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Justiça Eleitoral nega liminar e garante divulgação de pesquisa em Rondônia – Eleições

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Os advogados do candidato do PSD, Adailton Fúria, tentaram proibir a divulgação da oitava rodada de pesquisa do Instituto Phoenix na mídia. O juiz Audarzean Santana da Silva negou liminar e garantiu o conhecimento público dos números apurados pela sondagem. Para o magistrado, “as pesquisas de opinião pública constituem importante instrumento de informação e compõem o próprio ecossistema do debate eleitoral e democrático, cuja divulgação é resguardada pelas garantias constitucionais da liberdade de expressão e de informação”.

Há dias, a Justiça Eleitoral determinou a divulgação da pesquisa do Instituto Veritá em razão dos questionários estarem com indícios de irregularidade. Mas em relação a Phoenix, a Justiça entendeu que está tudo normal. “A suspensão da divulgação da pesquisa antes do transcurso de tal lapso temporal configuraria intervenção judicial prematura da Justiça Eleitoral, suprimindo prazo regulamentar expressamente assegurado pelo Tribunal Superior Eleitoral”, discorreu o juiz.

O que diz a pesquisa

Divulgada pela imprensa, a oitava rodada de pesquisa ouviu 1123 pessoas em 13 municípios. Levando-se em consideração a margem de erro de 3%, o senador Marcos Rogério (PL), o ex-prefeito Adailton Fúria (PSD) e o ex-prefeito Hildon Chaves (UP) aparecem tecnicamente empatados, mas com o candidato do PL ainda mantendo a dianteira na disputa.

Marcos Rogério registrou 24,31%; Hildon Chaves 21,73%; Adailton Fúria 17,36%; Pedro Abib (MDB) 7,66%; Expedito Netto 5,70% e Samuel Costa 4.90%. Os indecisos chegam a 11,58% e brancos ou nulos outros 6,77%.

Favorito em Porto Velho

Porto Velho, maior colégio eleitoral, puxou os números de Hildon Chaves para cima. Na capital, pela mesma pesquisa, Hildon lidera o cenário com 35,2%, seguido por Marcos Rogério com 14,7% e Pedro Abib com 10,7% que aparecem empado com Adailton Fúria com 9,5%.
Inserções no rádio, TV e efeito Tiozão

A exposição dos candidatos em inserções no rádio e na tevê, além do fortalecimento dos canais digitais acabaram levando o eleitor a uma tendência. Hildon Chaves passou a ter sua candidatura conhecida no interior e principalmente em Porto Velho, onde exerceu a prefeitura por dois mandatos. Hildon concentrou esforços nas redes sociais e, por último, adotou uma postura mais leve, enxergando em seus problemas nos debates uma forma de se conectar com as pessoas. O candidato do União Progressista admitiu que não foi bem na Band e na Rema TV e atribuiu o mau desempenho as 5 covids que pegou por estar na linha de frente durante a pandemia. Apelidado de Tiozão, Hildon ganhou mais adeptos ao seu projeto político.

Por outro lado, o senador Marcos Rogério não encontrou respostas para algumas perguntas que vem sendo feitas desde a pré-campanha, como o porquê de ter não lutado contra o famigerado pedágio e o aumento na energia dos rondonienses. Já Adailton Fúria é enxergado como a figura do traidor que quer a todo custo se manter a distância do governador Marcos Rocha, que é presidente estadual do PSD, e lançou sua candidatura ao Governo. Nos dois debates, Samuel Costa (PSB) indagou Fúria sobre esses apoios, mas sempre negou ter vínculo com os Rocha, trazendo insatisfação dentro do núcleo do Governo, liderado pela primeira-dama Luana Rocha. E por fim, Fúria teve um chilique e demitiu o marqueteiro João Kaleche, deixando a campanha sem rumo.

Instituto Phoenix de Pesquisa
Registro: 02620-2026
Período: 3 a 5 de setembro de 2026
Amostro: 1123 pessoas
Nível de confiança: 95%
Margem de erro: 2,9% para mais ou para menos
Contratante: ABC Publicidade Ltda Universo

Rondoniagora.com

Fonte: Via: rondoniagora

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“O jovem precisa ter futuro aqui”, diz Acir ao defender emprego e renda em Rondônia – Eleições

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Estudar, se formar e depois fazer as malas porque não encontrou oportunidade em Rondônia. Para o candidato ao Senado Acir Gurgacz (PDT), essa é uma realidade que precisa mudar.

Acir chamou atenção para a saída de jovens que cresceram no Estado, estudaram, se qualificaram, mas acabam buscando emprego em outras regiões do país.

“Eles se formam aqui para trabalhar onde? Para trabalhar em outro Estado”, afirmou.

Para Acir, Rondônia precisa voltar a ser um lugar onde o jovem consiga enxergar futuro. Onde possa estudar, conseguir emprego, abrir seu próprio negócio, formar família e crescer sem precisar ir embora.

“Os jovens estão indo embora de Rondônia porque não têm emprego qualificado aqui. Isso não pode ser normal. Nós precisamos criar oportunidade para que quem nasceu aqui tenha motivos para ficar”, defendeu.

A proposta apresentada por Acir começa onde muita gente já trabalha: no campo, na pequena propriedade, na agricultura familiar e na produção local.

Ele defende fortalecer produtores, incentivar associações e cooperativas e ajudar Rondônia a transformar aqui mesmo aquilo que produz. A ideia é simples: produzir mais, vender melhor e fazer o dinheiro ficar no Estado, gerando emprego para quem está começando a vida e renda para quem já trabalha.

Rondoniagora.com

Fonte: Via: rondoniagora

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Procuradoria aponta fraude em decreto que anulou cassação de Rafael Fera e pede que TRE negue registro – Eleições

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A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) pediu ao Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO) nesta sexta-feira (11), que negue o registro de candidatura de Rafael Bento Pereira, o “Rafael Fera”, a reeleição pelo Podemos. Em parecer, o órgão afirma que o decreto aprovado pela Câmara de Ariquemes em 2025 para anular a perda do mandato de vereador foi editado em “fraude à lei”, com a finalidade de afastar a inelegibilidade e viabilizar sua diplomação. 

Rafael perdeu o mandato de vereador por meio do Decreto Legislativo nº 001/2023, da Câmara Municipal de Ariquemes. Posteriormente, a própria Casa aprovou o Decreto Legislativo nº 002/2025, anulando o ato anterior. Ao se manifestar no processo de registro, o candidato argumentou que o novo decreto afastou a causa de inelegibilidade. A Câmara informou à Justiça Eleitoral que o ato de 2025 permanece formalmente vigente. 

A Procuradoria discorda. Para o órgão, a existência formal do novo decreto não impede que a Justiça Eleitoral examine as circunstâncias em que ele foi aprovado e verifique se houve tentativa de contornar uma norma eleitoral. O parecer afirma que é necessário considerar a finalidade efetiva do ato diante dos elementos que indicam que a deliberação foi direcionada à retirada do obstáculo que impedia a diplomação e o exercício do mandato por Rafael. 

Projeto foi apresentado um dia após julgamento do STF

A cronologia é um dos principais fundamentos apresentados pela Procuradoria. Segundo o parecer, em 13 de março de 2025, o Supremo Tribunal Federal concluiu julgamento relacionado à distribuição das sobras eleitorais das eleições de 2022. O documento afirma que a decisão beneficiava diretamente o Podemos e Rafael, então primeiro suplente do partido para deputado federal, e que a própria legenda divulgou naquele dia que o resultado poderia levá-lo ao exercício do mandato. 

No dia seguinte, um vereador filiado ao mesmo partido apresentou o projeto destinado a retirar do mundo jurídico justamente o decreto que havia formalizado a perda do mandato de Rafael. Para a Procuradoria, a proximidade entre os acontecimentos integra o conjunto de elementos que demonstra a finalidade eleitoral do novo ato. 

O processo legislativo continuou mesmo após parecer da própria Procuradoria Legislativa da Câmara de Ariquemes advertir sobre a existência de uma ação anulatória e a necessidade de aguardar um pronunciamento definitivo da Justiça. Conforme o documento, os supostos vícios utilizados para justificar a anulação já haviam sido submetidos ao Judiciário sem reconhecimento da invalidade da cassação. 

Comunicação coincidiu com retotalização

A PRE também destaca que, em 21 de maio daquele ano, mesma data da publicação de acórdão do STF, o vereador que apresentou o projeto solicitou que a Justiça Eleitoral fosse comunicada da anulação e fez referência expressa à necessidade de regularização da situação eleitoral de Rafael. 

Depois, o ofício destinado a comunicar oficialmente a Justiça Eleitoral sobre a edição do decreto de 9 de junho de 2025, data em que, segundo o parecer, o TRE-RO realizou a sessão de retotalização dos votos e reconheceu Rafael como candidato a ser diplomado deputado federal. Para a Procuradoria, a sequência “não revela simples coincidência”. 

O parecer afirma que a Câmara utilizou um mecanismo revestido de aparente legalidade — a anulação de um ato próprio — para “eliminar artificialmente uma causa de inelegibilidade” e assegurar a diplomação do candidato que havia perdido mandato eletivo. Para a PRE, o decreto de 2025 teve finalidade eleitoral específica. 

Procuradoria quer decreto sem efeito para fins eleitorais

A Procuradoria pede que o TRE examine a questão dentro do próprio processo de registro e reconheça incidentalmente a fraude. Embora a Câmara tenha informado que o Decreto Legislativo nº 002/2025 continua formalmente vigente, a PRE argumenta que isso não obriga a Justiça Eleitoral a reconhecer os efeitos pretendidos pelo ato sobre a candidatura. 

Os fatos relacionados à edição do decreto também são discutidos em uma Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME) apresentada pela Procuradoria depois da diplomação de Rafael decorrente da retotalização das eleições de 2022. Segundo o parecer, o TRE-RO extinguiu essa ação sem analisar o mérito por reconhecer litispendência com outro processo. O recurso está no Tribunal Superior Eleitoral, onde a Procuradoria-Geral Eleitoral se manifestou para que a litispendência seja afastada e a ação possa prosseguir. 

Na conclusão, o MPE defende que o decreto de 2025 não tenha eficácia eleitoral para afastar a cassação anterior. Dessa forma, permaneceriam os efeitos do Decreto Legislativo nº 001/2023, que formalizou a perda do mandato de vereador, e Rafael continuaria alcançado pela causa de inelegibilidade apontada pela Procuradoria.

Rondoniagora.com

Fonte: Via: rondoniagora

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Vídeo: Justiça Eleitoral encerra pit stop com som abusivo na avenida Rio Madeira com a Vieira Caúla – Eleições

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Servidores da Justiça Eleitoral precisaram agir no final da tarde desta sexta-feira (11) para encerrar um pit stop de campanha com som abusivo e proibido no cruzamento das avenidas Rio Madeira com Vieira Caúla, bairro Nova Porto Velho, na capital.

Nos últimos dias o TRE-RO tem intensificado alertas sobre a proibição de som em eventos fixos, mesmo assim o desrespeito é grande.

Ainda sobre o pit stop que sofreu fiscalização, após a intervenção do TRE os carros de som passaram a ficar circulando pelas proximidades, mas não estacionados. O evento prosseguiu, mas sem som alto.

Rondoniagora.com

Fonte: Via: rondoniagora

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