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Fúria recebe R$ 5 milhões e lidera recursos dos partidos entre candidatos ao Governo; Silvia passa dos R$ 3 milhões – Eleições

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Adailton Fúria é o candidato ao Governo de Rondônia que mais recebeu recursos de direções partidárias até agora, com R$ 5 milhões. Na disputa pelo Senado, Sílvia Cristina ocupa a primeira posição, com R$ 3.176.572,53. Os dois lideram os respectivos rankings de um volume que já chega a R$ 27.410.199,45 destinado pelos partidos às campanhas para os dois cargos, segundo dados financeiros informados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e disponíveis no sistema de compilação do RONDONIAGORA. 

Do total, R$ 14.641.324,65 foram destinados às campanhas para governador, enquanto R$ 12.768.874,80 chegaram aos candidatos ao Senado. Os dados consideram exclusivamente recursos provenientes de direções partidárias. 

Fúria recebeu os R$ 5 milhões da direção nacional do PSD. O valor o coloca R$ 1,274 milhão à frente de Marcos Rogério, segundo colocado no ranking do Governo, com R$ 3.726.000 repassados pela direção nacional do PL. 

Hildon Chaves ocupa a terceira posição, com R$ 3 milhões da direção nacional do União. Depois aparecem Expedito Netto, com R$ 1.867.824,65 da direção nacional do PT, e Pedro Abib, com R$ 1.047.500. 

No caso de Pedro Abib, são dois repasses do MDB: R$ 1 milhão da direção nacional e R$ 47.500 da direção estadual em Rondônia.

Sílvia passa dos R$ 3,1 milhões para o Senado

Entre os candidatos ao Senado, Sílvia Cristina lidera com R$ 3.176.572,53, repassados pela direção nacional do PP. Acir Gurgacz aparece logo depois, com R$ 3 milhões da direção nacional do PDT. 

A terceira maior quantia é de Mariana Carvalho, com R$ 2.003.016. Nesse caso, o total reúne R$ 1.003.016 da direção nacional do Republicanos e R$ 1 milhão da direção nacional do União. 

Dr. Fernando Máximo recebeu R$ 1.676.000 da direção nacional do PL e ocupa a quarta posição. Luciana Oliveira vem em seguida, com R$ 1.588.286,27 da direção nacional do PT. 

Completam o ranking Luis Fernando, com R$ 1 milhão; Aires Mota, com R$ 300 mil; e Engenheiro Thulio, com R$ 25 mil. Os recursos foram destinados, respectivamente, pelas direções nacionais do PSD, PV e Missão. 

Eleições 2026

Ranking de recursos partidários — Governo de Rondônia

# Candidato Valor recebido
1 Adailton Furia R$ 5.000.000,00
2 Marcos Rogério R$ 3.726.000,00
3 Hildon Chaves R$ 3.000.000,00
4 Expedito Netto R$ 1.867.824,65
5 Pedro Abib R$ 1.047.500,00

Valores consolidados de recursos destinados por direções partidárias às campanhas para governador.

Eleições 2026

Ranking de recursos partidários — Senado

# Candidato Valor recebido
1 Sílvia Cristina R$ 3.176.572,53
2 Acir Gurgacz R$ 3.000.000,00
3 Mariana Carvalho R$ 2.003.016,00
4 Dr. Fernando Máximo R$ 1.676.000,00
5 Luciana Oliveira R$ 1.588.286,27
6 Luis Fernando R$ 1.000.000,00
7 Aires Mota R$ 300.000,00
8 Engenheiro Thulio R$ 25.000,00

Valores consolidados de recursos destinados por direções partidárias às campanhas para o Senado.

 

 

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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A Funerária Alta Floresta comunica o falecimento do Senhor Mário Roberto de Paula

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É com pesar que a Funerária Alta Floresta comunica o falecimento do Senhor Mário Roberto de Paula, aos 69 anos de idade, ocorrido em 01/11, seu corpo será velado na Capela da Funerária do seu Valdemar apartir das 20:00, e o seu sepultamento será amanhã 03/11, as 08:00 horas, no cemitério local de Alta Floresta

Nossos sentimentos aos Familiares e Amigos.

E desde já a família enlutada agradece a presença de todos.

Fonte: Florestanoticias.com

Fonte: Via: web tv alternativa

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ALTA FLORESTA – HOMEM DESAPARECE APÓS SER ARRASTADO PELA CORRENTEZA DE RIO DURANTE PESCARIA NA ZONA RURAL – WEB TV ALTERNATIVA

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Atividade foi regulamentada em Porto Velho e chama atenção pelo valor do produto, mas especialistas alertam que foco principal deve ser a preservação e a polinização.

Quando se fala em abelhas, muita gente logo pensa em picadas. Em Porto Velho, no entanto, moradores criam espécies nativas sem ferrão no quintal de casa. Além de ajudar na preservação ambiental, os insetos produzem um mel que pode custar entre R$ 350 e R$ 400 o litro. A atividade é conhecida como meliponicultura.

É o caso da meliponicultora Regina Ferreira Mariz, moradora da Zona Norte de Porto Velho. Ao g1, ela contou que cria abelhas nativas há cerca de seis anos. No quintal de casa, mantém diferentes espécies, muitas delas resgatadas de áreas onde estavam em situação de risco. As espécies são

  • Jataí-amarela (Tetragonisca angustula)
  • Mandaguari-preta (Scaptotrigona postica)
  • Marmelada-amarela (Frieseomelitta varia)
  • Boca-de-renda (Melipona seminigra)
  • Jataí-negra (Scaura latitarsis)

Em alguns casos, a ação humana sobre o meio ambiente, como queimadas e desmatamento, coloca as colônias em risco. Nessas situações, o resgate pode ser necessário para garantir a preservação das espécies.

Segundo Regina, a retirada das abelhas de áreas ameaçadas deve seguir as diretrizes previstas na legislação.

“Por exemplo, se há risco para as abelhas, se é uma área de derrubada, se derrubaram uma árvore e as abelhas estão ali correndo o risco, pode resgatar”, disse Regina.

Em junho de 2024, a Lei Complementar nº 990/2024 regulamentou a criação e o manejo de abelhas nativas sem ferrão e da espécie Apis mellifera em Porto Velho para fins educacionais, ambientais, científicos e econômicos.

Caixa com abelha sem ferrão — Foto: Tiago Ghizoni/ NSC

Mel pode custar até R$ 400 o litro

Além de contribuir para a preservação das espécies, a criação de abelhas sem ferrão também chama a atenção pelo valor do mel produzido.
Segundo Roseval Guzzo, gerente de Assistência Técnica da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), embora a produção das abelhas nativas seja menor em quantidade, o mel tem características próprias e maior valorização comercial. O litro pode custar entre R$ 350 e R$ 400.

“Ele é mais saboroso, tem um sabor mais amazônico e também é mais valorizado”, destacou Guzzo.

Risco da mercantilização

Apesar do potencial econômico, a valorização do mel também acende um alerta sobre os rumos que a atividade pode tomar quando o interesse financeiro se sobrepõe à preservação ambiental.
Tanto Guzzo quanto Regina destacam que a criação de abelhas sem ferrão não deve perder de vista o principal papel desses insetos na natureza: a polinização.

“Não podemos permitir que essa atividade seja vista apenas como uma oportunidade de ganho material ou comercial”, disse Regina.

Para ela o retorno financeiro pode existir, mas precisa caminhar junto com a preservação, o bem-estar das colônias e o compromisso ambiental.

“Meliponicultura é preservar, educar, produzir com consciência e respeitar a vida. É entender que somos responsáveis não apenas pelas abelhas que criamos, mas também pelo legado ambiental que deixaremos para as próximas gerações” finalizou.

Guzzo destacou sobre a polinização das florestas, dos alimentos que consumimos e da necessidade de manter essas abelhas vivas.

“Sem elas a humanidade viveria mais ou menos uns quatro anos sobre um caos, não teria manga, não teria laranja, uva, praticamente nada”, disse.

Fonte: G1/RO

Fonte: Via: web tv alternativa

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Mel com ‘sabor amazônico’ produzido por abelhas sem ferrão custa até R$ 400 o litro em Porto Velho – WEB TV ALTERNATIVA

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Atividade foi regulamentada em Porto Velho e chama atenção pelo valor do produto, mas especialistas alertam que foco principal deve ser a preservação e a polinização.

Quando se fala em abelhas, muita gente logo pensa em picadas. Em Porto Velho, no entanto, moradores criam espécies nativas sem ferrão no quintal de casa. Além de ajudar na preservação ambiental, os insetos produzem um mel que pode custar entre R$ 350 e R$ 400 o litro. A atividade é conhecida como meliponicultura.

É o caso da meliponicultora Regina Ferreira Mariz, moradora da Zona Norte de Porto Velho. Ao g1, ela contou que cria abelhas nativas há cerca de seis anos. No quintal de casa, mantém diferentes espécies, muitas delas resgatadas de áreas onde estavam em situação de risco. As espécies são

  • Jataí-amarela (Tetragonisca angustula)
  • Mandaguari-preta (Scaptotrigona postica)
  • Marmelada-amarela (Frieseomelitta varia)
  • Boca-de-renda (Melipona seminigra)
  • Jataí-negra (Scaura latitarsis)

Em alguns casos, a ação humana sobre o meio ambiente, como queimadas e desmatamento, coloca as colônias em risco. Nessas situações, o resgate pode ser necessário para garantir a preservação das espécies.

Segundo Regina, a retirada das abelhas de áreas ameaçadas deve seguir as diretrizes previstas na legislação.

“Por exemplo, se há risco para as abelhas, se é uma área de derrubada, se derrubaram uma árvore e as abelhas estão ali correndo o risco, pode resgatar”, disse Regina.

Em junho de 2024, a Lei Complementar nº 990/2024 regulamentou a criação e o manejo de abelhas nativas sem ferrão e da espécie Apis mellifera em Porto Velho para fins educacionais, ambientais, científicos e econômicos.

Caixa com abelha sem ferrão — Foto: Tiago Ghizoni/ NSC

Mel pode custar até R$ 400 o litro

Além de contribuir para a preservação das espécies, a criação de abelhas sem ferrão também chama a atenção pelo valor do mel produzido.
Segundo Roseval Guzzo, gerente de Assistência Técnica da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), embora a produção das abelhas nativas seja menor em quantidade, o mel tem características próprias e maior valorização comercial. O litro pode custar entre R$ 350 e R$ 400.

“Ele é mais saboroso, tem um sabor mais amazônico e também é mais valorizado”, destacou Guzzo.

Risco da mercantilização

Apesar do potencial econômico, a valorização do mel também acende um alerta sobre os rumos que a atividade pode tomar quando o interesse financeiro se sobrepõe à preservação ambiental.
Tanto Guzzo quanto Regina destacam que a criação de abelhas sem ferrão não deve perder de vista o principal papel desses insetos na natureza: a polinização.

“Não podemos permitir que essa atividade seja vista apenas como uma oportunidade de ganho material ou comercial”, disse Regina.

Para ela o retorno financeiro pode existir, mas precisa caminhar junto com a preservação, o bem-estar das colônias e o compromisso ambiental.

“Meliponicultura é preservar, educar, produzir com consciência e respeitar a vida. É entender que somos responsáveis não apenas pelas abelhas que criamos, mas também pelo legado ambiental que deixaremos para as próximas gerações” finalizou.

Guzzo destacou sobre a polinização das florestas, dos alimentos que consumimos e da necessidade de manter essas abelhas vivas.

“Sem elas a humanidade viveria mais ou menos uns quatro anos sobre um caos, não teria manga, não teria laranja, uva, praticamente nada”, disse.

Fonte: G1/RO

Fonte: Via: web tv alternativa

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