, incluindo suporte para transações com criptomoedas. Esse recurso oferece aos usuários brasileiros uma alternativa moderna para movimentar fundos dentro da plataforma, utilizando métodos alinhados às novas tecnologias financeiras.

Ao reunir apostas esportivas, cassino e ferramentas digitais, o Sport Bet Brasil apresenta uma proposta diversificada para diferentes perfis de usuários. Nesta análise, serão avaliados os principais recursos da plataforma, incluindo experiência de uso, jogos de cassino, esportes disponíveis para apostas e métodos de pagamento.

O Guia de Usuário do Sport Bet Cassino

Criar uma conta no Sport Bet é um processo rápido, desenvolvido para que novos usuários possam acessar as áreas de apostas esportivas, cassino e promoções sem dificuldades. Antes de começar a utilizar os serviços da plataforma, é necessário realizar um cadastro com alguns dados básicos e confirmar as condições de uso.

O registro pode ser concluído seguindo algumas etapas simples:

  1. Abrir o cadastro: entre no site oficial do Sport Bet e selecione o botão verde “Junte-se agora”, localizado na parte superior direita da página. Após clicar, uma janela de criação de conta será exibida.
  2. Selecionar o bônus: na janela “Junte-se agora”, escolha uma das opções disponíveis em “Selecione o seu bônus”. As alternativas incluem “Bônus de registro de 125%”, “Bônus de liberação rápida de 50%”, “Aposta sem risco de R$ 50” ou a opção “Sem bônus”.
  3. Preencher os dados: informe um endereço de e-mail válido no campo “Email” e defina uma senha no campo “Senha”. Em seguida, conclua a verificação de segurança solicitada pelo sistema Cloudflare.
  4. Aceitar as condições: confirme que possui idade mínima de 18 anos e aceite as “Regras, T&C & Política de Privacidade” antes de prosseguir.
  5. Finalizar a conta: clique no botão verde “Criar conta” para concluir o processo. Depois disso, o usuário poderá entrar na plataforma e acessar os recursos disponíveis.
  6. Acessar o cassino: após entrar na conta, abra a seção de cassino no menu principal da plataforma. Nessa área, o usuário poderá visualizar as diferentes categorias de jogos disponíveis.
  7. Escolher um jogo: selecione uma das categorias, como caça-níqueis, jogos de mesa ou dealer ao vivo, escolha um título disponível e abra o jogo para começar a utilizar a seção de cassino do Sport Bet.

Além do cadastro tradicional, o Sport Bet também permite uma criação de conta mais rápida através dos botões de integração com Google, Facebook, X e Telegram disponíveis na tela de registro.

Jogos Populares De Cassino da Sport Bet

O cassino da SportBet reúne diferentes categorias de jogos para atender usuários com preferências variadas. A plataforma apresenta opções que combinam partidas rápidas, mecânicas tradicionais e formatos modernos de cassino online. Entre as alternativas mais procuradas estão caça-níqueis, jogos de mesa, títulos com resultados instantâneos e experiências com dealer ao vivo.

Os jogos populares disponíveis no Casino Sport Bet incluem:

  • Caça-níqueis: os caça-níqueis são uma das categorias mais populares, oferecendo diferentes temas, gráficos e recursos especiais. Alguns exemplos conhecidos incluem Sweet Bonanza, Gates of Olympus, Book of Dead e Big Bass Bonanza.
  • Jogos crash: formatos de alta velocidade nos quais os jogadores acompanham o crescimento de um multiplicador antes do encerramento da rodada. Exemplos populares incluem Aviator, JetX e outros jogos baseados em multiplicadores.
  • Jogos de mesa clássicos: opções tradicionais para quem prefere estratégias e regras conhecidas. Entre os títulos mais procurados estão Blackjack, Roleta, Bacará e Pôquer.
  • Jogos com dealer ao vivo: experiências que aproximam o ambiente digital de um cassino físico, com partidas transmitidas em tempo real e interação com dealers profissionais.
  • Outros jogos de cassino: a plataforma também pode incluir alternativas como Dice, Mines, Keno e outros jogos rápidos com mecânicas simples.

A variedade de categorias permite que os usuários encontrem diferentes formas de entretenimento dentro do Casino Sport Bet, desde caça-níqueis populares até jogos clássicos e formatos inovadores. A organização por tipos facilita a busca pelos títulos mais adequados ao estilo de cada jogador.

Esportes Para Apostas No Sport Bet

O Sport Bet oferece uma variedade de mercados esportivos para usuários interessados em diferentes modalidades de apostas. A seção de esportes reúne eventos nacionais e internacionais, permitindo acompanhar partidas e competições em diversas categorias. Além das apostas pré-jogo, a plataforma também disponibiliza opções ao vivo, onde os usuários podem analisar eventos em andamento e escolher diferentes mercados.

Entre os principais esportes disponíveis para apostas no Sport Bet estão:

  • Futebol: uma das modalidades mais populares entre usuários brasileiros, com mercados para competições como Campeonato Brasileiro Série A, Copa do Brasil, Copa Libertadores, Premier League, La Liga e Liga dos Campeões da UEFA. As opções incluem vencedor da partida, total de gols, handicap, ambas as equipes marcam e outros mercados.
  • Basquete: reúne partidas de ligas como NBA, NBB e torneios internacionais. Os usuários podem apostar em vencedor, pontuação total, handicaps e estatísticas dos jogadores.
  • Tênis: oferece mercados para torneios como ATP Tour, WTA Tour, Australian Open, Roland Garros, Wimbledon e US Open, incluindo apostas no vencedor, sets e games.
  • eSports: inclui competições de jogos populares como CS2, League of Legends e Dota 2, com diferentes mercados relacionados aos resultados das partidas.
  • Corridas de cavalos: permite apostas em eventos nacionais e internacionais, incluindo mercados para vencedor e posições finais dos competidores.
  • Esportes de combate: abrange modalidades como MMA e eventos promovidos pelo UFC, com opções de apostas no vencedor, método de vitória e duração dos confrontos.
  • Vôlei: inclui competições como a Superliga Brasileira de Vôlei e torneios internacionais, com mercados para vencedor, número de sets e desempenho das equipes.

Além da variedade de esportes, o Sport Bet apresenta diferentes tipos de apostas, como simples, múltiplas e mercados ao vivo. Essa diversidade permite que cada usuário escolha eventos e formatos de acordo com suas preferências.

Os Métodos De Pagamento Disponíveis No Sport Bet Cassino Brasil

O Sport Bet trabalha exclusivamente com pagamentos em criptomoedas, permitindo que os jogadores utilizem carteiras digitais para realizar depósitos e movimentar fundos dentro da plataforma. Essa opção está disponível para acessar as áreas de apostas esportivas e jogos de cassino.

Entre as criptomoedas aceitas pelo Sport Bet estão Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH), Tether (USDT) e Litecoin (LTC). Essas opções permitem que os usuários escolham a moeda mais conveniente para realizar depósitos e movimentar fundos dentro da plataforma. Antes de iniciar uma transação, é importante verificar a moeda selecionada e a rede correspondente na área de pagamentos.

Para começar a utilizar os serviços do Sport Bet, o valor mínimo de depósito é de R$ 100 em equivalente de criptomoeda. Durante o processo, o usuário deve selecionar a moeda desejada, gerar os dados de pagamento fornecidos pela plataforma e concluir a transferência através da sua carteira digital. Após a confirmação da transação na rede blockchain, o saldo poderá ser utilizado nas áreas de cassino e apostas esportivas.

O uso de pagamentos digitais oferece uma alternativa conveniente para jogadores familiarizados com criptomoedas. Antes de confirmar qualquer operação, é importante verificar a moeda selecionada, a rede utilizada e os dados da carteira para garantir que a transferência seja realizada corretamente.

Sport Bet: O Resultado Concluído

O Sport Bet apresenta uma experiência digital que reúne apostas esportivas e jogos de cassino em uma única plataforma. O site oferece diferentes possibilidades de entretenimento, permitindo que os usuários explorem diversas categorias conforme suas preferências, desde eventos esportivos até opções de cassino online.

A variedade de recursos é um dos principais destaques da plataforma. Os usuários podem encontrar diferentes modalidades esportivas, mercados de apostas, jogos de cassino variados e funcionalidades que tornam a navegação mais prática. A organização das categorias facilita o acesso às principais áreas do site.

Outro ponto relevante é a proposta de oferecer uma experiência completa em um único ambiente. A combinação entre esportes, cassino e recursos digitais permite que diferentes perfis de usuários encontrem opções adequadas aos seus interesses, sem a necessidade de utilizar várias plataformas separadas.

De forma geral, o Sport Bet se destaca pela diversidade de serviços e pela integração entre apostas esportivas e cassino. A plataforma apresenta uma estrutura voltada para usuários que procuram variedade, facilidade de navegação e diferentes formatos de entretenimento online em um só lugar.

Via: web tv alternativa

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Homem sai para colher castanhas e encontra ossos humanos em Ariquemes – WEB TV ALTERNATIVA

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Com o objetivo de preservar as condições de uso das estradas e contribuir para o deslocamento da população, a RO-479 no trecho entre Rolim de Moura sentido a BR-364, recebeu serviços de manutenção asfáltica em 37 quilômetros de extensão. A obra foi executada pelo Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER-RO), através da Usina de Asfalto de Cacoal.Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a conservação das rodovias estaduais é fundamental para facilitar o transporte de pessoas e mercadorias, além de fortalecer a atividade produtiva. Essas melhorias também contribuem para o desenvolvimento econômico e para o atendimento das necessidades da população em diferentes regiões do estado

De acordo com o diretor-geral do DER-RO, Diego Muniz, a execução dos serviços de manutenção é essencial para conservar o pavimento e ampliar as condições de circulação nas vias. “Temos trabalhado para manter a malha viária em condições adequadas de uso, atendendo trechos importantes para a mobilidade da população. A obra executada demonstra a atuação das equipes na conservação das estradas e no atendimento às necessidades de trafegabilidade”, ressaltou.

O coordenador de Usinas de Asfalto (COUSA), Lucas Albuquerque, explicou que os serviços de manutenção são importantes para preservar as condições do pavimento e contribuir para uma circulação mais segura e confortável ao longo do trecho atendido.

“Manter o asfalto em boas condições exige acompanhamento e serviços realizados de acordo com as necessidades de cada rodovia. Na RO-479, os serviços contribuem para melhorar a superfície de rolamento e oferecer condições mais adequadas para os motoristas que passam nesse trajeto”, pontuou.

O gerente da Usina de Asfalto de Cacoal, Sebastião Cardoso, destacou a importância da manutenção para quem passa pela rodovia diariamente. “A manutenção desse trajeto é importante porque contribui para melhorar a tráfego e facilitar o acesso entre a região de Rolim de Moura e a BR-364 para atividades diária.”

Via: web tv alternativa

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Caminhonete e van de transporte de detentos se envolvem em acidente na BR-429, próximo a Alvorada do Oeste – WEB TV ALTERNATIVA

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Com o objetivo de preservar as condições de uso das estradas e contribuir para o deslocamento da população, a RO-479 no trecho entre Rolim de Moura sentido a BR-364, recebeu serviços de manutenção asfáltica em 37 quilômetros de extensão. A obra foi executada pelo Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER-RO), através da Usina de Asfalto de Cacoal.Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a conservação das rodovias estaduais é fundamental para facilitar o transporte de pessoas e mercadorias, além de fortalecer a atividade produtiva. Essas melhorias também contribuem para o desenvolvimento econômico e para o atendimento das necessidades da população em diferentes regiões do estado

De acordo com o diretor-geral do DER-RO, Diego Muniz, a execução dos serviços de manutenção é essencial para conservar o pavimento e ampliar as condições de circulação nas vias. “Temos trabalhado para manter a malha viária em condições adequadas de uso, atendendo trechos importantes para a mobilidade da população. A obra executada demonstra a atuação das equipes na conservação das estradas e no atendimento às necessidades de trafegabilidade”, ressaltou.

O coordenador de Usinas de Asfalto (COUSA), Lucas Albuquerque, explicou que os serviços de manutenção são importantes para preservar as condições do pavimento e contribuir para uma circulação mais segura e confortável ao longo do trecho atendido.

“Manter o asfalto em boas condições exige acompanhamento e serviços realizados de acordo com as necessidades de cada rodovia. Na RO-479, os serviços contribuem para melhorar a superfície de rolamento e oferecer condições mais adequadas para os motoristas que passam nesse trajeto”, pontuou.

O gerente da Usina de Asfalto de Cacoal, Sebastião Cardoso, destacou a importância da manutenção para quem passa pela rodovia diariamente. “A manutenção desse trajeto é importante porque contribui para melhorar a tráfego e facilitar o acesso entre a região de Rolim de Moura e a BR-364 para atividades diária.”

Via: web tv alternativa

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prevenir a violência contra mulheres exige educação, conscientização e uma rede de proteção – Especiais – WEB TV ALTERNATIVA

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Por meio de projetos educativos junto às escolas, ações de conscientização e serviços de acolhimento, o Ministério Público de Rondônia atua na prevenção da violência de gênero e no fortalecimento da rede de proteção.

Projeto do MP de Rondônia, Maria da Penha Vai à Escola

A violência contra meninas e mulheres nem sempre começa com uma agressão física. O controle sobre as roupas, a vigilância do celular, o afastamento de amigos e familiares, a humilhação e o ciúme excessivo também podem indicar comportamentos abusivos. Quando essas atitudes são interpretadas como demonstrações de amor ou cuidado, reconhecer os primeiros sinais de violência se torna mais difícil.

A prevenção passa pela educação, pelo diálogo e pela participação de diferentes setores da sociedade. Família, escola, comunidade e instituições de proteção têm papéis importantes na construção de relações baseadas no respeito, no consentimento e na igualdade de direitos.

Em Rondônia, iniciativas como o projeto Maria da Penha Vai à Escola, do Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), levam o debate sobre violência contra meninas e mulheres ao ambiente escolar. Ao mesmo tempo, profissionais da educação e especialistas destacam a necessidade de ações contínuas, formação dos educadores e participação das famílias para que a prevenção não se limite a atividades pontuais.

Como os adolescentes aprendem sobre relacionamentos?

A família costuma ser o primeiro espaço em que crianças observam como as pessoas se relacionam, demonstram afeto e lidam com conflitos. Na adolescência, essas referências se somam às experiências na escola, às amizades e aos conteúdos consumidos nas redes sociais.

Segundo a psicóloga Julyana Pereira Bishop Camata, a necessidade de pertencimento pode levar adolescentes a reproduzir comportamentos e opiniões para serem aceitos por um grupo. As redes sociais também ampliam o acesso à informação, mas podem reforçar estereótipos e padrões irreais de relacionamento.

Essa combinação de referências ajuda a compreender por que alguns jovens interpretam o ciúme excessivo, o controle do celular e as restrições às amizades como demonstrações de amor. Durante as primeiras experiências afetivas, eles ainda estão construindo suas opiniões sobre relacionamentos e aprendendo a diferenciar cuidado de controle.

“Entre os sinais de alerta estão humilhações, ameaças, manipulações emocionais, chantagem, invasão de privacidade e desrespeito à recusa. Essas atitudes podem surgir antes de uma agressão física e, quando são tratadas como naturais, tornam mais difícil reconhecer uma relação abusiva.” Afirma a psicóloga Julyana Camata.

A forma como os meninos aprendem a lidar com as próprias emoções também merece atenção. De acordo com a psicóloga, em determinados contextos eles são ensinados a esconder sentimentos para corresponder a expectativas de masculinidade. Essa dificuldade pode prejudicar a comunicação, a resolução de conflitos e a aceitação de rejeições e limites.

Por isso, prevenir a violência não significa apenas ensinar meninas a identificar situações de risco. Também é necessário ajudar meninos a reconhecer os próprios sentimentos, respeitar os limites de outras pessoas e lidar com frustrações sem recorrer ao controle ou à agressividade.

A escola como espaço de prevenção

A escola pode contribuir para a prevenção da violência ao oferecer espaços de diálogo, estimular o pensamento crítico e discutir comportamentos que muitas vezes são naturalizados nas relações sociais.

Julyana defende que as abordagens sejam adequadas a cada faixa etária. Na infância, é importante ensinar sobre o direito ao próprio corpo e o respeito aos limites. Na pré-adolescência, as conversas podem incluir emoções, privacidade e estereótipos. Já na adolescência, é possível aprofundar temas como consentimento, relacionamentos afetivos, pressão dos grupos, violência e uso responsável das redes sociais.

Quando um adolescente reproduz uma fala machista ou um comportamento de controle, a família e a escola podem intervir.

Diálogo, orientação e reflexão acerca daquele comportamento são boas formas de intervenção, evitando apenas punições ou julgamentos que dificultem a compreensão do problema.

Desde 2021 a legislação brasileira, através da Lei Federal nº 14.164/2021, incluiu conteúdos sobre a prevenção da violência contra a mulher nos currículos da educação básica e instituiu a Semana Escolar de Combate à Violência contra a Mulher, realizada anualmente em março.

Para que esse trabalho aconteça ao longo do ano, são necessários planejamento, formação dos profissionais e recursos para desenvolver atividades pedagógicas. Maricélia do Lago, secretária de Assuntos Municipais do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Rondônia (SINTERO), destaca que a prevenção precisa envolver as equipes pedagógicas e preparar os professores para abordar o tema com os estudantes.

“Em nosso estado, esse é um tema que sempre está em evidência. Há muita violência contra mulheres e meninas, agredidas na família, na rua e também na escola, onde sofrem bullying. Esse é um trabalho que precisa ser desenvolvido nas escolas, por meio das equipes pedagógicas”, afirma Maricélia.

A preocupação ganha ainda mais relevância diante dos dados do 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2026, segundo os quais Rondônia registrou, em 2025, uma taxa de 2,9 feminicídios por 100 mil mulheres, com 25 vítimas. O cenário reforça a importância de manter a prevenção em evidência durante todo o ano, com ações educativas contínuas, formação dos profissionais e participação das famílias.

A arte como caminho para discutir a violência

Além das palestras e rodas de conversa, professores também recorrem a novas estratégias para aproximar os estudantes do tema e tornar a aprendizagem mais significativa. 

Teatro, cinema, redação e outras formas de expressão artística podem aproximar os estudantes de temas complexos por meio da experiência, da criação e do debate. Em vez de apenas receber informações, os jovens têm a oportunidade de questionar comportamentos, interpretar situações e imaginar outras formas de convivência.

Para a professora Taiane Sales, a arte permite abordar questões sociais sem limitar a experiência educativa a discursos moralizantes ou respostas prontas.

As linguagens artísticas podem estimular os estudantes a investigar as causas da violência, reconhecer manifestações que foram naturalizadas e pensar em possibilidades de transformação. Nas artes cênicas, por exemplo, o encontro entre quem cria e quem assiste pode favorecer uma reflexão coletiva sobre experiências e relações sociais.

Durante o mês de agosto, Taiane acompanhou o Projeto Agosto Lilás do MPRO para desenvolver atividades com turmas da educação básica para discutir a violência contra as mulheres. Com estudantes do 9º ano, utilizou o curta-metragem “Contraste”, produzido por meio da Lei Paulo Gustavo, com apoio da Secretaria de Estado da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (SEJUCEL). O projeto pode ser assistido clicando aqui. 

Professora Taiane Sales utilizou o curta-metragem Contraste em atividade sobre violência contra mulheres durante o Agosto Lilás. Captura de tela: YouTube, 2026.

O filme tem como protagonista a Palhaça Firmina, personagem que utiliza humor, ironia e performance para provocar reflexões sobre questões sociais, especialmente a violência contra as mulheres. A obra apresenta estatísticas e referências a casos de feminicídio, contrastando a comicidade da personagem com a gravidade da realidade denunciada.

A atividade foi desenvolvida durante um estudo sobre arte pública e suas possibilidades de intervenção nos espaços urbanos. Segundo Taiane, os estudantes participaram com mais entusiasmo, relacionaram o conteúdo artístico a questões sociais presentes no cotidiano e demonstraram interesse pela obra. 

A professora avalia que esse tipo de aproximação pode abrir espaço para conversas sobre assuntos difíceis em um ambiente menos formal. A partir da experiência, é possível discutir violência psicológica, moral e física, além de atitudes machistas que acabam sendo tratadas como normais nas relações cotidianas.

Não basta ensinar meninas a reconhecer a violência. Precisamos também educar meninos para que não a reproduzam. A escola tem um papel importante nessa construção, não apenas ao apresentar informações, mas ao criar espaços seguros de escuta, reflexão e responsabilização. Afinal, reconhecer uma violência também significa compreender que podemos ser instrumentos de proteção, tanto para nós mesmos quanto para outras pessoas.”

Professora Taiane Sales durante atividade sobre violência contra mulheres no Agosto Lilás

O acesso à cultura também faz parte desse debate. Taiane chama atenção para as desigualdades nas oportunidades de participação cultural, especialmente nas periferias e nos municípios do interior de Rondônia. Espetáculos teatrais, oficinas de cinema, dança e circo, projetos de grafite e iniciativas de comunicação escolar são algumas das experiências que podem ampliar o repertório dos jovens.

Para ela, projetos desse tipo permitem exercitar habilidades importantes para a convivência, como escutar, negociar, respeitar limites, acolher diferenças e lidar com frustrações. Embora uma atividade isolada não resolva problemas estruturais como o machismo, experiências coletivas podem criar oportunidades para refletir sobre a maneira como cada pessoa se relaciona com as outras.

A professora também defende a cultura como um direito e uma oportunidade de ampliar perspectivas.

Por isso, defender o acesso à cultura não é defender um privilégio ou uma atividade complementar. É defender um direito e uma possibilidade concreta de ampliar horizontes, fortalecer vínculos e construir outras perspectivas de futuro.

A atuação do MPRO na prevenção e no acolhimento 

Além das iniciativas desenvolvidas nas escolas, instituições públicas têm atribuições importantes na conscientização, na prevenção e no atendimento de situações de violência.

O MPRO desenvolve o projeto Maria da Penha Vai à Escola, voltado à discussão dos direitos das mulheres, à desconstrução de comportamentos machistas e à prevenção da violência de gênero. Estudantes têm acesso a palestras, rodas de conversa, oficinas, distribuição de cartilhas, vídeos educativos, dinâmicas para identificar comportamentos abusivos e caixas de perguntas anônimas.

O respeito que precisa ser ensinado: prevenir a violência contra mulheres exige educação, conscientização e uma rede de proteção
Auditório da Escola Estadual Josino Brito, em Cacoal, durante atividade de prevenção à violência contra meninas e mulheres. Foto: MPRO. 

Os conteúdos abordam diferentes formas de violência — física, psicológica, sexual, patrimonial e moral —, além de consentimento, limites nos relacionamentos, violência no namoro e riscos relacionados à exposição de imagens íntimas e a outras formas de violência digital.

Dados do Ministério Público registram atividades em diferentes localidades do estado. Em 2024, mais de 2.235 alunos e participantes foram contabilizados em ações realizadas em mais de 30 instituições de ensino, distribuídas por 14 municípios. Em 2025, aproximadamente 1.100 estudantes e professores foram atendidos diretamente em palestras realizadas em mais de 18 escolas e em 12 comarcas participantes.

Para 2026, o documento informa a adesão de 20 Promotorias de Justiça ao projeto e o envio prévio de 10 mil cartilhas educativas. O ciclo de palestras teve início em março e finaliza em novembro deste ano.

O respeito que precisa ser ensinado: prevenir a violência contra mulheres exige educação, conscientização e uma rede de proteção

O projeto também utiliza atividades culturais para discutir o tema. Uma das iniciativas citadas pelo MPRO foi o concurso de teatro “Uma Vida sem Violência é Direito de Todas as Mulheres”, realizado na comarca de Alta Floresta d’Oeste, com participação de estudantes da Escola Juscelino Kubitschek de Oliveira. A peça vencedora foi apresentada no auditório da Câmara Municipal.

A iniciativa teve repercussão na comunidade e contribuiu para impulsionar a aprovação da Lei Municipal nº 008/2024, que estabelece restrições à nomeação para cargos públicos municipais de pessoas condenadas com base na Lei Maria da Penha. 

O respeito que precisa ser ensinado: prevenir a violência contra mulheres exige educação, conscientização e uma rede de proteção
Trecho do Projeto de Lei nº 8/2024, que proibe nomeação para cargos públicos de pessoas condenadas pela Lei Maria da Penha

Na rede estadual de ensino, a Secretaria de Estado da Educação de Rondônia (SEDUC-RO) desenvolve o Projeto Educação de Paz (Epaz), implantado em 2023. A iniciativa busca fortalecer a cultura de paz, promover o acolhimento e contribuir para identificar situações de risco no ambiente escolar.

Segundo a Secretaria, o projeto envolve equipes pedagógicas e técnicas, psicólogos, assistentes sociais e profissionais das forças de segurança. Entre as ações estão atividades educativas, acompanhamento de ocorrências, atendimento multiprofissional, capacitação de gestores e articulação com a rede de proteção.

Quando a suspeita chega à rede de proteção

Para o Conselho Tutelar, a escola também tem papel fundamental na identificação de possíveis situações de violência. Professores e equipes pedagógicas podem perceber mudanças de comportamento, isolamento, queda no rendimento escolar ou sinais de sofrimento que merecem atenção. Segundo Ana Paula Lima Brito da Silva, conselheira tutelar, as escolas públicas e privadas podem comunicar suspeitas de violência sem precisar comprovar o ocorrido. A partir do encaminhamento, o Conselho avalia a situação e articula as medidas de proteção necessárias com os serviços de saúde, assistência social e demais órgãos competentes.

A avaliação da conselheira reforça a importância de aproximar as instituições que atuam na proteção de crianças e adolescentes .“A prevenção e o enfrentamento da violência exigem identificação precoce, acolhimento sem julgamento, comunicação adequada e atuação integrada da rede de proteção. O fortalecimento dessas parcerias institucionais permite respostas mais rápidas e efetivas, reduz a possibilidade de agravamento das situações e contribui para garantir os direitos, a segurança e o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes.” afirma a Conselheira.

Nesse processo, o Ministério Público de Rondônia (MPRO) também tem papel relevante ao levar o debate sobre a violência contra meninas e mulheres. A continuidade dessas ações, aliada à formação dos educadores e à articulação com a rede de proteção, é fundamental para que a conscientização se transforme em prática cotidiana.

Prevenir é construir caminhos antes da violência

A prevenção da violência contra meninas e mulheres não se limita ao ambiente escolar. Embora a educação seja fundamental para questionar comportamentos abusivos desde cedo, o enfrentamento também depende de informação acessível, acolhimento às vítimas, formação dos profissionais e articulação entre as instituições responsáveis pela proteção.

Em Rondônia, o Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO) desenvolve, há anos, iniciativas de conscientização e enfrentamento à violência doméstica e familiar. Além do projeto Maria da Penha Vai à Escola, que leva o debate sobre violência de gênero ao ambiente escolar, a instituição mantém ações voltadas ao atendimento das vítimas e à ampliação do acesso aos serviços de proteção.

O respeito que precisa ser ensinado: prevenir a violência contra mulheres exige educação, conscientização e uma rede de proteção

Entre essas iniciativas estão o MP – Mulher Protegida, que aproxima os serviços do Ministério Público e da rede de proteção de mulheres que vivem em comunidades afastadas das sedes das comarcas; a Sala Lilás, voltada ao atendimento humanizado; a Ouvidoria das Mulheres; e o Núcleo de Atendimento às Vítimas (NAVIT), que atua no acolhimento, na orientação e no encaminhamento de vítimas e familiares aos serviços necessários. O Mapa da Violência Doméstica, por sua vez, reúne dados sobre o problema em Rondônia e pode contribuir para dimensionar a situação e subsidiar o planejamento de ações públicas.

Em 2026, quando a Lei Maria da Penha completa 20 anos, a programação do Agosto Lilás inclui iniciativas para ampliar o acesso à informação e aos serviços de proteção. Entre as iniciativas anunciadas pelo MPRO estão o Portal de Proteção, que reúne informações sobre serviços e canais de atendimento, e uma cooperação com a empresa Urbano Norte para facilitar o deslocamento de mulheres em situação de violência até os órgãos da rede de proteção.

A persistência da violência também foi lembrada por Benedita Nascimento, representante da Rede Lilás, durante o evento de abertura do “Agosto Lilás”. Ao refletir sobre o tempo transcorrido desde a criação da Lei Maria da Penha, ela expressou a indignação diante da permanência da violência doméstica e do feminicídio.

“É muito desagradável estar ainda, após 19 anos da Lei Maria da Penha, tentando encontrar uma saída para enfrentar o feminicídio e a violência doméstica.”

A fala evidencia o tamanho do desafio: mesmo com avanços legais e a ampliação dos serviços de proteção, ainda é necessário encontrar caminhos para impedir que a violência continue atravessando a vida de meninas e mulheres.

Prevenir exige mais do que agir depois da agressão. É ensinar, desde cedo, que respeito não combina com controle, que ciúme não justifica humilhação e que nenhuma pessoa tem o direito de decidir sobre a vida de outra. É garantir que a informação chegue a quem precisa, que o acolhimento não culpe a vítima e que a rede de proteção esteja preparada para agir.

Prevenir é abrir caminhos antes que a violência os feche. É permitir que meninas cresçam sem confundir controle com amor, que mulheres façam suas escolhas sem temer represálias e que nenhuma vítima precise enfrentar sozinha aquilo que a sociedade tem o dever de combater.

Porque uma menina livre é aquela que pode imaginar o próprio futuro sem medo. E uma mulher livre é aquela que pode vivê-lo com voz, autonomia e segurança. Construir essa realidade é fazer com que meninas e mulheres possam viver por inteiro, em todos os espaços, sem que a liberdade lhes custe a própria segurança.

* Jéssica de Carvalho Arrais é Acadêmica da Universidade Federal de Rondônia

Rondoniagora.com

Via: web tv alternativa

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