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Jailton Delogo fala que os candidatos deveriam explorar mais a acessibilidade e a inclusão

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“Não queremos ser lembrados apenas na eleição. Queremos propostas, compromisso e participação”, afirma o comunicador.

As eleições colocam nas ruas candidatos em busca de votos e apresentam à população uma série de propostas para áreas como, saúde, educação, segurança, infraestrutura e esporte. Mas, para Jailton Delogo, existe uma parcela da sociedade que ainda recebe pouca atenção nos discursos eleitorais, as pessoas com deficiência.

De forma firme, mas respeitosa, Jailton defende que os candidatos precisam incluir a acessibilidade e a inclusão entre suas prioridades e apresentar propostas objetivas para melhorar a vida dessa população.

“Eu acredito que os candidatos precisam olhar com mais atenção para as pessoas com deficiência. Não basta falar que são a favor da inclusão. É preciso dizer o que será feito, como será feito e quais serão as prioridades”, afirma.

Para Delogo, problemas conhecidos há anos, continuam sem respostas satisfatórias. Rampas, calçadas acessíveis, transporte coletivo adaptado, comunicação em Libras e acesso ao esporte e ao lazer, deveriam fazer parte dos compromissos apresentados durante a campanha.

“Quando se fala em infraestrutura, é preciso lembrar que uma obra só é verdadeiramente boa quando também pode ser utilizada por uma pessoa com deficiência. Não adianta construir uma calçada bonita, se uma pessoa em cadeira de rodas não consegue passar. Não adianta falar em transporte público se ele não oferece condições adequadas de acessibilidade”, ressalta.

Inclusão precisa sair do discurso, o ativista também questiona a pouca presença de propostas específicas para esse segmento nos debates eleitorais.

“Estamos cansados de ouvir apenas discursos genéricos. A pessoa com deficiência precisa saber qual é o projeto daquele candidato para ela. Queremos saber sobre mobilidade, educação, trabalho, esporte, lazer, saúde e participação social. Isso precisa estar claro”, afirma.

Segundo o entrevistado, a inclusão não pode aparecer apenas como um tema de campanha. Para ele, deve fazer parte do planejamento e das ações de governo durante todo o mandato.

“Não estou dizendo que todos os candidatos ignoram essa questão. O que estou dizendo é que precisamos avançar. Precisamos de mais propostas e de mais diálogo com quem vive essa realidade diariamente”, explica.

Não basta visitar, é preciso ouvir outro ponto destacado pelo estudioso nesse assunto, é a aproximação dos candidatos com instituições, associações e famílias durante o período eleitoral.

“Visitar uma instituição é importante. Conversar com uma família é importante. Mas isso não pode acontecer somente porque estamos em época de eleição. É preciso ouvir essas pessoas antes, durante e depois da campanha”, defende.

Para ele, conhecer a realidade das pessoas com deficiência é fundamental para construir políticas públicas que realmente funcionem.

“Quem quer apresentar uma proposta para essa população precisa ouvir quem vive os problemas. É dessa conversa que podem nascer soluções melhores e mais eficientes”, afirma.

Um eleitorado que precisa ser respeitado, o Dr. também chama atenção para a força política das pessoas com deficiência e de suas famílias.

“Existe um número expressivo de pessoas que votam. E precisamos lembrar que cada eleitor tem uma família, tem amigos e tem pessoas próximas. Portanto, esse assunto não interessa somente a pessoa com deficiência. Interessa a sociedade”, destaca.

Na avaliação de Jailton, que também é PCD, o eleitor deve analisar as propostas antes de escolher seus representantes.

“Não podemos votar apenas porque alguém fez uma promessa bonita. Precisamos olhar o histórico, conhecer as propostas e perguntar o que esse candidato pretende fazer pela acessibilidade e pela inclusão?”, questiona.

“Nosso lugar não é onde querem nos colocar”

Jailton Delogo acredita que a mudança passa também pela união e pela consciência política das próprias pessoas com deficiência.

“Nosso lugar não é onde querem nos colocar. Nosso lugar é onde podemos chegar. E nós podemos chegar muito mais longe quando estamos unidos”, afirma.

Para ele, o voto consciente pode contribuir para uma mudança na maneira como as políticas públicas são pensadas.

“Se votarmos de forma consciente, podemos ajudar a escolher representantes que realmente compreendam as nossas necessidades. Não queremos privilégios. Queremos respeito, oportunidade, autonomia e direitos”, concluiu.

A cobrança é direta, mas o objetivo, segundo Delogo, não é atacar candidatos. É chamar atenção para uma realidade que precisa estar no centro das decisões públicas. Acessibilidade não deve ser promessa de campanha. Deve ser compromisso de governo. Porque, para quem enfrenta barreiras todos os dias, esperar mais quatro anos por acessibilidade não é uma opção.

Se você deseja acompanhar ou saber mais sobre o tema “Pessoa com Deficiência”, basta acessar o perfil @jailtondelogo:

https://www.instagram.com/jailtondelogo?igsh=bTg0czJqMTF6ajdn&utm_source=qr



Fonte: Via: florestanoticias

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A Funerária Alta Floresta comunica o falecimento do Senhor Mário Roberto de Paula

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É com pesar que a Funerária Alta Floresta comunica o falecimento do Senhor Mário Roberto de Paula, aos 69 anos de idade, ocorrido em 01/11, seu corpo será velado na Capela da Funerária do seu Valdemar apartir das 20:00, e o seu sepultamento será amanhã 03/11, as 08:00 horas, no cemitério local de Alta Floresta

Nossos sentimentos aos Familiares e Amigos.

E desde já a família enlutada agradece a presença de todos.

Fonte: Florestanoticias.com

Fonte: Via: web tv alternativa

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ALTA FLORESTA – HOMEM DESAPARECE APÓS SER ARRASTADO PELA CORRENTEZA DE RIO DURANTE PESCARIA NA ZONA RURAL – WEB TV ALTERNATIVA

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Atividade foi regulamentada em Porto Velho e chama atenção pelo valor do produto, mas especialistas alertam que foco principal deve ser a preservação e a polinização.

Quando se fala em abelhas, muita gente logo pensa em picadas. Em Porto Velho, no entanto, moradores criam espécies nativas sem ferrão no quintal de casa. Além de ajudar na preservação ambiental, os insetos produzem um mel que pode custar entre R$ 350 e R$ 400 o litro. A atividade é conhecida como meliponicultura.

É o caso da meliponicultora Regina Ferreira Mariz, moradora da Zona Norte de Porto Velho. Ao g1, ela contou que cria abelhas nativas há cerca de seis anos. No quintal de casa, mantém diferentes espécies, muitas delas resgatadas de áreas onde estavam em situação de risco. As espécies são

  • Jataí-amarela (Tetragonisca angustula)
  • Mandaguari-preta (Scaptotrigona postica)
  • Marmelada-amarela (Frieseomelitta varia)
  • Boca-de-renda (Melipona seminigra)
  • Jataí-negra (Scaura latitarsis)

Em alguns casos, a ação humana sobre o meio ambiente, como queimadas e desmatamento, coloca as colônias em risco. Nessas situações, o resgate pode ser necessário para garantir a preservação das espécies.

Segundo Regina, a retirada das abelhas de áreas ameaçadas deve seguir as diretrizes previstas na legislação.

“Por exemplo, se há risco para as abelhas, se é uma área de derrubada, se derrubaram uma árvore e as abelhas estão ali correndo o risco, pode resgatar”, disse Regina.

Em junho de 2024, a Lei Complementar nº 990/2024 regulamentou a criação e o manejo de abelhas nativas sem ferrão e da espécie Apis mellifera em Porto Velho para fins educacionais, ambientais, científicos e econômicos.

Caixa com abelha sem ferrão — Foto: Tiago Ghizoni/ NSC

Mel pode custar até R$ 400 o litro

Além de contribuir para a preservação das espécies, a criação de abelhas sem ferrão também chama a atenção pelo valor do mel produzido.
Segundo Roseval Guzzo, gerente de Assistência Técnica da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), embora a produção das abelhas nativas seja menor em quantidade, o mel tem características próprias e maior valorização comercial. O litro pode custar entre R$ 350 e R$ 400.

“Ele é mais saboroso, tem um sabor mais amazônico e também é mais valorizado”, destacou Guzzo.

Risco da mercantilização

Apesar do potencial econômico, a valorização do mel também acende um alerta sobre os rumos que a atividade pode tomar quando o interesse financeiro se sobrepõe à preservação ambiental.
Tanto Guzzo quanto Regina destacam que a criação de abelhas sem ferrão não deve perder de vista o principal papel desses insetos na natureza: a polinização.

“Não podemos permitir que essa atividade seja vista apenas como uma oportunidade de ganho material ou comercial”, disse Regina.

Para ela o retorno financeiro pode existir, mas precisa caminhar junto com a preservação, o bem-estar das colônias e o compromisso ambiental.

“Meliponicultura é preservar, educar, produzir com consciência e respeitar a vida. É entender que somos responsáveis não apenas pelas abelhas que criamos, mas também pelo legado ambiental que deixaremos para as próximas gerações” finalizou.

Guzzo destacou sobre a polinização das florestas, dos alimentos que consumimos e da necessidade de manter essas abelhas vivas.

“Sem elas a humanidade viveria mais ou menos uns quatro anos sobre um caos, não teria manga, não teria laranja, uva, praticamente nada”, disse.

Fonte: G1/RO

Fonte: Via: web tv alternativa

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Mel com ‘sabor amazônico’ produzido por abelhas sem ferrão custa até R$ 400 o litro em Porto Velho – WEB TV ALTERNATIVA

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Atividade foi regulamentada em Porto Velho e chama atenção pelo valor do produto, mas especialistas alertam que foco principal deve ser a preservação e a polinização.

Quando se fala em abelhas, muita gente logo pensa em picadas. Em Porto Velho, no entanto, moradores criam espécies nativas sem ferrão no quintal de casa. Além de ajudar na preservação ambiental, os insetos produzem um mel que pode custar entre R$ 350 e R$ 400 o litro. A atividade é conhecida como meliponicultura.

É o caso da meliponicultora Regina Ferreira Mariz, moradora da Zona Norte de Porto Velho. Ao g1, ela contou que cria abelhas nativas há cerca de seis anos. No quintal de casa, mantém diferentes espécies, muitas delas resgatadas de áreas onde estavam em situação de risco. As espécies são

  • Jataí-amarela (Tetragonisca angustula)
  • Mandaguari-preta (Scaptotrigona postica)
  • Marmelada-amarela (Frieseomelitta varia)
  • Boca-de-renda (Melipona seminigra)
  • Jataí-negra (Scaura latitarsis)

Em alguns casos, a ação humana sobre o meio ambiente, como queimadas e desmatamento, coloca as colônias em risco. Nessas situações, o resgate pode ser necessário para garantir a preservação das espécies.

Segundo Regina, a retirada das abelhas de áreas ameaçadas deve seguir as diretrizes previstas na legislação.

“Por exemplo, se há risco para as abelhas, se é uma área de derrubada, se derrubaram uma árvore e as abelhas estão ali correndo o risco, pode resgatar”, disse Regina.

Em junho de 2024, a Lei Complementar nº 990/2024 regulamentou a criação e o manejo de abelhas nativas sem ferrão e da espécie Apis mellifera em Porto Velho para fins educacionais, ambientais, científicos e econômicos.

Caixa com abelha sem ferrão — Foto: Tiago Ghizoni/ NSC

Mel pode custar até R$ 400 o litro

Além de contribuir para a preservação das espécies, a criação de abelhas sem ferrão também chama a atenção pelo valor do mel produzido.
Segundo Roseval Guzzo, gerente de Assistência Técnica da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), embora a produção das abelhas nativas seja menor em quantidade, o mel tem características próprias e maior valorização comercial. O litro pode custar entre R$ 350 e R$ 400.

“Ele é mais saboroso, tem um sabor mais amazônico e também é mais valorizado”, destacou Guzzo.

Risco da mercantilização

Apesar do potencial econômico, a valorização do mel também acende um alerta sobre os rumos que a atividade pode tomar quando o interesse financeiro se sobrepõe à preservação ambiental.
Tanto Guzzo quanto Regina destacam que a criação de abelhas sem ferrão não deve perder de vista o principal papel desses insetos na natureza: a polinização.

“Não podemos permitir que essa atividade seja vista apenas como uma oportunidade de ganho material ou comercial”, disse Regina.

Para ela o retorno financeiro pode existir, mas precisa caminhar junto com a preservação, o bem-estar das colônias e o compromisso ambiental.

“Meliponicultura é preservar, educar, produzir com consciência e respeitar a vida. É entender que somos responsáveis não apenas pelas abelhas que criamos, mas também pelo legado ambiental que deixaremos para as próximas gerações” finalizou.

Guzzo destacou sobre a polinização das florestas, dos alimentos que consumimos e da necessidade de manter essas abelhas vivas.

“Sem elas a humanidade viveria mais ou menos uns quatro anos sobre um caos, não teria manga, não teria laranja, uva, praticamente nada”, disse.

Fonte: G1/RO

Fonte: Via: web tv alternativa

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