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Lula não vence em nenhum município de Rondônia; Flávio Bolsonaro recebe 69,61% dos votos – Eleições

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A votação do segundo turno das eleições presidenciais de 2026 terminou com Flávio Bolsonaro (PL) à frente de Lula (PT) em todos os 52 municípios de Rondônia. O candidato do PL recebeu 674.382 votos, equivalentes a 69,61% dos válidos, enquanto o petista somou 294.446 votos (30,39%), uma diferença de 379.936 votos, conforme os dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O senador também venceu em todas as cidades rondonienses no primeiro turno.

O resultado mostra que Flávio Bolsonaro recebeu mais votos tanto nos principais centros urbanos quanto nos municípios menores. Ao todo, foram contabilizados 968.828 votos válidos no estado.

Porto Velho concentrou a maior votação entre os municípios, com 283.411 votos válidos. Na capital, Flávio Bolsonaro recebeu 174.754 votos (61,66%), contra 108.657 (38,34%) de Lula. A diferença foi de 66.097 votos.

Em Ji-Paraná, o candidato do PL alcançou 54.709 votos (73,21%), enquanto Lula obteve 20.020 (26,79%). Ariquemes registrou 42.973 votos (78,17%) para Flávio Bolsonaro e 12.003 (21,83%) para o petista.

A vantagem também foi registrada em Vilhena, onde Flávio Bolsonaro recebeu 41.461 votos (76,69%), contra 12.604 (23,31%) de Lula. Em Cacoal, foram 40.014 votos (73,45%) para o candidato do PL e 14.462 (26,55%) para o adversário.

Buritis registra maior percentual de Flávio Bolsonaro

Entre os 52 municípios, Buritis apresentou a maior votação proporcional de Flávio Bolsonaro. O candidato recebeu 14.277 votos, correspondentes a 81% dos válidos, enquanto Lula ficou com 3.348 (19%).

Outros percentuais elevados foram registrados em Cujubim, com 79,46% para Flávio Bolsonaro; Cerejeiras, com 79,12%; Nova Mamoré, com 78,96%; e Alto Paraíso, com 78,57%.

Buritis foi o único município de Rondônia em que o candidato do PL ultrapassou a marca de 80% dos votos válidos.

Lula teve maior percentual em Nova União

Embora não tenha ficado à frente em nenhum município, Lula registrou seu maior percentual em Nova União, onde recebeu 1.762 votos (41,25%). Flávio Bolsonaro somou 2.510 votos (58,75%).

Guajará-Mirim apresentou o segundo maior percentual do petista, com 8.516 votos (40,27%), contra 12.631 (59,73%) de Flávio Bolsonaro.

Porto Velho aparece em seguida, com 38,34% dos votos válidos para Lula. Em Candeias do Jamari, o candidato do PT recebeu 37,18%, enquanto Flávio Bolsonaro alcançou 62,82%.

Mirante da Serra e Parecis também aparecem entre os municípios com os maiores percentuais de Lula, ambos com 36,91% dos votos válidos.

Diferença entre os candidatos

A maior vantagem de Flávio Bolsonaro em números absolutos ocorreu em Porto Velho, onde recebeu 66.097 votos a mais que Lula.

Ji-Paraná apresentou diferença de 34.689 votos, seguida por Ariquemes, com 30.970; Vilhena, com 28.857; e Cacoal, com 25.552.

Já as menores diferenças percentuais foram registradas em Nova União e Guajará-Mirim, onde Flávio Bolsonaro terminou com 58,75% e 59,73% dos votos válidos.

Rondoniagora.com

Fonte: Via: rondoniagora

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PF destrói 72 embarcações e equipamentos usados no garimpo ilegal no rio Madeira – Polícia

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Uma operação da PF contra a extração ilegal de ouro no rio Madeira resultou na inutilização de 72 embarcações e equipamentos, além de 16 mil litros de óleo diesel, nesta terça-feira (27), em Porto Velho. A ação, realizada com apoio do Ibama, ocorreu entre os distritos de Calama e São Carlos.

Entre os bens inutilizados estão 17 dragas, 2 rebocadores, 3 voadeiras, 21 motores, 25 bombas de draga e 4 bombas de água. As estruturas eram utilizadas na extração e no processamento do ouro retirado ilegalmente do leito do rio.

Os policiais também apreenderam 3 frascos de mercúrio e 8 aparelhos celulares durante a Operação Nêmesis. O material será analisado para tentar identificar os proprietários das dragas e as pessoas que financiam o garimpo ilegal na região.

O combustível inutilizado era destinado ao abastecimento das embarcações e dos equipamentos empregados na atividade.

Os responsáveis poderão responder por usurpação de bem da União, extração de recursos minerais sem autorização e uso de substância tóxica.

A investigação continua para identificar os donos das embarcações e os financiadores da exploração ilegal de ouro.

Rondoniagora.com

Fonte: Via: rondoniagora

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Senador Bagattoli defende, na FPA, medidas para combater o endividamento rural – Política

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Passada a eleição presidencial, a Frente Parlamentar da Agricultura (FPA) retoma a articulação em defesa do setor produtivo. A pauta da vez é o endividamento rural e os desafios enfrentados pelos produtores neste e no próximo ano.

Vice-presidente da FPA no Senado, o senador Jaime Bagattoli (PL) lembrou que a renegociação das dívidas rurais precisa ser prioridade no Congresso Nacional ainda este ano.

“O produtor tem enfrentando dificuldades de toda ordem, como altos custos de produção, valores baixos das commodities e dificuldade de acesso ao crédito. Tudo isso joga ele no endividamento sem fim que impede que ele invista no campo e aumente a produção”, detalhou o senador.

Bagattoli também chamou atenção para a necessidade de ajustes na Medida Provisória 1376/2026 que estabelece novas linhas de crédito para renegociação de dívidas rurais.

“Tem muitos pontos que precisamos melhorar dentro dessa MP para alcançar ainda mais produtores. Além disso, outros pontos precisam ser atacados, como a questão dos embargos ambientais injustos que acabam impedindo que muitos produtores tenham acesso ao crédito”, acrescentou o senador.

Rondoniagora.com

Fonte: Via: rondoniagora

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Dengue: 3 milhões de adolescentes estão com vacinação incompleta – Nacional

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Mais de 3 milhões de adolescentes que tomaram a primeira dose da vacina contra a dengue ainda precisam voltar aos postos de saúde para completar o esquema vacinal.

Como a vacina é aplicada em duas doses, a proteção completa só é adquirida após a segunda, que deve ser tomada três meses depois da primeira.

Os dados foram apresentados pelo diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Eder Gatti, em uma palestra na 28ª Jornada Nacional da Sociedade Brasileira de Imunizações, realizada no Rio de Janeiro, na semana passada.

Gatti mostrou que mais de 11,8 milhões de doses já foram administradas em todo o país, sendo 7,6 milhões como primeira dose, e 4,2 milhões como segunda.

Além disso, quase 4 milhões de doses distribuídas aos municípios ainda não foram aplicadas. O diretor do PNI lembrou que, no verão, os casos de dengue costumam subir no Brasil, o que pode ocorrer de forma mais intensa nesta temporada, por causa do El Niño.

“Vacinar adolescente, sem eles terem percepção de risco, é muito difícil. No caso da dengue, o ideal é vacinar no período intersazonal [em que a incidência da doença é mais baixa], para que a pessoa entre na sazonalidade protegida”, complementou.

Apesar de a farmacêutica japonesa Takeda, fabricante da vacina Qdenga, ter uma capacidade de produção que não atende a toda a população brasileira, o fornecimento para o público-alvo está garantido, afirmou Gatti.

Além das vacinas entregues em 2024 e 2025, o Brasil tem um contrato vigente que prevê a entrega de 9 milhões de doses este ano, e outras 9 milhões em 2027.

Disponível em todo o país

A vacinação contra a dengue no Brasil foi iniciada nos municípios mais afetados pela doença, avançando progressivamente, e já é feita em todo o país. O público-alvo são as crianças e adolescentes de 10 a 14 anos.

Eder explicou essa decisão durante a palestra. Quando a vacina foi incorporada pelo Sistema Único de Saúde, os dados que comprovavam sua segurança eram mais robustos para a faixa etária de 4 a 16 anos. Dentro desse universo, as chances de adoecer com gravidade são maiores entre 10 e 14 anos.

“Olhando para o que o mundo e o Brasil produziram de conhecimento nos últimos anos, nós já temos mais dados de segurança e continuamos olhando para isso com muita atenção. A ampliação para faixas etárias mais velhas é uma possibilidade, até um desejo, mas a gente precisa ter cuidado com as questões operacionais, orçamentárias e de segurança”.

Vacina do Butantan

O diretor do PNI também esclareceu que a aplicação da vacina produzida pelo Butantan continua suspensa, após a identificação de três casos de dengue grave adquiridos após a vacinação, com dois óbitos, entre mais de 500 mil vacinados.

Ainda não está confirmado que a vacina tenha causado a doença, mas a coincidência temporal foi considerada um sinal de segurança pelo Ministério da Saúde, que decidiu suspender a vacinação em junho.

“Isso não cancela a vacina, mas nós temos a necessidade de avaliar com estudos complementares se, de fato, o sinal de segurança representa algo que compromete”, acrescentou Gatti.

O diretor do PNI classificou a vacina do Butantan como “uma grande esperança para o país”.

“É uma tecnologia nacional, e a nossa ideia era vacinar de 40 a 60 milhões de pessoas por ano, o que significa que, em três anos, nós conseguiríamos chegar a toda a população elegível do país. Mas, antes, precisamos sanar todas as lacunas geradas a partir desse sinal de segurança”, explicou o diretor do PNI.

Rondoniagora.com

Fonte: Via: rondoniagora

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