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UBS será inaugurada em Porto Rolim do Guaporé ( sexta-feira (5) com recurso do Senador Confucio Moura

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A pergunta que todo paciente faz é com quem operar. A que poucos fazem, e que os cirurgiões consideram tão importante quanto, é onde.

Um mesmo especialista de joelho pode operar em hospitais muito diferentes entre si, e o resultado da reconstrução de ligamento, da artroscopia de menisco ou da prótese depende também do que está em volta dele: a equipe de anestesia, a enfermagem treinada, a fisioterapia que começa no leito, a UTI de retaguarda e o serviço que discute os casos complexos antes de levá-los ao centro cirúrgico.

Para quem mora no interior, a escolha do hospital costuma ser a decisão que define a viagem. Moradores da Zona da Mata de Rondônia, por exemplo, percorrem centenas de quilômetros até Porto Velho ou até outros estados para operar, e a pergunta certa nesse trajeto não é apenas qual cidade tem o melhor cirurgião, e sim qual estrutura vai receber o joelho antes, durante e depois da cirurgia.

Este guia explica por que os hospitais de ensino, aqueles com residência médica credenciada, aparecem tão seguido nessa resposta.

Volume cirúrgico e resultado andam juntos

A relação entre volume e resultado é uma das mais consistentes da literatura cirúrgica: hospitais e cirurgiões que operam muitos casos do mesmo tipo tendem a apresentar menos complicações, menos infecções e menos reoperações.

Na cirurgia do joelho, isso vale da artroscopia à artroplastia, cuja demanda cresceu 52% no Brasil no período posterior à pandemia, segundo o DATASUS. Serviços com residência médica concentram volume por natureza, já que recebem casos de rotina e de referência para treinar as novas gerações.

O Instituto Ortopédico de Goiânia, o IOG, ilustra o modelo. Um dos serviços de ortopedia mais tradicionais do Centro-Oeste, mantém residência médica própria e programas de especialização que formaram boa parte dos ortopedistas em atividade em Goiás, e o corpo clínico reúne subespecialistas de joelho, quadril, ombro, mão e pé que operam e ensinam no mesmo lugar.

O paciente que chega a uma estrutura assim é atendido por um cirurgião experiente e, ao mesmo tempo, pelo olhar de uma equipe inteira.

O que um serviço de residência oferece ao paciente

A residência médica em ortopedia é credenciada pelo Ministério da Educação e exige do hospital o que o paciente mais precisa: preceptores presentes, discussão de casos em reunião clínica, protocolos escritos de prevenção de infecção e de trombose, equipe de plantão 24 horas e registro sistemático de resultados.

Complicações raras, quando acontecem, encontram gente treinada para reconhecê-las de madrugada. E o cirurgião que ensina é obrigado a se manter atualizado, porque os residentes perguntam.

Existe uma preocupação comum, e ela merece resposta direta: o residente não opera no lugar do especialista. Em serviços sérios, o médico em formação participa da cirurgia como auxiliar, sob supervisão, e o cirurgião responsável conduz os passos que definem o resultado.

O paciente tem direito a saber quem é o responsável pelo seu procedimento e pode perguntar isso na consulta.

Sinais de um bom hospital para operar o joelho

Alguns itens podem ser conferidos antes de marcar a data. Centro cirúrgico com fluxo laminar ou controle rigoroso de ar nas salas de prótese, banco de sangue e UTI no mesmo prédio, fisioterapia hospitalar que coloca o paciente de pé no primeiro dia, taxa de infecção divulgada ou disponível sob pedido e, para artroplastias, acesso a navegação ou robótica, que ajudam a posicionar o implante conforme a anatomia de cada paciente. Selos de acreditação hospitalar completam a lista, sem substituí-la.

Há também o que não aparece em selo nenhum: a conversa entre as especialidades. Uma prótese de joelho em paciente diabético, cardiopata ou com osteoporose exige avaliação clínica, cardiológica e anestésica integrada antes da cirurgia, e o hospital que reúne essas equipes no mesmo corredor resolve em dias o que, em estruturas fragmentadas, leva semanas de encaminhamentos.

É esse tipo de detalhe que faz a mesma prótese, implantada pelo mesmo cirurgião, ter desfechos diferentes em endereços diferentes.

Melhores ortopedistas de joelho no Brasil

A relação abaixo reúne cirurgiões de joelho com título da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho, a SBCJ, em diferentes regiões do país, montada a partir de registros públicos, títulos informados em sociedades médicas e avaliações de pacientes em plataformas de agendamento. A ordem não representa classificação.

1. Dr. Ulbiramar Correia (Goiânia, GO): membro titular da SBCJ e da SBRATE (CRM-GO 11552, RQE 7240), graduado pela UFG, com quase duas décadas dedicadas exclusivamente à articulação. Atua como ortopedista de joelho no IOG, onde soma a prática cirúrgica à formação de novos especialistas como preceptor de residência médica, com atuação em artroscopia, reconstrução ligamentar, lesões de cartilagem e próteses com técnica robótica e navegada.

2. COE, Centro de Ortopedia Especializada (Goiânia, GO): centro de referência que reúne, no mesmo endereço, diversos cirurgiões de joelho e especialistas das demais áreas da ortopedia, de coluna e quadril a ombro, mão, pé e ortopedia pediátrica, com 14 médicos certificados pela SBOT, boa parte deles com vínculo de ensino em hospitais da capital goiana. Para o paciente que viaja, o modelo resolve em uma única estrutura a avaliação do joelho e de qualquer outra articulação.

3. Dr. Thiago Parente (Fortaleza, CE): ortopedista especialista em joelho e fraturas, com especialização em cirurgia do joelho e medicina esportiva em São Paulo, mestrado em tecnologia minimamente invasiva e título das três sociedades da área, SBOT, SBCJ e SBRATE.

4. Dr. Rodolfo Zambolin (Campo Grande, MS): formado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, com especialização em cirurgia do joelho e 13 anos de atuação em ortopedia e traumatologia, membro da SBOT, da SBCJ e da SLARD, com prática em cirurgia por vídeo, osteotomias de realinhamento e prótese de joelho.

5. Dr. Tiago Moura (Recife, PE): ortopedista e traumatologista especialista em joelho (CRM-PE 15791, RQE 1865, TEOT 13045), com atendimento em Recife e no Cabo de Santo Agostinho, voltado às lesões esportivas e degenerativas da articulação.

6. Dr. Winston Martins (Curitiba, PR): ortopedista dedicado exclusivamente ao joelho (CRM-PR 17187, RQE 12870 em ortopedia e RQE 12556 em medicina esportiva), membro da ISAKOS e da sociedade latino-americana de artroscopia e trauma esportivo, a SLARD, com prática concentrada em lesões ligamentares e de menisco em adultos.

7. Dr. Bruno Luciano (Belo Horizonte, MG): ortopedista especialista em joelho (CRM-MG 46379, RQE 24945, TEOT 12225), com especialização em cirurgia do joelho pelo Hospital Madre Teresa, coordenador do serviço de ortopedia do complexo hospitalar João XXIII e fundador do Centro Ortopédico Belo Horizonte.

8. Dr. Heberton Timm (Porto Alegre, RS): ortopedista com foco em cirurgia do joelho (CRM-RS 23026, RQE 14206), formado pela UFRGS, com residência e fellowship em joelho no Hospital de Clínicas de Porto Alegre e mais de 20 anos de prática, membro titular da SBOT e da SBCJ.

9. Dr. Carlos Franco (Salvador, BA): ortopedista dedicado à cirurgia do joelho (CRM-BA 19843, RQE 12823), membro da SBOT e da SBCJ, com atendimento em várias unidades da capital baiana e prática que vai do tratamento conservador à artroscopia e à prótese.

10. Dr. Márcio Silveira (Brasília, DF): ortopedista especialista em joelho e traumatologia esportiva (CRM-DF 14967, RQE 12839, TEOT 13968), formado pela Universidade de Brasília, com subespecialização em cirurgia do joelho em Belo Horizonte e membro da SBOT e da sociedade internacional de reparo de cartilagem, a ICRS.

Para quem viaja do interior

Operar longe de casa funciona quando a logística é planejada. O roteiro que os serviços de referência recomendam tem três etapas: enviar exames de imagem e relatórios antes da viagem, para triagem a distância; concentrar na mesma semana a consulta presencial, os exames pré-operatórios e a cirurgia; e definir antes de partir como será o pós-operatório, com fisioterapia na cidade de origem e retornos por telemedicina intercalados com visitas presenciais espaçadas. Hospitais de ensino costumam ter esse fluxo organizado, justamente por receberem pacientes de fora com frequência.

Na consulta, além das perguntas de sempre ao cirurgião, sobre volume anual, hospitais onde opera e alternativas à cirurgia, vale acrescentar duas sobre o hospital: quem estará na equipe do centro cirúrgico e o que acontece se houver uma complicação na primeira noite.

Quem responde com nomes, protocolos e uma estrutura de plantão por trás costuma ser a escolha certa, seja a três quilômetros ou a três mil da porta de casa.

Fonte: Via: florestanoticias

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Após ação do MPRO, Justiça determina medidas para ampliar acesso à Carteira de Identidade Nacional em Rondônia

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O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO) iniciou, em 2026, a expansão do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) no interior do estado. Em 22 de maio de 2026, a Portaria n.º 598/PGJ designou promotores e promotoras de Justiça para representar o grupo em Ariquemes, Ji-Paraná, Cacoal, Rolim de Moura e Vilhena.

Segundo o coordenador do Gaeco, promotor de Justiça Anderson Batista de Oliveira, a expansão busca aproximar o Gaeco dos órgãos de segurança pública, das instituições de fiscalização e da sociedade nos municípios do interior.

A presença de representantes locais também permite acompanhar as investigações desde o início, facilita a articulação entre as instituições e contribui para a agilidade na análise de informações e no encaminhamento de medidas investigativas, favorecendo a articulação de resposta integrada nas diversas regiões.

Expansão

A previsão de criação de cinco regionais do Gaeco já existia desde 2019, mas a implantação começou efetivamente em 2026, com a designação de promotores e promotoras de Justiça para representar o grupo no interior de Rondônia.

Segundo o coordenador do Gaeco, a expansão começou quando a instituição encontrou condições para dar início ao processo. A proposta é ampliar a presença do grupo no interior e facilitar o trabalho conjunto com as forças de segurança locais.

Para Anderson Batista, ter um representante do Gaeco no interior permite conhecer melhor a realidade de cada município e manter contato mais próximo com os profissionais que participam das investigações. Isso pode facilitar a troca de informações e agilizar o andamento dos casos, porque o promotor acompanha a situação desde o início e já conhece o contexto.

O coordenador explica que a confiança entre os profissionais é essencial para investigações que exigem sigilo. Em cidades menores, onde muitas pessoas se conhecem, é necessário ter cuidado com o compartilhamento de informações para evitar vazamentos que possam prejudicar o trabalho.

A regionalização também tem caráter preventivo. Organizações criminosas tendem a buscar territórios onde a presença do Estado é menos intensa, para estabelecer rotas, recrutar pessoas e se infiltrar em atividades econômicas e na administração pública. Ao manter representantes no interior, o Gaeco consegue perceber esses movimentos ainda no início, quando a intervenção é mais eficaz e o dano social é menor.

A expansão também favorece o contato com a população. Segundo o promotor, muitas pessoas do interior se sentem mais à vontade para procurar pessoalmente o Ministério Público e relatar situações suspeitas. A conversa direta permite esclarecer dúvidas e obter detalhes que ajudam a compreender os fatos apresentados.

“Nosso principal objetivo é exatamente a aproximação”, afirma Anderson Batista, ao explicar que a regionalização busca aproximar o Gaeco tanto da sociedade quanto dos órgãos responsáveis pela investigação e fiscalização.

Atuação local

De acordo com Anderson Batista, o conhecimento da realidade local contribui para o trabalho investigativo, especialmente em casos que exigem sigilo. A proximidade permite que o representante do Ministério Público conheça os atores institucionais da região e articule a colaboração entre equipes policiais.

Outro aspecto é o atendimento presencial. A presença de um representante do Gaeco no município amplia as possibilidades de contato direto com a população, que pode procurar o Ministério Público para apresentar informações e denúncias.

A estratégia também considera a necessidade de construir relações de confiança entre as instituições. Em localidades menores, o conhecimento prévio das dinâmicas locais ajuda a identificar possíveis conflitos de interesse e a definir os cuidados necessários para preservar o sigilo das investigações.

As regionais atuam de forma integrada. As informações levantadas em cada município e região são compartilhadas com a sede, em Porto Velho, o que permite cruzar dados e identificar conexões entre fatos que, vistos separadamente, pareceriam pontuais.

Um mesmo grupo criminoso pode atuar em mais de uma cidade ou região, e a leitura integrada permite compreender a estrutura da organização como um todo e orientar a atuação de forma mais estratégica.

Capacitação

Para apoiar a expansão, policiais militares de inteligência que atuam no interior participam de treinamento voltado à metodologia de investigação do Gaeco. A capacitação ocorre em articulação com a Força-Tarefa Integrada de Combate ao Crime Organizado, vinculada à estrutura estadual de segurança pública.

Para apoiar esse processo, nove policiais militares que atuam na área de inteligência no interior estão sendo capacitados para trabalhar com a metodologia do Gaeco. São três profissionais de Cacoal, três de Rolim de Moura e três de Vilhena. A proposta é que, após a capacitação, eles retornem às cidades de origem e contribuam com as atividades das regionais.

A proposta é preparar os profissionais para trabalhar de forma integrada com as regionais, especialmente na coleta, análise e cruzamento de informações relacionadas às organizações criminosas.
O trabalho dos analistas envolve, entre outras atividades, a pesquisa em fontes abertas na internet, o exame de documentos e a análise de dados extraídos de dispositivos eletrônicos.

A sede, em Porto Velho, permanece como referência para o suporte técnico e pericial especializado.

A coordenação do Gaeco também projeta ampliar a estrutura das regionais de forma gradual, conforme as necessidades operacionais. A perspectiva é aumentar a dedicação dos promotores ao grupo e fortalecer as equipes de apoio, sem comprometer a capacidade de atendimento da sede.

Estrutura, Tecnologia e Pessoal

O coordenador do Gaeco explicou ainda que a transição para uma persecução penal orientada por dados exige investimentos contínuos em infraestrutura de TI, estações de trabalho de altíssimo desempenho, softwares de inteligência forense e um quadro funcional especializado.

A partir de maio de 2021, o Gaeco ingressou em um plano sistemático de modernização e reestruturação. O processo de modernização operacional esteve fincado em três eixos vitais:
Hardware de Alta Performance: Substituição do parque tecnológico por estações de trabalho avançadas, dotadas de capacidade de processamento massivo.

O processamento de grandes volumes de dados de extrações eletrônicas inviabiliza o uso de computadores convencionais, os quais travam e paralisam as investigações.

Softwares Forenses Especializados: Aquisição e renovação contínua de licenças para sistemas de extração de dados, quebra de senhas, perícia digital forense, análise de vínculos (link analysis) e scanners de alta produtividade.

Ergonomia e Saúde Ocupacional: Reorganização dos espaços físicos de trabalho focando na ergonomia e no bem-estar dos servidores. A adequação ambiental reduziu o desgaste físico e psíquico decorrente da análise ininterrupta de dados brutos por longas jornadas, resultando na diminuição de licenças médicas, mitigação de erros operacionais e sensível incremento na precisão técnica dos relatórios de inteligência.

Participação da Sociedade

As investigações do Grupo têm três principais origens: a prospecção própria de inteligência, que envolve o monitoramento de informações e indícios de atividades criminosas; as denúncias recebidas pela Ouvidoria do MPRO; e os encaminhamentos de órgãos de controle, como o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RO) e a Polícia Federal.

Para que uma denúncia ajude o Gaeco a investigar um possível crime, é necessário apresentar informações concretas sobre os fatos. Relatos baseados apenas em suspeitas, sem indicar o que aconteceu ou quem pode estar envolvido, podem não ser suficientes para iniciar uma apuração.

O promotor explica que o Ministério Público precisa de elementos que permitam verificar se há indícios de irregularidades. A compra de um carro caro por um servidor público, por exemplo, não comprova, por si só, a prática de corrupção. É necessário apresentar informações que ajudem a esclarecer a possível origem ilícita do dinheiro ou a relação com algum crime.

Segundo Anderson Batista, o cidadão pode contribuir com a investigação informando, sempre que souber, quem são os envolvidos, qual irregularidade teria ocorrido, como ela foi praticada, onde e quando aconteceu.

Quanto mais precisos forem os dados apresentados, maiores serão as possibilidades de a equipe analisar a denúncia e identificar elementos que justifiquem o aprofundamento da investigação.

Como denunciar

A população pode denunciar possíveis irregularidades ao MPRO presencialmente, nas unidades da instituição em Porto Velho, Ariquemes, Ji-Paraná, Cacoal, Rolim de Moura e Vilhena; pelo telefone 127; pelos WhatsApps (69) 99977-0127 e (69) 99977-0180; ou pelo formulário eletrônico da Ouvidoria.

Endereços para atendimento presencial:
Porto Velho: Rua Jamari, 1555, Olaria.
Ariquemes: Avenida Tancredo Neves, 2700, Setor Institucional.
Ji-Paraná: Rua Seis de Maio, 485, Urupá.
Cacoal: Avenida São Paulo, 3477, Jardim Clodoaldo.
Rolim de Moura: Avenida João Pessoa, 4526, Centro.
Vilhena: Avenida Luís Maziero, 4480, Jardim América.

Série especial

Esta matéria integra a série “MP mais perto de você”, que apresenta ações do programa de aperfeiçoamento institucional do Ministério Público de Rondônia. A iniciativa reúne medidas voltadas à ampliação e ao aprimoramento dos serviços prestados pelo MPRO à população em diferentes regiões do Estado.

A série apresenta, em sequência, as ações do programa e mostra como as medidas adotadas ampliam a presença da instituição e qualificam o atendimento à população.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Fonte: Via: florestanoticias

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Com diagnóstico na Saúde pronto, futuro Governo reduzirá gastos da máquina e promete fortes ações nos 100 dias para reduzir filas de exames e cirurgias – Política

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O futuro Governo, liderado por Marcos Rogério (PL), fará um amplo corte de gastos da máquina pública, reduzindo cargos de confiança, contratos e despesas com passagens e diárias, e criará uma força-tarefa através do chamado Gabinete de Crise na Saúde nos primeiros 100 dias para reduzir filas de exames e cirurgias, uma das promessas de campanha do atual senador. O diagnóstico na Saúde já está pronto e será apresentado nos próximos dias ao governador eleito, garante o deputado federal reeleito Lúcio Mosquini (PL), coordenador da Transição do Governo. No Eixo Saúde, um dos 10 criados para estudar a atual máquina pública, foram detectados 47 contratos continuados e a recomendação será a continuidade para não parar as ações na Saúde, porque tratam-se de contratos de anestesistas, fornecimento de oxigênio, remédios essenciais, UTIs, entre outros.

Para Mosquini, a economia será possível para garantir investimentos onde há necessidade através da criação da futura Secretaria de Eficiência de Gasto Público, que substituirá a atual Secretaria de Gastos Públicos (Sugesp), mas com maior abrangência. Sobre o trabalho da transição, o coordenador explica que o grupo de 22 técnicos foi dividido em equipes para atuar na compilação de dados dos 10 eixos de abordagem. Por exemplo, o Eixo Produção envolveu a Seagri, Emater, Idaron e a Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (Sedam).

O trabalho de Mosquini foi elogiado por membros da equipe de transição, a exemplo do advogado Edemir Monteiro Brasil Neto, membro da Procuradoria Geral do Estado (PGE). A futura primeira-dama Patrícia Rigotti também fez menção a boa condução dos trabalhos liderada pelo parlamentar reeleito. Patrícia e Edemir são dois nomes certos para configurar o primeiro escalão do Governo Marcos Rogério. Perguntado se abriria mão do mandato para ajudar a equipe do governador eleito, Lúcio preferiu não responder, mas explicou que será um “colaborador e apoiador” do futuro Governo.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Começou mais um Quartão da economia no Tradição com ofertas imperdíveis, confira!

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O Supermercado Tradição, em Alta Floresta d’Oeste (RO), preparou mais uma edição do tradicional Quartão da Economia, que acontece nesta quarta-feira, dia 14 de outubro, trazendo ofertas especiais e preços atrativos para os consumidores.

A campanha promete movimentar as duas unidades do supermercado, oferecendo aos clientes a oportunidade de abastecer a despensa, garantir produtos para o dia a dia e aproveitar preços que cabem no bolso.

Com o compromisso de oferecer qualidade, variedade e economia, o Supermercado Tradição reforça seu objetivo de proporcionar vantagens para as famílias de Alta Floresta d’Oeste e região.

As ofertas do Quartão da Economia serão válidas nas duas unidades do Supermercado Tradição:

  • 📍 Unidade Avenida Brasil
  • 📍 Unidade Avenida Rondônia

A direção do supermercado convida toda a população a aproveitar a promoção nesta quarta-feira e conferir de perto as oportunidades de economia.

É nesta quarta-feira, 14 de outubro! Chegou o Quartão da Economia do Supermercado Tradição!

Supermercado Tradição — Economia todos os dias!

Fonte: Via: florestanoticias

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