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MPRJ pede suspensão das obras na Via Dutra, após risco de alagamento – WEB TV ALTERNATIVA

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Quando se fala em sertão, geralmente se associa a uma região interiorana, localizada no Nordeste brasileiro, com solo mais raso e pedregoso e chuvas escassas, muito sujeita à seca.

Mas uma exposição inédita, que será aberta ao público nesta quarta-feira (15), na capital paulista, oferece novo sentido ao sertão, já que esse lugar, em verdade, não existe: os mapas oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por exemplo, não reconhecem sua existência.

Chamada de Atlântico Sertão, a mostra propõe novo significado para a região, colocando-a como espaço ampliado de resistência em defesa dos direitos humanos. Aproveitando o sentido da frase de Guimarães Rosa, “O sertão está em toda parte”, a nova exposição explora a palavra como condição humana. E discute esse novo sentido por meio da arte.

“O sertão é um termo afetivo, não é técnico ou coisa parecida. Caatinga seria o termo mais correto. O sertão é, de fato, uma espécie de construção imaginária e imagética”, disse Marcelo Campos, um dos curadores de Atlântico Sertão.

Segundo ele, o sertão foi um assunto fundamental para o século 20. “A gente conheceu o sertão pela pena e pelas canetas dos escritores Guimarães Rosa, Euclides da Cunha e tantas e tantos outros. Mas conhecemos um sertão específico, onde o grupo era chamado de povo. Era uma espécie de massa, de representação muito coletivizada e pouco de falas individuais”, acrescentou durante a abertura da mostra para convidados.

Pesquisa acadêmica

Atlântico Sertão se baseia nas pesquisas acadêmicas de Marina Maciel, responsável pela direção geral e concepção do projeto. Seu trabalho teve início com o manifesto “Direitos humanos achados na arte”, que depois deu origem ao Coletivo Atlântico, que se define como um movimento social, artístico, jurídico, político e filosófico na defesa dos direitos humanos por meio da arte.

Baseado na ideia de que o Oceano Atlântico foi o caminho do massacre colonial, o coletivo criou a primeira exposição, chamada de Atlântico Vermelho, para ser exibida em Genebra, na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2024. Depois veio Atlântico Floresta, que ocorreu durante as reuniões do G20, no Rio de Janeiro. Agora, em São Paulo, o coletivo criou Atlântico Sertão como forma de dar visibilidade às pessoas que sempre ficaram à margem da estrutura colonial e que lutam, “com bravura sertaneja”, para romper as formas de opressão por meio da arte.

“Lá na ONU, a primeira ideia foi pensar o Atlântico das diásporas, dos sequestros e das travessias. E logo depois, a gente foi atualizando o projeto, pensando a floresta e os povos originários”, explicou.

Agora, falamos sobre o sertão, acrescentou. Campos lembrou que são dois biomas que constituem muitas histórias brasileiras, muitas narrativas, muitas fábulas, muitos romances, muitos livros, mas que ao mesmo tempo são dois lugares de estigmatização. “E essa exposição, agora vendo ela montada, tem um compromisso de tirar esses lugares das suas próprias estigmatizações”..

Além das exposições, o Coletivo Atlântico tem proposto um projeto de lei, em discussão no Congresso desde 2024, que pretende regulamentar a profissão de artista visual no Brasil.

“Até hoje, artistas não têm a profissão reconhecida. O artista sempre é colocado em outro tipo de categoria, porque a categoria artista plástico ou artista visual não existe na carteira de trabalho. São lutas muito básicas, direitos muito básicos que nós ainda não conseguimos conquistar”, disse o curador.

A exposição

A mostra pode ser vista no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), localizado no centro de São Paulo, e reúne trabalhos de mais de 70 artistas de diversas regiões do país. O projeto ocupa todos os andares do edifício com pinturas, esculturas, fotografias e instalações. Além de Marcelo Campos, a curadoria da exposição também é assinada por Ariana Nuala, Amanda Rezende, Jean Carlos Azuos, Rita Vênus e Thayná Trindade.

“Para essa mostra, a gente quer que o sertão diga quem ele é. Então, são artistas de diversas regiões do país que lidam, muitas vezes, com as realidades que os romances regionalistas trouxeram, mas que lidam de outro modo. O sertão não é só a terra rachada, o gado seco ou a morte. Muito ao contrário, é sinônimo de tecnologia, tecnologias que fazem com que as pessoas permaneçam vivendo em Juazeiro do Norte ou no Cariri”, ressaltou o curador.

Estruturada em seis eixos, a visita tem início em uma sala que reproduz o verde profundo das vegetações, que significam a resistência e as veredas sertanejas ou a vida que teima em florescer. No andar seguinte, o visitante se depara com uma sala azul, que mostra a imensidão do céu, refletindo sobre a liberdade e também sobre a coletividade, cosmologias e práticas espirituais. A jornada prossegue por salas em tons laranja, vermelho e amarelo que mostram o pôr do sol e as tonalidades que banham o sertão ao fim do dia, significando o fogo das lutas.

Durante o percurso, o visitante vai perpassar por discussões sobre a relação entre a terra e o mar, as heranças indígenas, africanas e populares, as práticas espirituais, a organização da vida, o conhecimento ancestral, os modos de vida, a memória e as conexões entre o Brasil e a África. Nesse último núcleo, dedicado à ligação com a África, são destacados os fluxos de pessoas e os saberes que atravessam o Atlântico, reforçando a ideia de que o sertão é também um território de circulação e permanência, onde diferentes tempos e geografias seguem em diálogo.

No andar térreo, está sendo apresentada uma instalação inédita da premiada artista multimídia biarritzzz, que foi toda projetada para essa área do CCBB. A obra reúne múltiplas telas digitais, em uma estrutura triangular que dialoga com o imaginário do sertão, em referência ao triângulo, instrumento icônico dos trios de forró. “O triângulo é um dos instrumentos musicais para os trios de forró e sertanejos. Mas é também um triângulo que junta a gente às sonoridades do deserto africano”, destacou Campos.

Além da exposição, a programação do CCBB também propõe a realização de debates com artistas e atividades educativas focadas no direito ao sonho, na reparação histórica e no papel da arte na defesa dos direitos humanos.

Após a temporada paulista, a exposição seguirá para o CCBB Salvador, em setembro, e para o CCBB Brasília, no início de 2027. Mais informações sobre a mostra podem ser obtidas no site da mostra.



Via: web tv alternativa

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CIEE oferece 43 vagas de estágio em Rondônia para estudantes do ensino médio e superior – Concursos e Empregos – WEB TV ALTERNATIVA

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Imagem de pixabay

A recuperação da cirurgia de catarata costuma ser progressiva. Muitos pacientes percebem melhora da visão nas primeiras 24 a 48 horas e já conseguem realizar atividades leves nos primeiros dias, enquanto a cicatrização e a estabilização visual continuam durante as semanas seguintes.

Nos primeiros dias, é possível apresentar visão embaçada, sensibilidade à luz, lacrimejamento, leve ardência ou sensação de areia. Esses sintomas costumam diminuir conforme o olho se recupera.

Em uma evolução habitual, a visão fica cada vez mais funcional durante a primeira semana e tende a se estabilizar melhor ao longo de aproximadamente quatro a seis semanas. Esse período, porém, varia de acordo com o olho, a catarata operada, a lente implantada e a presença de outras doenças oculares.

A recuperação não deve ser medida apenas pela velocidade com que a pessoa começa a enxergar melhor. Uso correto dos colírios, proteção do olho e acompanhamento pós-operatório continuam importantes mesmo quando o resultado visual já parece muito bom.

O que acontece logo depois da cirurgia de catarata?

Na cirurgia, o cristalino que ficou opaco é removido e substituído por uma lente intraocular transparente.

O procedimento moderno costuma ser realizado por uma pequena incisão e, na maioria das situações, o paciente recebe alta no mesmo dia.

A visão imediatamente após a cirurgia nem sempre é perfeita.

Algumas pessoas percebem melhora rapidamente. Outras enxergam tudo mais embaçado nas primeiras horas.

Isso não é contraditório.

O olho acabou de passar por um procedimento, a pupila pode continuar dilatada e existe uma resposta inflamatória normal da recuperação.

Também pode ocorrer alteração temporária da superfície ocular.

A primeira imagem que o paciente vê depois da cirurgia, portanto, não deve ser utilizada isoladamente para julgar o resultado final.

Como fica a visão nas primeiras 24 horas?

Durante o primeiro dia, a visão pode oscilar.

É possível perceber:

maior luminosidade;

cores mais vivas;

visão parcialmente embaçada;

sensibilidade à luz;

halos;

lacrimejamento;

leve sensação de areia.

A intensidade varia muito.

Alguns pacientes acordam no dia seguinte impressionados com a diferença de nitidez.

Outros precisam de mais alguns dias para perceber uma melhora significativa.

Essa variação pode ser completamente compatível com uma recuperação normal.

O que importa é a tendência de evolução e a ausência de sinais de alerta.

Como é a recuperação entre 24 e 48 horas?

Nas primeiras 48 horas, muitos pacientes já percebem que a visão está melhor do que logo após o procedimento.

Atividades leves podem ser retomadas gradualmente.

Ainda assim, o olho está apenas no começo do processo de cicatrização.

O paciente precisa manter os colírios no horário indicado, evitar esfregar o olho e seguir as restrições fornecidas pela equipe médica.

É também uma fase em que a claridade pode incomodar mais.

Óculos escuros ajudam algumas pessoas a sair de casa com maior conforto.

O que acontece durante a primeira semana?

A primeira semana costuma concentrar uma parte importante da melhora percebida pelo paciente.

A visão pode ficar progressivamente mais nítida e os sintomas de irritação tendem a diminuir.

Muitas pessoas já conseguem ler, utilizar computador, assistir televisão e desempenhar tarefas comuns.

Isso não significa que o olho esteja completamente recuperado.

Atividades físicas intensas e situações que aumentam risco de trauma ou contaminação ainda podem permanecer restritas.

O uso dos colírios também continua.

Um erro frequente nessa fase é abandonar os cuidados porque “já estou enxergando bem”.

O resultado visual rápido não elimina a necessidade do restante do pós-operatório.

E depois da primeira semana?

Nas semanas seguintes, a inflamação residual tende a diminuir e a visão costuma se tornar mais estável.

Pequenas oscilações podem continuar ocorrendo.

Olho seco, por exemplo, pode alterar a nitidez ao longo do dia.

Algumas pessoas percebem uma visão excelente ao acordar e um pouco mais turva depois de horas usando telas ou permanecendo em ambiente com ar-condicionado.

Isso não significa necessariamente que a lente mudou de posição ou que a catarata voltou.

A superfície ocular influencia bastante a qualidade da imagem.

Quanto tempo leva para a visão ficar totalmente normal?

Essa pergunta depende do que significa “normal”.

Se a referência for perceber melhora suficiente para atividades cotidianas, isso pode acontecer nos primeiros dias.

Se a referência for uma visão mais estabilizada, com redução da inflamação e possibilidade de avaliar com maior precisão a necessidade de óculos, podem ser necessárias algumas semanas.

Há uma explicação específica sobre o tempo para a visão normalizar depois da cirurgia de catarata que ajuda a distinguir melhora inicial de estabilização visual.

Essa diferença é importante porque muitos pacientes criam uma expectativa baseada no primeiro ou segundo dia.

A cirurgia pode estar evoluindo adequadamente mesmo que a visão ainda não tenha atingido sua melhor nitidez.

Por que a visão pode ficar embaçada depois da cirurgia?

Existem várias explicações possíveis para embaçamento inicial.

A própria inflamação pós-operatória pode participar.

A córnea pode apresentar edema temporário.

A pupila pode permanecer dilatada por algum tempo.

A superfície ocular pode estar mais seca.

Além disso, o cérebro precisa lidar com uma nova condição óptica depois da retirada do cristalino opaco.

Quando o embaçamento melhora progressivamente, ele pode fazer parte da recuperação.

Quando a visão piora, fica muito abaixo do esperado ou apresenta mudança abrupta, a situação é diferente e deve ser avaliada.

É normal enxergar as cores mais fortes?
Sim.

A catarata modifica progressivamente a transparência do cristalino e pode alterar a percepção das cores.

Como essa mudança acontece lentamente, o cérebro se acostuma.

Depois da cirurgia, uma lente transparente passa a permitir novamente a entrada da luz sem a mesma opacidade.

Alguns pacientes ficam impressionados com o brilho e com a intensidade das cores.

Brancos podem parecer mais brancos.

Tons azulados podem chamar mais atenção.

O ambiente pode parecer muito mais claro.

Essa percepção costuma se tornar natural com a adaptação.

É normal ter sensibilidade à luz?

Uma maior sensibilidade pode ocorrer no começo da recuperação.

A pupila pode continuar dilatada nas primeiras horas e o olho está se adaptando a receber luz através de uma lente intraocular transparente.

Óculos escuros podem melhorar o conforto fora de casa.

Permanecer no escuro, porém, não é uma exigência da recuperação habitual.

Assistir televisão, ler ou usar uma iluminação doméstica confortável não prejudica a cirurgia simplesmente por expor o olho à luz.

É normal ver halos depois da cirurgia?

Alguns pacientes percebem halos ou reflexos ao redor das luzes durante a fase inicial.

A experiência pode ser influenciada pela recuperação da córnea, pela superfície ocular e pelo tipo de lente intraocular.

Lentes com diferentes desenhos ópticos também podem gerar experiências visuais distintas.

Halos persistentes devem ser discutidos durante o acompanhamento, principalmente se estiverem interferindo em tarefas como dirigir à noite.

Nem todo halo, entretanto, significa uma complicação.

O olho fica dolorido?

A recuperação geralmente está mais associada a desconforto leve do que a dor forte.

Ardência, sensação de areia, coceira discreta e lacrimejamento podem acontecer.

A tendência é melhorar.

Dor intensa, especialmente quando acompanhada de piora da visão ou vermelhidão crescente, não deve ser tratada simplesmente como parte normal da cirurgia.

Nessa situação, o contato com o serviço responsável precisa ser rápido.

É normal o olho ficar vermelho?

Uma pequena vermelhidão pode aparecer no período pós-operatório.

Ela deve diminuir ao longo da recuperação.

O padrão de evolução é importante.

Um olho que fica progressivamente mais vermelho, doloroso e com visão pior merece avaliação.

O paciente não precisa saber identificar qual complicação poderia estar acontecendo.

Precisa apenas reconhecer que piora progressiva é diferente de recuperação progressiva.

Para que servem os colírios depois da cirurgia?

Os colírios fazem parte do controle da inflamação e da proteção do olho durante a recuperação, conforme o esquema determinado pelo cirurgião.

Existem diferentes protocolos.

Alguns envolvem combinações e reduções graduais ao longo das semanas.

Por isso, copiar a receita de outra pessoa não funciona.

Mesmo dois pacientes operados pelo mesmo procedimento podem receber esquemas diferentes dependendo de suas características clínicas.

O princípio mais importante é seguir dose e duração prescritas.

O que acontece se esquecer um colírio?

Um episódio isolado deve ser conduzido conforme a orientação fornecida pela equipe médica ou pela bula do medicamento prescrito.

O paciente não deve simplesmente dobrar todas as doses seguintes sem orientação.

Se os esquecimentos estão acontecendo repetidamente, vale organizar os horários.

Alarmes no celular, uma folha com os horários ou ajuda de um familiar podem evitar erros.

A adesão ao tratamento é parte da recuperação.

Por que não pode esfregar o olho?

Esfregar produz pressão e pode irritar uma superfície que ainda está cicatrizando.

Nos primeiros dias, também existe a possibilidade de o olho coçar ou parecer ter areia.

Esse desconforto não deve ser resolvido pressionando as pálpebras.

Se a sensação estiver intensa ou persistente, o melhor é informar o oftalmologista.

Precisa usar proteção para dormir?

Alguns protocolos utilizam um escudo plástico sobre o olho nas primeiras noites.

A principal função é impedir que o paciente esfregue ou pressione involuntariamente a região durante o sono.

O período necessário varia.

A recomendação entregue depois da cirurgia deve ser seguida porque o cirurgião conhece as particularidades do procedimento realizado.

Pode assistir televisão durante a recuperação?

Pode, desde que a visão permita e não haja orientação individual em contrário.

Televisão não causa abertura da cirurgia.

O mesmo princípio vale para celular e computador.

O que pode acontecer é maior cansaço visual ou ressecamento.

Pausas ajudam quando o desconforto aparece.

Pode ler?

Sim, quando estiver confortável.

A capacidade de leitura depois da cirurgia também depende da estratégia escolhida para a lente.

Se o olho foi planejado para enxergar melhor de longe com uma lente monofocal, óculos para perto podem continuar necessários.

Não conseguir ler letras pequenas sem óculos não significa automaticamente que houve falha cirúrgica.

Quando pode voltar a trabalhar?

O retorno depende da profissão.

Atividades administrativas podem ser retomadas relativamente cedo quando a visão estiver adequada.

Trabalhos com poeira, esforço intenso, risco de trauma, produtos químicos ou necessidade de visão extremamente precisa podem exigir mais tempo.

Quem dirige profissionalmente também precisa considerar a segurança visual.

O oftalmologista deve conhecer a atividade profissional do paciente para orientar o retorno de forma realista.

Quando pode dirigir?

A condução não deve ser retomada apenas porque determinado número de dias se passou.

É necessário enxergar adequadamente e estar seguro para realizar a atividade.

Visão embaçada, diferença importante entre os dois olhos, halos intensos ou sensibilidade exagerada à luz podem comprometer a condução.

A liberação deve considerar a evolução individual.

Quando pode fazer exercício?

Atividades leves costumam retornar antes de exercícios intensos.

Musculação pesada, esportes de contato e modalidades com risco de trauma exigem mais cautela.

Piscina também possui uma particularidade: contato com água.

Por isso, voltar a caminhar e voltar a nadar são decisões diferentes.

O cronograma dado pelo cirurgião deve ser respeitado mesmo que o paciente se sinta totalmente bem.

Quando pode lavar o rosto e o cabelo?

A higiene continua sendo necessária.

O cuidado é evitar que água, shampoo, sabonete ou outros produtos entrem diretamente no olho durante a fase inicial.

Esfregar as pálpebras também deve ser evitado.

A equipe que realizou a cirurgia pode orientar quando a rotina de higiene pode voltar completamente ao habitual.

Quando pode usar maquiagem?

Produtos próximos dos olhos podem ser restringidos temporariamente.

Além da manipulação das pálpebras para aplicar e retirar maquiagem, existe preocupação com partículas e contaminação.

A liberação varia conforme a recuperação.

Não é recomendável antecipá-la simplesmente porque a vermelhidão desapareceu.

Quanto tempo leva para voltar a enxergar bem de perto?

Isso depende muito da lente implantada e do objetivo planejado antes da cirurgia.

Uma lente monofocal normalmente oferece foco principal em uma distância definida.

Se o foco foi planejado para longe, pode haver necessidade de óculos para perto.

Lentes com outros desenhos ópticos tentam ampliar a faixa de visão, mas também apresentam características próprias de adaptação.

Por isso, perguntar se a cirurgia “devolveu a visão de perto” não tem uma resposta única.

É necessário saber qual lente foi implantada e qual era a meta refrativa.

Quando os óculos podem ser feitos novamente?

A receita logo após a cirurgia pode não representar o grau definitivo.

O olho continua em processo de recuperação e a refração pode se alterar durante as semanas seguintes.

Por isso, a prescrição definitiva costuma ser avaliada quando há maior estabilidade.

Quem realizará cirurgia nos dois olhos também pode receber orientação para aguardar a segunda operação antes de confeccionar determinados óculos.

A necessidade final depende do tipo de lente e do resultado refrativo.

Por que a recuperação é diferente em cada pessoa?
A cirurgia remove a catarata, mas não transforma dois olhos diferentes em olhos iguais.

Diversos fatores interferem no resultado e na velocidade da recuperação:

condição da córnea;

grau da catarata;

olho seco;

glaucoma;

alterações da retina;

degeneração macular;

retinopatia diabética;

cirurgias anteriores;

complexidade do procedimento;

tipo de lente intraocular;

resposta inflamatória.

Por isso, comparar o próprio segundo dia com o segundo dia de um amigo raramente é uma boa maneira de avaliar o resultado.

Diabetes pode deixar a recuperação mais lenta?

O diabetes pode estar associado a alterações oculares que influenciam o resultado visual, principalmente quando existe retinopatia diabética ou comprometimento da mácula.

O acompanhamento precisa considerar essas condições.

A remoção da catarata melhora a transparência do sistema óptico, mas não elimina automaticamente doenças existentes na retina.

Esse raciocínio vale para outras alterações oculares.

Quem tem glaucoma recupera igual?

Muitos pacientes com glaucoma podem realizar cirurgia de catarata e apresentar boa recuperação.

Entretanto, o resultado visual depende também da condição do nervo óptico.

A catarata e o glaucoma prejudicam a visão por mecanismos diferentes.

Remover a catarata não recupera fibras do nervo óptico já lesionadas pelo glaucoma.

O uso dos colírios de pressão ocular também precisa ser organizado no pós-operatório conforme a orientação médica.

E quem tem degeneração macular?

A lógica é semelhante.

A cirurgia deixa de ter o cristalino opaco como obstáculo à entrada da luz.

Mas a capacidade de formar uma imagem depende também da retina, principalmente da mácula.

Se existe doença macular, o resultado visual pode ser limitado por ela.

Isso não significa necessariamente que a cirurgia falhou.

Significa que havia mais de uma causa para a redução da visão.

A catarata pode voltar depois da cirurgia?
A catarata propriamente dita não volta porque o cristalino opaco foi removido.

O que pode acontecer meses ou anos depois é a cápsula que sustenta a lente intraocular tornar-se opaca.

Essa condição é conhecida como opacificação da cápsula posterior.

O paciente pode perceber novamente uma piora gradual da nitidez.

Isso não significa que nasceu uma nova catarata.

Quando existe indicação, essa opacidade costuma ser tratada com um procedimento a laser chamado capsulotomia.

Por que a visão pode piorar depois de ter melhorado?

Uma piora após melhora inicial precisa ser levada a sério e avaliada.

Existem causas simples e causas que exigem tratamento rápido.

O paciente não deve tentar distinguir sozinho todas elas.

O princípio é observar a trajetória.

Uma recuperação esperada tende a caminhar para melhora, mesmo que existam pequenas oscilações.

Piora importante ou súbita muda esse padrão.

O que é edema de córnea após cirurgia de catarata?

A córnea pode apresentar inchaço temporário após o procedimento.

Isso pode deixar a visão embaçada, especialmente nos primeiros dias.

Em muitos casos, melhora conforme o olho se recupera.

A intensidade e duração dependem das características do olho e da cirurgia.

Quando o edema é maior ou persiste, precisa de acompanhamento específico.

O que é edema macular depois da cirurgia?

A mácula é a região central da retina responsável pela visão de detalhes.

Em alguns pacientes, pode ocorrer acúmulo de líquido nessa região depois de uma cirurgia.

Isso pode comprometer a nitidez central.

É uma das razões pelas quais visão que não evolui como esperado deve ser examinada, em vez de simplesmente atribuir tudo ao “tempo de cicatrização”.

É normal aparecer mosca volante?
Algumas pessoas passam a perceber manchas que já existiam, mas ficaram mais visíveis depois que a catarata foi removida.

O ponto crítico é a mudança súbita.

O aparecimento repentino de muitas moscas volantes, principalmente acompanhado de flashes de luz ou sombra semelhante a uma cortina, exige avaliação oftalmológica rápida.

Esses sintomas podem estar relacionados à retina.

Quais são os principais sinais de alerta após a cirurgia?

O paciente deve procurar orientação rapidamente se apresentar:

dor intensa ou crescente;

queda súbita da visão;

piora visual importante depois de uma melhora inicial;

vermelhidão crescente;

secreção significativa;

flashes luminosos novos;

aumento repentino de moscas volantes;

sombra, cortina ou perda de parte do campo visual.

Esses sintomas não devem aguardar passivamente uma revisão marcada para semanas depois.

Como saber se a recuperação está indo bem?

Uma recuperação habitual apresenta tendência de melhora.

O desconforto diminui.

A visão se torna gradualmente mais funcional.

A vermelhidão reduz.

O paciente consegue retomar atividades leves.

Os colírios seguem sendo usados de acordo com a orientação.

Existem oscilações, mas não uma deterioração progressiva.

As consultas pós-operatórias servem justamente para confirmar que a cicatrização está acontecendo da maneira esperada.

O resultado final aparece em quantos dias?

Não há um único dia em que todos os pacientes acordam com o resultado “pronto”.

A cirurgia pode proporcionar uma melhora perceptível muito rapidamente.

Já a estabilização depende de um processo que continua durante as semanas seguintes.

Em muitos casos, a avaliação mais definitiva da refração e da necessidade de óculos é feita quando o olho está mais estável.

Por isso, existem três tempos diferentes que frequentemente são confundidos:

tempo para perceber melhora;

tempo para voltar a atividades cotidianas;

tempo para o olho cicatrizar e a visão se estabilizar.

Eles não terminam necessariamente no mesmo dia.

Como tornar a recuperação da catarata mais segura?

Não existe truque capaz de acelerar artificialmente a cicatrização.

O que existe é a possibilidade de evitar problemas previsíveis.

Use os colírios exatamente como foram prescritos.

Não esfregue o olho.

Evite atividades não liberadas.

Proteja o olho conforme a orientação recebida.

Compareça às avaliações.

Informe qualquer piora inesperada.

Não reutilize receitas de outras cirurgias.

Não suspenda medicamentos apenas porque a visão já está boa.

Essas medidas simples têm mais valor do que tentar encontrar formas de “forçar” uma recuperação rápida.

Como é, então, a recuperação completa da cirurgia de catarata?

Na maioria das cirurgias sem complicações, a recuperação começa rapidamente, mas acontece em etapas.

Nas primeiras horas, é possível enxergar embaçado e sentir maior sensibilidade à luz.

Nos primeiros dias, a visão costuma ganhar nitidez e o desconforto tende a diminuir.

Durante a primeira semana, muitas atividades leves já podem ser retomadas.

Nas semanas seguintes, o olho continua cicatrizando e a visão tende a se tornar mais estável.

Ao longo desse período, algumas restrições vão sendo retiradas e torna-se mais claro qual foi o resultado refrativo e se haverá necessidade de óculos.

A parte mais importante é não usar apenas o calendário como medida de segurança.

Cada olho possui condições próprias.

Uma boa recuperação não é aquela em que o paciente tenta voltar a tudo no menor número possível de dias. É aquela em que a visão melhora progressivamente, os cuidados são mantidos pelo período recomendado e qualquer alteração fora do esperado é identificada cedo.

Via: web tv alternativa

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TST determina manutenção de 80% do efetivo – Nacional – WEB TV ALTERNATIVA

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Encontrar água acumulada embaixo de um trocador de calor não significa necessariamente que o equipamento esteja vazando. Durante o funcionamento, é normal que alguns sistemas produzam condensação, principalmente quando o ar contém bastante umidade.

Essa água pode escorrer pela base do equipamento e formar uma poça que, à primeira vista, parece ter saído da tubulação da piscina.

Ainda assim, vazamentos reais também podem ocorrer. A diferença precisa ser identificada antes de ignorar o problema ou solicitar uma manutenção desnecessária.

Como diferenciar condensação de vazamento
Por que ocorre condensação?
O trocador de calor movimenta ar através de componentes cuja temperatura pode ficar abaixo da temperatura do ar ambiente.

Quando o ar úmido encontra uma superfície fria, parte do vapor de água se transforma em líquido.

É o mesmo princípio que faz um copo gelado ficar molhado por fora.

A água não veio de dentro do copo.

Ela estava presente no próprio ar.

Em um equipamento funcionando durante várias horas, a quantidade acumulada pode surpreender.

Quanto mais úmido o dia, maior pode ser a quantidade
Em regiões quentes e úmidas, a condensação pode ser significativa.

Depois de uma chuva ou durante períodos de alta umidade, o volume de água produzido pode aumentar.

Por isso, observar apenas o tamanho da poça não é suficiente para concluir que existe defeito.

É necessário identificar sua origem.

Primeiro observe onde a água aparece
A condensação normalmente se forma na região do equipamento e é conduzida ou eliminada pela parte inferior.

Um vazamento hidráulico tende a apresentar sinais próximos de conexões, uniões, registros ou tubulações.

Vale observar se há gotas saindo diretamente de algum encaixe.

Também é importante verificar se a água continua aparecendo mesmo quando o sistema está desligado há algum tempo.

Essas pistas ajudam a separar os dois cenários.

Desligar o equipamento pode ajudar na investigação
Uma forma simples de começar o diagnóstico é observar o comportamento depois que o trocador deixa de operar.

A condensação está diretamente relacionada ao funcionamento e às condições do ar.

Se o equipamento permanece desligado e mesmo assim há fluxo contínuo de água relacionado ao circuito hidráulico, a possibilidade de vazamento merece mais atenção.

Isso não substitui inspeção técnica, mas ajuda a reunir informações.

A aparência da água dá alguma pista?
Pode dar, mas não deve ser usada isoladamente.

Água de condensação tende a se parecer com água limpa porque se formou a partir da umidade presente no ar.

Água retirada do circuito da piscina contém os produtos químicos utilizados no tratamento.

Existem métodos de análise capazes de ajudar a identificar essa diferença.

Entretanto, avaliações domésticas improvisadas não devem ser tratadas como diagnóstico definitivo.

Se houver dúvida, o ideal é inspecionar conexões e funcionamento do sistema.

Vazamentos podem ocorrer em conexões externas
Nem todo vazamento significa defeito interno no trocador.

Uma união mal apertada, vedação envelhecida ou conexão hidráulica pode permitir escape de água.

Esse tipo de problema pode aparecer depois de intervenções na casa de máquinas ou alterações de registros.

Por isso, antes de concluir que o equipamento sofreu uma falha complexa, vale verificar os pontos mais simples do circuito.

Instalação e drenagem do equipamento

A drenagem precisa estar livre

Como a produção de condensação pode ser normal, o equipamento precisa ser instalado de forma que essa água consiga escoar.

Se o dreno estiver obstruído ou se a base tiver sido montada de maneira inadequada, a água pode se acumular ao redor do trocador.

Isso aumenta a impressão de que existe um vazamento.

Em locais internos ou próximos de áreas sensíveis, o planejamento da drenagem é ainda mais importante.

Também vale manter a área ao redor livre para inspeção. Quando a drenagem fica escondida por objetos, vegetação ou revestimentos improvisados, uma condensação normal pode se acumular e dificultar a identificação rápida da origem da água.

Instalação inclinada pode causar problema?
O equipamento precisa respeitar as condições de nivelamento e apoio especificadas pelo fabricante.

Uma base inadequada pode prejudicar drenagem, gerar vibração e dificultar manutenção.

Portanto, quando a água começa a se acumular em locais inesperados, também vale observar as condições físicas da instalação.

Escolher o local certo evita confusão
Ao planejar um sistema com trocadores de calor para diferentes projetos de piscina, espaço, ventilação e drenagem deveriam ser considerados junto com capacidade térmica.

Muitas vezes o proprietário concentra toda a atenção na potência do equipamento e deixa questões de instalação para depois.

Uma posição bem planejada facilita identificar água de condensação, acessar conexões e executar futuras manutenções.

Quando investigar e chamar assistência

Quando chamar assistência?

Alguns sinais justificam uma avaliação mais detalhada:

  • água saindo claramente de uma conexão;
  • queda frequente no nível da piscina;
  • necessidade de completar água mais que o habitual;
  • pressão ou vazão alteradas;
  • água aparecendo mesmo sem funcionamento relacionado à condensação;
  • mensagens de erro;
  • redução perceptível do desempenho.
  • Se houver qualquer sinal elétrico anormal, o equipamento deve receber atenção ainda maior.

Não é recomendável desmontar componentes internos sem conhecimento técnico.

A piscina também perde água naturalmente

Outro fator que pode confundir o diagnóstico é a própria evaporação da piscina.

Durante períodos quentes, secos ou com vento, o nível pode cair sem existir vazamento.

Por isso, a queda de nível deve ser analisada considerando o comportamento habitual da piscina.

Uma poça perto do trocador e uma redução no nível não provam, isoladamente, que os dois fenômenos estejam relacionados.

Condensação é sinal de defeito?

Não.

A formação de condensação pode ser uma consequência normal do funcionamento do equipamento.

O problema ocorre quando a drenagem não foi prevista ou quando uma ocorrência normal é confundida com falha hidráulica.

Também não se deve cair no extremo oposto e presumir que toda água próxima ao trocador é condensação.

A inspeção é necessária.

O que fazer ao encontrar uma poça
O procedimento mais racional é observar antes de concluir.

Verifique de onde a água parece sair, se existem conexões úmidas, quando a poça se forma, como está a umidade do ambiente e se o fenômeno desaparece depois que o equipamento fica desligado.

Essas informações ajudam muito um técnico caso seja necessária uma avaliação.

Na maior parte dos sistemas, portanto, água embaixo do trocador pode ser apenas condensação.

Mas quando existem sinais de perda hidráulica, alterações no funcionamento ou dúvida sobre a origem, o sistema deve ser inspecionado.

Via: web tv alternativa

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A Funerária Bom Pastor comunica o falecimento de Apolônio Rosa

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É com pesar que a Funerária Alta Floresta comunica o falecimento da Senhora Nadira Camargo da Silva, aos 79 anos de idade, ocorrido em 09/09, seu corpo está sendo velado na Capela da Funerária do seu Valdemar e o seu sepultamento será hoje 10/09, as 17:00 horas no cemitério local de Alta Floresta.

Nossos sentimentos aos Familiares e Amigos.

E desde já a família enlutada agradece a presença de todos.

Fonte: Florestanoticias.com

Fonte: Via: florestanoticias

Via: web tv alternativa

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