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CNH vencida entre junho e setembro tem validade extra até dezembro – Nacional

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O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) prorrogou, excepcionalmente, a validade da Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACCs) e da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencidas ou com vencimento entre 5 de junho e 8 de dezembro de 2026. Com o novo prazo, automaticamente, esses documentos ficam válidos até 9 de dezembro de 2026.

A medida está descrita na deliberação do Contran (nº 279), publicada em edição extra do Diário Oficial da União da última quarta-feira (9).

A prorrogação da validade dos documentos dos condutores deve ser respeitada pela fiscalização de trânsito, integrantes do Sistema Nacional de Trânsito (SNT), em todo o país.

Porém, essa autorização de prorrogação de validade da CNH e do ACC não se aplica aos condutores suspensos ou cassados.

Sem burocracia

Não será necessária a emissão de novo documento ou a realização de qualquer procedimento para registro da prorrogação de que trata esta deliberação.

Após a data limite (9 de dezembro), o motorista ainda terá os 30 dias de carência tradicionais previstos no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para efetuar a renovação sem penalidade.

Os órgãos ou entidades executivas de trânsito dos estados e do Distrito Federal, os Detrans, têm um prazo de 30 dias para atualizar, no Registro Nacional de Carteiras de Habilitação (Renach), os cadastros de médicos e psicólogos peritos examinadores e de entidades habilitadas à realização dos exames de aptidão física e mental e das avaliações psicológicas.

Segundo a deliberação, o objetivo é assegurar o adequado direcionamento dos candidatos e condutores que realizarão estes procedimentos.

Rondoniagora.com

Fonte: Via: rondoniagora

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Em sabatina, Furia afirma que, como prefeito, promoveu revolução na saúde – Eleições

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Ao participar de sabatina nesta sexta-feira (18) à Rede TV! (SGC), o candidato ao governo Adailton Furia (PSD), da coligação “Gente que gosta de gente”, afirmou que fará uma revolução na saúde pública de Rondônia, a exemplo do trabalho que desenvolveu como prefeito. Diante da situação da saúde pública estadual, o tema foi o primeiro e um dos principais assuntos abordados na sabatina.

Prometida há mais de 20 anos por diferentes governos, a construção de um novo hospital de urgência e emergência na capital, para substituir o Pronto-Socorro João Paulo II, foi um dos primeiros questionamentos feitos ao candidato.

Furia afirmou que o assunto precisa ser tratado com seriedade e responsabilidade, “e não com promessas que se renovam e não se concretizam”. Para mudar a situação atual, o candidato propõe medidas simples e práticas, em vez de projetos de longo prazo.

Sabendo das dificuldades e do tempo necessário para construir um grande hospital, que pode exigir investimentos entre R$ 300 milhões e R$ 400 milhões e ter um processo de licitação que pode levar três, quatro anos ou mais, Furia defende o uso de prédios que já existem como forma de acelerar o atendimento à população.

No caso de Porto Velho, ele propõe dividir os atendimentos de urgência e emergência em duas unidades: uma para atender pacientes esfaqueados, baleados e infartados, entre outros casos, e outra destinada exclusivamente a vítimas de acidentes. Segundo Furia, esse modelo já foi implantado durante sua gestão como prefeito e apresentou bons resultados.

Como prefeito, Furia transformou uma antiga maternidade, com cerca de 40 anos, que também funcionava como hospital infantil e estava praticamente sem condições de atender à população. Segundo o candidato, no local eram registradas de 10 a 15 mortes de bebês por ano.

A unidade foi transformada em dois serviços. Furia criou o primeiro pronto-socorro infantil do Estado e reformulou a maternidade. O pronto-socorro infantil posteriormente se tornou uma UPA Infantil, enquanto a maternidade, segundo ele, é hoje uma das mais avançadas da região Norte.

Para construir o Hospital Municipal, em menos de dois anos, Furia utilizou o prédio de uma antiga faculdade, que atendia cerca de dois mil alunos, e o transformou em uma unidade de saúde com capacidade para atender 800 pacientes por dia e realizar o atendimento de 70 pacientes simultaneamente por hora.

ESTADUALIZAÇÃO

Essas medidas, segundo Furia, devem ser acompanhadas de outras duas ações. A primeira é mudar a forma como os recursos destinados aos serviços terceirizados são distribuídos.

“O Estado dispõe de R$ 1,3 bilhão para pagar esses contratos, mas usa de forma equivocada. Destina 70% para a capital e apenas 30% para o interior. É um modelo que serve apenas para congestionar ainda mais o João Paulo II e o Hospital de Base, uma vez que os pacientes precisam migrar para a capital para ter acesso a exames de alta complexidade. Vamos inverter: 70% para o interior e 30% para atender os pacientes da capital.”

Por fim, o candidato afirmou que, para reforçar a saúde no interior, uma das primeiras medidas será estadualizar os hospitais regionais de Ji-Paraná e Ariquemes.

“Isso vai aumentar o teto de recursos e, consequentemente, a capacidade de atendimento. Essas medidas não são experimentos. São coisas que eu já fiz como prefeito e sei que funcionam e deram resultado. É isso que vamos fazer inicialmente, na prática, sem burocracia”, afirmou.

Rondoniagora.com

Fonte: Via: rondoniagora

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Samuel Costa propõe fortalecer comunidades ribeirinhas e industrializar cadeia da pesca em Rondônia – Eleições

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Em entrevista à Rede Amazônica, afiliada à Rede Globo, o candidato ao Governo de Rondônia pelo PSB, Samuel Costa, apresentou propostas para fortalecer as comunidades ribeirinhas, ampliar a piscicultura e desenvolver a cadeia produtiva da pesca no Estado, com foco na geração de emprego e renda e na industrialização.

Para Samuel Costa, Rondônia precisa deixar de ser apenas fornecedora de matéria-prima e avançar na transformação da própria produção, criando produtos com maior valor agregado e fazendo com que uma parcela maior da riqueza permaneça no Estado.

“A nossa gente não pode continuar apenas produzindo e vendendo matéria-prima para que outros lugares industrializem e fiquem com a maior parte do valor. Precisamos industrializar Rondônia, gerar empregos e fazer a riqueza permanecer aqui”, afirmou.

A proposta contempla o fortalecimento da piscicultura, com assistência técnica, acesso a crédito, qualificação dos produtores, melhoria da infraestrutura e apoio à comercialização, beneficiando especialmente pequenos produtores, agricultores familiares, pescadores profissionais e empreendedores das comunidades ribeirinhas.

Samuel também defende a industrialização da cadeia do pescado, com estímulo à implantação e modernização de unidades de beneficiamento, processamento, armazenamento, conservação e distribuição. O objetivo é ampliar a capacidade de Rondônia de transformar sua produção em mercadorias de maior valor agregado e conquistar novos mercados.

Outro eixo apresentado pelo candidato é o fomento à pesca esportiva, integrada ao turismo sustentável. A atividade pode movimentar hotéis, restaurantes, transportes, comércio, guias de pesca e outros serviços, criando novas fontes de renda para as comunidades que vivem próximas aos rios.

A pesca profissional também deverá receber atenção, com políticas públicas voltadas à valorização dos trabalhadores que dependem dos rios para sustentar suas famílias e movimentar a economia local.

Para Samuel Costa, o desenvolvimento econômico precisa incluir quem vive e trabalha nas comunidades ribeirinhas.

“Quem vive às margens dos nossos rios precisa participar da riqueza que os nossos rios e a nossa produção podem gerar. Queremos levar oportunidade, qualificação, crédito, tecnologia e mercado para essas comunidades”, destacou.

A proposta faz parte de uma visão mais ampla de desenvolvimento econômico baseada na industrialização das cadeias produtivas de Rondônia.

Segundo Samuel, o Estado precisa transformar sua produção local em produtos industrializados, ampliando a geração de empregos e renda em setores como pesca, piscicultura, agricultura, pecuária e produção de alimentos.

“Rondônia tem produção, tem trabalhadores, tem capacidade empreendedora. O que precisamos é agregar valor aqui. É transformar o peixe em produto, a produção em indústria e a riqueza em emprego e renda para o nosso povo”, afirmou.

Para o candidato, o desafio é construir um modelo de desenvolvimento no qual Rondônia não seja apenas um território de produção e exportação de matéria-prima, mas também um polo de beneficiamento, industrialização e geração de oportunidades.

“Chega de apenas exportar matéria-prima. Rondônia precisa produzir, industrializar e gerar oportunidades aqui. O nosso desenvolvimento precisa chegar a quem trabalha, produz e vive nesta terra.”

Rondoniagora.com

Fonte: Via: rondoniagora

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Mulher morre após colisão de moto com caminhonete na BR-364, em Porto Velho – Polícia

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Uma motociclista morreu após uma batida com uma caminhonete no final da noite desta sexta-feira (18), no km 20 da BR-364, sentido Jaci-Paraná, em Porto Velho. Com o impacto, a caminhonete saiu da pista e caiu em uma ribanceira às margens da rodovia.

Segundo testemunhas, a mulher seguia pela BR-364 quando teria batido de frente com a caminhonete. Ela morreu no local.

A dinâmica do acidente ainda será esclarecida. A perícia foi chamada para analisar as circunstâncias da colisão.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também esteve no local. A vítima ainda não havia sido identificada e o corpo foi levado ao Instituto Médico-Legal (IML), onde aguardava identificação e reconhecimento da família.

Rondoniagora.com

Fonte: Via: rondoniagora

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