Prefeitura de Porto Velho abre concursos para Saúde e Educação com 2.678 vagas e salários de até R$ 9,8 mil – Concursos e Empregos – WEB TV ALTERNATIVA
A Prefeitura de Porto Velho abriu dois concursos públicos para preencher 2.678 vagas na Saúde e na Educação, entre contratações imediatas e formação de cadastro de reserva. Os salários iniciais chegam a R$ 9.828,19, e as inscrições começam em 13 de outubro. Os dois certames são organizados pelo Instituto Brasileiro de Gestão e Pesquisa (IBGP).
O maior concurso é o da Saúde, com 2.248 vagas. Desse total, 641 são para provimento imediato e 1.607 para cadastro de reserva. Há oportunidades para profissionais dos níveis fundamental, médio/técnico e superior. O edital distribui as vagas entre ampla concorrência, pessoas com deficiência, pessoas negras e pessoas idosas.
Entre os cargos da Saúde estão auxiliar de farmácia, auxiliar de odontologia, auxiliar de serviços de saúde, motoristas, profissionais de enfermagem, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, nutricionista, odontólogo, psicólogo, terapeuta ocupacional e médicos de diferentes especialidades. O maior vencimento previsto é de R$ 9.828,19 para médico clínico geral com jornada de 40 horas semanais. Para médico clínico geral de 20 horas e diversas especialidades médicas, o vencimento indicado é de R$ 5.367,76.
O edital da Saúde também oferece vagas para funções de nível fundamental. Auxiliar de farmácia, por exemplo, tem 31 vagas imediatas e 137 para cadastro de reserva, enquanto motorista de veículos de transporte de cargas e passageiros tem 58 imediatas e 97 para cadastro de reserva.
Educação
Na Educação, são 430 vagas, sendo 165 para provimento imediato e 265 para cadastro de reserva. As oportunidades estão distribuídas entre agente de secretaria escolar, especialista em Educação – Orientador Educacional, especialista em Educação – Supervisão Educacional e professor Nível II – Séries Iniciais.
A maior oferta da Educação é para professor Nível II – Séries Iniciais, com 330 vagas, das quais 165 são imediatas e 165 para cadastro de reserva. O vencimento inicial é de R$ 3.847,97, para jornada de 30 horas semanais. Orientador e supervisor educacional também têm vencimento de R$ 3.847,97 e 25 vagas de cadastro de reserva para cada cargo.
Para agente de secretaria escolar, o edital prevê 50 vagas exclusivamente para cadastro de reserva, com vencimento inicial de R$ 1.820,78 e jornada de 40 horas semanais. O cargo exige ensino médio completo.
Inscrições começam em outubro
Os dois concursos terão inscrições abertas das 9 horas de 13 de outubro até as 16 horas de 11 de novembro, exclusivamente pela internet. No concurso da Educação, a taxa é de R$ 90 para nível médio e R$ 130 para nível superior. O pagamento poderá ser feito até 12 de novembro.
Na Saúde, as taxas são de R$ 90 para cargos de nível fundamental, R$ 105 para médio/técnico e R$ 140 para superior. As inscrições seguem as mesmas datas do certame da Educação.
Os dois editais preveem prova objetiva para todos os cargos e prova de títulos para os cargos de nível superior. No concurso da Saúde, os candidatos aos dois cargos de motorista também passarão por prova prática. Há ainda procedimento de heteroidentificação para candidatos às vagas reservadas às pessoas negras e avaliação biopsicossocial para candidatos às vagas destinadas às pessoas com deficiência.
Na Saúde, a prova objetiva está prevista para 13 de dezembro, nos turnos da manhã e da tarde, conforme o cargo. As provas terão duração de três horas.
Cadastro de reserva
Os dois editais deixam claro que as vagas destinadas ao cadastro de reserva não representam compromisso de preenchimento integral. As eventuais convocações dependerão da necessidade e do interesse da administração, da ordem de classificação, da disponibilidade orçamentária e financeira e dos demais requisitos estabelecidos nos editais.
Os dois concursos terão validade de dois anos, contados da publicação da homologação do resultado final, com possibilidade de uma única prorrogação por igual período.
O grupo sul-coreano ATEEZ acaba de alcançar um marco impressionante em sua carreira internacional, consolidando ainda mais sua posição de destaque na indústria da música global. A faixa de sucesso ‘BAD’ ultrapassou a marca de 100 milhões de visualizações em seu videoclipe oficial, gerando uma verdadeira onda de comemoração entre os fãs nas redes sociais.
O Fenômeno do K-Pop em Ascensão
Desde o seu lançamento, o projeto audiovisual chamou a atenção não apenas pela sonoridade marcante que caracteriza o grupo, mas também pela superprodução visual. O ATEEZ tem se destacado consistentemente por entregar conceitos inovadores, coreografias complexas e narrativas visuais profundas que cativam o público global.
A conquista dos cem milhões de acessos reforça o engajamento massivo da base de fãs, conhecida por seu apoio incansável aos lançamentos do grupo. A marca expressiva coloca o clipe em um patamar de elite dentro do cenário do K-Pop atual.
Impacto Global e Expectativas Futuras
O sucesso contínuo de ‘BAD’ demonstra a capacidade do ATEEZ de transcender barreiras culturais e linguísticas, alcançando ouvintes em diversos continentes. Com números expressivos nas plataformas de streaming e visualizações recordes no YouTube, o grupo continua expandindo sua influência musical.
Enquanto os integrantes celebram esta conquista memorável, os admiradores já aguardam ansiosamente pelos próximos passos e anúncios de novos projetos, mantendo altas as expectativas para o futuro da carreira do grupo.
O cenário da música nacional voltou a ferver com discussões sobre o engajamento político dos artistas. Recentemente, a cantora Flora Matos chamou atenção da mídia e dos fãs ao cobrar publicamente que o cantor João Gomes manifeste seu apoio ao presidente Lula nas eleições, gerando intensa repercussão nas redes sociais e nos portais de notícias de entretenimento.
A cobrança pública e o ultimato nas redes sociais
Conhecida por sua franqueza e por não se calar diante de temas sociais e políticos, Flora Matos utilizou suas plataformas digitais para exigir que o artista se posicionasse politicamente. A situação ganhou contornos de ultimato quando a rapper fez menções diretas ao cantor, exigindo clareza sobre suas convicções políticas e chegando a emitir ameaças relacionadas à faixa “Piloto”. A cobrança dividiu opiniões entre internautas, levantando debates sobre a responsabilidade de figuras públicas na política.
A defesa da família e os bastidores do silêncio
Enquanto a polêmica ganhava força, a equipe e o círculo próximo de João Gomes optaram por manter cautela. A esposa do cantor veio a público recentemente para defender o silêncio do artista em relação aos cenários eleitorais, revelando que ele ainda lida com ataques e críticas pesadas na internet devido a episódios do passado. Segundo ela, a decisão de não se envolver publicamente em disputas partidárias no momento é uma forma de preservação emocional e profissional diante da polarização.
O impacto das redes sociais na carreira dos artistas
O episódio envolvendo Flora Matos e João Gomes escancara a pressão contínua que os artistas enfrentam na era digital. Fãs e colegas de profissão frequentemente exigem que ídolos da música usem sua visibilidade para endossar causas ou candidatos, transformando palcos e redes sociais em extensões de palanques políticos. Por outro lado, muitos preferem a neutralidade para evitar o boicote de parcelas do público e o desgaste com a volatilidade da opinião pública.
Enquanto o debate sobre a obrigatoriedade do ativismo político na classe artística continua a render discussões acaloradas, o público segue atento aos próximos passos de ambos os artistas. Seja através da música ou de manifestações nas redes sociais, a relação entre arte e política no Brasil permanece em evidência.
Foram 75 votos a favor da PEC e apenas um contrário, em ambos os turnos.
O quórum exigido para uma emenda constitucional era de pelo menos 49 votos favoráveis. O número de parlamentares com presença registrada em plenário chegou a 77 dos 81 senadores, segundo o painel de votação.
O texto prevê descanso remunerado obrigatório de dois dias por semana, em jornada máxima de 5×2, sem redução salarial, e também reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição total de 14 meses.
A mudança representa um marco na luta por direitos trabalhistas desde a Constituição de 1988, quando a jornada foi reduzida de 48 para 44 horas semanais, e concede um dia a mais de descanso para que trabalhadores com carteira assinada possam descansar, ampliar o convívio com a família e ter mais tempo de lazer e estudos.
Pelo texto, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional as empresas deverão adotar a escala 5×2 e reduzir a jornada máxima para o máximo de 42 horas semanais de trabalho. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzida para 40 horas semanais.
“Eu tenho certeza que, desde a Constituinte de 1988, esta é a maior conquista dos trabalhadores brasileiros”, afirmou o senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da matéria na Casa legislativa.
Ele manteve o mesmo texto aprovado pelos deputados há cinco meses, de forma que a proposta não precisará retornar à Câmara e poderá seguir diretamente para a promulgação.
A votação em primeiro e segundo turnos na mesma noite foi possível após a aprovação, em votação simbólica, de um requerimento de calendário especial, feito por líderes partidários, que dispensou a exigência de novas sessões deliberativas para análise da proposta.
Aprovada pela Câmara dos Deputados em maio, a PEC chegou em agosto ao Senado, onde passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e foi levada à discussão em plenário na semana passada, após compromisso firmado pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).
Debate em plenário
A sessão deliberativa começou pouco depois das 14h e se estendeu até por volta das 22h, quando o resultado da votação foi revelado. Praticamente todos os senadores que subiram à tribuna se declararam favoráveis à proposta, mesmo com críticas pontuais.
“Estamos escrevendo este capítulo ao lado de cada trabalhador que acorda antes do sol nascer, de cada mãe e cada pai que querem acompanhar o crescimento de seus filhos, de quem deseja estudar, cuidar da saúde, encontrar os amigos, estar com a família ou descansar”, afirmou a senadora Tereza Leitão (PT-PE), líder do governo no Senado.
“A jornada de 44 horas semanais vigora desde a Constituição de 1988 e não reflete mais a realidade do mundo do trabalho, profundamente transformado pela tecnologia, pela automação, por novas normas e formas de organização produtiva”, comentou o senador Eduardo Braga (MDB-AM).
Citando dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a senadora Leany Lemos (PSD-DF) destacou que 36,2 milhões de vínculos de trabalho com carteira assinada possuem jornada contratada superior a 40 horas semanais no Brasil, o que equivale a praticamente 80% dos vínculos celetistas analisados.
“Ou seja, somente 20% dos trabalhadores formalizados no país não trabalham na jornada 6×1. Esses dados permitem dimensionar o alcance da redução da jornada e identificar os setores mais afetados”, pontuou.
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