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Seleção Brasileira Sub-15 chega em Porto Velho e é recepcionada pelo presidente da FFER Heitor Costa – WEB TV ALTERNATIVA

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O Serviço Social do Comércio (Sesc) lança nesta terça-feira (14), em Porto Alegre (RS), a 28ª edição do Palco Giratório, maior projeto de circulação de artes cênicas no Brasil. Participarão ao todo 16 grupos de teatro, dança, circo de 12 estados que percorrerão, até o final do ano, 113 cidades de 23 unidades da Federação.

Segundo o gerente interino de Cultura do Departamento Nacional do Sesc, Leonardo Minervini, 16 grupos vão circular o país com 381 apresentações e 164 ações formativas, englobando oficinas, pensamentos giratórios, que são encontros, palestras, formações, intercâmbios. 

“O Palco Giratório tem um olhar para todos os públicos e todas as idades, para todas as pessoas interessadas em conhecer, ter contato e se aprofundar sobre a produção das artes no Brasil e, de uma maneira mais ampla, com as manifestações culturais brasileiras”, afirmou Minervini.

Questões contemporâneas

De acordo com o gerente interino, o circuito sempre inclui espetáculos que falam sobre experiências de vida e levam os temas para debate.

“A gente tem vivências sensíveis, e a arte, por meio do teatro pode abordar temas que, muitas vezes, são complexos e questionam determinadas situações sociais. Também temos afirmações de identidade por meio de manifestações que circulam no palco giratório. São temas densos, complexos, mas abordados de maneira muito cuidadosa e inteligente”.

Leonardo Minervino afirma que o objetivo principal do Palco Giratório este ano é proporcionar ao público “um olhar inteligente, sensível e participativo” para uma série de questões sociais contemporâneas.

O circuito começa hoje (14), em Porto Alegre, com o espetáculo Frankinho – uma história em pedacinhos, do Rio Grande do Sul, dirigida à infância. Trata-se de uma história inspirada na obra Frankenstein, da escritora Mary Shelley. O espetáculo do coletivo gaúcho aproxima arte e ciência para estimular a criatividade do público. O circuito segue da capital gaúcha para Pernambuco e, depois, Santa Catarina.

A maioria dos espetáculos tem indicação etária livre ou a partir de 14 anos. “Por isso a gente fala que é um projeto cuja circulação aborda todos os públicos”.

Homenagem

A edição do Palco Giratório 2026 vai homenagear o grupo Sobrevento, referência internacional no teatro de animação, que está completando 40 anos. O grupo foi criado no Rio de Janeiro e está radicado em São Paulo, onde mantém atividades sem interrupção. 

“É uma forma de homenagear quem já está há muitos anos na cena; quem faz a diferença, quem transforma também as artes cênicas no Brasil e que serve de inspiração para tantos grupos, para tantos públicos, tantos fazedores de cultura.”

O Sobrevento apresentará o espetáculo de animação Para Mariela, que aborda de maneira sensível e poética os sonhos de uma vida simples e os desafios da imigração, a partir de histórias reais de crianças bolivianas.

Curadoria nacional

A escolha dos trabalhos artísticos foi feita pela curadoria nacional do Sesc. Em cada departamento regional, o Sesc tem uma profissional que atua com arte cênica, compõe a rede de curadoria e assiste mais de 150 espetáculos para definir os trabalhos artísticos que vão circular.

“Então, é fruto de muito trabalho coletivo e de muita diversidade de olhares para a cena contemporânea brasileira, não só centrado em um determinado estado, uma região do Brasil, mas com representatividade territorial do país.”

Alguns estados, como Rio Grande do Sul e Pernambuco, incluem em festivais espetáculos dos 16 grupos artísticos. Outros fazem mostras, que são recortes dos grupos participantes da nova edição do Palco Giratório. Cada estado tem autonomia para compor a programação. “Junto com esses grupos que vão circular pelo Brasil, a gente tem grupos locais,porque o Palco Giratório é, por essência, um projeto de intercâmbio das artes cênicas”, disse Leonardo Minervini.

Manifestações artísticas realizadas no ano passado pelo Sesc reuniram 33 milhões de espectadores no país. 



Via: web tv alternativa

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TST determina manutenção de 80% do efetivo – Nacional – WEB TV ALTERNATIVA

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Encontrar água acumulada embaixo de um trocador de calor não significa necessariamente que o equipamento esteja vazando. Durante o funcionamento, é normal que alguns sistemas produzam condensação, principalmente quando o ar contém bastante umidade.

Essa água pode escorrer pela base do equipamento e formar uma poça que, à primeira vista, parece ter saído da tubulação da piscina.

Ainda assim, vazamentos reais também podem ocorrer. A diferença precisa ser identificada antes de ignorar o problema ou solicitar uma manutenção desnecessária.

Como diferenciar condensação de vazamento
Por que ocorre condensação?
O trocador de calor movimenta ar através de componentes cuja temperatura pode ficar abaixo da temperatura do ar ambiente.

Quando o ar úmido encontra uma superfície fria, parte do vapor de água se transforma em líquido.

É o mesmo princípio que faz um copo gelado ficar molhado por fora.

A água não veio de dentro do copo.

Ela estava presente no próprio ar.

Em um equipamento funcionando durante várias horas, a quantidade acumulada pode surpreender.

Quanto mais úmido o dia, maior pode ser a quantidade
Em regiões quentes e úmidas, a condensação pode ser significativa.

Depois de uma chuva ou durante períodos de alta umidade, o volume de água produzido pode aumentar.

Por isso, observar apenas o tamanho da poça não é suficiente para concluir que existe defeito.

É necessário identificar sua origem.

Primeiro observe onde a água aparece
A condensação normalmente se forma na região do equipamento e é conduzida ou eliminada pela parte inferior.

Um vazamento hidráulico tende a apresentar sinais próximos de conexões, uniões, registros ou tubulações.

Vale observar se há gotas saindo diretamente de algum encaixe.

Também é importante verificar se a água continua aparecendo mesmo quando o sistema está desligado há algum tempo.

Essas pistas ajudam a separar os dois cenários.

Desligar o equipamento pode ajudar na investigação
Uma forma simples de começar o diagnóstico é observar o comportamento depois que o trocador deixa de operar.

A condensação está diretamente relacionada ao funcionamento e às condições do ar.

Se o equipamento permanece desligado e mesmo assim há fluxo contínuo de água relacionado ao circuito hidráulico, a possibilidade de vazamento merece mais atenção.

Isso não substitui inspeção técnica, mas ajuda a reunir informações.

A aparência da água dá alguma pista?
Pode dar, mas não deve ser usada isoladamente.

Água de condensação tende a se parecer com água limpa porque se formou a partir da umidade presente no ar.

Água retirada do circuito da piscina contém os produtos químicos utilizados no tratamento.

Existem métodos de análise capazes de ajudar a identificar essa diferença.

Entretanto, avaliações domésticas improvisadas não devem ser tratadas como diagnóstico definitivo.

Se houver dúvida, o ideal é inspecionar conexões e funcionamento do sistema.

Vazamentos podem ocorrer em conexões externas
Nem todo vazamento significa defeito interno no trocador.

Uma união mal apertada, vedação envelhecida ou conexão hidráulica pode permitir escape de água.

Esse tipo de problema pode aparecer depois de intervenções na casa de máquinas ou alterações de registros.

Por isso, antes de concluir que o equipamento sofreu uma falha complexa, vale verificar os pontos mais simples do circuito.

Instalação e drenagem do equipamento

A drenagem precisa estar livre

Como a produção de condensação pode ser normal, o equipamento precisa ser instalado de forma que essa água consiga escoar.

Se o dreno estiver obstruído ou se a base tiver sido montada de maneira inadequada, a água pode se acumular ao redor do trocador.

Isso aumenta a impressão de que existe um vazamento.

Em locais internos ou próximos de áreas sensíveis, o planejamento da drenagem é ainda mais importante.

Também vale manter a área ao redor livre para inspeção. Quando a drenagem fica escondida por objetos, vegetação ou revestimentos improvisados, uma condensação normal pode se acumular e dificultar a identificação rápida da origem da água.

Instalação inclinada pode causar problema?
O equipamento precisa respeitar as condições de nivelamento e apoio especificadas pelo fabricante.

Uma base inadequada pode prejudicar drenagem, gerar vibração e dificultar manutenção.

Portanto, quando a água começa a se acumular em locais inesperados, também vale observar as condições físicas da instalação.

Escolher o local certo evita confusão
Ao planejar um sistema com trocadores de calor para diferentes projetos de piscina, espaço, ventilação e drenagem deveriam ser considerados junto com capacidade térmica.

Muitas vezes o proprietário concentra toda a atenção na potência do equipamento e deixa questões de instalação para depois.

Uma posição bem planejada facilita identificar água de condensação, acessar conexões e executar futuras manutenções.

Quando investigar e chamar assistência

Quando chamar assistência?

Alguns sinais justificam uma avaliação mais detalhada:

  • água saindo claramente de uma conexão;
  • queda frequente no nível da piscina;
  • necessidade de completar água mais que o habitual;
  • pressão ou vazão alteradas;
  • água aparecendo mesmo sem funcionamento relacionado à condensação;
  • mensagens de erro;
  • redução perceptível do desempenho.
  • Se houver qualquer sinal elétrico anormal, o equipamento deve receber atenção ainda maior.

Não é recomendável desmontar componentes internos sem conhecimento técnico.

A piscina também perde água naturalmente

Outro fator que pode confundir o diagnóstico é a própria evaporação da piscina.

Durante períodos quentes, secos ou com vento, o nível pode cair sem existir vazamento.

Por isso, a queda de nível deve ser analisada considerando o comportamento habitual da piscina.

Uma poça perto do trocador e uma redução no nível não provam, isoladamente, que os dois fenômenos estejam relacionados.

Condensação é sinal de defeito?

Não.

A formação de condensação pode ser uma consequência normal do funcionamento do equipamento.

O problema ocorre quando a drenagem não foi prevista ou quando uma ocorrência normal é confundida com falha hidráulica.

Também não se deve cair no extremo oposto e presumir que toda água próxima ao trocador é condensação.

A inspeção é necessária.

O que fazer ao encontrar uma poça
O procedimento mais racional é observar antes de concluir.

Verifique de onde a água parece sair, se existem conexões úmidas, quando a poça se forma, como está a umidade do ambiente e se o fenômeno desaparece depois que o equipamento fica desligado.

Essas informações ajudam muito um técnico caso seja necessária uma avaliação.

Na maior parte dos sistemas, portanto, água embaixo do trocador pode ser apenas condensação.

Mas quando existem sinais de perda hidráulica, alterações no funcionamento ou dúvida sobre a origem, o sistema deve ser inspecionado.

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A Funerária Bom Pastor comunica o falecimento de Apolônio Rosa

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É com pesar que a Funerária Alta Floresta comunica o falecimento da Senhora Nadira Camargo da Silva, aos 79 anos de idade, ocorrido em 09/09, seu corpo está sendo velado na Capela da Funerária do seu Valdemar e o seu sepultamento será hoje 10/09, as 17:00 horas no cemitério local de Alta Floresta.

Nossos sentimentos aos Familiares e Amigos.

E desde já a família enlutada agradece a presença de todos.

Fonte: Florestanoticias.com

Fonte: Via: florestanoticias

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Operação conjunta apreende 3,6 toneladas de skunk e cocaína no interior de Rondônia – Polícia – WEB TV ALTERNATIVA

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Mais de 3,6 toneladas de drogas foram apreendidas e quatro pessoas acabaram presas no final da tarde deste sábado (12), em uma residência na zona rural de Monte Negro. A carga tinha 3.375,4 kg de skunk, 185,3 de cloridrato de cocaína e 84 kg de pasta base. Também foram encontrados R$ 40.893, uma espingarda e munições.

A apreensão foi feita no Travessão do Ventura, Linha 25, durante uma ação que reuniu forças de segurança de Rondônia e Acre na Operação Protetor da Fronteira e Divisas. O prejuízo estimado ao crime organizado supera R$ 60 milhões.

As equipes policiais fizeram cerco no endereço após receberem informações sobre a chegada de uma carga de drogas à residência. Uma Fiat Strada preta também havia sido apontada como veículo usado no transporte e no apoio à movimentação dos entorpecentes.

Ao perceberem a chegada das viaturas, os ocupantes tentaram entrar rapidamente nos cômodos da casa. Os policiais cercaram o imóvel e controlaram os acessos. Não houve resistência.

Dentro da residência estavam grandes fardos de drogas. A pesagem chegou a 3.644,7 kg, considerando skunk, cloridrato e pasta base de cocaína. Também havia recipientes com pasta base, parte dela derretida, possivelmente destinada à preparação de novos tabletes.

Em um dos quartos, os policiais encontraram uma espingarda calibre 12, 7 munições do mesmo calibre e outras seis de calibre .38. A arma e as munições foram apreendidas para análise.

Além da droga e do armamento, foram apreendidos dois equipamentos Starlink, 7 câmeras de segurança, uma balança de precisão, cadernos e R$ 40.893 em dinheiro.

Os quatro presos permaneceram em silêncio e não deram informações sobre a origem, propriedade ou destino das drogas, armas, dinheiro e demais objetos encontrados.

Participaram da ação a Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal, Batalhão de Polícia de Fronteira e Divisas, setores de inteligência do 1º, 7º e 8º BPM, PATAMO do 7º BPM, PRF de Ariquemes e GEFRON do Acre.

Os presos, os veículos, as drogas, o armamento, as munições e os demais materiais apreendidos foram levados para a Polícia Federal em Guajará-Mirim.

Via: web tv alternativa

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