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Polícia Federal combate tráfico interestadual de drogas em RO e no PA

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Um homicídio foi registrado na tarde deste sábado (4), por volta das 15h30, no distrito de Porto Rolim do Guaporé. A vítima, identificada como Rony Edson da Silva, de 55 anos, morreu após ser atingida por disparos de arma de fogo nas proximidades de uma residência.

De acordo com informações da guarnição policial, equipes foram acionadas após diversas ligações anônimas relatarem a ocorrência. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o corpo da vítima caído ao solo, ao lado de um revólver calibre .38 com munições intactas.

A perícia técnica constatou que Rony apresentava múltiplos ferimentos provocados por disparos de arma de fogo, incluindo lesões na perna, no peito e na mão direita. No interior da residência próxima ao local, foi localizado um rifle calibre .22, além de munições e cápsulas deflagradas, que foram apreendidos para investigação.

Uma testemunha relatou que havia um desentendimento anterior entre a vítima e o morador da casa, identificado como principal suspeito. Segundo o depoimento, momentos antes dos disparos, a vítima teria se aproximado do imóvel e feito menção de sacar uma arma, quando foi advertida a não entrar. Em seguida, foram ouvidos disparos.

Após o ocorrido, o suspeito não foi localizado. Informações indicam que ele pode ter deixado o local em um veículo, mas até o momento seu paradeiro é desconhecido.

O caso foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Alta Floresta, que ficará responsável pela investigação. A polícia apura as circunstâncias do crime, incluindo a possibilidade de legítima defesa ou outra excludente de ilicitude.

Fonte: www.190online.com

Fonte: Via: florestanoticias

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TRE-RO rejeita novo recurso e mantém decisão que negou registro de candidatura a Ezequiel Neiva – Eleições – WEB TV ALTERNATIVA

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Créditos: magnific

Durante a pandemia, parecia que o escritório tinha os dias contados. Empresas mandaram funcionários para casa, devolveram andares inteiros e analistas chegaram a decretar o fim do espaço corporativo.

Cinco anos depois, o prédio comercial não acabou. O que aconteceu foi diferente: a forma de ocupar o espaço se reorganizou, e boa parte das companhias trocou o contrato fixo de longo prazo por arranjos que podem encolher ou crescer conforme a necessidade do momento.

O número que resume essa virada vem do setor de escritórios compartilhados. Segundo o Censo Coworking 2024, levantamento realizado pela Woba, o Brasil passou de 2.443 para 2.986 espaços de coworking ativos em um ano, uma alta de aproximadamente 20%.

A maior parte deles, 58,5%, está concentrada nas capitais. Estados como São Paulo, com 1.121 unidades, Minas Gerais, com 307, e Rio de Janeiro, com 251, lideram a oferta no país.

Esse avanço acontece no mesmo período em que grandes empresas revisam quanto espaço fixo realmente precisam manter. Os dois movimentos parecem contraditórios, mas contam a mesma história.

O escritório não morreu, mudou de formato

A leitura mais rápida do mercado aponta para um retorno ao presencial. Em São Paulo, a taxa de vacância dos escritórios de alto padrão caiu para 14,7% no fim de 2025, o menor patamar em 14 anos, segundo levantamentos do setor imobiliário corporativo.

Companhias como Amazon, JPMorgan e Dell apertaram as regras de presença, e no Brasil nomes como Nubank e Bradesco caminharam na mesma direção, com a reocupação gradual de seus espaços.

A diferença é grande em relação ao quadro de poucos anos atrás. No segundo trimestre de 2023, os edifícios comerciais de Manhattan registraram 22,4% de desocupação, e em São Francisco o índice chegou a 31,8%, segundo a consultoria Cushman & Wakefield. Era o auge da crise dos escritórios vazios, quando muitos previam a conversão de torres inteiras em moradia.

Mas a volta às mesas não significou volta ao modelo antigo. Pesquisa da WeWork mostra que 79% dos executivos de alto escalão ainda aceitam dividir o tempo de trabalho entre a empresa e a casa do funcionário.

Entre as companhias brasileiras, o híbrido segue como o arranjo mais comum, com 57% de adesão, segundo dados compilados pela Bloomberg Línea. O trabalho totalmente presencial aparece em parcela pequena das empresas, e o totalmente remoto, em uma fração ainda menor.

O resultado prático é uma conta diferente. Se a equipe vai ao escritório duas ou três vezes por semana, manter um andar inteiro ocupado todos os dias deixou de fazer sentido financeiro. Foi nesse espaço entre o home office e a sede tradicional que o modelo compartilhado encontrou seu lugar.

Por que o contrato fixo perdeu força

Manter um escritório próprio envolve aluguel, condomínio, IPTU, reforma, mobiliário, internet, recepção, limpeza e uma série de contas que se acumulam mesmo quando a sala fica vazia. Para uma empresa pequena ou média, esse custo fixo pesa todos os meses, independentemente de quanto ela faturou.

O modelo flexível inverte essa lógica. A companhia paga pelo que usa. Pode contratar uma estação por algumas horas, uma sala de reunião por uma tarde ou uma sala privativa por alguns meses, e ajustar o tamanho do espaço conforme a equipe cresce ou diminui.

A flexibilidade contratual foi apontada por 35,2% dos usuários como a maior vantagem do coworking no Censo 2024, à frente de qualquer outro fator avaliado.

Há ainda a questão do ponto de partida. Quem está abrindo uma empresa raramente tem caixa para alugar um ponto comercial só para conseguir registrar o negócio.

O espaço compartilhado resolve esse impasse ao oferecer estrutura pronta no dia em que o empreendedor chega, sem obra, sem fiador e sem investimento inicial alto. A redução imediata de custos fixos com aluguel é, segundo gestores do setor, o motivo mais citado por quem migra.

O coworking avança enquanto o aluguel tradicional recua

A projeção do próprio mercado reforça que não se trata de modismo passageiro. Estimativas do setor indicam que os escritórios flexíveis devem saltar de 5% para 30% do mercado imobiliário corporativo até 2030.

Seria uma fatia seis vezes maior em menos de uma década, puxada por flexibilidade contratual, redução de custos e infraestrutura compartilhada de qualidade.

O perfil dos espaços também amadureceu. Hoje 70,3% dos coworkings funcionam em prédios comerciais, e não mais em casas adaptadas, o que mostra que o setor profissionalizou a oferta.

As unidades deixaram de ser apenas fileiras de mesas e passaram a reunir salas privativas, salas de reunião com equipamento audiovisual, auditórios para treinamentos e serviços de recepção e copa.

Para empresas que cresceram contratando à distância e agora precisam reunir parte do time presencialmente, esse tipo de estrutura encaixa melhor do que um contrato de cinco anos em uma laje fixa que ficaria meio vazia. O espaço acompanha a empresa, e não o contrário.

Domicílio fiscal: o serviço que atrai quem nem usa a mesa

Boa parte da procura recente nem está ligada ao desejo de trabalhar no local. Está ligada à necessidade de ter um endereço para registrar a empresa.

O domicílio fiscal é o endereço que a Receita Federal reconhece como sede da companhia. É ele que aparece no CNPJ, nas notas fiscais eletrônicas e nas notificações oficiais.

Sem um endereço fiscal válido, não é possível abrir nem manter uma empresa regularizada no Brasil. Diferente do endereço comercial, onde a empresa de fato atua, o domicílio fiscal funciona como dado cadastral perante os órgãos públicos.

O problema é que registrar o negócio no endereço residencial expõe dados pessoais do dono e nem sempre é permitido, dependendo da atividade e das regras do condomínio ou do município.

Foi por isso que muitos empreendedores passaram a procurar coworkings com domicílio fiscal para registrar o CNPJ em um endereço comercial de verdade, com gestão de correspondência, sem precisar alugar uma sala que ficaria fechada a maior parte do tempo. O custo desse serviço costuma começar na faixa de R$ 60 a R$ 100 por mês, valor que dificilmente cobriria sequer o condomínio de uma sala própria.

Além da economia, há o ganho de imagem. Um endereço em região reconhecida transmite mais credibilidade a clientes, fornecedores e órgãos públicos do que um endereço residencial em bairro afastado.

Para advogados, contadores, consultorias e profissionais que atuam pela internet, como agências, criadores de conteúdo e afiliados, essa diferença pesa na hora de fechar contrato e emitir nota.

O que pesar antes de escolher

Nem todo espaço serve para qualquer empresa, e a escolha exige alguns cuidados. O primeiro é a confiabilidade do local. Se o coworking fechar as portas, o empresário terá custo e burocracia para transferir o endereço da empresa em todos os órgãos, da Junta Comercial à Receita Federal, o que pode travar a operação por semanas.

Vale conferir a localização real do endereço, a estrutura disponível para receber clientes quando preciso, o que está incluído no plano contratado e quais serviços extras existem, como linha telefônica exclusiva, atendimento personalizado, salas de reunião por hora e gestão de correspondência.

Confirmar se aquele endereço pode de fato ser usado para registro de CNPJ é outro passo que evita transtorno depois, já que nem todo espaço oferece esse serviço de forma regular.

A regra prática é direta: o contrato precisa caber no tamanho atual do negócio e acompanhar o crescimento sem prender a empresa a cláusulas longas demais.

Um movimento que passa das capitais

Embora a maior parte dos espaços esteja concentrada nas grandes cidades, o formato já alcança empreendedores de municípios menores e do interior, inclusive na Região Norte, que enxergam ali uma forma de profissionalizar a operação sem assumir o custo de um escritório próprio.

Microempreendedores individuais, prestadores de serviço e pequenas empresas que nasceram digitais formam boa parte dessa demanda crescente.

O que era visto como espaço para freelancers virou ferramenta de gestão de custos para empresas de portes variados. A pandemia derrubou a ideia de que toda companhia precisa de uma sede fixa ocupada de segunda a sexta.

O que ficou no lugar foi a percepção de que estrutura profissional e contrato flexível podem caminhar juntos, e que pagar por metro quadrado parado raramente é o melhor negócio.

Para muitas empresas brasileiras, a pergunta deixou de ser onde fica o escritório. Passou a ser quanto espaço vale a pena manter, e por quanto tempo.

Via: web tv alternativa

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POLITICA

Maurício e Mariana reafirmam apoio a Hildon Chaves e esclarecem mal-entendido em Candeias – Eleições

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O deputado federal Maurício Carvalho (União Brasil) esclareceu o mal-entendido ocorrido na noite do último sábado em Candeias do Jamari durante uma atividade política. Uma liderança ligada ao prefeito Lindomar Garçom havia marcado uma reunião com a população para receber o próprio Maurício e a candidata ao Senado, Mariana Carvalho (Republicanos). 

O parlamentar explica que em momento algum cogitou estar no mesmo palanque que o candidato Adailton Fúria (PSD) e reafirmou seu compromisso em apoiar até o final da campanha o ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves. “Estamos a caminho do segundo turno”, disse Maurício reafirmando seu apoio a Chaves.

FonteVia: rondoniagora

Via: web tv alternativa

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CIEE oferece 43 vagas de estágio em Rondônia para estudantes do ensino médio e superior – Concursos e Empregos – WEB TV ALTERNATIVA

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Imagem de pixabay

A recuperação da cirurgia de catarata costuma ser progressiva. Muitos pacientes percebem melhora da visão nas primeiras 24 a 48 horas e já conseguem realizar atividades leves nos primeiros dias, enquanto a cicatrização e a estabilização visual continuam durante as semanas seguintes.

Nos primeiros dias, é possível apresentar visão embaçada, sensibilidade à luz, lacrimejamento, leve ardência ou sensação de areia. Esses sintomas costumam diminuir conforme o olho se recupera.

Em uma evolução habitual, a visão fica cada vez mais funcional durante a primeira semana e tende a se estabilizar melhor ao longo de aproximadamente quatro a seis semanas. Esse período, porém, varia de acordo com o olho, a catarata operada, a lente implantada e a presença de outras doenças oculares.

A recuperação não deve ser medida apenas pela velocidade com que a pessoa começa a enxergar melhor. Uso correto dos colírios, proteção do olho e acompanhamento pós-operatório continuam importantes mesmo quando o resultado visual já parece muito bom.

O que acontece logo depois da cirurgia de catarata?

Na cirurgia, o cristalino que ficou opaco é removido e substituído por uma lente intraocular transparente.

O procedimento moderno costuma ser realizado por uma pequena incisão e, na maioria das situações, o paciente recebe alta no mesmo dia.

A visão imediatamente após a cirurgia nem sempre é perfeita.

Algumas pessoas percebem melhora rapidamente. Outras enxergam tudo mais embaçado nas primeiras horas.

Isso não é contraditório.

O olho acabou de passar por um procedimento, a pupila pode continuar dilatada e existe uma resposta inflamatória normal da recuperação.

Também pode ocorrer alteração temporária da superfície ocular.

A primeira imagem que o paciente vê depois da cirurgia, portanto, não deve ser utilizada isoladamente para julgar o resultado final.

Como fica a visão nas primeiras 24 horas?

Durante o primeiro dia, a visão pode oscilar.

É possível perceber:

maior luminosidade;

cores mais vivas;

visão parcialmente embaçada;

sensibilidade à luz;

halos;

lacrimejamento;

leve sensação de areia.

A intensidade varia muito.

Alguns pacientes acordam no dia seguinte impressionados com a diferença de nitidez.

Outros precisam de mais alguns dias para perceber uma melhora significativa.

Essa variação pode ser completamente compatível com uma recuperação normal.

O que importa é a tendência de evolução e a ausência de sinais de alerta.

Como é a recuperação entre 24 e 48 horas?

Nas primeiras 48 horas, muitos pacientes já percebem que a visão está melhor do que logo após o procedimento.

Atividades leves podem ser retomadas gradualmente.

Ainda assim, o olho está apenas no começo do processo de cicatrização.

O paciente precisa manter os colírios no horário indicado, evitar esfregar o olho e seguir as restrições fornecidas pela equipe médica.

É também uma fase em que a claridade pode incomodar mais.

Óculos escuros ajudam algumas pessoas a sair de casa com maior conforto.

O que acontece durante a primeira semana?

A primeira semana costuma concentrar uma parte importante da melhora percebida pelo paciente.

A visão pode ficar progressivamente mais nítida e os sintomas de irritação tendem a diminuir.

Muitas pessoas já conseguem ler, utilizar computador, assistir televisão e desempenhar tarefas comuns.

Isso não significa que o olho esteja completamente recuperado.

Atividades físicas intensas e situações que aumentam risco de trauma ou contaminação ainda podem permanecer restritas.

O uso dos colírios também continua.

Um erro frequente nessa fase é abandonar os cuidados porque “já estou enxergando bem”.

O resultado visual rápido não elimina a necessidade do restante do pós-operatório.

E depois da primeira semana?

Nas semanas seguintes, a inflamação residual tende a diminuir e a visão costuma se tornar mais estável.

Pequenas oscilações podem continuar ocorrendo.

Olho seco, por exemplo, pode alterar a nitidez ao longo do dia.

Algumas pessoas percebem uma visão excelente ao acordar e um pouco mais turva depois de horas usando telas ou permanecendo em ambiente com ar-condicionado.

Isso não significa necessariamente que a lente mudou de posição ou que a catarata voltou.

A superfície ocular influencia bastante a qualidade da imagem.

Quanto tempo leva para a visão ficar totalmente normal?

Essa pergunta depende do que significa “normal”.

Se a referência for perceber melhora suficiente para atividades cotidianas, isso pode acontecer nos primeiros dias.

Se a referência for uma visão mais estabilizada, com redução da inflamação e possibilidade de avaliar com maior precisão a necessidade de óculos, podem ser necessárias algumas semanas.

Há uma explicação específica sobre o tempo para a visão normalizar depois da cirurgia de catarata que ajuda a distinguir melhora inicial de estabilização visual.

Essa diferença é importante porque muitos pacientes criam uma expectativa baseada no primeiro ou segundo dia.

A cirurgia pode estar evoluindo adequadamente mesmo que a visão ainda não tenha atingido sua melhor nitidez.

Por que a visão pode ficar embaçada depois da cirurgia?

Existem várias explicações possíveis para embaçamento inicial.

A própria inflamação pós-operatória pode participar.

A córnea pode apresentar edema temporário.

A pupila pode permanecer dilatada por algum tempo.

A superfície ocular pode estar mais seca.

Além disso, o cérebro precisa lidar com uma nova condição óptica depois da retirada do cristalino opaco.

Quando o embaçamento melhora progressivamente, ele pode fazer parte da recuperação.

Quando a visão piora, fica muito abaixo do esperado ou apresenta mudança abrupta, a situação é diferente e deve ser avaliada.

É normal enxergar as cores mais fortes?
Sim.

A catarata modifica progressivamente a transparência do cristalino e pode alterar a percepção das cores.

Como essa mudança acontece lentamente, o cérebro se acostuma.

Depois da cirurgia, uma lente transparente passa a permitir novamente a entrada da luz sem a mesma opacidade.

Alguns pacientes ficam impressionados com o brilho e com a intensidade das cores.

Brancos podem parecer mais brancos.

Tons azulados podem chamar mais atenção.

O ambiente pode parecer muito mais claro.

Essa percepção costuma se tornar natural com a adaptação.

É normal ter sensibilidade à luz?

Uma maior sensibilidade pode ocorrer no começo da recuperação.

A pupila pode continuar dilatada nas primeiras horas e o olho está se adaptando a receber luz através de uma lente intraocular transparente.

Óculos escuros podem melhorar o conforto fora de casa.

Permanecer no escuro, porém, não é uma exigência da recuperação habitual.

Assistir televisão, ler ou usar uma iluminação doméstica confortável não prejudica a cirurgia simplesmente por expor o olho à luz.

É normal ver halos depois da cirurgia?

Alguns pacientes percebem halos ou reflexos ao redor das luzes durante a fase inicial.

A experiência pode ser influenciada pela recuperação da córnea, pela superfície ocular e pelo tipo de lente intraocular.

Lentes com diferentes desenhos ópticos também podem gerar experiências visuais distintas.

Halos persistentes devem ser discutidos durante o acompanhamento, principalmente se estiverem interferindo em tarefas como dirigir à noite.

Nem todo halo, entretanto, significa uma complicação.

O olho fica dolorido?

A recuperação geralmente está mais associada a desconforto leve do que a dor forte.

Ardência, sensação de areia, coceira discreta e lacrimejamento podem acontecer.

A tendência é melhorar.

Dor intensa, especialmente quando acompanhada de piora da visão ou vermelhidão crescente, não deve ser tratada simplesmente como parte normal da cirurgia.

Nessa situação, o contato com o serviço responsável precisa ser rápido.

É normal o olho ficar vermelho?

Uma pequena vermelhidão pode aparecer no período pós-operatório.

Ela deve diminuir ao longo da recuperação.

O padrão de evolução é importante.

Um olho que fica progressivamente mais vermelho, doloroso e com visão pior merece avaliação.

O paciente não precisa saber identificar qual complicação poderia estar acontecendo.

Precisa apenas reconhecer que piora progressiva é diferente de recuperação progressiva.

Para que servem os colírios depois da cirurgia?

Os colírios fazem parte do controle da inflamação e da proteção do olho durante a recuperação, conforme o esquema determinado pelo cirurgião.

Existem diferentes protocolos.

Alguns envolvem combinações e reduções graduais ao longo das semanas.

Por isso, copiar a receita de outra pessoa não funciona.

Mesmo dois pacientes operados pelo mesmo procedimento podem receber esquemas diferentes dependendo de suas características clínicas.

O princípio mais importante é seguir dose e duração prescritas.

O que acontece se esquecer um colírio?

Um episódio isolado deve ser conduzido conforme a orientação fornecida pela equipe médica ou pela bula do medicamento prescrito.

O paciente não deve simplesmente dobrar todas as doses seguintes sem orientação.

Se os esquecimentos estão acontecendo repetidamente, vale organizar os horários.

Alarmes no celular, uma folha com os horários ou ajuda de um familiar podem evitar erros.

A adesão ao tratamento é parte da recuperação.

Por que não pode esfregar o olho?

Esfregar produz pressão e pode irritar uma superfície que ainda está cicatrizando.

Nos primeiros dias, também existe a possibilidade de o olho coçar ou parecer ter areia.

Esse desconforto não deve ser resolvido pressionando as pálpebras.

Se a sensação estiver intensa ou persistente, o melhor é informar o oftalmologista.

Precisa usar proteção para dormir?

Alguns protocolos utilizam um escudo plástico sobre o olho nas primeiras noites.

A principal função é impedir que o paciente esfregue ou pressione involuntariamente a região durante o sono.

O período necessário varia.

A recomendação entregue depois da cirurgia deve ser seguida porque o cirurgião conhece as particularidades do procedimento realizado.

Pode assistir televisão durante a recuperação?

Pode, desde que a visão permita e não haja orientação individual em contrário.

Televisão não causa abertura da cirurgia.

O mesmo princípio vale para celular e computador.

O que pode acontecer é maior cansaço visual ou ressecamento.

Pausas ajudam quando o desconforto aparece.

Pode ler?

Sim, quando estiver confortável.

A capacidade de leitura depois da cirurgia também depende da estratégia escolhida para a lente.

Se o olho foi planejado para enxergar melhor de longe com uma lente monofocal, óculos para perto podem continuar necessários.

Não conseguir ler letras pequenas sem óculos não significa automaticamente que houve falha cirúrgica.

Quando pode voltar a trabalhar?

O retorno depende da profissão.

Atividades administrativas podem ser retomadas relativamente cedo quando a visão estiver adequada.

Trabalhos com poeira, esforço intenso, risco de trauma, produtos químicos ou necessidade de visão extremamente precisa podem exigir mais tempo.

Quem dirige profissionalmente também precisa considerar a segurança visual.

O oftalmologista deve conhecer a atividade profissional do paciente para orientar o retorno de forma realista.

Quando pode dirigir?

A condução não deve ser retomada apenas porque determinado número de dias se passou.

É necessário enxergar adequadamente e estar seguro para realizar a atividade.

Visão embaçada, diferença importante entre os dois olhos, halos intensos ou sensibilidade exagerada à luz podem comprometer a condução.

A liberação deve considerar a evolução individual.

Quando pode fazer exercício?

Atividades leves costumam retornar antes de exercícios intensos.

Musculação pesada, esportes de contato e modalidades com risco de trauma exigem mais cautela.

Piscina também possui uma particularidade: contato com água.

Por isso, voltar a caminhar e voltar a nadar são decisões diferentes.

O cronograma dado pelo cirurgião deve ser respeitado mesmo que o paciente se sinta totalmente bem.

Quando pode lavar o rosto e o cabelo?

A higiene continua sendo necessária.

O cuidado é evitar que água, shampoo, sabonete ou outros produtos entrem diretamente no olho durante a fase inicial.

Esfregar as pálpebras também deve ser evitado.

A equipe que realizou a cirurgia pode orientar quando a rotina de higiene pode voltar completamente ao habitual.

Quando pode usar maquiagem?

Produtos próximos dos olhos podem ser restringidos temporariamente.

Além da manipulação das pálpebras para aplicar e retirar maquiagem, existe preocupação com partículas e contaminação.

A liberação varia conforme a recuperação.

Não é recomendável antecipá-la simplesmente porque a vermelhidão desapareceu.

Quanto tempo leva para voltar a enxergar bem de perto?

Isso depende muito da lente implantada e do objetivo planejado antes da cirurgia.

Uma lente monofocal normalmente oferece foco principal em uma distância definida.

Se o foco foi planejado para longe, pode haver necessidade de óculos para perto.

Lentes com outros desenhos ópticos tentam ampliar a faixa de visão, mas também apresentam características próprias de adaptação.

Por isso, perguntar se a cirurgia “devolveu a visão de perto” não tem uma resposta única.

É necessário saber qual lente foi implantada e qual era a meta refrativa.

Quando os óculos podem ser feitos novamente?

A receita logo após a cirurgia pode não representar o grau definitivo.

O olho continua em processo de recuperação e a refração pode se alterar durante as semanas seguintes.

Por isso, a prescrição definitiva costuma ser avaliada quando há maior estabilidade.

Quem realizará cirurgia nos dois olhos também pode receber orientação para aguardar a segunda operação antes de confeccionar determinados óculos.

A necessidade final depende do tipo de lente e do resultado refrativo.

Por que a recuperação é diferente em cada pessoa?
A cirurgia remove a catarata, mas não transforma dois olhos diferentes em olhos iguais.

Diversos fatores interferem no resultado e na velocidade da recuperação:

condição da córnea;

grau da catarata;

olho seco;

glaucoma;

alterações da retina;

degeneração macular;

retinopatia diabética;

cirurgias anteriores;

complexidade do procedimento;

tipo de lente intraocular;

resposta inflamatória.

Por isso, comparar o próprio segundo dia com o segundo dia de um amigo raramente é uma boa maneira de avaliar o resultado.

Diabetes pode deixar a recuperação mais lenta?

O diabetes pode estar associado a alterações oculares que influenciam o resultado visual, principalmente quando existe retinopatia diabética ou comprometimento da mácula.

O acompanhamento precisa considerar essas condições.

A remoção da catarata melhora a transparência do sistema óptico, mas não elimina automaticamente doenças existentes na retina.

Esse raciocínio vale para outras alterações oculares.

Quem tem glaucoma recupera igual?

Muitos pacientes com glaucoma podem realizar cirurgia de catarata e apresentar boa recuperação.

Entretanto, o resultado visual depende também da condição do nervo óptico.

A catarata e o glaucoma prejudicam a visão por mecanismos diferentes.

Remover a catarata não recupera fibras do nervo óptico já lesionadas pelo glaucoma.

O uso dos colírios de pressão ocular também precisa ser organizado no pós-operatório conforme a orientação médica.

E quem tem degeneração macular?

A lógica é semelhante.

A cirurgia deixa de ter o cristalino opaco como obstáculo à entrada da luz.

Mas a capacidade de formar uma imagem depende também da retina, principalmente da mácula.

Se existe doença macular, o resultado visual pode ser limitado por ela.

Isso não significa necessariamente que a cirurgia falhou.

Significa que havia mais de uma causa para a redução da visão.

A catarata pode voltar depois da cirurgia?
A catarata propriamente dita não volta porque o cristalino opaco foi removido.

O que pode acontecer meses ou anos depois é a cápsula que sustenta a lente intraocular tornar-se opaca.

Essa condição é conhecida como opacificação da cápsula posterior.

O paciente pode perceber novamente uma piora gradual da nitidez.

Isso não significa que nasceu uma nova catarata.

Quando existe indicação, essa opacidade costuma ser tratada com um procedimento a laser chamado capsulotomia.

Por que a visão pode piorar depois de ter melhorado?

Uma piora após melhora inicial precisa ser levada a sério e avaliada.

Existem causas simples e causas que exigem tratamento rápido.

O paciente não deve tentar distinguir sozinho todas elas.

O princípio é observar a trajetória.

Uma recuperação esperada tende a caminhar para melhora, mesmo que existam pequenas oscilações.

Piora importante ou súbita muda esse padrão.

O que é edema de córnea após cirurgia de catarata?

A córnea pode apresentar inchaço temporário após o procedimento.

Isso pode deixar a visão embaçada, especialmente nos primeiros dias.

Em muitos casos, melhora conforme o olho se recupera.

A intensidade e duração dependem das características do olho e da cirurgia.

Quando o edema é maior ou persiste, precisa de acompanhamento específico.

O que é edema macular depois da cirurgia?

A mácula é a região central da retina responsável pela visão de detalhes.

Em alguns pacientes, pode ocorrer acúmulo de líquido nessa região depois de uma cirurgia.

Isso pode comprometer a nitidez central.

É uma das razões pelas quais visão que não evolui como esperado deve ser examinada, em vez de simplesmente atribuir tudo ao “tempo de cicatrização”.

É normal aparecer mosca volante?
Algumas pessoas passam a perceber manchas que já existiam, mas ficaram mais visíveis depois que a catarata foi removida.

O ponto crítico é a mudança súbita.

O aparecimento repentino de muitas moscas volantes, principalmente acompanhado de flashes de luz ou sombra semelhante a uma cortina, exige avaliação oftalmológica rápida.

Esses sintomas podem estar relacionados à retina.

Quais são os principais sinais de alerta após a cirurgia?

O paciente deve procurar orientação rapidamente se apresentar:

dor intensa ou crescente;

queda súbita da visão;

piora visual importante depois de uma melhora inicial;

vermelhidão crescente;

secreção significativa;

flashes luminosos novos;

aumento repentino de moscas volantes;

sombra, cortina ou perda de parte do campo visual.

Esses sintomas não devem aguardar passivamente uma revisão marcada para semanas depois.

Como saber se a recuperação está indo bem?

Uma recuperação habitual apresenta tendência de melhora.

O desconforto diminui.

A visão se torna gradualmente mais funcional.

A vermelhidão reduz.

O paciente consegue retomar atividades leves.

Os colírios seguem sendo usados de acordo com a orientação.

Existem oscilações, mas não uma deterioração progressiva.

As consultas pós-operatórias servem justamente para confirmar que a cicatrização está acontecendo da maneira esperada.

O resultado final aparece em quantos dias?

Não há um único dia em que todos os pacientes acordam com o resultado “pronto”.

A cirurgia pode proporcionar uma melhora perceptível muito rapidamente.

Já a estabilização depende de um processo que continua durante as semanas seguintes.

Em muitos casos, a avaliação mais definitiva da refração e da necessidade de óculos é feita quando o olho está mais estável.

Por isso, existem três tempos diferentes que frequentemente são confundidos:

tempo para perceber melhora;

tempo para voltar a atividades cotidianas;

tempo para o olho cicatrizar e a visão se estabilizar.

Eles não terminam necessariamente no mesmo dia.

Como tornar a recuperação da catarata mais segura?

Não existe truque capaz de acelerar artificialmente a cicatrização.

O que existe é a possibilidade de evitar problemas previsíveis.

Use os colírios exatamente como foram prescritos.

Não esfregue o olho.

Evite atividades não liberadas.

Proteja o olho conforme a orientação recebida.

Compareça às avaliações.

Informe qualquer piora inesperada.

Não reutilize receitas de outras cirurgias.

Não suspenda medicamentos apenas porque a visão já está boa.

Essas medidas simples têm mais valor do que tentar encontrar formas de “forçar” uma recuperação rápida.

Como é, então, a recuperação completa da cirurgia de catarata?

Na maioria das cirurgias sem complicações, a recuperação começa rapidamente, mas acontece em etapas.

Nas primeiras horas, é possível enxergar embaçado e sentir maior sensibilidade à luz.

Nos primeiros dias, a visão costuma ganhar nitidez e o desconforto tende a diminuir.

Durante a primeira semana, muitas atividades leves já podem ser retomadas.

Nas semanas seguintes, o olho continua cicatrizando e a visão tende a se tornar mais estável.

Ao longo desse período, algumas restrições vão sendo retiradas e torna-se mais claro qual foi o resultado refrativo e se haverá necessidade de óculos.

A parte mais importante é não usar apenas o calendário como medida de segurança.

Cada olho possui condições próprias.

Uma boa recuperação não é aquela em que o paciente tenta voltar a tudo no menor número possível de dias. É aquela em que a visão melhora progressivamente, os cuidados são mantidos pelo período recomendado e qualquer alteração fora do esperado é identificada cedo.

Via: web tv alternativa

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