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MPSP passa a usar SmartSampa para combate ao crime organizado – WEB TV ALTERNATIVA

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O mês de outubro termina com previsão de chuva forte, temporais e temperaturas elevadas em diversas regiões do Brasil. Entre esta quarta-feira (28) e sábado (31), a atuação de perturbações atmosféricas, combinada ao calor e à umidade, deve intensificar as instabilidades, principalmente no Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

De acordo com a previsão meteorológica, a passagem de cavados atmosféricos pelo centro-sul do país e a atuação de uma área de baixa pressão sobre o oceano devem favorecer a formação de nuvens carregadas nos últimos dias do mês.

Enquanto São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina terão condições para pancadas intensas e temporais, áreas do Centro-Oeste e do Norte continuarão registrando chuvas frequentes. No Nordeste, a tendência é de diminuição das instabilidades ao longo dos próximos dias, embora algumas localidades ainda apresentem risco de chuva forte.

Sul terá chuva intensa e risco de temporais

Na Região Sul, a chuva deve ganhar força a partir de quinta-feira (29), principalmente no Paraná e em Santa Catarina.

As instabilidades começam pelo norte paranaense e avançam para outras áreas do estado e para Santa Catarina ao longo do dia. Há risco de temporais no norte e noroeste do Paraná e em pontos do território catarinense.

Na sexta-feira (30), a previsão indica chuva forte em Santa Catarina, com acumulados pontuais que podem chegar a 50 milímetros, especialmente no Vale do Itajaí, na Serra e no Litoral Norte. A divisa com o Rio Grande do Sul também poderá registrar pancadas intensas.

No sábado (31), último dia de outubro, as instabilidades perdem força. O Rio Grande do Sul terá predomínio de tempo mais estável, enquanto o Paraná e o centro-leste catarinense ainda poderão registrar chuva isolada, principalmente à tarde e à noite.

Sudeste terá temporais e ventos de até 70 km/h

O Sudeste também deve encerrar outubro sob influência de instabilidades.

Na quinta-feira (29), a passagem de um cavado atmosférico favorece pancadas de chuva em grande parte de São Paulo, no Triângulo Mineiro, no Sul de Minas Gerais e em áreas do Rio de Janeiro.

O alerta é maior para o Triângulo e o Sul de Minas, onde há condições de perigo devido à possibilidade de acumulados elevados e rajadas de vento de até 70 km/h.

Na sexta-feira (30), as pancadas persistem em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, com possibilidade de temporais e volumes elevados. Em São Paulo, a chuva ganha intensidade entre a tarde e a noite, especialmente nas regiões próximas à divisa com Minas Gerais.

No sábado (31), o calor, a umidade e a influência de uma área de baixa pressão sobre o oceano mantêm o tempo instável. A chuva deve se espalhar por grande parte da região, com risco de temporais isolados entre a Zona da Mata mineira e o interior fluminense.

São Paulo terá chuva até o último dia de outubro

Na capital paulista, a previsão indica uma sequência de dias com chuva e temperaturas amenas.

Na quinta-feira (29), as pancadas podem ocorrer a qualquer momento, com intensidade moderada a forte e risco de temporais. A máxima prevista é de 19 °C.

Na sexta-feira (30), o sol aparece entre nuvens durante a manhã, mas a chuva retorna ao longo do dia, podendo ganhar intensidade. A temperatura máxima chega aos 25 °C.

Já no sábado (31), último dia de outubro, a manhã deve ser de tempo firme e bastante nebulosidade. À tarde e à noite, a chuva volta a ganhar força, com possibilidade de trovoadas e máxima de 26 °C.

Centro-Oeste encerra o mês com chuva e calor

No Centro-Oeste, o calor e a disponibilidade de umidade continuam favorecendo a formação de nuvens carregadas.

Na quinta-feira (29), há previsão de chuva moderada a forte em Mato Grosso do Sul, no sul de Mato Grosso e em Goiás. Ao longo do dia, as instabilidades avançam para outras áreas, incluindo o Distrito Federal, com risco de temporais.

Na sexta-feira (30), a chuva fica mais localizada, mas ainda pode ocorrer com intensidade elevada na região de Brasília, no sul de Goiás e no sudeste de Mato Grosso.

O sábado (31) também será marcado por pancadas em Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal. No norte e leste de Mato Grosso do Sul, a chuva poderá ocorrer com intensidade moderada a forte.

As temperaturas permanecem elevadas, mantendo a sensação de abafamento em grande parte da região.

Nordeste terá redução das chuvas, mas calor persiste

Diferentemente do centro-sul do país, o Nordeste deve terminar outubro com diminuição das instabilidades.

A frente fria que atuou sobre a Bahia começa a perder força na quinta-feira (29), mas ainda há possibilidade de temporais entre Salvador e Ilhéus, com risco de acumulados elevados em pontos isolados.

No oeste baiano e na região central do Maranhão, também há condições para pancadas mais intensas.

Na sexta-feira (30), a chuva diminui em grande parte da Bahia, inclusive no Recôncavo Baiano e no litoral sul.

Para sábado (31), a previsão indica predomínio de tempo firme e quente em boa parte do Nordeste. Ainda poderão ocorrer pancadas isoladas no interior e extremo sul da Bahia, no centro-sul do Maranhão e do Piauí e em pontos do litoral.

A baixa umidade do ar também exige atenção no interior nordestino, com índices que podem se aproximar de 12% em algumas localidades na quinta-feira.

Norte terá pancadas fortes até o fim do mês

Na Região Norte, a previsão indica continuidade das chuvas, principalmente no Amazonas, Acre, Rondônia e centro-sul do Pará.

Na quinta-feira (29), há possibilidade de pancadas moderadas a fortes e temporais isolados em grande parte dessas áreas, além do sul do Tocantins.

Na sexta-feira (30), mesmo com o enfraquecimento do corredor de umidade que atuava sobre o país, o calor continua favorecendo a formação de nuvens carregadas.

No sábado (31), último dia do mês, as pancadas devem ocorrer principalmente à tarde, com possibilidade de chuva forte no Amazonas, Acre, Rondônia, centro-sul do Pará e sul de Roraima.

No norte do Pará, no Amapá e em outras áreas de Roraima, a previsão indica tempo mais firme e quente.

Fonte: canalrural

Via: web tv alternativa

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Homem de 42 anos é morto a facada no bairro JK, em Ji-Paraná

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Vítima foi encontrada por populares na Rua K-0; Polícia Civil investiga a autoria e a motivação do crime.

Um homem de 42 anos foi morto a facada na madrugada de terça-feira (27), na Rua K-0, no bairro JK, no segundo distrito de Ji-Paraná (RO). Populares encontraram a vítima caída na via pública e acionaram a Polícia Militar.

Conforme o boletim de ocorrência, os policiais chegaram ao endereço e verificaram que o homem não apresentava sinais vitais. A área foi isolada para preservar os vestígios e permitir o trabalho da Perícia Técnico-Científica.

Durante os procedimentos, a equipe pericial identificou uma perfuração provocada por arma branca na região do tórax.

Investigadores da Delegacia de Homicídios estiveram no local para reunir informações e colher relatos que possam ajudar a esclarecer o caso.

As informações iniciais apontam que o homem teria consumido bebida alcoólica antes do ocorrido. Essa circunstância integra a apuração e, por si só, não esclarece a motivação do crime.

A Polícia Civil busca identificar quem esteve com a vítima durante a madrugada e reconstruir os acontecimentos anteriores à agressão. A autoria e a motivação permanecem sob investigação.

Após a conclusão dos trabalhos periciais, o corpo foi liberado para a funerária de plantão.

Fonte: Ji-Paraná Notícias

Via: web tv alternativa

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Setor de fertilizantes projeta recuperação em 2027 com safra volumosa de soja

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As expectativas de uma safra volumosa de soja em 2027 têm pressionado os preços para embarque no próximo ano. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CPEIA), a paridade de exportação para 2027 atingiu o menor patamar desde agosto, em meio às condições climáticas favoráveis nas principais regiões produtoras do Brasil e dos Estados Unidos.

Boa parte dos consumidores esteve resistente a fechar negócios envolvendo grandes volumes, tanto para entrega imediata quanto ao longo de 2027, o que reduziu a liquidez no mercado brasileiro.

Dados sobre desmatamento

Dados apresentados pelo governo federal indicam redução do desmatamento na Amazônia e no Cerrado. Segundo o projeto de monitoramento do desmatamento na Amazônia legal por satélite, os números fortalecem a sustentabilidade da produção brasileira.

Impacto na sustentabilidade

Na avaliação do Ministério da Agricultura e Pecuária, esses dados dão suporte à ampliação do acesso a mercados internacionais, reforçando a imagem do Brasil como um produtor sustentável.

Fonte: canalrural

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Dólar em alta sustenta preços do café no Brasil, diz Cepea

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Os preços do café arábica e robusta seguem firmes no mercado brasileiro, sustentados pela valorização do dólar frente ao real. Segundo análise divulgada nesta quarta-feira (28) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o câmbio tem compensado as perdas registradas nas cotações internacionais.

De acordo com os pesquisadores, o mercado do café arábica vinha apresentando uma trajetória de queda no exterior, influenciada pelas condições climáticas favoráveis nas principais regiões produtoras.

Esse cenário reforçou a expectativa de aumento da oferta global na próxima safra, pressionando os contratos futuros da commodity.

Além disso, a perspectiva de uma recuperação mais consistente dos estoques de café na Bolsa de Nova York (ICE Futures) também contribuiu para a desvalorização dos contratos nos últimos dias.

Clima e dólar devem influenciar preços nas próximas semanas

Para as próximas semanas, a expectativa do Cepea é de que o mercado doméstico continue reagindo às oscilações do câmbio e às condições climáticas nas regiões produtoras.

A safra brasileira de café 2027/28 está na fase de pegamento e desenvolvimento dos chumbinhos, período importante para a definição do potencial produtivo das lavouras.

No caso do arábica, o ciclo será de bienalidade baixa, característica que indica uma tendência natural de menor produção em relação ao ciclo anterior.

Segundo os pesquisadores, essa condição torna o mercado mais sensível a eventuais riscos climáticos que possam comprometer o desenvolvimento dos frutos.

Assim, mesmo diante da pressão de baixa no mercado internacional, a combinação entre dólar valorizado e incertezas sobre a próxima safra pode continuar influenciando as cotações do café no Brasil.

Fonte: canalrural

Via: web tv alternativa

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