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Transporte coletivo municipal e intermunicipal no dia das eleições é gratuito, informa TSE – Geral

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Uma das missões da Justiça Eleitoral é assegurar condições para que eleitores possam exercer o direito ao voto. Nas Eleições 2026, entre as medidas previstas, está a oferta gratuita de transporte coletivo urbano municipal e intermunicipal, inclusive o metropolitano, nos dias de votação. Cabe ao poder público adotar as providências necessárias para garantir o serviço, com frequência compatível com a dos dias úteis.

Em Porto Velho, a tarifa será zerada das 5 às 18 horas nos dias de votação, garantindo o deslocamento dos eleitores.

A regra vale tanto para o 1º quanto para eventual 2º turno. A redução injustificada da oferta habitual de transporte público no dia das eleições pode, inclusive, configurar crime eleitoral, conforme previsto no Código Eleitoral.

Direito assegurado ao eleitor 

A gratuidade do transporte deve ser assegurada pelo poder público a eleitoras e eleitores, sem qualquer distinção. Os itinerários, as modalidades e os horários da oferta gratuita devem ser informados pelo poder público à Justiça Eleitoral.

Candidatos, partidos, federações, coligações e outras pessoas não podem fornecer transporte ou refeições a eleitores no dia da votação. Também não é permitido fretar veículos especificamente para levar eleitores aos locais de votação. A oferta gratuita de transporte coletivo não pode ser utilizada para propaganda partidária ou eleitoral nem para promoção pessoal de agentes públicos. As restrições buscam evitar o uso do transporte como forma de interferência no exercício do voto.

Linhas especiais e atendimento a áreas mais distantes 

Para atender eleitores que vivem em regiões mais afastadas dos locais de votação, podem ser criadas linhas especiais de transporte a ser realizado diretamente pela Justiça Eleitoral. O serviço deverá ocorrer dentro dos limites do município e atender as situações em que a distância entre a zona rural e o local de votação seja de pelo menos dois quilômetros.

Veículos públicos e acessibilidade 

Para assegurar a oferta gratuita do transporte, o poder público também poderá utilizar veículos públicos disponíveis e requisitar veículos adaptados para o transporte coletivo, como ônibus escolares. Sempre que possível, deve ser dada preferência a veículos adaptados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

É permitido o deslocamento em veículo particular para o exercício do próprio voto e de familiares, além da utilização de serviços de táxi, aplicativos de transporte e modalidades semelhantes.

Comunidades tradicionais 

A Justiça Eleitoral também assegura transporte para viabilizar o exercício do voto por pessoas que vivem em territórios indígenas, comunidades remanescentes de quilombos e outras comunidades tradicionais. Nesses casos, o atendimento pode ocorrer independentemente dos limites territoriais do município, observadas as regras estabelecidas para o pleito.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Magnum Tires projeta economia de R$ 3 milhões em energia solar em Rondônia

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Crédito: magnific

Se você trabalha com números, gestão ou contabilidade e sente que chegou a hora de dar um passo mais estratégico na carreira, provavelmente já esbarrou no termo controladoria. Mas o que essa área realmente envolve? E por que tantos profissionais estão buscando especialização nesse campo?

A resposta passa por uma mudança profunda no funcionamento das empresas brasileiras. Com a transformação digital acelerando processos, com a pressão por eficiência e com um ambiente econômico cada vez mais complexo, as organizações precisam de profissionais capazes de traduzir dados financeiros em decisões estratégicas. É exatamente aí que o controller e o gestor financeiro entram.

A seguir, você vai entender o que é a área de controladoria e finanças, quais são as funções e oportunidades dessa carreira, o que o mercado está exigindo hoje e como uma especialização pode abrir portas para cargos de liderança.

O que é controladoria e como ela se diferencia da contabilidade tradicional

Muita gente confunde controladoria com contabilidade, e é compreensível: as duas áreas trabalham com dados financeiros e são fundamentais para a saúde de qualquer organização. Mas existem diferenças importantes entre elas.

A contabilidade foca no registro e na conformidade. Ela garante que todas as transações financeiras da empresa estejam documentadas corretamente, que as obrigações fiscais sejam cumpridas e que os demonstrativos contábeis estejam de acordo com a legislação vigente. É um trabalho essencial, mas predominantemente operacional.

A controladoria, por sua vez, usa essas informações como ponto de partida para algo maior: ela interpreta os dados, monitora o desempenho da empresa em relação ao que foi planejado, identifica desvios e apoia a alta gestão na tomada de decisões. Em outras palavras, o controller não apenas registra o que aconteceu, ele analisa, projeta e orienta o que deve acontecer.

Já a gestão financeira é ainda mais ampla. Ela abrange o planejamento e controle dos recursos da empresa, a gestão do fluxo de caixa, as decisões de investimento e financiamento, a relação com investidores e instituições financeiras, além de estratégias para maximizar o valor do negócio. Um gestor financeiro trabalha com o presente e com o futuro da organização ao mesmo tempo.

Na prática, muitas empresas integram essas funções em áreas como Finanças e Controladoria ou sob o comando do CFO (Chief Financial Officer), o que explica por que os dois campos costumam ser estudados juntos.

Quais são as principais funções de um controller nas empresas modernas

O controller é o profissional responsável por monitorar e interpretar os números da empresa. Seu trabalho vai muito além de fechar balancetes: ele é o elo entre os dados financeiros e as decisões estratégicas da organização.

Entre as principais responsabilidades de um controller estão o planejamento e controle orçamentário, que envolve elaborar o orçamento anual da empresa, acompanhar sua execução e identificar variações entre o planejado e o realizado. Há também a gestão de custos, que consiste em analisar os custos de cada área ou produto para identificar oportunidades de redução e melhora de margens.

A produção de relatórios gerenciais é outra função central, gerando informações claras e precisas para que diretores e gestores possam tomar decisões bem fundamentadas. O acompanhamento de indicadores de desempenho, como EBITDA, margem de contribuição e ROI, também faz parte do dia a dia. Além disso, o controller participa de reuniões de planejamento, apresenta cenários e projeções e orienta a diretoria sobre os impactos financeiros de diferentes caminhos.

Por fim, garantir que as práticas financeiras da empresa estejam alinhadas com a legislação, normas contábeis e boas práticas de governança corporativa é uma responsabilidade constante nessa função.

Em empresas de médio e grande porte, o controller frequentemente lidera equipes e se reporta diretamente ao CFO ou ao CEO. É um cargo de alta responsabilidade e com grande influência nas decisões do negócio.

Habilidades que o mercado exige de quem atua em finanças e controladoria hoje

O perfil do profissional de finanças mudou bastante nos últimos anos. Se antes bastava dominar planilhas e normas contábeis, hoje o mercado busca uma combinação de competências técnicas, analíticas e comportamentais.

No campo técnico, as principais exigências incluem sólido conhecimento em contabilidade e normas como IFRS e CPC, domínio de planejamento orçamentário e controle de custos, capacidade de análise de demonstrativos financeiros como DRE, Balanço Patrimonial e Fluxo de Caixa, além de conhecimento em finanças corporativas, valuation e análise de riscos. Familiaridade com ERP, sistemas como SAP, Totvs e Oracle, e ferramentas de Business Intelligence como Power BI também aparecem com frequência nas exigências das vagas.

Do ponto de vista comportamental, o mercado valoriza muito a capacidade de comunicação, já que o controller precisa apresentar números complexos de forma clara para diferentes públicos. Pensamento crítico, atenção a detalhes, visão sistêmica do negócio e liderança também são competências muito citadas.

O conhecimento em legislação tributária e compliance é igualmente valorizado, especialmente em um país como o Brasil, onde as obrigações fiscais são numerosas e complexas.

Como a transformação digital mudou o papel do gestor financeiro

A tecnologia não substituiu o gestor financeiro, mas transformou profundamente o que ele precisa saber e como ele trabalha. Ferramentas que antes levavam dias para gerar um relatório hoje entregam dados em tempo real. Isso muda tudo.

Com a automação de processos repetitivos e a consolidação de dados em plataformas integradas, o controller e o gestor financeiro ganharam tempo para se dedicar ao que realmente agrega valor: interpretar, projetar e recomendar. A parte operacional ficou para os sistemas. A parte estratégica ficou para os profissionais.

Alguns dos movimentos mais relevantes que moldam o trabalho na área hoje passam pelo Finance Analytics e pela tomada de decisão orientada por dados. A capacidade de trabalhar com grandes volumes de dados para identificar tendências e oportunidades tornou-se essencial, e ferramentas como Power BI, Tableau e Python para análise de dados estão cada vez mais presentes nas equipes financeiras.

A inteligência artificial aplicada a finanças também avança rapidamente. Modelos de IA já são usados para previsão de demanda, detecção de fraudes, análise de crédito e simulações de cenários econômicos. Profissionais que entendem como usar e interpretar essas ferramentas saem na frente.

Especialmente em operações financeiras e auditorias, o conhecimento sobre tecnologias de registro distribuído e cibersegurança começa a fazer parte do repertório esperado de controllers e CFOs. Com a Lei Geral de Proteção de Dados em vigor, quem trabalha com informações financeiras também precisou aprender sobre privacidade de dados e adequação legal.

Essa combinação de conhecimento financeiro com fluência tecnológica é o que o mercado chama de CFO do futuro, e a demanda por esse perfil só cresce.

Faixa salarial e perspectivas de carreira para quem atua na área

A área de finanças e controladoria oferece uma das trajetórias de crescimento mais sólidas do mercado corporativo. O caminho mais comum começa em posições como analista financeiro ou analista de controladoria, avançando para coordenador, gerente, diretor financeiro e, no topo, CFO.

Em termos de remuneração, os valores variam conforme o porte da empresa, o setor e a localização geográfica, mas o mercado brasileiro sinaliza uma demanda crescente por profissionais qualificados. De acordo com dados do IBEF (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças), a escassez de profissionais com formação sólida em finanças é um dos gargalos mais citados por empresas de grande porte no Brasil.

Além do mercado corporativo tradicional, profissionais de controladoria e finanças também encontram oportunidades em consultorias, escritórios contábeis, fintechs, bancos e startups financeiras, que cresceram muito nos últimos anos e demandam profissionais com visão estratégica.

Outro ponto importante: profissionais com certificações e especializações reconhecidas tendem a se destacar na disputa por cargos de liderança. O título de MBA, por exemplo, é frequentemente mencionado como requisito ou diferencial em vagas de gerência e diretoria financeira.

Por que fazer um MBA em controladoria e finanças pode acelerar sua progressão profissional

A graduação forma a base. Mas em uma área tão dinâmica quanto finanças e controladoria, a base sozinha raramente é suficiente para quem quer chegar a posições estratégicas. É aí que entra a especialização.

Um MBA em controladoria e finanças oferece mais do que conteúdo técnico atualizado. Ele proporciona uma visão integrada do negócio, conectando as finanças ao planejamento estratégico, ao mercado, à governança e à tecnologia. Quem passa por esse tipo de formação sai com um repertório bem mais amplo do que entrou.

Além disso, o MBA é um ambiente de troca com outros profissionais da área. O networking gerado durante o curso é, muitas vezes, tão valioso quanto o próprio conteúdo, abrindo portas para oportunidades que dificilmente apareceriam de outra forma.

Independente do caminho escolhido, o mais importante é entender que a área de controladoria e finanças não é mais uma carreira de retaguarda dentro das empresas. Ela está no centro das decisões. E os profissionais que souberem ocupar esse espaço, com competência técnica e visão estratégica, vão continuar sendo muito procurados.

Fonte: Via: florestanoticias

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Peças de alfaiataria que valem a pena ter no guarda-roupa – Geral

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Imagem de Tima Miroshnichenko no Pexels

A alfaiataria não precisa ficar restrita ao escritório ou às ocasiões formais. Blazers, calças e coletes também funcionam com camisetas, tênis e sandálias, desde que modelagem, tecido e acabamento acompanhem a rotina. O valor dessas peças está na possibilidade de criar combinações diferentes sem depender de um guarda-roupa volumoso ou de produções complicadas.

Uma seleção bem pensada considera mais do que cores neutras. Comprimento, posição da cintura, espaço para movimento e facilidade de manutenção influenciam o uso real de cada roupa. Entre estruturas definidas e versões leves, algumas peças oferecem uma base especialmente versátil para compromissos profissionais, passeios e encontros sociais.

1. Blazer de corte reto

O blazer reto acrescenta estrutura sem exigir uma produção inteiramente formal. A linha dos ombros merece atenção: em modelos tradicionais, a costura costuma acompanhar essa região; nas versões amplas, o deslocamento pode fazer parte do desenho. A diferença aparece no conjunto. Um corte intencionalmente largo mantém equilíbrio entre mangas, comprimento e volume, enquanto uma numeração inadequada pode acumular tecido nas costas e limitar a mobilidade. A prova deve incluir movimentos cotidianos, como estender os braços e sentar.

Para ampliar as combinações, vale observar o espaço disponível para uma camiseta ou camisa por baixo. Lapelas discretas e bolsos bem posicionados facilitam a transição entre ambientes. Com jeans e tênis, o blazer cria um contraste casual; com calça coordenada, oferece uma leitura mais alinhada. O forro também importa: dependendo da construção e do material, ele pode facilitar o vestir, mas acrescentar calor em dias quentes.

2. Calça reta de cintura intermediária ou alta

A calça reta funciona como uma base para quem prefere volume moderado nas pernas. O caimento deve permitir movimento nos quadris e nas coxas, sem depender de um cós apertado para permanecer no lugar. Pregas que se abrem excessivamente, bolsos laterais afastados do corpo e linhas de tensão na região do gancho podem indicar necessidade de outra modelagem ou tamanho. O objetivo não é esconder características corporais, mas encontrar uma construção confortável e coerente com a proposta da peça.

A altura da cintura precisa ser avaliada na posição sentada, especialmente em rotinas longas de trabalho. Camisas por dentro destacam o cós, enquanto malhas leves usadas por fora tornam a composição descontraída. Para a barra, o calçado mais frequente serve de referência: um comprimento pensado apenas para salto pode arrastar no chão quando combinado com sapatos baixos. Ajustes profissionais ajudam a preservar o desenho original.

3. Pantalona de caimento fluido

A pantalona apresenta pernas amplas e pode assumir propostas diferentes conforme o tecido. Materiais leves deixam o movimento mais evidente; versões encorpadas sustentam o volume e marcam melhor as linhas da modelagem. Na prova, convém observar se as pregas repousam naturalmente e se o tecido cai sem repuxar nos quadris.

Para quem busca uma alternativa à calça reta, a calça pantalona oferece amplitude e permite combinações com camisas, regatas e tricôs. O equilíbrio pode vir de uma parte superior próxima ao corpo ou de volumes amplos coordenados, sem regras rígidas de silhueta. Em deslocamentos urbanos, a barra merece cuidado para não tocar o chão nem prender no calçado. Bolsos e forro também devem ser avaliados, sobretudo em tecidos claros, nos quais essas camadas podem ficar aparentes e alterar o resultado visual.

4. Colete de alfaiataria

O colete é uma opção para acrescentar linhas estruturadas sem o volume das mangas de um blazer. Modelos com fechamento frontal podem aparecer sobre camisetas e camisas ou, quando a construção permite, como peça principal. Nesse último caso, cava, decote e distância entre os botões precisam oferecer cobertura confortável durante os movimentos. Um fechamento que abre entre os botões costuma sinalizar tensão no tecido, não uma característica desejável do caimento.

O comprimento modifica as possibilidades de combinação. Versões curtas dialogam com cós alto; modelos alongados criam outra proporção com calças retas e saias. Antes da escolha, é útil testar a peça aberta e fechada. A regulagem nas costas, quando existente, permite pequenas adaptações, mas não substitui tamanho e modelagem adequados.

5. Saia midi de corte reto ou em A

A saia midi amplia as opções de alfaiataria para além dos conjuntos com calça. O corte reto acompanha mais de perto o corpo, enquanto a modelagem em A ganha largura em direção à barra. Em ambos, a cintura deve permanecer confortável, sem girar ou subir constantemente durante a caminhada. Nas versões estreitas, uma fenda bem dimensionada pode facilitar a passada e o movimento ao subir escadas.

O comprimento funciona melhor quando considerado junto dos calçados habituais e das preferências pessoais. Camisetas e sandálias deixam a peça leve para o lazer; camisa e blazer aproximam a composição de ambientes profissionais. Forro, transparência e acabamento da fenda merecem inspeção. Em tecidos delicados, costuras repuxadas ou zíperes ondulados podem comprometer a aparência mesmo quando o tamanho parece correto.

6. Bermuda de alfaiataria

A bermuda de alfaiataria oferece uma alternativa para dias quentes e ambientes que aceitam códigos de vestimenta informais. Modelos com espaço nas coxas e comprimento próximo ao joelho permitem composições diferentes das bermudas esportivas. A adequação ao trabalho, porém, depende das regras de cada local, não apenas do tecido ou da presença de pregas.

Com camisa leve e mocassins, a peça ganha uma leitura alinhada; com camiseta e sandálias, acompanha passeios. Para uso frequente, a etiqueta de composição e as instruções de conservação ajudam a avaliar a praticidade. Algumas peças exigem cuidados específicos de lavagem e passagem. Essa rotina também entra na escolha: uma roupa versátil precisa combinar com os hábitos de manutenção, além de funcionar visualmente.

Como escolher as peças de alfaiataria certas

A melhor seleção de alfaiataria reúne caimento confortável, acabamento consistente e combinações possíveis na rotina. Mais do que completar uma coleção, vale escolher peças que realmente circulem entre diferentes momentos.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Floresta Notícias comunica o falecimento de Márcia Regina Bezerra, moradora de Alta Floresta d’Oeste

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É com profundo pesar que o Floresta Notícias comunica o falecimento de Márcia Regina Bezerra, moradora de Alta Floresta d’Oeste, em Rondônia.

Márcia havia viajado para Cuiabá, no estado de Mato Grosso, onde buscava tratamento contra o câncer. Infelizmente, ela faleceu na noite desta quarta-feira, 21 de outubro, na cidade de Várzea Grande, localizada na região metropolitana da capital mato-grossense.

Embora residisse em Alta Floresta d’Oeste, Márcia possuía familiares na região de Cuiabá, onde se encontrava para cuidar de sua saúde.

A notícia de seu falecimento é motivo de tristeza para familiares, amigos e pessoas que a conheciam.

Neste momento de dor e despedida, o Floresta Notícias manifesta suas mais sinceras condolências aos familiares e amigos de Márcia Regina Bezerra, desejando força, conforto e serenidade para enfrentar essa perda irreparável.

Seu corpo será velado e sepultado na cidade de Várzea Grande Mt.

Que Deus conforte o coração de todos os familiares e amigos. Descanse em paz, Márcia Regina Bezerra.

Fonte: Florestanoticias.com

Fonte: Via: florestanoticias

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