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Mercado Brustolin anuncia vagas para contratação de novos colaboradores

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Encontrar água acumulada embaixo de um trocador de calor não significa necessariamente que o equipamento esteja vazando. Durante o funcionamento, é normal que alguns sistemas produzam condensação, principalmente quando o ar contém bastante umidade.

Essa água pode escorrer pela base do equipamento e formar uma poça que, à primeira vista, parece ter saído da tubulação da piscina.

Ainda assim, vazamentos reais também podem ocorrer. A diferença precisa ser identificada antes de ignorar o problema ou solicitar uma manutenção desnecessária.

Como diferenciar condensação de vazamento
Por que ocorre condensação?
O trocador de calor movimenta ar através de componentes cuja temperatura pode ficar abaixo da temperatura do ar ambiente.

Quando o ar úmido encontra uma superfície fria, parte do vapor de água se transforma em líquido.

É o mesmo princípio que faz um copo gelado ficar molhado por fora.

A água não veio de dentro do copo.

Ela estava presente no próprio ar.

Em um equipamento funcionando durante várias horas, a quantidade acumulada pode surpreender.

Quanto mais úmido o dia, maior pode ser a quantidade
Em regiões quentes e úmidas, a condensação pode ser significativa.

Depois de uma chuva ou durante períodos de alta umidade, o volume de água produzido pode aumentar.

Por isso, observar apenas o tamanho da poça não é suficiente para concluir que existe defeito.

É necessário identificar sua origem.

Primeiro observe onde a água aparece
A condensação normalmente se forma na região do equipamento e é conduzida ou eliminada pela parte inferior.

Um vazamento hidráulico tende a apresentar sinais próximos de conexões, uniões, registros ou tubulações.

Vale observar se há gotas saindo diretamente de algum encaixe.

Também é importante verificar se a água continua aparecendo mesmo quando o sistema está desligado há algum tempo.

Essas pistas ajudam a separar os dois cenários.

Desligar o equipamento pode ajudar na investigação
Uma forma simples de começar o diagnóstico é observar o comportamento depois que o trocador deixa de operar.

A condensação está diretamente relacionada ao funcionamento e às condições do ar.

Se o equipamento permanece desligado e mesmo assim há fluxo contínuo de água relacionado ao circuito hidráulico, a possibilidade de vazamento merece mais atenção.

Isso não substitui inspeção técnica, mas ajuda a reunir informações.

A aparência da água dá alguma pista?
Pode dar, mas não deve ser usada isoladamente.

Água de condensação tende a se parecer com água limpa porque se formou a partir da umidade presente no ar.

Água retirada do circuito da piscina contém os produtos químicos utilizados no tratamento.

Existem métodos de análise capazes de ajudar a identificar essa diferença.

Entretanto, avaliações domésticas improvisadas não devem ser tratadas como diagnóstico definitivo.

Se houver dúvida, o ideal é inspecionar conexões e funcionamento do sistema.

Vazamentos podem ocorrer em conexões externas
Nem todo vazamento significa defeito interno no trocador.

Uma união mal apertada, vedação envelhecida ou conexão hidráulica pode permitir escape de água.

Esse tipo de problema pode aparecer depois de intervenções na casa de máquinas ou alterações de registros.

Por isso, antes de concluir que o equipamento sofreu uma falha complexa, vale verificar os pontos mais simples do circuito.

Instalação e drenagem do equipamento

A drenagem precisa estar livre

Como a produção de condensação pode ser normal, o equipamento precisa ser instalado de forma que essa água consiga escoar.

Se o dreno estiver obstruído ou se a base tiver sido montada de maneira inadequada, a água pode se acumular ao redor do trocador.

Isso aumenta a impressão de que existe um vazamento.

Em locais internos ou próximos de áreas sensíveis, o planejamento da drenagem é ainda mais importante.

Também vale manter a área ao redor livre para inspeção. Quando a drenagem fica escondida por objetos, vegetação ou revestimentos improvisados, uma condensação normal pode se acumular e dificultar a identificação rápida da origem da água.

Instalação inclinada pode causar problema?
O equipamento precisa respeitar as condições de nivelamento e apoio especificadas pelo fabricante.

Uma base inadequada pode prejudicar drenagem, gerar vibração e dificultar manutenção.

Portanto, quando a água começa a se acumular em locais inesperados, também vale observar as condições físicas da instalação.

Escolher o local certo evita confusão
Ao planejar um sistema com trocadores de calor para diferentes projetos de piscina, espaço, ventilação e drenagem deveriam ser considerados junto com capacidade térmica.

Muitas vezes o proprietário concentra toda a atenção na potência do equipamento e deixa questões de instalação para depois.

Uma posição bem planejada facilita identificar água de condensação, acessar conexões e executar futuras manutenções.

Quando investigar e chamar assistência

Quando chamar assistência?

Alguns sinais justificam uma avaliação mais detalhada:

  • água saindo claramente de uma conexão;
  • queda frequente no nível da piscina;
  • necessidade de completar água mais que o habitual;
  • pressão ou vazão alteradas;
  • água aparecendo mesmo sem funcionamento relacionado à condensação;
  • mensagens de erro;
  • redução perceptível do desempenho.
  • Se houver qualquer sinal elétrico anormal, o equipamento deve receber atenção ainda maior.

Não é recomendável desmontar componentes internos sem conhecimento técnico.

A piscina também perde água naturalmente

Outro fator que pode confundir o diagnóstico é a própria evaporação da piscina.

Durante períodos quentes, secos ou com vento, o nível pode cair sem existir vazamento.

Por isso, a queda de nível deve ser analisada considerando o comportamento habitual da piscina.

Uma poça perto do trocador e uma redução no nível não provam, isoladamente, que os dois fenômenos estejam relacionados.

Condensação é sinal de defeito?

Não.

A formação de condensação pode ser uma consequência normal do funcionamento do equipamento.

O problema ocorre quando a drenagem não foi prevista ou quando uma ocorrência normal é confundida com falha hidráulica.

Também não se deve cair no extremo oposto e presumir que toda água próxima ao trocador é condensação.

A inspeção é necessária.

O que fazer ao encontrar uma poça
O procedimento mais racional é observar antes de concluir.

Verifique de onde a água parece sair, se existem conexões úmidas, quando a poça se forma, como está a umidade do ambiente e se o fenômeno desaparece depois que o equipamento fica desligado.

Essas informações ajudam muito um técnico caso seja necessária uma avaliação.

Na maior parte dos sistemas, portanto, água embaixo do trocador pode ser apenas condensação.

Mas quando existem sinais de perda hidráulica, alterações no funcionamento ou dúvida sobre a origem, o sistema deve ser inspecionado.

Fonte: Via: florestanoticias

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A Funerária Alta Floresta comunica o falecimento do Senhor Mário Roberto de Paula

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É com pesar que a Funerária Alta Floresta comunica o falecimento do Senhor Mário Roberto de Paula, aos 69 anos de idade, ocorrido em 01/11, seu corpo será velado na Capela da Funerária do seu Valdemar apartir das 20:00, e o seu sepultamento será amanhã 03/11, as 08:00 horas, no cemitério local de Alta Floresta

Nossos sentimentos aos Familiares e Amigos.

E desde já a família enlutada agradece a presença de todos.

Fonte: Florestanoticias.com

Fonte: Via: web tv alternativa

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ALTA FLORESTA – HOMEM DESAPARECE APÓS SER ARRASTADO PELA CORRENTEZA DE RIO DURANTE PESCARIA NA ZONA RURAL – WEB TV ALTERNATIVA

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Atividade foi regulamentada em Porto Velho e chama atenção pelo valor do produto, mas especialistas alertam que foco principal deve ser a preservação e a polinização.

Quando se fala em abelhas, muita gente logo pensa em picadas. Em Porto Velho, no entanto, moradores criam espécies nativas sem ferrão no quintal de casa. Além de ajudar na preservação ambiental, os insetos produzem um mel que pode custar entre R$ 350 e R$ 400 o litro. A atividade é conhecida como meliponicultura.

É o caso da meliponicultora Regina Ferreira Mariz, moradora da Zona Norte de Porto Velho. Ao g1, ela contou que cria abelhas nativas há cerca de seis anos. No quintal de casa, mantém diferentes espécies, muitas delas resgatadas de áreas onde estavam em situação de risco. As espécies são

  • Jataí-amarela (Tetragonisca angustula)
  • Mandaguari-preta (Scaptotrigona postica)
  • Marmelada-amarela (Frieseomelitta varia)
  • Boca-de-renda (Melipona seminigra)
  • Jataí-negra (Scaura latitarsis)

Em alguns casos, a ação humana sobre o meio ambiente, como queimadas e desmatamento, coloca as colônias em risco. Nessas situações, o resgate pode ser necessário para garantir a preservação das espécies.

Segundo Regina, a retirada das abelhas de áreas ameaçadas deve seguir as diretrizes previstas na legislação.

“Por exemplo, se há risco para as abelhas, se é uma área de derrubada, se derrubaram uma árvore e as abelhas estão ali correndo o risco, pode resgatar”, disse Regina.

Em junho de 2024, a Lei Complementar nº 990/2024 regulamentou a criação e o manejo de abelhas nativas sem ferrão e da espécie Apis mellifera em Porto Velho para fins educacionais, ambientais, científicos e econômicos.

Caixa com abelha sem ferrão — Foto: Tiago Ghizoni/ NSC

Mel pode custar até R$ 400 o litro

Além de contribuir para a preservação das espécies, a criação de abelhas sem ferrão também chama a atenção pelo valor do mel produzido.
Segundo Roseval Guzzo, gerente de Assistência Técnica da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), embora a produção das abelhas nativas seja menor em quantidade, o mel tem características próprias e maior valorização comercial. O litro pode custar entre R$ 350 e R$ 400.

“Ele é mais saboroso, tem um sabor mais amazônico e também é mais valorizado”, destacou Guzzo.

Risco da mercantilização

Apesar do potencial econômico, a valorização do mel também acende um alerta sobre os rumos que a atividade pode tomar quando o interesse financeiro se sobrepõe à preservação ambiental.
Tanto Guzzo quanto Regina destacam que a criação de abelhas sem ferrão não deve perder de vista o principal papel desses insetos na natureza: a polinização.

“Não podemos permitir que essa atividade seja vista apenas como uma oportunidade de ganho material ou comercial”, disse Regina.

Para ela o retorno financeiro pode existir, mas precisa caminhar junto com a preservação, o bem-estar das colônias e o compromisso ambiental.

“Meliponicultura é preservar, educar, produzir com consciência e respeitar a vida. É entender que somos responsáveis não apenas pelas abelhas que criamos, mas também pelo legado ambiental que deixaremos para as próximas gerações” finalizou.

Guzzo destacou sobre a polinização das florestas, dos alimentos que consumimos e da necessidade de manter essas abelhas vivas.

“Sem elas a humanidade viveria mais ou menos uns quatro anos sobre um caos, não teria manga, não teria laranja, uva, praticamente nada”, disse.

Fonte: G1/RO

Fonte: Via: web tv alternativa

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Mel com ‘sabor amazônico’ produzido por abelhas sem ferrão custa até R$ 400 o litro em Porto Velho – WEB TV ALTERNATIVA

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Atividade foi regulamentada em Porto Velho e chama atenção pelo valor do produto, mas especialistas alertam que foco principal deve ser a preservação e a polinização.

Quando se fala em abelhas, muita gente logo pensa em picadas. Em Porto Velho, no entanto, moradores criam espécies nativas sem ferrão no quintal de casa. Além de ajudar na preservação ambiental, os insetos produzem um mel que pode custar entre R$ 350 e R$ 400 o litro. A atividade é conhecida como meliponicultura.

É o caso da meliponicultora Regina Ferreira Mariz, moradora da Zona Norte de Porto Velho. Ao g1, ela contou que cria abelhas nativas há cerca de seis anos. No quintal de casa, mantém diferentes espécies, muitas delas resgatadas de áreas onde estavam em situação de risco. As espécies são

  • Jataí-amarela (Tetragonisca angustula)
  • Mandaguari-preta (Scaptotrigona postica)
  • Marmelada-amarela (Frieseomelitta varia)
  • Boca-de-renda (Melipona seminigra)
  • Jataí-negra (Scaura latitarsis)

Em alguns casos, a ação humana sobre o meio ambiente, como queimadas e desmatamento, coloca as colônias em risco. Nessas situações, o resgate pode ser necessário para garantir a preservação das espécies.

Segundo Regina, a retirada das abelhas de áreas ameaçadas deve seguir as diretrizes previstas na legislação.

“Por exemplo, se há risco para as abelhas, se é uma área de derrubada, se derrubaram uma árvore e as abelhas estão ali correndo o risco, pode resgatar”, disse Regina.

Em junho de 2024, a Lei Complementar nº 990/2024 regulamentou a criação e o manejo de abelhas nativas sem ferrão e da espécie Apis mellifera em Porto Velho para fins educacionais, ambientais, científicos e econômicos.

Caixa com abelha sem ferrão — Foto: Tiago Ghizoni/ NSC

Mel pode custar até R$ 400 o litro

Além de contribuir para a preservação das espécies, a criação de abelhas sem ferrão também chama a atenção pelo valor do mel produzido.
Segundo Roseval Guzzo, gerente de Assistência Técnica da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), embora a produção das abelhas nativas seja menor em quantidade, o mel tem características próprias e maior valorização comercial. O litro pode custar entre R$ 350 e R$ 400.

“Ele é mais saboroso, tem um sabor mais amazônico e também é mais valorizado”, destacou Guzzo.

Risco da mercantilização

Apesar do potencial econômico, a valorização do mel também acende um alerta sobre os rumos que a atividade pode tomar quando o interesse financeiro se sobrepõe à preservação ambiental.
Tanto Guzzo quanto Regina destacam que a criação de abelhas sem ferrão não deve perder de vista o principal papel desses insetos na natureza: a polinização.

“Não podemos permitir que essa atividade seja vista apenas como uma oportunidade de ganho material ou comercial”, disse Regina.

Para ela o retorno financeiro pode existir, mas precisa caminhar junto com a preservação, o bem-estar das colônias e o compromisso ambiental.

“Meliponicultura é preservar, educar, produzir com consciência e respeitar a vida. É entender que somos responsáveis não apenas pelas abelhas que criamos, mas também pelo legado ambiental que deixaremos para as próximas gerações” finalizou.

Guzzo destacou sobre a polinização das florestas, dos alimentos que consumimos e da necessidade de manter essas abelhas vivas.

“Sem elas a humanidade viveria mais ou menos uns quatro anos sobre um caos, não teria manga, não teria laranja, uva, praticamente nada”, disse.

Fonte: G1/RO

Fonte: Via: web tv alternativa

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