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Prefeitura de Alta Floresta D’Oeste antecipa feriado do Dia do Professor para 13 de outubro – WEB TV ALTERNATIVA

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Rondônia entra no período mais crítico da estação seca, marcado pela redução das chuvas, temperaturas elevadas e maior ressecamento da vegetação. Essas condições aumentam a vulnerabilidade do território à ocorrência e à propagação de queimadas e incêndios florestais, exigindo atenção redobrada da população e dos órgãos públicos.

O cenário também sofre influência das condições climáticas de grande escala. Fenômenos como o El Niño podem alterar a circulação atmosférica e contribuir para períodos de estiagem mais prolongados na Amazônia. Em Porto Velho, o monitoramento climático tem apontado a possibilidade de períodos mais secos e quentes, com consequente aumento do risco de queimadas.

Fumaça não tem fronteiras

Um dos principais efeitos das queimadas é a emissão de material particulado e outros poluentes atmosféricos. Durante períodos de estiagem, grandes incêndios podem produzir extensas plumas de fumaça, que são transportadas pelos ventos e podem atingir localidades distantes dos pontos de origem.

Isso significa que a presença de fumaça em Rondônia não necessariamente indica que todos os incêndios responsáveis por sua formação estejam ocorrendo dentro do Estado. Incêndios registrados em estados vizinhos ou em outras áreas da Amazônia também podem contribuir significativamente para a deterioração da qualidade do ar em território rondoniense.

Além dos danos à vegetação, à fauna, ao solo e aos ecossistemas, a exposição à fumaça pode comprometer a qualidade do ar e representar riscos à saúde da população, especialmente em períodos de maior concentração de material particulado.

O fogo na vegetação não é permitido de forma indiscriminada

A legislação brasileira estabelece regras específicas para o uso do fogo.

O Código Florestal (Lei nº 12.651/2012), em seu artigo 38, estabelece a proibição do uso de fogo na vegetação, admitindo exceções em situações legalmente previstas, como determinadas práticas agropastoris ou florestais, desde que observadas as exigências e autorizações cabíveis.

A Lei nº 14.944/2024, por sua vez, instituiu a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, estabelecendo uma abordagem baseada na prevenção, monitoramento, preparação, resposta e recuperação. A norma também prevê a articulação entre União, Estados, Municípios, sociedade civil e demais instituições para redução da incidência e dos danos provocados pelos incêndios florestais.

A legislação também reforça a importância da educação ambiental e da conscientização sobre os impactos ambientais e de saúde pública decorrentes do uso indiscriminado do fogo.
Já a Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais) prevê, em seu artigo 41, o crime de provocar incêndio em floresta ou nas demais formas de vegetação, com pena de reclusão e multa.

A mesma lei também disciplina situações de poluição que possam resultar em danos à saúde humana ou ao meio ambiente, conforme seu artigo 54.

Campanha – Rondônia consciente, natureza viva!Prevenção é responsabilidade de todos
Durante o período de estiagem, pequenas atitudes podem evitar grandes incêndios:
Não utilizar fogo para limpeza de terrenos ou descarte de resíduos;
Não queimar folhas, galhos ou lixo em áreas abertas;
Não descartar cigarros ou outros materiais inflamáveis em áreas de vegetação;
Evitar qualquer atividade que possa gerar faíscas ou iniciar um incêndio;
Comunicar rapidamente aos órgãos competentes a identificação de focos de incêndio;
Acompanhar os alertas e orientações dos órgãos ambientais e de proteção e defesa civil.
A prevenção é especialmente importante porque as condições climáticas podem favorecer a propagação do fogo, mas a ocorrência de incêndios não deve ser tratada como um fenômeno inevitável. A adoção de medidas preventivas, a fiscalização, o monitoramento e a resposta rápida são fundamentais para reduzir os danos ambientais e sociais.

Rondônia precisa de todos nós

Neste período de estiagem, proteger o meio ambiente também significa proteger a qualidade do ar, a biodiversidade, os recursos hídricos, o patrimônio público e a saúde da população.
Não coloque fogo. Não provoque incêndios.

Não seja parte do problema.

Prevenção, responsabilidade e cuidado: juntos, podemos proteger Rondônia.
Atuação integrada na Amazônia

Diante desse cenário, o Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (Gaema) vem envidando esforços para fortalecer a articulação com instituições ambientais, órgãos de prevenção e combate aos incêndios e os Ministérios Públicos dos demais Estados da Amazônia, buscando promover uma atuação integrada e coordenada diante de eventos que ultrapassam os limites territoriais de cada Estado.

A coordenadora do Gaema, promotora de Justiça Valéria Giumelli Canestrini explicou que “a iniciativa parte da compreensão de que a Amazônia constitui um ecossistema interconectado, no qual incêndios ocorridos em uma determinada região podem produzir impactos em outras áreas, inclusive sobre a qualidade do ar, a saúde da população e a conservação da biodiversidade”.

Por isso, o enfrentamento das queimadas e dos incêndios florestais exige cooperação, compartilhamento de informações e ações preventivas articuladas entre as diferentes instituições e Estados.
Neste período de estiagem, proteger o meio ambiente também significa proteger a qualidade do ar, a biodiversidade, os recursos hídricos, o patrimônio público e a saúde da população.

Não coloque fogo.

Não provoque incêndios.

Não seja parte do problema.
Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Via: web tv alternativa

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Arroba do boi gordo tem alta de R$ 15 e chega a R$ 390; veja as cotações pelo país – WEB TV ALTERNATIVA

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O mercado do boi gordo iniciou a semana com ritmo lento de negociações em diversas regiões do país. Segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), compradores e vendedores adotaram uma postura cautelosa nesta segunda-feira (26), acompanhando as movimentações do dólar e do mercado financeiro antes de definir novas operações.

Apesar da baixa liquidez, os preços permaneceram firmes nas principais regiões pecuárias, com valorizações pontuais provocadas pela menor disponibilidade de animais para abate.

Em São Paulo, as negociações ocorreram entre R$ 380 e R$ 390 por arroba, mantendo os patamares observados anteriormente. O Indicador do Boi Gordo Cepea/Esalq fechou estável, cotado a R$ 381,40 por arroba.

Pará e Paraná registram altas na arroba

No Pará, a disposição dos frigoríficos para negociar encontrou resistência dos pecuaristas em fechar novos negócios. Esse cenário levou a aumentos de R$ 5 a R$ 15 por arroba nos valores ofertados pelos compradores.

Com isso, as negociações ocorreram em torno de R$ 365 por arroba. As escalas de abate das indústrias frigoríficas variaram entre quatro e sete dias.

No noroeste do Paraná, a menor disponibilidade de animais também pressionou as cotações para cima. O preço do boi gordo registrou alta de R$ 5 por arroba, com negócios realizados entre R$ 385 e R$ 390.

Escalas de abate limitam negociações em Mato Grosso do Sul

Em Dourados, Mato Grosso do Sul, o mercado permaneceu praticamente paralisado na segunda-feira, em meio aos reflexos das eleições.

Segundo agentes consultados pelo Cepea, a expectativa é de manutenção do ritmo lento de negociações ao longo desta semana, uma vez que boa parte dos frigoríficos da região já possui escalas de abate completas até o início de novembro. As poucas operações registradas ocorreram com preços estáveis.

Carne bovina enfrenta demanda enfraquecida no atacado

No mercado atacadista da Grande São Paulo, as negociações também foram marcadas pela cautela.

De acordo com o Cepea, a proximidade do fim do mês e o período prolongado de chuvas têm contribuído para reduzir o ritmo de saída da carne bovina, deixando os compradores mais resistentes à realização de novas aquisições.

Mesmo diante da demanda enfraquecida, a carcaça casada bovina apresentou ligeira valorização nesta segunda-feira, com preço médio de R$ 26,15 por quilo à vista. Para esta terça-feira (27), a expectativa é de retomada gradual das negociações, após um início de semana marcado pela baixa liquidez.

O comportamento dos frigoríficos, a disponibilidade de animais terminados e as condições de comercialização da carne bovina devem continuar influenciando a formação dos preços nas diferentes regiões pecuárias.

Fonte: canalrural

Via: web tv alternativa

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Homem é espancado por grupo de pessoas por causa de R$ 20 no bairro Mariana – WEB TV ALTERNATIVA

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Ação cumpre nove mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal de Rondônia em quatro municípios acreanos.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira, dia 27 de outubro de 2026, a Operação Fogo Cruzado, voltada a desarticular um grupo investigado pelo comércio ilegal e pelo tráfico internacional de armas de fogo e munições na faixa de fronteira entre o Brasil e a Bolívia.

A ofensiva mobiliza 36 policiais federais divididos em nove equipes de campo. Ao todo, estão sendo cumpridos 9 mandados de busca e apreensão nas cidades de Capixaba, Epitaciolândia, Brasiléia e Plácido de Castro, no estado do Acre. As ordens judiciais foram expedidas pela 7ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária de Rondônia.

As investigações começaram em setembro de 2025, quando agentes de segurança apreenderam grande quantidade de munições de diversos calibres e valores em moeda estrangeira transportados em um automóvel fiscalizado na BR-425, no município de Nova Mamoré. A partir desse flagrante, a corporação mapeou a existência de uma associação criminosa voltada ao transporte e à comercialização de armamentos bolivianos.

O objetivo do cumprimento das ordens judiciais é apreender armas, cartuchos, equipamentos eletrônicos e documentos. Os suspeitos investigados na operação poderão responder pelos crimes de comércio ilegal de arma de fogo, tráfico internacional de armas, associação criminosa e contrabando, cujas penas somadas podem ultrapassar 30 anos de reclusão.

Fonte: newsrondonia

Via: web tv alternativa

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Força Tática prende dois suspeitos de tráfico com porções de drogas no Orgulho do Madeira – WEB TV ALTERNATIVA

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Ação cumpre nove mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal de Rondônia em quatro municípios acreanos.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira, dia 27 de outubro de 2026, a Operação Fogo Cruzado, voltada a desarticular um grupo investigado pelo comércio ilegal e pelo tráfico internacional de armas de fogo e munições na faixa de fronteira entre o Brasil e a Bolívia.

A ofensiva mobiliza 36 policiais federais divididos em nove equipes de campo. Ao todo, estão sendo cumpridos 9 mandados de busca e apreensão nas cidades de Capixaba, Epitaciolândia, Brasiléia e Plácido de Castro, no estado do Acre. As ordens judiciais foram expedidas pela 7ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária de Rondônia.

As investigações começaram em setembro de 2025, quando agentes de segurança apreenderam grande quantidade de munições de diversos calibres e valores em moeda estrangeira transportados em um automóvel fiscalizado na BR-425, no município de Nova Mamoré. A partir desse flagrante, a corporação mapeou a existência de uma associação criminosa voltada ao transporte e à comercialização de armamentos bolivianos.

O objetivo do cumprimento das ordens judiciais é apreender armas, cartuchos, equipamentos eletrônicos e documentos. Os suspeitos investigados na operação poderão responder pelos crimes de comércio ilegal de arma de fogo, tráfico internacional de armas, associação criminosa e contrabando, cujas penas somadas podem ultrapassar 30 anos de reclusão.

Fonte: newsrondonia

Via: web tv alternativa

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