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Promoção Pintando 7 na Gazin válidas até dia 19 de julho, confira!

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Promoção Pintando 7 na Gazin válidas até dia 19 de julho, confira!

UM Festança do Preço Baixo da Gazin chegou trazendo oportunidades para todos os estilos e necessidades. Quem busca mais conforto, praticidade, tecnologia e mobilidade para o dia a dia encontra uma seleção especial de produtos com preços atrativos e condições facilitadas de pagamento.

Entre os destaques da campanha está a Bicicleta Autopropelida Elemovi 7 SM 500Wideal para quem procura economia e praticidade na locomoção diária. Também chama atenção o Motorola Edge 70 Fusãoequipado com tela AMOLED de alta qualidade e recursos avançados para quem deseja mais desempenho e conectividade.

Para deixar a casa ainda mais confortável, a promoção conta com a Cama Box Gazin Primeline HR 1,58moferecendo mais qualidade para as noites de descanso. Já para os momentos de lazer em família, a Pipoqueira Tramontina Loreto surge como uma opção prática e acessível.

A campanha reúne ofertas especiais em diversos setores, permitindo que os consumidores aproveitem excelentes oportunidades sem comprometer o orçamento. São condições pensadas para facilitar a realização dos seus planos, seja para renovar a casa, investir em tecnologia ou garantir mais comodidade no dia a dia.

Não perca tempo! Passe em uma unidade da gás e aproveite a Festança do Preço Baixo antes que as melhores oportunidades acabem. As ofertas são por tempo limitado e sujeitas à disponibilidade de estoque.



FonteVia: FLORESTA NOTICIAS

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Associação pioneira de Guajará Mirim completa 35 anos

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Associação pioneira de Guajará Mirim completa 35 anos

A poltrona tem uma característica que poucos móveis possuem: ela muda o ambiente em que está. Uma sala sem poltrona é funcional. Uma sala com a poltrona certa tem personalidade, tem um canto que convida, tem um ponto focal que organiza visualmente o espaço inteiro. O mesmo vale para o quarto, para a varanda, para o escritório em casa e até para o quarto do bebê.

Mas esse potencial de transformação vem acompanhado de uma armadilha comum: a poltrona escolhida sem critério pode ser grande demais para o espaço, incompatível com o uso pretendido, feita com material inadequado para o ambiente ou esteticamente destoante do restante da decoração. Esses erros são frequentes, e a maioria deles pode ser evitada com um pouco mais de informação antes da compra.

Neste guia completo, você vai entender quais critérios definem a escolha certa de poltrona para cada cômodo da casa, quais tipos existem e para que servem, quais materiais funcionam melhor em cada contexto e como combinar a poltrona com o restante da decoração de forma harmoniosa.

Antes de tudo: defina a função da poltrona

Esse é o primeiro passo e o mais ignorado. A poltrona vai ser usada para quê, exatamente? A resposta para essa pergunta determina o tipo de modelo, o nível de conforto necessário, a profundidade ideal do assento e os recursos que farão diferença no uso diário.

A escolha começa pela função pretendida. Para canto de leitura, busque modelos com braço, encosto médio a alto e profundidade entre 80 e 95 cm. Para assento extra ocasional na sala, modelos slim sem braço economizam espaço. Para descanso pesado, televisão e soneca, reclinável ou poltrona do papai oferecem ergonomia mais completa. 

Também é importante considerar quem vai usar a poltrona com mais frequência. Uma poltrona para leitura diária exige suporte lombar adequado e profundidade de assento que permita sentar com as costas completamente apoiadas. Uma poltrona decorativa que vai receber visitas ocasionais tem requisitos muito diferentes. Uma poltrona de amamentação precisa de características específicas que nenhum outro tipo de uso exige da mesma forma.

Os principais tipos de poltrona e quando usar cada um

Poltrona decorativa

É o tipo mais versátil e o mais presente nas salas de estar brasileiras. Tem como função principal criar um ponto de assento adicional ao sofá, adicionar cor ou textura ao ambiente e compor visualmente o espaço com personalidade.

Na sala, a poltrona decorativa é uma aliada para criar mais pontos de assento e dar um toque de personalidade. Ela complementa o sofá, adicionando cor ou textura. O segredo é pensar no espaço disponível e no estilo geral do ambiente. 

Para criar ponto focal, escolha poltrona em cor ou material que contraste com o sofá: veludo verde em sala neutra, bouclê cru em sala escura, couro caramelo em sala clássica. Combine com mesa lateral próxima para apoiar luminária e copo, criando um canto funcional além do decorativo. 

Poltrona reclinável

É a escolha quando o conforto para longos períodos é a prioridade. Mecanismos que inclinam o encosto e elevam o apoio de pés transformam a poltrona em um espaço completo de descanso, adequado para assistir televisão, ler ou relaxar após o trabalho.

Um ponto técnico importante: a poltrona reclinável precisa de 70 a 90 cm de folga atrás para que o mecanismo de reclinação funcione completamente sem encostar na parede. Esse espaço precisa ser planejado antes da compra. Modelos modernos têm mecanismo elétrico com controle integrado, função massagem e suporte para pés. 

Poltrona do papai

É uma versão mais robusta da reclinável, com estrutura mais ampla, assento mais fundo e mecanismo de reclinação mais completo, geralmente permitindo posição quase horizontal. É a escolha mais indicada para quem quer o máximo de conforto para uso de televisão e descanso prolongado. Ocupa mais espaço do que os outros tipos e precisa de ambiente com dimensões generosas para não parecer desproporcional.

Poltrona de amamentação e glider

Desenvolvida especificamente para o contexto do quarto do bebê, essa poltrona prioriza o conforto da mãe durante os longos minutos de amamentação e o movimento suave que acalma o bebê. O modelo glider oferece um balanço sutil que é especialmente eficaz para ninar. Muitos modelos combinam balanço com giro de 360°, facilitando o posicionamento sem esforço. 

Tecidos macios como suede, linho e veludo são os mais confortáveis para esse uso. Além disso, é importante optar por materiais resistentes e fáceis de limpar, já que pequenos acidentes com leite ou líquidos são comuns nessa fase. A boa notícia é que muitos modelos têm design neutro e elegante o suficiente para continuar sendo usados como poltrona decorativa no quarto, sala de estar ou cantinho de leitura, mesmo após o período de amamentação. 

Poltrona giratória

Combina funcionalidade e dinamismo. A base giratória permite alterar a direção do assento sem precisar mover o móvel inteiro, o que é especialmente útil em escritórios onde se alterna entre computador, mesa e interlocutores, e em salas de TV onde a poltrona precisa se adaptar a diferentes ângulos de visão conforme a situação.

Poltrona na sala de estar: como integrar sem comprometer a harmonia

A sala de estar é o ambiente onde a poltrona tem mais possibilidades e também onde os erros de escala e estilo aparecem com mais clareza.

O critério de escala é o mais importante. A poltrona deve ser proporcional ao sofá e ao tamanho da sala. Uma poltrona muito grande em uma sala pequena pode deixar o ambiente apertado, enquanto uma poltrona muito pequena em uma sala grande pode parecer desproporcional e desequilibrada visualmente. 

O estilo da poltrona deve estar em sintonia com a decoração da sala. A escolha deve considerar a paleta de cores predominante e os materiais já presentes na sala, como madeira do rack, tecido das cortinas e revestimento do sofá. Poltronas em tecidos como veludo ou linho costumam reforçar a sofisticação em ambientes clássicos. 

Para ambientes contemporâneos ou minimalistas, modelos com linhas retas, estrutura mais leve e poucos detalhes ornamentais funcionam melhor. Uma poltrona com design mais leve visualmente, mesmo quando ocupa espaço físico semelhante a modelos mais robustos, tende a transmitir a impressão de um ambiente menos carregado.

Uma peça que contraste sutilmente com o sofá, sem destoar completamente da paleta da sala, costuma criar o efeito mais harmonioso. O contraste intencional, como uma poltrona em veludo verde em uma sala predominantemente neutra, por exemplo, é uma estratégia eficaz para criar ponto focal sem gerar desorganização visual.

Poltrona no quarto: conforto e amplitude em equilíbrio

O quarto é o segundo ambiente mais comum para poltrona, e os critérios aqui são ligeiramente diferentes dos da sala.

Em quartos pequenos, prefira modelos com pés aparentes e estrutura visualmente leve. Cores claras como off-white, bege e cinza claro reforçam a sensação de amplitude. Em quartos amplos, vale uma poltrona grande em veludo ou bouclê como peça de destaque, posicionada na ponta da cama ou em frente à janela, criando uma atmosfera de hotel boutique. 

No quarto, a poltrona reclinável serve como espaço adicional de conforto, seja para leitura, amamentação ou simplesmente relaxar antes de dormir. Ao escolher um modelo que harmonize com a decoração do ambiente e que não ocupe muito espaço, é possível manter a funcionalidade e a estética do cômodo ao mesmo tempo. 

O posicionamento no quarto mais funcional é geralmente ao lado de uma janela, criando um canto de leitura com luz natural, ou na ponta da cama, onde funciona como espaço de apoio para dobrar roupas e sentar ao se arrumar. Uma mesa lateral pequena e uma luminária de piso completam esse cantinho de forma muito eficaz.

Poltrona na varanda: o que muda quando o ambiente é externo

A varanda é o ambiente que exige o maior cuidado na escolha do material, porque a exposição ao sol, à chuva, ao vento e à variação de temperatura demanda características que poltronas de uso interno simplesmente não têm.

Uma poltrona decorativa para sala dificilmente será feita com material indicado para ficar ao ar livre. No caso de um móvel posicionado na varanda, é ideal investir em materiais mais resistentes aos impactos do clima, como vento, raios solares, chuva e mudanças de temperatura. 

Os materiais mais indicados para poltrona de varanda são:

O alumínio é o material mais resistente às ações do vento, chuva e sol, sendo o mais aconselhado para ambientes externos abertos. Leve, anticorrosivo e com vida útil longa, é especialmente indicado para varandas sem cobertura ou com exposição intensa ao tempo.

A fibra plástica, também chamada de fibra sintética ou rattan sintético, é recomendada para uso em ambientes abertos, especialmente por não esquentar excessivamente quando há muito sol. Seu aspecto natural imita o rattan tradicional com muito mais durabilidade e resistência à umidade. 

A madeira com tratamento é uma boa opção para varandas cobertas e semi-cobertas. Para prolongar a durabilidade da peça, invista em processos como vitrificação ou aplicação de camada acrílica protetora, que impedem a absorção de umidade e o ressecamento causado pela exposição ao sol.

Tecidos de estofados para varanda devem ter tratamento hidrófugo, que repele água, e proteção anti-UV, que evita o desbotamento causado pela exposição solar. Na ausência dessas características, o estofado deteriora rapidamente mesmo em varandas cobertas.

Poltrona no escritório em casa: equilíbrio entre função e estética

O escritório doméstico ganhou muito mais importância no cotidiano brasileiro com a consolidação do trabalho remoto, e a poltrona tem um papel específico nesse contexto.

Para quem recebe clientes ou parceiros em casa, uma poltrona no escritório cria um espaço de reunião mais informal e acolhedor do que apenas cadeiras de escritório convencionais. Nesse contexto, a poltrona deve ser ergonômica o suficiente para sessões de conversa que podem durar uma ou duas horas, mas também esteticamente alinhada com a identidade visual do escritório.

A poltrona giratória se destaca especialmente nesse contexto. A capacidade de girar sem mover o móvel inteiro é uma vantagem real em espaços compactos e em situações onde você alterna entre computador, papéis e interlocutores com frequência.

Para estilo, se a proposta do escritório é moderna, aposte em estruturas metálicas, linhas retas e tecidos neutros. Já ambientes clássicos pedem madeiras nobres e tecidos com textura ou padronagens sutis. 

Materiais: o que cada um entrega e quando faz sentido

A escolha do material do revestimento da poltrona tem impacto direto no conforto, na durabilidade, na facilidade de manutenção e no estilo visual da peça.

O veludo entrega uma textura rica e um visual sofisticado que funciona especialmente bem em ambientes contemporâneos e clássicos. Ressalta muito bem as cores, o que o torna excelente para poltronas que funcionam como ponto focal. A desvantagem é a sensação térmica em dias muito quentes, já que o veludo retém mais calor do que tecidos naturais.

O linho e o algodão são os materiais com melhor desempenho térmico para climas quentes. Respiráveis, naturais e com um aspecto orgânico que combina com estilos escandinavo, boho e contemporâneo, são especialmente recomendados para uso no Brasil. A limpeza exige mais atenção do que o couro, mas a sensação de conforto em dias quentes compensa.

O couro legítimo e o couro sintético oferecem durabilidade superior e facilidade de limpeza, sendo a escolha mais indicada para lares com crianças pequenas e animais de estimação. Poltronas de couro, por exemplo, são populares pela durabilidade e facilidade de manutenção, mas podem requerer cuidados específicos com hidratação periódica no caso do couro legítimo. 

O bouclé é uma das apostas mais fortes da decoração contemporânea de 2026. Sua textura irregular e aspecto artesanal criam uma qualidade visual muito valorizada em composições minimalistas e escandinava-inspired, e sua resistência ao desgaste é superior à de muitos tecidos lisos.

O suede é uma alternativa intermediária muito versátil: mais fácil de limpar do que linho e algodão, mais respirável do que veludo e com um aspecto aveludado que funciona bem em diferentes estilos.

Ergonomia: o critério que decide se a poltrona vai ser usada ou decorar

Uma poltrona que parece linda mas causa desconforto depois de 20 minutos não vai ser usada. Ela vai decorar o canto da sala sem cumprir sua função real, que é criar um espaço convidativo para sentar.

Os critérios ergonômicos mais importantes são a altura do assento, a profundidade e o suporte do encosto. Para uso de leitura ou descanso prolongado, verifique se o encosto oferece suporte adequado para a coluna lombar e cervical. Dimensões: meça o espaço disponível para garantir que a poltrona não bloqueie a circulação. Material de Revestimento: escolha tecidos resistentes como linho ou veludo conforme a frequência de uso. Estrutura: prefira madeiras maciças ou metais reforçados para maior vida útil. 

Uma boa poltrona não é apenas estética: ela é investimento de longo prazo. Por isso, opte por peças com materiais de alta durabilidade e acabamento artesanal. Esses detalhes são a diferença entre um móvel bonito e um móvel que envelhece bem.

Como não errar no tamanho: o guia de medidas

Esse é o passo prático mais ignorado e o que mais causa arrependimento pós-compra. Antes de comprar qualquer poltrona, meça o espaço disponível no cômodo e considere:

A largura total da poltrona incluindo braços, não apenas o assento. Uma poltrona de 80 cm de largura em uma parede de 100 cm vai parecer espremida e comprometer a circulação ao redor.

O espaço livre à frente da poltrona. Para acesso confortável, mantenha pelo menos 60 a 80 cm de circulação entre a poltrona e o móvel mais próximo à frente.

Para poltronas reclináveis, o espaço necessário atrás do móvel é de 70 a 90 cm para que o mecanismo funcione completamente sem danificar a parede.

A altura do assento em relação à altura dos usuários. Um assento muito baixo dificulta sentar e levantar para pessoas mais altas ou com limitações físicas. Um assento muito alto deixa os pés sem apoio e causa desconforto nas pernas após pouco tempo.

A poltrona certa é a que resolve todas as perguntas certas

Escolher a poltrona ideal para cada ambiente da casa é um processo que começa com as perguntas certas: para que vai ser usada, em qual ambiente vai ficar, quem vai usar com mais frequência, qual espaço está disponível e qual estilo precisa dialogar com a decoração existente.

Com essas respostas em mãos, a navegação entre os tipos, materiais e tamanhos disponíveis fica muito mais direta e as chances de acertar na compra aumentam consideravelmente. Uma poltrona bem escolhida não apenas decora, ela cria um lugar que as pessoas querem ocupar, que tem conforto suficiente para convidar ao descanso e personalidade suficiente para transformar o ambiente em que está.

 

FonteVia: FLORESTA NOTICIAS

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Segunda maior montadora do Brasil vai fechar 4 fábricas e manda demitir 100 mil funcionários em crise sem precedentes

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Segunda maior montadora do Brasil vai fechar 4 fábricas e manda demitir 100 mil funcionários em crise sem precedentes

A segunda maior montadora do Brasil vai fechar 4 fábricas. Crédito: Divulgação

Uma das fabricantes de veículos mais conhecidas pelos brasileiros entrou em uma fase decisiva de sua história. Pressionada pela queda nas vendas, pelos custos elevados e pelo avanço das marcas chinesas, a empresa prepara uma ampla reestruturação mundial.

No cenário mais duro analisado pela direção, até 100 mil postos de trabalho poderão desaparecer nos próximos anos. Além disso, quatro grandes fábricas enfrentam o risco de perder a produção e encerrar as atividades depois de 2030.

Entretanto, a montadora ainda não confirmou o fechamento das unidades nem a dispensa obrigatória de 100 mil funcionários. Parte dos cortes já integra acordos anteriores, enquanto uma nova redução ainda depende de avaliações internas e de negociações com representantes dos trabalhadores.

A empresa é a Volkswagen, dona de marcas como Audi, Porsche, Skoda, Seat, Cupra, Bentley e Lamborghini. No primeiro semestre de 2026, a fabricante ocupou o segundo lugar no mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves, atrás apenas da Fiat. Foram 224.923 veículos emplacados e 16,55% de participação nacional.

Montadora coloca 100 mil empregos no centro da reestruturação

A possibilidade de uma redução histórica no quadro de funcionários ganhou força depois que o presidente-executivo do Grupo Volkswagen, Oliver Blume, enviou uma mensagem interna aos trabalhadores.

No documento, o executivo afirmou que a companhia poderá precisar eliminar cerca de 50 mil postos adicionais para reduzir a diferença de custos em relação aos concorrentes.

O grupo já havia acertado aproximadamente 50 mil cortes nas diferentes empresas que controla. Agora, portanto, uma nova rodada poderia elevar a redução total para até 100 mil empregos em todo o mundo.

Segundo Blume, a Volkswagen calcula que opera com uma desvantagem de aproximadamente 20% nos custos quando comparada a empresas semelhantes. Por isso, a direção avalia mudanças em todas as marcas, regiões e divisões do conglomerado.

Ainda assim, os outros 50 mil cortes representam uma estimativa teórica. A empresa continuará analisando quantas vagas realmente precisará eliminar e quais medidas poderá aplicar sem recorrer a desligamentos em massa.

s 100 mil demissões já estão confirmadas?

A Volkswagen não confirmou que demitirá imediatamente 100 mil funcionários, conforme apurado pelo Portal Tempo Novo.

Na prática, o número reúne duas etapas diferentes. A primeira envolve cerca de 50 mil reduções que já fazem parte de acordos e programas de reestruturação no grupo.

Essas saídas atingem empresas como Volkswagen, Audi e Porsche. Entretanto, parte delas ocorrerá por meio de aposentadorias, desligamentos voluntários, redução natural do quadro e cancelamento de vagas que ficarem abertas.

A segunda etapa corresponde a aproximadamente 50 mil empregos adicionais que a direção poderá cortar caso não consiga diminuir as despesas por outros caminhos.

Dessa forma, os 100 mil postos representam o cenário mais severo considerado pela companhia, e não uma lista definitiva de funcionários que já receberam aviso de demissão.

Além disso, a forte presença dos sindicatos na estrutura da Volkswagen obriga os executivos a negociar mudanças profundas. Representantes dos empregados já impediram a aprovação completa do primeiro plano apresentado pela direção.

Quatro fábricas podem fechar

Enquanto discute os empregos, a Volkswagen também tenta definir o futuro de quatro grandes complexos industriais na Alemanha.

As unidades que entraram no centro da reestruturação ficam em Emden, Hannover, Zwickau e Neckarsulm. As três primeiras pertencem diretamente à marca Volkswagen, enquanto Neckarsulm integra a operação da Audi.

O principal problema envolve a falta de projetos considerados competitivos para manter essas fábricas funcionando durante a década de 2030.

Segundo Oliver Blume, a companhia ainda não encontrou atividades capazes de garantir a utilização rentável das quatro unidades no futuro. Por esse motivo, a direção analisa desde a redução da capacidade até o fechamento completo.

Entretanto, nenhuma das quatro fábricas recebeu uma ordem definitiva de encerramento. As decisões devem passar por novas reuniões, avaliações financeiras e negociações com os representantes dos trabalhadores.

Além disso, a própria direção afirma que prefere encontrar soluções alternativas antes de fechar as plantas.

Montadora procura alternativas para evitar o fechamento

Entre as possibilidades estudadas aparece a entrada de outras empresas nas fábricas que hoje operam abaixo de sua capacidade.

A Volkswagen poderá dividir espaços industriais com parceiros, vender partes das unidades ou transferir novos projetos para os locais ameaçados.

Além disso, o grupo já citou a possibilidade de produzir na Europa veículos originalmente desenvolvidos para o mercado chinês. Outra opção envolve parcerias com empresas do setor de defesa.

Com essas medidas, a companhia tentaria ocupar áreas ociosas e preservar ao menos uma parte dos empregos. Porém, os projetos ainda precisam demonstrar viabilidade econômica.

Ao mesmo tempo, a montadora pretende reduzir sua capacidade industrial e diminuir gradualmente a quantidade de modelos oferecidos. A estratégia poderá levar a empresa a concentrar veículos semelhantes em um número menor de fábricas.

Fábrica da Audi já perdeu capacidade e turno de trabalho

A situação da unidade de Neckarsulm demonstra como o processo de redução já começou dentro do grupo.

A fábrica da Audi opera atualmente com capacidade anual de 225 mil veículos, cerca de 75 mil unidades abaixo dos níveis registrados anteriormente.

Além disso, a montadora retirou o turno noturno da planta, que produz exclusivamente automóveis com motores a combustão. A direção da Audi afirma que adapta a capacidade conforme as condições do mercado.

Mesmo assim, a unidade permanece entre as quatro fábricas que poderão enfrentar um fechamento depois de 2030.

A Audi também registrou queda de 12,5% na receita durante o segundo trimestre de 2026. O lucro operacional ficou em 533 milhões de euros, com margem de 3,6%, abaixo da meta anual de 5% a 7%.

Cortes já avançam em outras marcas do grupo

A Porsche, outra empresa controlada pela Volkswagen, também ampliou seu programa de redução de pessoal.

A fabricante de veículos esportivos acertou o corte de aproximadamente 9 mil postos até 2035. O número representa cerca de um quinto do quadro de funcionários registrado no fim de 2024.

Desse total, 5 mil cortes entraram em um novo acordo firmado com representantes dos trabalhadores. As saídas ocorrerão principalmente por programas voluntários e redução natural da equipe, sem demissões obrigatórias previstas nessa etapa.

Em contrapartida, a Porsche comprometeu-se a manter seus principais centros abertos até o fim de 2035 e anunciou investimentos de 2,1 bilhões de euros nas unidades de Stuttgart-Zuffenhausen e Weissach.

Portanto, embora os 100 mil cortes ainda não estejam totalmente definidos, a reorganização já produz efeitos concretos dentro das diferentes marcas do conglomerado.

Problema histórico na China agrava a crise da montadora

A perda de espaço na China aparece entre os principais motivos para a Volkswagen acelerar os cortes.

Durante muitos anos, o mercado chinês sustentou uma parte importante dos resultados do grupo. No entanto, marcas locais passaram a lançar carros elétricos e híbridos com preços competitivos, tecnologia avançada e ciclos de desenvolvimento mais rápidos.

Como consequência, as entregas da Volkswagen na China despencaram 36,6% no segundo trimestre de 2026, em comparação com o mesmo período anterior. Foi a maior queda trimestral da empresa no país desde o fim de 2021.

Fabricantes chinesas começaram a ampliar as vendas e a instalar fábricas dentro da Europa. Dessa maneira, conseguem reduzir custos logísticos e disputar diretamente os consumidores que antes compravam principalmente veículos de marcas europeias.

Ao mesmo tempo, essas empresas oferecem carros elétricos e híbridos plug-in com preços menores e recursos tecnológicos competitivos.

Para Oliver Blume, a Volkswagen precisa agir antes que a concorrência ganhe ainda mais espaço em seu principal mercado doméstico. O executivo afirmou que mais de 150 fabricantes disputam consumidores na China e que várias dessas marcas avançam sobre a Europa.

Além disso, tarifas comerciais e despesas elevadas nas fábricas alemãs pressionam os resultados do grupo.

Volkswagen reduz previsão para 2026

O lucro operacional da Volkswagen caiu 9,5% no segundo trimestre de 2026, chegando a 3,5 bilhões de euros.

No mesmo período, a receita alcançou 82,4 bilhões de euros e a margem operacional ficou em 4,2%.

Apesar de manter a projeção de margem anual entre 4% e 5,5%, a companhia abandonou a expectativa de crescimento da receita. Agora, a Volkswagen admite que o faturamento poderá cair até 3% em 2026.

A revisão reforçou a pressão para que a direção reduza custos rapidamente. No entanto, analistas também identificaram sinais de estabilização no fluxo de caixa e nos resultados do segundo trimestre.

Ainda assim, a empresa permanece distante da margem de 8% a 10% que pretende alcançar até o fim da década.

Outra mudança em discussão envolve o tamanho do catálogo de veículos do Grupo Volkswagen.

A companhia reúne dezenas de modelos distribuídos entre marcas populares, esportivas e de luxo. Embora várias empresas compartilhem plataformas e componentes, a variedade aumenta os custos de desenvolvimento, produção e publicidade.

Por isso, a Volkswagen pretende diminuir gradualmente sua linha mundial de veículos. O plano poderá reduzir o catálogo pela metade.

A empresa deverá concentrar os recursos nos projetos com maior possibilidade de lucro. Enquanto isso, veículos com vendas baixas, margens reduzidas ou funções semelhantes poderão deixar de receber novas gerações.

Além disso, a montadora poderá transferir modelos entre fábricas e concentrar a produção em unidades consideradas mais competitivas.

Fábricas brasileiras não aparecem na lista de fechamento

Apesar da força da Volkswagen no mercado nacional, as quatro fábricas ameaçadas pela reestruturação não ficam no Brasil.

A Volkswagen do Brasil mantém unidades produtivas em São Bernardo do Campo, Taubaté e São Carlos, no estado de São Paulo, além de São José dos Pinhais, no Paraná.

Até agora, a direção não incluiu essas fábricas na relação de plantas que poderão fechar. Da mesma forma, a companhia não anunciou que trabalhadores brasileiros entrarão na nova possibilidade de 50 mil cortes.

Além disso, a operação nacional atravessa um momento diferente do enfrentado pelo grupo em alguns mercados internacionais.

No acumulado dos seis primeiros meses de 2026, a Volkswagen vendeu 224.923 automóveis e comerciais leves no Brasil. Com isso, ficou na segunda posição do ranking nacional, atrás da Fiat, que registrou 270.941 unidades.

A marca também liderou o mercado brasileiro quando considerados somente os automóveis, com 199.826 emplacamentos no primeiro semestre.

Portanto, o plano global não significa que as fábricas brasileiras fecharão. Qualquer afirmação nesse sentido, neste momento, não encontra confirmação nos comunicados ou nas informações divulgadas pela empresa.

Crise internacional pode influenciar futuros investimentos

Mesmo sem cortes anunciados no Brasil, uma reestruturação desse tamanho poderá influenciar as decisões futuras da montadora.

A Volkswagen poderá rever onde fabricará cada veículo, quais países receberão novos investimentos e quais unidades produzirão modelos destinados à exportação.

Além disso, fornecedores brasileiros acompanham as negociações porque alterações internacionais podem mudar encomendas de peças, projetos de engenharia e estratégias de lançamento.

Entretanto, a operação brasileira também recebeu um plano de investimentos de R$ 16 bilhões para o período de 2024 a 2028. Os recursos contemplam as unidades de São Bernardo do Campo, Taubaté, São Carlos e São José dos Pinhais.

Assim, não existe até agora uma indicação pública de que a Volkswagen pretende interromper a produção no país.

Volkswagen entra em período decisivo

A direção da Volkswagen espera definir os principais pontos da reestruturação até o fim de 2026.

Antes disso, executivos, sindicatos e representantes dos funcionários precisarão discutir o número real de cortes, o futuro das quatro fábricas e as alternativas para reduzir a capacidade ociosa.

Caso a companhia encontre novos projetos para Emden, Hannover, Zwickau e Neckarsulm, poderá evitar o fechamento completo das unidades.

Por outro lado, se os custos continuarem altos e as soluções alternativas não avançarem, a Volkswagen poderá aplicar a parte mais dura do plano.

Nesse cenário, a redução mundial chegaria a até 100 mil postos de trabalho e quatro grandes fábricas poderiam encerrar a produção depois de 2030.

Portanto, a montadora ainda não bateu o martelo sobre todas as medidas. Porém, a queda na China, o recuo dos lucros e o avanço dos concorrentes deixaram claro que o grupo prepara uma das maiores transformações de sua história.

Fonte: portaltemponovo.com.br



FonteVia: FLORESTA NOTICIAS

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Agora é oficial: Acampa Chosen 2026 será realizado nos dias 29 e 30 de agosto

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Durante o encerramento da Cavalgada da 36ª Expoalta, o presidente da comissão organizadora, Alex Zarelli, fez um pronunciamento emocionado de agradecimento a todos os envolvidos e anunciou planos importantes para reestruturar e fortalecer ainda mais as tradições da festa na próxima edição.

Em sua fala, Alex reforçou que o brilho e a grandiosidade da Expoalta pertencem, em primeiro lugar, às comitivas e ao público participante.

“Muito obrigado do fundo do coração a todos que vieram, às comitivas principalmente, e também ao pessoal que veio sem comitiva. É vocês quem fazem essa festa ser grande do tamanho que é. Não é a diretoria, não sou eu… Sem a presença de vocês, a gente não teria essa grandiosidade toda que é a Expoalta”, declarou o presidente.

Nova estrutura para o Baile da Rainha e apoio às comitivas

Olhando para o futuro, Alex Zarelli revelou que a organização já começará os preparativos para a edição do próximo ano. A partir da próxima semana, a equipe de organização (representada por Alan Caetano) entrará em contato com cada uma das comitivas para propor uma mudança significativa no formato do tradicional Baile da Rainha.

A ideia principal é integração: cada comitiva será convidada a indicar representantes para disputar as faixas de Rainha, Princesas e Madrinha dos Peões.

“A gente gostaria que cada comitiva indicasse uma ou duas candidatas para que a competição fosse entre vocês no Baile da Rainha. Nós organizaríamos o baile, e a disputa começaria ali, culminando na grande cavalgada já com as eleitas pelas comitivas. Queremos engajar e enaltecer ainda mais a beleza feminina no nosso mundo sertanejo e do rodeio”, explicou Alex, destacando que a iniciativa visa tornar a disputa mais integrativa e saudável.

Além disso, o presidente fez um convite especial a grupos de redes sociais e parceiros da região — como Os Los Botequeneiros é É Toiz do Teves — ressaltando que, para participar das divulgações oficiais e ter espaço de destaque na festa a partir do próximo ano, será incentivada a uniformização e a adesão à tradição da comitiva a cavalo ou a mula.

Reconhecimento ao trabalho voluntário

Para encerrar, Alex Zarelli fez questão de prestar homenagens à comissão organizadora e aos colaboradores que trabalharam nos bastidores sob o sol forte para garantir a realização da festa.

Foram citados nominalmente parceiros e apoiadores incansáveis, como a equipe do carro de som, Beto e Companhia, Dário, Magno Costa, Nego Liga, entre outros.

“Esse é um pessoal incansável que está aqui de graça, doando o seu tempo e esforço para fazer essa festa acontecer. Nosso muito obrigado a todos”, finalizou o presidente, convidando todos os presentes a um momento de oração e fé ao término do evento.

Fonte: Via: florestanoticias

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