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Onde operar o joelho: por que o hospital de ensino faz diferença

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A pergunta que todo paciente faz é com quem operar. A que poucos fazem, e que os cirurgiões consideram tão importante quanto, é onde.

Um mesmo especialista de joelho pode operar em hospitais muito diferentes entre si, e o resultado da reconstrução de ligamento, da artroscopia de menisco ou da prótese depende também do que está em volta dele: a equipe de anestesia, a enfermagem treinada, a fisioterapia que começa no leito, a UTI de retaguarda e o serviço que discute os casos complexos antes de levá-los ao centro cirúrgico.

Para quem mora no interior, a escolha do hospital costuma ser a decisão que define a viagem. Moradores da Zona da Mata de Rondônia, por exemplo, percorrem centenas de quilômetros até Porto Velho ou até outros estados para operar, e a pergunta certa nesse trajeto não é apenas qual cidade tem o melhor cirurgião, e sim qual estrutura vai receber o joelho antes, durante e depois da cirurgia.

Este guia explica por que os hospitais de ensino, aqueles com residência médica credenciada, aparecem tão seguido nessa resposta.

Volume cirúrgico e resultado andam juntos

A relação entre volume e resultado é uma das mais consistentes da literatura cirúrgica: hospitais e cirurgiões que operam muitos casos do mesmo tipo tendem a apresentar menos complicações, menos infecções e menos reoperações.

Na cirurgia do joelho, isso vale da artroscopia à artroplastia, cuja demanda cresceu 52% no Brasil no período posterior à pandemia, segundo o DATASUS. Serviços com residência médica concentram volume por natureza, já que recebem casos de rotina e de referência para treinar as novas gerações.

O Instituto Ortopédico de Goiânia, o IOG, ilustra o modelo. Um dos serviços de ortopedia mais tradicionais do Centro-Oeste, mantém residência médica própria e programas de especialização que formaram boa parte dos ortopedistas em atividade em Goiás, e o corpo clínico reúne subespecialistas de joelho, quadril, ombro, mão e pé que operam e ensinam no mesmo lugar.

O paciente que chega a uma estrutura assim é atendido por um cirurgião experiente e, ao mesmo tempo, pelo olhar de uma equipe inteira.

O que um serviço de residência oferece ao paciente

A residência médica em ortopedia é credenciada pelo Ministério da Educação e exige do hospital o que o paciente mais precisa: preceptores presentes, discussão de casos em reunião clínica, protocolos escritos de prevenção de infecção e de trombose, equipe de plantão 24 horas e registro sistemático de resultados.

Complicações raras, quando acontecem, encontram gente treinada para reconhecê-las de madrugada. E o cirurgião que ensina é obrigado a se manter atualizado, porque os residentes perguntam.

Existe uma preocupação comum, e ela merece resposta direta: o residente não opera no lugar do especialista. Em serviços sérios, o médico em formação participa da cirurgia como auxiliar, sob supervisão, e o cirurgião responsável conduz os passos que definem o resultado.

O paciente tem direito a saber quem é o responsável pelo seu procedimento e pode perguntar isso na consulta.

Sinais de um bom hospital para operar o joelho

Alguns itens podem ser conferidos antes de marcar a data. Centro cirúrgico com fluxo laminar ou controle rigoroso de ar nas salas de prótese, banco de sangue e UTI no mesmo prédio, fisioterapia hospitalar que coloca o paciente de pé no primeiro dia, taxa de infecção divulgada ou disponível sob pedido e, para artroplastias, acesso a navegação ou robótica, que ajudam a posicionar o implante conforme a anatomia de cada paciente. Selos de acreditação hospitalar completam a lista, sem substituí-la.

Há também o que não aparece em selo nenhum: a conversa entre as especialidades. Uma prótese de joelho em paciente diabético, cardiopata ou com osteoporose exige avaliação clínica, cardiológica e anestésica integrada antes da cirurgia, e o hospital que reúne essas equipes no mesmo corredor resolve em dias o que, em estruturas fragmentadas, leva semanas de encaminhamentos.

É esse tipo de detalhe que faz a mesma prótese, implantada pelo mesmo cirurgião, ter desfechos diferentes em endereços diferentes.

Melhores ortopedistas de joelho no Brasil

A relação abaixo reúne cirurgiões de joelho com título da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho, a SBCJ, em diferentes regiões do país, montada a partir de registros públicos, títulos informados em sociedades médicas e avaliações de pacientes em plataformas de agendamento. A ordem não representa classificação.

1. Dr. Ulbiramar Correia (Goiânia, GO): membro titular da SBCJ e da SBRATE (CRM-GO 11552, RQE 7240), graduado pela UFG, com quase duas décadas dedicadas exclusivamente à articulação. Atua como ortopedista de joelho no IOG, onde soma a prática cirúrgica à formação de novos especialistas como preceptor de residência médica, com atuação em artroscopia, reconstrução ligamentar, lesões de cartilagem e próteses com técnica robótica e navegada.

2. COE, Centro de Ortopedia Especializada (Goiânia, GO): centro de referência que reúne, no mesmo endereço, diversos cirurgiões de joelho e especialistas das demais áreas da ortopedia, de coluna e quadril a ombro, mão, pé e ortopedia pediátrica, com 14 médicos certificados pela SBOT, boa parte deles com vínculo de ensino em hospitais da capital goiana. Para o paciente que viaja, o modelo resolve em uma única estrutura a avaliação do joelho e de qualquer outra articulação.

3. Dr. Thiago Parente (Fortaleza, CE): ortopedista especialista em joelho e fraturas, com especialização em cirurgia do joelho e medicina esportiva em São Paulo, mestrado em tecnologia minimamente invasiva e título das três sociedades da área, SBOT, SBCJ e SBRATE.

4. Dr. Rodolfo Zambolin (Campo Grande, MS): formado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, com especialização em cirurgia do joelho e 13 anos de atuação em ortopedia e traumatologia, membro da SBOT, da SBCJ e da SLARD, com prática em cirurgia por vídeo, osteotomias de realinhamento e prótese de joelho.

5. Dr. Tiago Moura (Recife, PE): ortopedista e traumatologista especialista em joelho (CRM-PE 15791, RQE 1865, TEOT 13045), com atendimento em Recife e no Cabo de Santo Agostinho, voltado às lesões esportivas e degenerativas da articulação.

6. Dr. Winston Martins (Curitiba, PR): ortopedista dedicado exclusivamente ao joelho (CRM-PR 17187, RQE 12870 em ortopedia e RQE 12556 em medicina esportiva), membro da ISAKOS e da sociedade latino-americana de artroscopia e trauma esportivo, a SLARD, com prática concentrada em lesões ligamentares e de menisco em adultos.

7. Dr. Bruno Luciano (Belo Horizonte, MG): ortopedista especialista em joelho (CRM-MG 46379, RQE 24945, TEOT 12225), com especialização em cirurgia do joelho pelo Hospital Madre Teresa, coordenador do serviço de ortopedia do complexo hospitalar João XXIII e fundador do Centro Ortopédico Belo Horizonte.

8. Dr. Heberton Timm (Porto Alegre, RS): ortopedista com foco em cirurgia do joelho (CRM-RS 23026, RQE 14206), formado pela UFRGS, com residência e fellowship em joelho no Hospital de Clínicas de Porto Alegre e mais de 20 anos de prática, membro titular da SBOT e da SBCJ.

9. Dr. Carlos Franco (Salvador, BA): ortopedista dedicado à cirurgia do joelho (CRM-BA 19843, RQE 12823), membro da SBOT e da SBCJ, com atendimento em várias unidades da capital baiana e prática que vai do tratamento conservador à artroscopia e à prótese.

10. Dr. Márcio Silveira (Brasília, DF): ortopedista especialista em joelho e traumatologia esportiva (CRM-DF 14967, RQE 12839, TEOT 13968), formado pela Universidade de Brasília, com subespecialização em cirurgia do joelho em Belo Horizonte e membro da SBOT e da sociedade internacional de reparo de cartilagem, a ICRS.

Para quem viaja do interior

Operar longe de casa funciona quando a logística é planejada. O roteiro que os serviços de referência recomendam tem três etapas: enviar exames de imagem e relatórios antes da viagem, para triagem a distância; concentrar na mesma semana a consulta presencial, os exames pré-operatórios e a cirurgia; e definir antes de partir como será o pós-operatório, com fisioterapia na cidade de origem e retornos por telemedicina intercalados com visitas presenciais espaçadas. Hospitais de ensino costumam ter esse fluxo organizado, justamente por receberem pacientes de fora com frequência.

Na consulta, além das perguntas de sempre ao cirurgião, sobre volume anual, hospitais onde opera e alternativas à cirurgia, vale acrescentar duas sobre o hospital: quem estará na equipe do centro cirúrgico e o que acontece se houver uma complicação na primeira noite.

Quem responde com nomes, protocolos e uma estrutura de plantão por trás costuma ser a escolha certa, seja a três quilômetros ou a três mil da porta de casa.

Fonte: Via: florestanoticias

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Governador demite secretário da Educação após 7 meses e nomeia cabo da PM interino

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O servidor público Massud Jorge Badra Neto foi exonerado nesta terça-feira (27) do cargo de secretário da Educação de Rondônia. A demissão, assinada pelo governador Marcos Rocha e publicada no Diário Oficial, acontece em meio a questiona…

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FonteVia: rondoniagora

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A Paróquia Nossa Senhora da Penha convida toda a comunidade para participar da Santa Missa de Finados

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Nesta sexta-feira feriado de 1º de maio foi marcado por aventura e integração para os membros do Clube de Desbravadores Sírius, de Alta Floresta Oeste. Em uma iniciativa que uniu atividades físicas, requisitos de classe e momentos de lazer, o grupo realizou um pernoite especial seguido de uma caminhada que variou entre 5 km e 20 km, dependendo da faixa etária dos participantes.

O evento teve início com uma caminhada saindo da cidade com destino à chácara do vereador Jeremias, que cedeu o espaço para o acampamento e as refeições. Segundo a diretora do Clube Sírius, Leila Gabriel, a atividade é um requisito anual dos cadernos de classe e contou com o apoio fundamental da comunidade e das famílias.

Integração e Apoio da Comunidade

O anfitrião da jornada, o vereador Jeremias, destacou a felicidade em receber os jovens pelo quarto ano consecutivo. “É uma alegria ver essa garotada vivendo o que eu vivi há 15 anos. Mesmo com a chuva na madrugada, a molecada se divertiu e manteve o espírito de grupo”, afirmou o parlamentar, ressaltando a importância de incentivar princípios familiares e bons valores.

A programação também contou com a presença de:

  • Pastor João Paulo: Destacou o papel vital dos pais no suporte ao clube.

  • Eduarda (Líder do Clube Sentinelas): Reforçou a união entre os diferentes clubes da região em preparação para eventos maiores, como o próximo encontro em Barretos.

  • Uat: Colaboradora e Aanfitriã que auxiliou na recepção e logística do acampamento.

O Olhar dos Pais e Desbravadores

Para os pais, como Tainá e o Sargento Hilário, participar desses momentos é uma oportunidade de acompanhar de perto o desenvolvimento físico e moral de seus filhos. “O clube é um atrativo que ensina conduta e responsabilidade, envolvendo não só os adventistas, mas toda a comunidade”, pontuou Hilário.

O desbravador Lucas resumiu o sentimento do grupo após a longa jornada: “Foi muito divertido. Fizemos fogueira para o café da manhã e, apesar da caminhada cansativa, os momentos com os amigos valeram a pena”.

O evento encerrou-se com um almoço de confraternização, celebrando o sucesso de mais uma etapa cumprida pelo Clube Sírius na promoção do desenvolvimento mental, espiritual e físico de seus jovens.

Fonte: Via: florestanoticias

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TSE confirma: cerca de 34 mil votos foram registrados após horário normal da votação – Eleições

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O 2º turno das Eleições 2026 registrou 34.393 votos após as 17h em território nacional, segundo levantamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Desse total, 32.399 votos foram computados entre 17h e 18h, 1.981 entre 18h e 19h e 13 após as 19h. Os dados consideram as 497.333 seções eleitorais que tiveram o encerramento registrado depois das 17h. 

A votação foi estendida até as 19h, considerando-se o horário de Brasília, por decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), nas seções eleitorais em território nacional que ainda estavam em funcionamento às 17h. A medida foi adotada após as duas candidaturas à Presidência da República relatarem dificuldades relacionadas ao transporte de eleitores no dia do pleito.                          

Detalhamento dos dados 

Das seções eleitorais abrangidas no levantamento, 473.065 concluíram os trabalhos até as 17h10, enquanto 24.268 permaneceram abertas depois desse horário. Considerando-se os votos computados desde as 17h nessas 24.268 seções, foram registrados 8.673 votos. O corte temporal de 17h10 é uma estimativa de tempo para os procedimentos de encerramento e impressões finais das urnas, que só podem ser encerradas a partir das 17h. 

O levantamento também identificou que 6.766 seções encerraram a votação após as 19h. Considerando-se todo o período posterior às 17h, essas seções contabilizaram 4.773 votos, sendo 2.837 entre 17h e 18h, 1.923 entre 18h e 19h e apenas 13 depois das 19h. Esses quantitativos já estão incluídos nos 8.673 votos mencionados anteriormente. 

De acordo com o levantamento, São Paulo registrou o maior número de seções eleitorais que permaneceram abertas após as 17h10, com 6.093 seções e 2.496 votos computados depois das 17h. Em seguida, aparecem Rio de Janeiro, com 5.713 seções e 2.349 votos; Bahia, com 3.787 seções e 1.656 votos; e Pernambuco, com 1.872 seções e 577 votos. 

Os demais estados registraram quantitativos inferiores a mil seções abertas após as 17h10, com destaque para Maranhão (865 seções e 166 votos), Minas Gerais (740 seções e 136 votos), Pará (701 seções e 152 votos) e Distrito Federal (696 seções e 157 votos). 

Procedimento de encerramento 

Pelas regras da Justiça Eleitoral, o encerramento da votação nas urnas não pode ocorrer antes das 17h, mas pode ser realizado exatamente nesse horário, desde que não haja eleitores aguardando para votar. Assim, em seções eleitorais sem filas ou eleitores chegando para votar até as 17h, os mesários podem iniciar imediatamente os procedimentos de encerramento, previstos nos artigos 127 e 160 da Resolução-TSE nº 23.751/2026, que incluem a emissão dos Boletins de Urna (BUs). Dessa forma, é possível que algumas urnas registrem o encerramento às 17h em ponto ou nos segundos seguintes, embora a conclusão dos procedimentos normalmente ocorra nos minutos posteriores

Portanto, registros de encerramento até as 17h10 fazem parte da rotina eleitoral e não representam, por si sós, uma situação atípica. Já nas seções em que houver eleitores na fila às 17h, o artigo 160 da resolução determina sua identificação e a distribuição de senhas, a fim de assegurar a continuidade da votação até que todos sejam atendidos. 

Cumprimento da decisão 

A determinação do STF exigiu ajustes nos procedimentos operacionais da Justiça Eleitoral, especialmente no recebimento dos Boletins de Urna (BUs), na totalização dos votos e na divulgação dos resultados, temporariamente suspensos e retomados após as 19h. 

Durante a coletiva de encerramento do 2º turno, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, destacou o trabalho das equipes técnicas para assegurar o cumprimento da decisão judicial. De acordo com o ministro, a medida exigiu adaptações nos sistemas e nas rotinas da Justiça Eleitoral, além de cuidados adicionais com a segurança de servidores e mesários. 

Na ocasião, o presidente agradeceu o empenho de magistrados, servidores, mesários, colaboradores e demais profissionais envolvidos na realização do pleito. O ministro também ressaltou que as providências adotadas permitiram dar continuidade à apuração e destacou o trabalho da Justiça Eleitoral para assegurar o atendimento ao eleitorado. 

Confira o total de votos após 17h.

Veja os votos computados após 17h10.

Acesse os votos registrados após 19h.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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