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A Funerária Bom Pastor comunica o falecimento de Girson Maria da Costa

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É com pesar que a Funerária Alta Floresta comunica o falecimento da Senhora Maria de Lourdes Venâncio, aos 41 anos de idade, ocorrido em 14/09, seu corpo está sendo velado na Capela da Funerária do seu Valdemar e o seu sepultamento será hoje 15/09, as 16:00 horas no cemitério local de Alta Floresta.

Nossos sentimentos aos Familiares e Amigos.

E desde já a família enlutada agradece a presença de todos.

Fonte: Florestanoticias.com

Fonte: Via: florestanoticias

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Estiagem reforça importância do consumo consciente e de investimentos em segurança hídrica

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BELÉM (PA), JUNHO DE 2026 – A programação da II Semana do Clima da Amazônia contará com uma extensa agenda de eventos autogestionados, que ocorrerão nos dias 1 a 4 de julho de 2026, em diferentes espaços de Belém e também em formato online.

As atividades irão reunir organizações da sociedade civil, instituições de pesquisa, empresas, coletivos, juventudes, povos indígenas, representantes do setor público e especialistas para debater temas ligados à justiça climática, bioeconomia, saúde, direitos humanos, sustentabilidade e transição energética.

Empresas e instituições interessadas em propor atividades podem realizar a inscrição por meio do site https://semanadoclimaamazonia.com.br, onde também está disponível a programação completa do evento.

Os eventos autogestionados fazem parte da proposta da Semana do Clima de ampliar a participação social e descentralizar os debates sobre o futuro da Amazônia, promovendo espaços de diálogo conectados às realidades dos territórios amazônicos.

Entre os destaques da programação está a série “ABC do Clima e Saúde”, promovida pela Afya Belém, com encontros nos dias 1º e 2 de julho. As atividades abordarão temas como prevenção de doenças relacionadas ao clima, impactos das escolhas alimentares na saúde planetária e formas de adaptação às mudanças climáticas.

Outro tema em evidência será a transição energética em territórios indígenas. O UNICEF e o Projeto Saúde & Alegria promoverão uma atividade dedicada à apresentação de experiências desenvolvidas nos territórios Yanomami, em Roraima, e Munduruku, no Pará.

A programação também contará com debates sobre desenvolvimento territorial sustentável na Amazônia, bioeconomia e protagonismo comunitário. Um dos eventos previstos é o “Programa Corredor: Parcerias multissetoriais para impulsionar o desenvolvimento territorial sustentável na Amazônia”, promovido pela Hydro, que reunirá representantes de comunidades, empresas, governos e organizações parceiras.

Outro destaque será o evento “Sociobioeconomia Viva: Povos e comunidades na liderança da transição justa nos territórios”, organizado pela Secretaria Adjunta de Bioeconomia da Semas-PA, no Parque de Bioeconomia e Inovação da Amazônia.

A atividade discutirá o papel das populações amazônicas na construção de modelos sustentáveis de desenvolvimento.

As discussões sobre bioeconomia também estarão presentes na “Edição BioBusiness na Semana do Clima da Amazônia”, promovida pela Semas-PA, voltada ao fortalecimento do diálogo entre capital, inteligência territorial e negócios sustentáveis.

A programação incluirá ainda atividades voltadas à infraestrutura sustentável e aos desafios logísticos da floresta, como o evento “A Infraestrutura Invisível da Floresta em Pé”, promovido pelo Fundo Vale no Instituto Tecnológico Vale (ITV), que discutirá gargalos relacionados à bioeconomia amazônica, como perdas pós-colheita e desafios estruturais para cadeias produtivas da floresta.
A juventude amazônica também terá protagonismo em diferentes agendas da programação.

Entre elas está o encontro “Juventude, meio ambiente e terreiro: luta dos povos de terreiro acreanos”, realizado em formato online, promovendo debates sobre justiça socioambiental, juventude e valorização de saberes tradicionais.

Também serão realizados debates sobre moradia, justiça climática e preservação ambiental, como o evento “Juventudes da Amazônia entre o Direito à Moradia e a Justiça Climática: experiências de Roraima em áreas de preservação permanente”, promovido pelo Coletivo Jucia.

A programação do dia 3 de julho contará ainda com atividades voltadas à saúde mental e aos impactos da crise climática sobre as juventudes indígenas, como o evento online “O Peso do Clima: Saúde Mental e o Futuro das Juventudes Indígenas”, promovido pelo Instituto Witoto.

Outras agendas previstas incluem discussões sobre acesso à política pública para jovens agricultores da Amazônia Legal, com o evento “Acesso ao PRONAF Jovem: Caminho para a Transformação da Agricultura Familiar na Amazônia Legal”, além do encontro “Renovando o presente: da transição energética à resiliência nas novas cidades”, promovido pelo COJOVEM.

A agenda ainda abrirá espaço para debates relacionados a direitos humanos, sustentabilidade e justiça climática, com atividades como o “Festival +DH 2026”, do Instituto Ethos, e “Diálogos sobre Desenvolvimento, Direitos Humanos e Sustentabilidade”, promovido pela UNIQUITA.

Outro destaque será a atividade “Bússola para o Desenvolvimento Sustentável: conversa, troca e construção conjunta”, promovida pelo Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS), com debates sobre propostas socioambientais e construção coletiva de soluções para o país.

A programação inclui ainda o evento “Rota 26-30: ações prioritárias para 5 grandes debates para as Amazônias”, promovido pela Uma Concertação pela Amazônia, que propõe reflexões sobre caminhos estratégicos para o futuro da região.

Além das atividades presenciais em espaços como o Parque de Bioeconomia e Inovação da Amazônia, ITV, Afya Belém e CESUPA, parte da programação será realizada de forma virtual, ampliando o alcance dos debates e permitindo a participação de diferentes territórios amazônicos.

Os eventos autogestionados integram a programação oficial da II Semana do Clima da Amazônia, que ocorrerá entre os dias 29 de junho e 4 de julho de 2026, em Belém.
Primeiro encontro climático após a COP30.

A programação reunirá representantes do setor privado, agentes públicos, pesquisadores, organizações da sociedade civil e lideranças em diferentes espaços de Belém para debater caminhos voltados à sustentabilidade, justiça climática e desenvolvimento regenerativo.

Entre os objetivos da edição de 2026 estão o monitoramento dos compromissos firmados durante a COP30, a conexão entre lideranças globais e amazônicas, a atração de novos investimentos regenerativos e o fortalecimento da participação de juventudes, mulheres e povos originários no centro das discussões climáticas.

Segundo Lucimar Souza, diretora de Desenvolvimento Territorial do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), um dos correalizadores, a II Semana do Clima da Amazônia surge como um espaço fundamental para ampliar a participação da população amazônica nas discussões globais sobre mudanças climáticas.

“O principal legado da primeira edição foi trazer de forma estruturada para a Amazônia o debate sobre clima e a busca por soluções para os desafios da região. Durante muito tempo, as pessoas ouviam falar das Semanas do Clima acontecendo em outros países, e realizar esse encontro em Belém permitiu ampliar a participação da população amazônica nesse debate”, destacou.

A diretora também ressaltou que o evento busca fortalecer o protagonismo regional ao criar espaços de escuta, diálogo e proposição de soluções conectadas à realidade amazônica. “Além de discutir os desafios, a Semana do Clima também é um espaço de aprendizagem sobre o debate climático global, ajudando mais pessoas a compreenderem a importância desse tema”, afirmou.

A II Semana do Clima da Amazônia será estruturada em seis eixos temáticos da Agenda de Ação da COP30, considerados estratégicos para o futuro da floresta e da humanidade. O primeiro abordará os compromissos pós-COP30 e os chamados “Mapas do Caminho”, com debates sobre transição energética justa, afastamento dos combustíveis fósseis, adaptação climática e cooperação entre florestas tropicais.

Outro eixo será voltado às economias regenerativas e à sociobioeconomia, com discussões sobre soluções baseadas na natureza, restauração florestal, cadeias produtivas da biodiversidade e financiamento climático.

Também haverá espaço para debates sobre direitos territoriais, protagonismo de juventudes e povos originários, enfrentamento ao racismo ambiental e fortalecimento da cidadania. A programação ainda incluirá painéis sobre ciência, inovação e impactos das mudanças climáticas na saúde.

Entre as agendas previstas está a “Mesa Executiva da Bioeconomia – Beneficiamento do Açaí”, com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas-PA), programada para o dia 1º de julho, no Parque de Bioeconomia e Inovação da Amazônia (PBIA).

A atividade terá como tema “Açaí Amazônico: saúde, nutrição e novas aplicações” e reunirá especialistas, pesquisadores, chefs, comunicadores e representantes da cadeia produtiva para discutir o potencial do açaí amazônico como alimento funcional, suas aplicações culinárias e industriais, além de estratégias para ampliar sua presença no mercado nacional e internacional.

A agenda também contará com degustações, apresentações empresariais e visita técnica a unidades de beneficiamento do produto.
Sobre a Semana do Clima.

O projeto reúne um amplo conjunto de organizações públicas, privadas e da sociedade civil com o propósito de debater soluções e propor ações estruturantes para enfrentar desafios ambientais, sociais, econômicos e culturais da Amazônia.

A iniciativa busca fortalecer uma visão de longo prazo para a região, alinhando políticas públicas e iniciativas privadas em prol de um desenvolvimento sustentável que equilibre conservação ambiental, geração de renda e bem-estar das populações locais.

Além disso, a programação coloca a Amazônia no contexto global das mudanças climáticas, destacando a importância da integração de esforços para a proteção desse bioma fundamental para o equilíbrio do planeta. A proposta é que a Semana do Clima da Amazônia aconteça anualmente, se expandindo para os demais estados da Amazônia Brasileira, fortalecendo a mobilização, o diálogo e a construção de soluções a partir dos territórios.

A primeira edição da Semana do Clima da Amazônia, realizada em 2025, demonstrou a dimensão e o impacto do evento ao reunir mais de 4 mil participantes, promover mais de 100 horas de programação e realizar mais de 35 eventos em Belém, contando ainda com a participação de mais de 30 organizações parceiras.

A edição de 2026 contará com patrocínio das empresas Hydro e Vale. O evento também reúne uma ampla rede de correalizadores, entre eles Afya, ASSOBIO, BRC Biodiversity Research Consortium, Certi, CESUPA, Cojovem, Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal, CONTAG, Embrapa, Emergent, FIEPA, Governo do Estado / Secretaria do Meio Ambiente do Pará, Hydro, Instituto Clima e Sociedade (ICS), Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS), Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, Instituto Peabiru, IPAM Amazônia, Instituto Sincronicidade (ISPIS), Instituto Tecnológico Vale (ITV), Museu Emílio Goeldi, Natura, Parque de Bioeconomia e Inovação da Amazônia, Plataforma Parceiros pela Amazônia (PPA), Prefeitura de Belém, Projeto Guardiãs da Floresta, Projeto Saúde & Alegria (PSA), Rede de Trabalho Amazônico – GTA, Saint-Gobain, Uma Concertação pela Amazônia e Vale.

Serviço:

II Semana do Clima da Amazônia
📅 Data: 29 de junho a 4 de julho de 2026
📍 Local: Belém (PA)
📝 Inscrições para painéis: já disponíveis
✅ Inscrições para eventos autogestionados: já disponíveis
📌 Eventos autogestionados: 1 a 4 de julho
📌 Programação principal: 29 e 30 de junho
🌐 Mais informações e inscrições: Semana do Clima da Amazônia

Fonte: Via: florestanoticias

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Solicitação de outorga do direito de uso de recursos hídricos Sergio Renato Braun

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Pedido de renovação de licença ambiental licença operação de Associação dos Ver. de Prod. Agrop. de Alta Floresta

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Fonte: Via: florestanoticias

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MPRO move ação de improbidade contra médico acusado de suposta cobrança a paciente em hospital público na capital

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO) participou, na última sexta-feira (21/8), no Centro Político Administrativo (CPA), em Porto Velho, da reunião e coletiva de imprensa do Comitê Estadual de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (CEPCIF).

A atividade teve como objetivo apresentar à mídia local o alinhamento de medidas de prevenção, resposta e cooperação entre os órgãos que integram o comitê, com foco nos cenários de estiagem, seca e incêndios florestais.

O CEPCIF reúne mais de 20 instituições que atuam na prevenção e no combate aos incêndios florestais em Rondônia. O comitê promove ações integradas para proteger o meio ambiente e reduzir os prejuízos causados pelas queimadas.

No encontro, o membro auxiliar do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (Gaema) e coordenador do Núcleo de Combate ao Crime Ambiental (Nucam), promotor de Justiça Pablo Hernandez Viscardi, reforçou o enfrentamento estratégico do MPRO e órgãos parceiros contra os crimes ambientais em Rondônia.

Após os impactos severos das queimadas em 2024, o estado estabeleceu uma força-tarefa interinstitucional que prioriza a prevenção e a repressão de ilícitos em unidades de conservação.

“Esse evento vem expor essa atuação integrada, ao mesmo tempo, mostrar que o estado, o MPRO, as instituições responsáveis pela tutela ambiental do estado de Rondônia estão atentas e bem equipadas para continuar essas ações de repressão”, afirma Viscardi.

O promotor reforçou ainda que o monitoramento rigoroso visa desarticular organizações criminosas envolvidas no ciclo de desmatamento e uso ilegal do fogo.

Essa colaboração, segundo ele, resultou em uma redução significativa nos índices de degradação, tornando a região uma referência em segurança ambiental.

Planejamento para o período de seca

Durante a reunião, os órgãos que integram o comitê apresentaram as ações desenvolvidas para minimizar os impactos da estiagem. As iniciativas incluem planejamento, monitoramento de áreas vulneráveis e articulação entre instituições responsáveis pela proteção ambiental e pela segurança da população.

O gerente regional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), Caê Lacerda, apresentou informações sobre previsões climáticas e os trabalhos de monitoramento realizados pelo órgão.

Já o comandante do Batalhão de Polícia Ambiental, tenente-coronel PM Railinson Baumann, detalhou as ações preventivas e repressivas voltadas ao combate de crimes ambientais.

Na sequência, o coordenador da Defesa Civil Estadual, Coronel BM Nivaldo Ferreira, apresentou dados sobre a formação de brigadistas, incluindo integrantes de povos originários.

O secretário executivo da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) destacou a ferramenta de monitoramento em tempo real dos focos de incêndio, utilizada para apoiar a tomada de decisões e a atuação das autoridades.

Também foram abordadas estratégias para fortalecer a integração entre as instituições durante o período de maior incidência de queimadas.
As ações do comitê visam ampliar a capacidade de resposta diante do aumento dos focos de incêndio e de situações que possam provocar danos ao meio ambiente e à saúde da população.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Fonte: Via: florestanoticias

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