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Estresse térmico pode reduzir em mais de 30% o consumo de ração das poedeiras e comprometer a rentabilidade da produção

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As cercas fazem parte da rotina das propriedades rurais. Elas delimitam áreas, auxiliam o manejo dos animais e ajudam a estruturar e a organizar diferentes áreas da fazenda. Em muitos desses usos, a eletrificação é adotada para reforçar o controle do rebanho, dividir pastagens para intensificar a produção, proteger a propriedade e tornar o cercamento mais eficiente.

A presença de corrente elétrica, porém, acrescenta uma série de cuidados à instalação e ao uso dessas estruturas, principalmente para evitar riscos a pessoas e aos próprios animais. Essas regras estão dispostas em uma legislação específica – a Lei Federal 13.477/2017 –, válida para todo o país e que também contempla as zonas urbanas.

“Quando falamos de cerca elétrica, precisamos considerar que ela está inserida na rotina da propriedade e em áreas onde circulam não apenas animais, mas pessoas. Por isso, a instalação precisa seguir critérios de segurança e utilizar equipamentos e materiais adequados.

Conhecer a legislação é um dos primeiros passos para planejar esse cercamento”, explica Bruno Nolasco, gerente de negócios agro da Belgo Arames, companhia que é referência no mercado brasileiro de arames.

Entre os pontos previstos pela lei está a altura do primeiro fio eletrificado, que deve ser compatível com a finalidade da cerca. O equipamento responsável pela energização deve produzir choque pulsativo em corrente contínua, com amperagem não letal e em conformidade com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

“Na prática, isso significa que não há espaço para improvisações. A eletrificação precisa ser feita com equipamentos desenvolvidos especificamente para essa função e com componentes que trabalham de forma integrada.

Não se pode ligar o fio eletrificado direto na tomada. Uma adaptação inadequada pode afetar o desempenho da cerca e, principalmente, colocar em risco quem passa no entorno”, pontua o especialista.

A sinalização é outra exigência legal. O inciso IV do artigo 2º da lei determina a instalação de placas de advertência em locais visíveis, nos dois lados da cerca, com alerta sobre o risco de choque e símbolos que permitam a compreensão por pessoas analfabetas.

“A despeito de ser obrigatória, essa identificação já seria muito importante mesmo em locais onde as equipes conhecem bem a estrutura da fazenda. Prestadores de serviço, visitantes e outros profissionais podem circular pela propriedade e a sinalização ajuda a indicar de forma clara quais trechos estão eletrificados, reduzindo a chance de acidentes”, reforça Bruno Nolasco.

A segurança e o desempenho do cercamento dependem ainda da qualidade dos componentes. Eletrificador, aterramento, isoladores, conexões e arames têm funções específicas e precisam trabalhar em conjunto.

“A manutenção periódica ajuda a identificar danos nos fios, problemas nas conexões, contato com a vegetação e outras interferências que podem afetar a estrutura. A cerca elétrica não depende de um único elemento, sendo a combinação entre materiais apropriados, instalação correta e acompanhamento ao longo do tempo que permite manter seu funcionamento”.

E embora não sejam citados especificamente pela Lei Federal, os para-raios podem ser utilizados como uma proteção complementar em propriedades que contam com cercas elétricas, especialmente em locais sujeitos à ocorrência de descargas atmosféricas.

“O para-raios é um recurso complementar importante para ajudar a proteger os animais, as pessoas, o eletrificador e os demais componentes do sistema contra os efeitos de descargas atmosféricas.

A instalação precisa considerar as características da propriedade e seguir as orientações técnicas adequadas, para que o sistema esteja preparado para esse tipo de ocorrência”, explica Bruno Nolasco.

Já no caso dos arames, um cuidado importante é não utilizar arame farpado em cercas eletrificadas. Embora essa orientação também não esteja prevista especificamente na Lei Federal, a combinação pode aumentar o risco de acidentes envolvendo pessoas e animais, já que as farpas podem provocar ferimentos em caso de contato com a cerca.

A escolha deve levar em conta resistência, durabilidade e proteção contra corrosão, especialmente diante da exposição contínua às condições do campo.

Para essa aplicação, a Belgo conta com Belgo Eletrix e Belgo Eletrix Light e Belgo ZZ 700 Bezinal, desenvolvidos para cercas elétricas rurais.

As soluções permitem maior espaçamento entre mourões e oferecem resistência à corrosão, características que contribuem para a durabilidade e podem reduzir os custos de implantação e manutenção.

Além de apresentarem menor resistência elétrica à passagem do choque, fazendo com que a descarga seja transmitida com máxima eficiência.

“Os arames ficam expostos ao clima e às condições da propriedade durante a vida útil do cercamento.

Utilizar um produto específico para cerca elétrica reduz a necessidade de intervenções e oferece a resistência necessária para a rotina do campo. É uma escolha que precisa considerar não apenas a implantação, mas o comportamento da estrutura ao longo dos anos”, comenta Bruno Nolasco.

O especialista reforça que os cuidados devem continuar após a instalação. Inspeções periódicas permitem verificar as condições dos fios, conexões, isoladores e demais componentes, assim como identificar pontos que demandem reparos e não se deve eletrificar o arame farpado, visando prevenir acidentes com pessoas e animais.

Sobre a Belgo Arames 

Com mais de 50 anos de história, a Belgo Arames é líder brasileira na transformação de arames de aço desde sua criação, fruto da parceria estratégica no Brasil entre a ArcelorMittal e a Bekaert.

A empresa atua nos segmentos de Agronegócios, Cercamentos, Construção Civil, Automotivo, Solda, Aplicações Especiais e Indústria Petrolífera, oferecendo um mix de produtos e serviços que

atendem com expertise e tecnologia de ponta, confiabilidade e qualidade aos mais diversos perfis de clientes.

Com oito unidades pelo país, sua sede é em Contagem (MG).

Por: Viviane Passerini
Texto Comunicação Corporativa

Fonte: Via: florestanoticias

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Sucesso no 18º Leilão Direito de Viver de Alta Floresta D´Oeste ultrapassa marca de R$ 1,3 milhão

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  Ver esse post no Instagram   Um post compartilhado por Floresta Notícias (@florestanoticias) O município de Alta Floresta do Oeste celebrou com grande êxito a realização do 18º Leilão Direito de Viver, evento solidário em prol do Hospital de Amor. Graças à mobilização da comunidade, o leilão alcançou a impressionante marca arrecadada de R$ […]

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Fonte: Via: florestanoticias

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Homem é encontrado morto com as mãos amarradas na zona rural de Pimenta Bueno

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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) deflagrou, nesta sexta-feira (16/10), com apoio da Polícia Civil e da Polícia Militar, a Operação Dissolução, voltada ao combate a integrantes de organização criminosa com atuação em Porto Velho e em municípios do interior de Rondônia.

A operação tem como objetivo desarticular célula de grupo criminoso responsável pela dominação territorial de residencial popular localizado na Zona Sul da capital, onde o grupo mantinha pontos de venda de drogas, sistema de vigilância armada e controle de acesso de moradores e visitantes, além de ser apontado como responsável por uma série de delitos graves, incluindo homicídios consumados e tentados, tráfico de drogas, porte ilegal de armas de fogo, extorsão e restrição de liberdade de pessoas, ocorridos principalmente entre os anos de 2024 e 2025.

A organização criminosa mantinha estrutura responsável pela guarda de armamento, pela arrecadação e pelo repasse de valores do tráfico, pela aplicação de sanções internas, além de executores, olheiros e responsáveis por pontos de venda de drogas, que prestavam contas periodicamente à cúpula do grupo.

A investigação apurou, ainda, que o braço armado da célula teria sido responsável por ataques contra integrantes de facção rival, em escalada de violência registrada na capital no segundo semestre de 2024, e que a organização mantinha comunicação e coordenação entre suspeitos em liberdade e pessoas recolhidas ao sistema prisional.

A decisão judicial determinou o cumprimento de 23 mandados de prisão temporária e 18 de busca e apreensão domiciliar, expedidos pela 1ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho, do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia. As medidas são cumpridas em Porto Velho e no município de Alto Paraíso.

Ao tomar conhecimento de atividades criminosas, facções, tráfico de drogas ou pessoas foragidas da Justiça, a população pode entrar em contato mediante o DISK 197, canal oficial da Polícia Civil para denúncias, sendo garantido o sigilo da identidade do denunciante.

A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil, pela Polícia Penal Estadual, pela Polícia Militar e pela Secretaria Nacional de Políticas Penais.

Comunicação Social da PF Rondônia 

Fonte: Via: florestanoticias

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Faltam 7 dias: eleitor pode votar no 2º turno mesmo sem ter comparecido ao 1º – Eleições

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© Joédson Alves/Agência Brasil

Quem não compareceu às urnas no 1º turno das Eleições ainda pode participar do 2º turno, marcado para o próximo domingo (25). A ausência na primeira etapa não impede a participação na segunda, assim como a falta de cadastro biométrico, desde que a situação eleitoral esteja regular. 

Cada turno é considerado uma eleição independente para efeito de comparecimento às urnas. Por isso, quem deixou de votar no 1º turno, realizado em 4 de outubro, pode votar normalmente no 2º, desde que o título eleitoral não esteja cancelado nem suspenso. 

Biometria não é requisito para votar 

O cadastro biométrico não é obrigatório para o exercício do voto. A eleitora ou o eleitor deve estar com a inscrição eleitoral regular e ter a identidade confirmada conforme os procedimentos da Justiça Eleitoral.  

Nas seções eleitorais que utilizam leitores biométricos, há procedimentos alternativos de identificação para quem não cadastrou as digitais ou tem dificuldades no reconhecimento biométrico. Nesses casos, é necessário apresentar um documento oficial de identificação com foto. 

Ausência justificada  

Nas Eleições 2026, o prazo para justificar a ausência no 1º turno termina no dia 3 de dezembro de 2026. Quem não votar no 2º turno terá até 8 de janeiro de 2027 para apresentar a justificativa. 

O procedimento pode ser feito pelo aplicativo e-Título, pelo Autoatendimento Eleitoral, disponível nos portais da Justiça Eleitoral, ou presencialmente, em um cartório eleitoral. Após a eleição, o requerimento deve ser acompanhado de documentos que comprovem o motivo da ausência, para análise da Justiça Eleitoral. 

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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