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Entidades de classe, instituições, políticos e militares criticam acusações de Fátima Cleide sobre “temor de jovens da periferia a policiais” – Política – WEB TV ALTERNATIVA

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As cercas fazem parte da rotina das propriedades rurais. Elas delimitam áreas, auxiliam o manejo dos animais e ajudam a estruturar e a organizar diferentes áreas da fazenda. Em muitos desses usos, a eletrificação é adotada para reforçar o controle do rebanho, dividir pastagens para intensificar a produção, proteger a propriedade e tornar o cercamento mais eficiente.

A presença de corrente elétrica, porém, acrescenta uma série de cuidados à instalação e ao uso dessas estruturas, principalmente para evitar riscos a pessoas e aos próprios animais. Essas regras estão dispostas em uma legislação específica – a Lei Federal 13.477/2017 –, válida para todo o país e que também contempla as zonas urbanas.

“Quando falamos de cerca elétrica, precisamos considerar que ela está inserida na rotina da propriedade e em áreas onde circulam não apenas animais, mas pessoas. Por isso, a instalação precisa seguir critérios de segurança e utilizar equipamentos e materiais adequados.

Conhecer a legislação é um dos primeiros passos para planejar esse cercamento”, explica Bruno Nolasco, gerente de negócios agro da Belgo Arames, companhia que é referência no mercado brasileiro de arames.

Entre os pontos previstos pela lei está a altura do primeiro fio eletrificado, que deve ser compatível com a finalidade da cerca. O equipamento responsável pela energização deve produzir choque pulsativo em corrente contínua, com amperagem não letal e em conformidade com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

“Na prática, isso significa que não há espaço para improvisações. A eletrificação precisa ser feita com equipamentos desenvolvidos especificamente para essa função e com componentes que trabalham de forma integrada.

Não se pode ligar o fio eletrificado direto na tomada. Uma adaptação inadequada pode afetar o desempenho da cerca e, principalmente, colocar em risco quem passa no entorno”, pontua o especialista.

A sinalização é outra exigência legal. O inciso IV do artigo 2º da lei determina a instalação de placas de advertência em locais visíveis, nos dois lados da cerca, com alerta sobre o risco de choque e símbolos que permitam a compreensão por pessoas analfabetas.

“A despeito de ser obrigatória, essa identificação já seria muito importante mesmo em locais onde as equipes conhecem bem a estrutura da fazenda. Prestadores de serviço, visitantes e outros profissionais podem circular pela propriedade e a sinalização ajuda a indicar de forma clara quais trechos estão eletrificados, reduzindo a chance de acidentes”, reforça Bruno Nolasco.

A segurança e o desempenho do cercamento dependem ainda da qualidade dos componentes. Eletrificador, aterramento, isoladores, conexões e arames têm funções específicas e precisam trabalhar em conjunto.

“A manutenção periódica ajuda a identificar danos nos fios, problemas nas conexões, contato com a vegetação e outras interferências que podem afetar a estrutura. A cerca elétrica não depende de um único elemento, sendo a combinação entre materiais apropriados, instalação correta e acompanhamento ao longo do tempo que permite manter seu funcionamento”.

E embora não sejam citados especificamente pela Lei Federal, os para-raios podem ser utilizados como uma proteção complementar em propriedades que contam com cercas elétricas, especialmente em locais sujeitos à ocorrência de descargas atmosféricas.

“O para-raios é um recurso complementar importante para ajudar a proteger os animais, as pessoas, o eletrificador e os demais componentes do sistema contra os efeitos de descargas atmosféricas.

A instalação precisa considerar as características da propriedade e seguir as orientações técnicas adequadas, para que o sistema esteja preparado para esse tipo de ocorrência”, explica Bruno Nolasco.

Já no caso dos arames, um cuidado importante é não utilizar arame farpado em cercas eletrificadas. Embora essa orientação também não esteja prevista especificamente na Lei Federal, a combinação pode aumentar o risco de acidentes envolvendo pessoas e animais, já que as farpas podem provocar ferimentos em caso de contato com a cerca.

A escolha deve levar em conta resistência, durabilidade e proteção contra corrosão, especialmente diante da exposição contínua às condições do campo.

Para essa aplicação, a Belgo conta com Belgo Eletrix e Belgo Eletrix Light e Belgo ZZ 700 Bezinal, desenvolvidos para cercas elétricas rurais.

As soluções permitem maior espaçamento entre mourões e oferecem resistência à corrosão, características que contribuem para a durabilidade e podem reduzir os custos de implantação e manutenção.

Além de apresentarem menor resistência elétrica à passagem do choque, fazendo com que a descarga seja transmitida com máxima eficiência.

“Os arames ficam expostos ao clima e às condições da propriedade durante a vida útil do cercamento.

Utilizar um produto específico para cerca elétrica reduz a necessidade de intervenções e oferece a resistência necessária para a rotina do campo. É uma escolha que precisa considerar não apenas a implantação, mas o comportamento da estrutura ao longo dos anos”, comenta Bruno Nolasco.

O especialista reforça que os cuidados devem continuar após a instalação. Inspeções periódicas permitem verificar as condições dos fios, conexões, isoladores e demais componentes, assim como identificar pontos que demandem reparos e não se deve eletrificar o arame farpado, visando prevenir acidentes com pessoas e animais.

Sobre a Belgo Arames 

Com mais de 50 anos de história, a Belgo Arames é líder brasileira na transformação de arames de aço desde sua criação, fruto da parceria estratégica no Brasil entre a ArcelorMittal e a Bekaert.

A empresa atua nos segmentos de Agronegócios, Cercamentos, Construção Civil, Automotivo, Solda, Aplicações Especiais e Indústria Petrolífera, oferecendo um mix de produtos e serviços que

atendem com expertise e tecnologia de ponta, confiabilidade e qualidade aos mais diversos perfis de clientes.

Com oito unidades pelo país, sua sede é em Contagem (MG).

Por: Viviane Passerini
Texto Comunicação Corporativa

Via: web tv alternativa

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Força Tática prende dois suspeitos de tráfico com porções de drogas no Orgulho do Madeira – WEB TV ALTERNATIVA

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Ação cumpre nove mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal de Rondônia em quatro municípios acreanos.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira, dia 27 de outubro de 2026, a Operação Fogo Cruzado, voltada a desarticular um grupo investigado pelo comércio ilegal e pelo tráfico internacional de armas de fogo e munições na faixa de fronteira entre o Brasil e a Bolívia.

A ofensiva mobiliza 36 policiais federais divididos em nove equipes de campo. Ao todo, estão sendo cumpridos 9 mandados de busca e apreensão nas cidades de Capixaba, Epitaciolândia, Brasiléia e Plácido de Castro, no estado do Acre. As ordens judiciais foram expedidas pela 7ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária de Rondônia.

As investigações começaram em setembro de 2025, quando agentes de segurança apreenderam grande quantidade de munições de diversos calibres e valores em moeda estrangeira transportados em um automóvel fiscalizado na BR-425, no município de Nova Mamoré. A partir desse flagrante, a corporação mapeou a existência de uma associação criminosa voltada ao transporte e à comercialização de armamentos bolivianos.

O objetivo do cumprimento das ordens judiciais é apreender armas, cartuchos, equipamentos eletrônicos e documentos. Os suspeitos investigados na operação poderão responder pelos crimes de comércio ilegal de arma de fogo, tráfico internacional de armas, associação criminosa e contrabando, cujas penas somadas podem ultrapassar 30 anos de reclusão.

Fonte: newsrondonia

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Ciclista de 27 anos fica ferido após colisão entre bicicleta elétrica e carro na zona Sul de Porto Velho – WEB TV ALTERNATIVA

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Ação cumpre nove mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal de Rondônia em quatro municípios acreanos.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira, dia 27 de outubro de 2026, a Operação Fogo Cruzado, voltada a desarticular um grupo investigado pelo comércio ilegal e pelo tráfico internacional de armas de fogo e munições na faixa de fronteira entre o Brasil e a Bolívia.

A ofensiva mobiliza 36 policiais federais divididos em nove equipes de campo. Ao todo, estão sendo cumpridos 9 mandados de busca e apreensão nas cidades de Capixaba, Epitaciolândia, Brasiléia e Plácido de Castro, no estado do Acre. As ordens judiciais foram expedidas pela 7ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária de Rondônia.

As investigações começaram em setembro de 2025, quando agentes de segurança apreenderam grande quantidade de munições de diversos calibres e valores em moeda estrangeira transportados em um automóvel fiscalizado na BR-425, no município de Nova Mamoré. A partir desse flagrante, a corporação mapeou a existência de uma associação criminosa voltada ao transporte e à comercialização de armamentos bolivianos.

O objetivo do cumprimento das ordens judiciais é apreender armas, cartuchos, equipamentos eletrônicos e documentos. Os suspeitos investigados na operação poderão responder pelos crimes de comércio ilegal de arma de fogo, tráfico internacional de armas, associação criminosa e contrabando, cujas penas somadas podem ultrapassar 30 anos de reclusão.

Fonte: newsrondonia

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Polícia Civil deflagra operação contra crimes ambientais e queimadas no Parque Estadual Guajará-Mirim – WEB TV ALTERNATIVA

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A ofensiva mobiliza 36 policiais federais divididos em nove equipes de campo. Ao todo, estão sendo cumpridos 9 mandados de busca e apreensão nas cidades de Capixaba, Epitaciolândia, Brasiléia e Plácido de Castro, no estado do Acre. As ordens judiciais foram expedidas pela 7ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária de Rondônia.

As investigações começaram em setembro de 2025, quando agentes de segurança apreenderam grande quantidade de munições de diversos calibres e valores em moeda estrangeira transportados em um automóvel fiscalizado na BR-425, no município de Nova Mamoré. A partir desse flagrante, a corporação mapeou a existência de uma associação criminosa voltada ao transporte e à comercialização de armamentos bolivianos.

O objetivo do cumprimento das ordens judiciais é apreender armas, cartuchos, equipamentos eletrônicos e documentos. Os suspeitos investigados na operação poderão responder pelos crimes de comércio ilegal de arma de fogo, tráfico internacional de armas, associação criminosa e contrabando, cujas penas somadas podem ultrapassar 30 anos de reclusão.

Fonte: newsrondonia

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