Uma mulher, identificada como Lucinete Xavier Oliveira, morreu após ser atropelada no final do dia deste sábado (08), na RO-492, km 2,5, na zona rural de Santa Luzia d’Oeste, em Rondônia.
De acordo com informações, a guarnição foi acionada para atender a um sinistro de trânsito. Quando os policiais chegaram ao local, encontraram outra equipe policial que já havia localizado e detido o condutor envolvido na ocorrência.
A vítima havia sido socorrida e encaminhada ao Hospital de Pronto-Socorro de São Felipe do Oeste, mas não resistiu aos ferimentos e morreu posteriormente.
Conforme o relato policial, o motorista seguia pela RO-492, sentido Parecis, e apresentava sinais visíveis de embriaguez. Segundo relatos ele não conseguia informar com clareza a dinâmica do acidente.
Durante os levantamentos realizados no local, foram encontrados fragmentos do veículo na pista contrária e ao longo de aproximadamente 60 metros, até o ponto onde a vítima foi localizada. As circunstâncias indicam, preliminarmente, que o veículo teria invadido a pista contrária e atingido a pedestre.
O carro foi localizado aproximadamente um quilômetro distante do ponto onde teria ocorrido o atropelamento, fora da pista e capotado, apresentando danos de grande proporção. Segundo informação, a localização do veículo levantou a suspeita de que o condutor teria deixado o local sem prestar socorro à vítima.
A perícia foi acionada e realizou os trabalhos necessários para a investigação das circunstâncias do acidente.
O motorista aceitou realizar o teste do etilômetro, que apontou , resultado que, segundo a lei, configura crime de embriaguez ao volante.
O condutor, que não apresentava lesões aparentes, foi encaminhado à UNISP de Rolim de Moura, onde ficou à disposição das autoridades. Também foi confeccionado auto de infração referente à embriaguez.
As circunstâncias do acidente e a responsabilidade pelos fatos deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do medicamento glofitamabe (Columvi®), desenvolvido pela Roche.
A nova terapia é indicada para o tratamento de pacientes adultos com Linfoma Difuso de Grandes Células B (LDGCB) recidivado ou refratário, ou seja, quando o câncer retorna ou não responde aos tratamentos iniciais.
A aprovação beneficia pessoas que já passaram pela primeira linha de tratamento, e que não são candidatas ao transplante autólogo de células-tronco, além de pacientes que estão na terceira linha ou em etapas mais avançadas da doença.
O LDGCB é um tipo de câncer hematológico agressivo, de crescimento rápido, e representa cerca de 1 a cada 3 casos entre os linfomas não Hodgkin1, sendo o subtipo mais comum. No Brasil, a estimativa é de que cerca de 4 mil pessoas recebam o diagnóstico da doença por ano1,2.
Embora seja geralmente responsivo ao primeiro tratamento, com grandes chances curativas, até 40% dos pacientes apresentarão progressão da doença ou doença refratária ao tratamento, momento em que as opções de terapia de resgate são limitadas e a sobrevida é curta3,4.
A nova medicação pertence a uma classe terapêutica inovadora conhecida como anticorpos biespecíficos. “Na prática, o medicamento funciona como uma estrutura de conexão entre as células de defesa e as células doentes.
Uma extremidade se liga à célula tumoral e a outra se fixa à célula T (a célula de defesa do próprio corpo). Ao unir as duas, o medicamento faz com que o sistema imunológico reconheça o câncer, que antes conseguia driblar os mecanismos de defesa, e então o combata de forma direta e precisa.
Desta maneira, temos resultados surpreendentes quando comparados à melhor terapia até então disponível na prática clínica para a população do estudo”, diz Renato Tavares, hematologista e Membro da Diretoria da ABHH – Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular.
A aprovação é baseada no estudo clínico global de Fase III, STARGLO. Na análise primária, Columvi, em combinação com quimioterapia, demonstrou uma melhora significativa na sobrevida global.
O estudo mostra uma redução de 41% no risco de morte em comparação ao protocolo tradicional. Além disso, também apontou que 50,3% dos participantes que receberam o novo esquema alcançaram a remissão completa da doença (contra 22% do grupo comparativo). Houve, ainda, uma redução de 63% no risco de progressão5.
A análise mais recente, com acompanhamento de 3 anos, confirmou a sustentabilidade e a consistência desse benefício clínico a longo prazo6.
“Hoje, no Brasil, para o paciente recidivado e refratário o potencial curativo só é uma realidade por meio de terapias celulares avançadas, como a terapia CAR-T, de difícil acesso. Com essa aprovação, uma grande quantidade de pessoas neste cenário passará a contar com este tratamento, que pode ser iniciado poucos dias após a recomendação médica, o que é essencial diante da agressividade da doença, que rapidamente progride”, afirma o especialista.
A terapia tem aplicação por infusão intravenosa e pode ser administrada em ambiente ambulatorial, sem necessidade de internação. O tratamento possui uma duração fixa de aproximadamente 8,3 meses. Após a conclusão dos 12 ciclos determinados pelo protocolo, a terapia termina, abrindo espaço para um período prolongado sem necessidade de medicação e com preservação da qualidade de vida do paciente.
“A aprovação do glofitamabe no Brasil traz inovação para pacientes inelegíveis ao transplante que, mesmo com pior prognóstico, agora têm uma opção de tratamento com potencial curativo.
Por ter duração fixa, ele permite resgatar a perspectiva de uma vida normal, livre de terapia — um marco que reforça nosso compromisso com o acesso a inovações transformadoras no país”, finaliza Michelle Fabiani, Diretora Médica da Roche Farma Brasil.
O ex-vereador Edwilson Negreiros apresentou renúncia à candidatura de deputado estadual pelo Podemos. Em seu lugar, entra a professora Gláucia Negreiros, ex-secretário municipal de Educação de Porto Velho, que concorre pela legenda à Ass…
Uma nova pesquisa eleitoral do Instituto Phoenix foi iniciada no sábado (15) em Rondônia, encerrou a coleta na terça-feira (18) e deve ter os resultados divulgados no final de semana, segundo dados do TSE e da direção da empresa. O levantamento ouviu 961 eleitores sobre as disputas para governador, senador, deputado federal e deputado estadual.
As entrevistas foram realizadas em várias regiões de Rondônia. O levantamento foi presencial, com aplicação de questionários estruturados em abordagem domiciliar entre eleitores com 16 anos ou mais.
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