O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), Campus Ji-Paraná, está com inscrições abertas para 80 vagas no curso técnico em Florestas integrado ao Ensino Médio. A oferta faz parte do Processo Seletivo Unificado (PSU) 2027/1, com ingresso no primeiro semestre de 2027. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas até 25 de outubro, pelo Portal de Seleção do IFRO.
O curso, que tem duração de três anos, será ofertado na modalidade presencial, com aulas nos turnos matutino e vespertino. A formação permite cursar o Ensino Médio e obter a habilitação técnica em Florestas, com matrícula única. Não há cobrança de taxa de inscrição, matrícula ou mensalidades.
Para ingressar, o candidato deve ter concluído o Ensino Fundamental até o momento da matrícula. Candidatos menores de 18 anos não emancipados devem contar com a participação de seu responsável legal nos atos formais do processo seletivo.
Vinculado ao eixo tecnológico de Recursos Naturais, o curso técnico em Florestas prepara profissionais para atuar na produção, no manejo sustentável e na utilização de recursos florestais, além de desenvolver atividades de preservação e conservação ambiental.
A preparação técnica abrange atividades como construção de viveiros, produção de mudas, coleta e conservação de sementes, inventário florestal e manejo de florestas nativas e comerciais.
Entre as possibilidades de atuação apresentadas pelo curso estão a administração de unidades de conservação e de produção florestal, o monitoramento de fauna e flora silvestres e a elaboração de documentos técnicos da área. A matriz curricular inclui componentes como Botânica, Ecologia Florestal, Geoprocessamento, Legislação Florestal, Sementes e Viveiros e Inventário e Manejo Florestal.
Inscrições e classificação
Para se inscrever no processo seletivo, é necessário acessar o Portal de Seleção do IFRO, consultar o edital referente aos cursos técnicos integrados, selecionar o Campus Ji-Paraná, o curso técnico em Florestas e o turno integral.
No momento da inscrição, o candidato deve ter em mãos CPF, documento oficial de identificação e Histórico Escolar do Ensino Fundamental, Boletim Escolar oficial ou documento equivalente. O candidato deverá preencher os dados pessoais, responder ao questionário socioeconômico, informar as notas ou os conceitos escolares e selecionar a modalidade de concorrência.
A seleção será realizada em etapa única, sem aplicação de prova, com classificação pelo desempenho escolar. Serão consideradas as notas nas disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História e Geografia do 6º ao 8º ano do Ensino Fundamental, conforme os procedimentos previstos no edital.
Ensino médio em Ji-Paraná
Além de Florestas, o IFRO Campus Ji-Paraná também está com vagas abertas para os cursos técnicos integrados ao Ensino Médio em Informática e em Química. São ofertadas 80 vagas em cada curso, com aulas presenciais nos turnos matutino e vespertino.
Os candidatos devem acompanhar o Portal de Seleção do IFRO para consultar resultados, convocações e eventuais alterações no cronograma.
Dúvidas podem ser esclarecidas com a Coordenação de Registros Acadêmicos do Campus Ji-Paraná, pelo e-mail cra.jiparana@ifro.edu.br ou pelos telefones (69) 2183-6907, com atendimento também pelo WhatsApp, e (69) 2183-6908.
O grupo sul-coreano ATEEZ acaba de alcançar um marco impressionante em sua carreira internacional, consolidando ainda mais sua posição de destaque na indústria da música global. A faixa de sucesso ‘BAD’ ultrapassou a marca de 100 milhões de visualizações em seu videoclipe oficial, gerando uma verdadeira onda de comemoração entre os fãs nas redes sociais.
O Fenômeno do K-Pop em Ascensão
Desde o seu lançamento, o projeto audiovisual chamou a atenção não apenas pela sonoridade marcante que caracteriza o grupo, mas também pela superprodução visual. O ATEEZ tem se destacado consistentemente por entregar conceitos inovadores, coreografias complexas e narrativas visuais profundas que cativam o público global.
A conquista dos cem milhões de acessos reforça o engajamento massivo da base de fãs, conhecida por seu apoio incansável aos lançamentos do grupo. A marca expressiva coloca o clipe em um patamar de elite dentro do cenário do K-Pop atual.
Impacto Global e Expectativas Futuras
O sucesso contínuo de ‘BAD’ demonstra a capacidade do ATEEZ de transcender barreiras culturais e linguísticas, alcançando ouvintes em diversos continentes. Com números expressivos nas plataformas de streaming e visualizações recordes no YouTube, o grupo continua expandindo sua influência musical.
Enquanto os integrantes celebram esta conquista memorável, os admiradores já aguardam ansiosamente pelos próximos passos e anúncios de novos projetos, mantendo altas as expectativas para o futuro da carreira do grupo.
O cenário da música nacional voltou a ferver com discussões sobre o engajamento político dos artistas. Recentemente, a cantora Flora Matos chamou atenção da mídia e dos fãs ao cobrar publicamente que o cantor João Gomes manifeste seu apoio ao presidente Lula nas eleições, gerando intensa repercussão nas redes sociais e nos portais de notícias de entretenimento.
A cobrança pública e o ultimato nas redes sociais
Conhecida por sua franqueza e por não se calar diante de temas sociais e políticos, Flora Matos utilizou suas plataformas digitais para exigir que o artista se posicionasse politicamente. A situação ganhou contornos de ultimato quando a rapper fez menções diretas ao cantor, exigindo clareza sobre suas convicções políticas e chegando a emitir ameaças relacionadas à faixa “Piloto”. A cobrança dividiu opiniões entre internautas, levantando debates sobre a responsabilidade de figuras públicas na política.
A defesa da família e os bastidores do silêncio
Enquanto a polêmica ganhava força, a equipe e o círculo próximo de João Gomes optaram por manter cautela. A esposa do cantor veio a público recentemente para defender o silêncio do artista em relação aos cenários eleitorais, revelando que ele ainda lida com ataques e críticas pesadas na internet devido a episódios do passado. Segundo ela, a decisão de não se envolver publicamente em disputas partidárias no momento é uma forma de preservação emocional e profissional diante da polarização.
O impacto das redes sociais na carreira dos artistas
O episódio envolvendo Flora Matos e João Gomes escancara a pressão contínua que os artistas enfrentam na era digital. Fãs e colegas de profissão frequentemente exigem que ídolos da música usem sua visibilidade para endossar causas ou candidatos, transformando palcos e redes sociais em extensões de palanques políticos. Por outro lado, muitos preferem a neutralidade para evitar o boicote de parcelas do público e o desgaste com a volatilidade da opinião pública.
Enquanto o debate sobre a obrigatoriedade do ativismo político na classe artística continua a render discussões acaloradas, o público segue atento aos próximos passos de ambos os artistas. Seja através da música ou de manifestações nas redes sociais, a relação entre arte e política no Brasil permanece em evidência.
Foram 75 votos a favor da PEC e apenas um contrário, em ambos os turnos.
O quórum exigido para uma emenda constitucional era de pelo menos 49 votos favoráveis. O número de parlamentares com presença registrada em plenário chegou a 77 dos 81 senadores, segundo o painel de votação.
O texto prevê descanso remunerado obrigatório de dois dias por semana, em jornada máxima de 5×2, sem redução salarial, e também reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição total de 14 meses.
A mudança representa um marco na luta por direitos trabalhistas desde a Constituição de 1988, quando a jornada foi reduzida de 48 para 44 horas semanais, e concede um dia a mais de descanso para que trabalhadores com carteira assinada possam descansar, ampliar o convívio com a família e ter mais tempo de lazer e estudos.
Pelo texto, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional as empresas deverão adotar a escala 5×2 e reduzir a jornada máxima para o máximo de 42 horas semanais de trabalho. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzida para 40 horas semanais.
“Eu tenho certeza que, desde a Constituinte de 1988, esta é a maior conquista dos trabalhadores brasileiros”, afirmou o senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da matéria na Casa legislativa.
Ele manteve o mesmo texto aprovado pelos deputados há cinco meses, de forma que a proposta não precisará retornar à Câmara e poderá seguir diretamente para a promulgação.
A votação em primeiro e segundo turnos na mesma noite foi possível após a aprovação, em votação simbólica, de um requerimento de calendário especial, feito por líderes partidários, que dispensou a exigência de novas sessões deliberativas para análise da proposta.
Aprovada pela Câmara dos Deputados em maio, a PEC chegou em agosto ao Senado, onde passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e foi levada à discussão em plenário na semana passada, após compromisso firmado pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).
Debate em plenário
A sessão deliberativa começou pouco depois das 14h e se estendeu até por volta das 22h, quando o resultado da votação foi revelado. Praticamente todos os senadores que subiram à tribuna se declararam favoráveis à proposta, mesmo com críticas pontuais.
“Estamos escrevendo este capítulo ao lado de cada trabalhador que acorda antes do sol nascer, de cada mãe e cada pai que querem acompanhar o crescimento de seus filhos, de quem deseja estudar, cuidar da saúde, encontrar os amigos, estar com a família ou descansar”, afirmou a senadora Tereza Leitão (PT-PE), líder do governo no Senado.
“A jornada de 44 horas semanais vigora desde a Constituição de 1988 e não reflete mais a realidade do mundo do trabalho, profundamente transformado pela tecnologia, pela automação, por novas normas e formas de organização produtiva”, comentou o senador Eduardo Braga (MDB-AM).
Citando dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a senadora Leany Lemos (PSD-DF) destacou que 36,2 milhões de vínculos de trabalho com carteira assinada possuem jornada contratada superior a 40 horas semanais no Brasil, o que equivale a praticamente 80% dos vínculos celetistas analisados.
“Ou seja, somente 20% dos trabalhadores formalizados no país não trabalham na jornada 6×1. Esses dados permitem dimensionar o alcance da redução da jornada e identificar os setores mais afetados”, pontuou.
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