A Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania de Rondônia (Sesdec) publicou, nesta quarta-feira (28), o edital do processo seletivo para o Serviço Voluntário Profissionalizante. São 332 vagas para cadastro de reserva, sendo 302 para a Polícia Militar (PMRO) e 30 para o Corpo de Bombeiros Militar (CBMRO). As oportunidades estão distribuídas em 23 […]
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A primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026 está marcada para o próximo domingo (8) e o Ministério da Educação (MEC) elaborou uma lista para facilitar a preparação dos mais de 5 milhões de inscritos com itens que devem estar prontos antes da data do exame.
Segundo o MEC, nesta última semana o corpo e a cabeça precisam de previsibilidade e por isso os últimos dias servem para consolidar o que foi estudado e resolver problemas que ainda são possíveis.
O primeiro passo é abrir o Cartão de Confirmação, na Página do Participante, salvar as informações e imprimir uma cópia para levar.
“Esse documento reúne número de inscrição, data, hora, local, língua estrangeira e, quando for o caso, atendimento especializado ou tratamento pelo nome social”.
O ideal é não esperar a véspera para descobrir o local da prova. Clique aqui e saiba como conferir.
O Cartão de Confirmação não serve como identificação para acessar o local da prova. É preciso levar um documento oficial com foto para apresentá-lo no portão.
Se for um documento físico, deve-se conferir se é original e se tem foto e a identificação. Se for digital, abra o documento no aplicativo oficial ou no aplicativo Gov.br; atualize o aplicativo, faça login e teste o acesso antes de cada domingo de prova.
“Não dependa de fotografia, captura de tela, cópia autenticada, carteira de estudante, boletim de ocorrência ou protocolo: esses itens não substituem um documento válido. Levar também um documento físico aceito reduz a sua dependência de bateria, senha e conexão”, orienta o MEC.
Os portões abrem às 12h e fecham às 13h. Depois do fechamento, a entrada é proibida, e a prova começa às 13h30. Por isso é importante ajuste a sua saída ao fuso e às condições da sua cidade. Outra recomendação é testar a rota até o local da prova: digite o endereço no mapa, veja onde é o portão do local de aplicação, quanto tempo de viagem até chegar antes do horário de fechamento dos portões e onde você irá desembarcar. O ideal é salvar o endereço e a rota, para o caso de a conexão falhar.
“Se puder, faça o trajeto antes e procure imagens, pontos de referência e informações de transporte. Se não puder, simule a saída, calcule trânsito, espera e caminhada. Depois, defina uma saída com margem de tempo, sem usar 13h como horário de chegada”.
Para ir ao local da prova é melhor montar uma bolsa ou mochila simples e leve. Só é permitido usar caneta esferográfica, com tinta preta e corpo transparente.
Não deixe a compra para o caminho da prova. Separe mais de uma, teste todas e guarde com o documento e com o Cartão de Confirmação impresso. Leve ainda lanche, água, e medicamentos necessários e um saco simples para lixo.
“Menos objetos, menos decisões: relógio, lápis, borracha, anotações e eletrônicos não podem ficar com você. Tire da bolsa o que não vai usar e siga a orientação do chefe de sala. Escolha uma refeição habitual fácil de abrir e consumir e evite depender de compra perto do local de prova. O lanche e os medicamentos podem ser vistoriados pela equipe de aplicação”, ressalta o MEC.
Revisão e véspera
De acordo com o MEC, a última semana antes da prova é o momento de revisar pontos onde há erros recorrentes, fórmulas já usadas, conceitos centrais, repertórios já compreendidos decisões de estratégia.
O ideal é selecionar de três a cinco erros que se repetem, revisar fichas, mapas, fórmulas e flashcards já produzidos.
“Faça blocos curtos de questões e pare a tempo de corrigir, releia sua estratégia de redação e uma proposta já trabalhada e diminua o volume conforme o domingo se aproxima. A revisão deve terminar com uma sensação de fechamento, não com uma lista ainda maior de dívidas”.
Na véspera, a revisão deve encerrar mais cedo e se um tema ainda gerar receio, use uma explicação curta e algumas questões representativas, mas se não for possível, é necessário aceitar o limite, que também faz parte de toda a preparação.
“A véspera serve ainda para conferir documentos, caneta, alimentação, rota, horário de saída, separar roupa confortável e adequada ao clima e descansar respeitando o horário que definiu para ter uma boa noite de sono”, destaca o MEC.
A véspera serve para fechar pontas, não para medir coragem. Defina um horário para encerrar a revisão, confira a bolsa e volte à rotina que costuma ajudar você a desacelerar.
Se o sono não vier perfeito, não acrescente pânico ao cansaço: uma noite imperfeita não apaga a sua preparação.
Chuva derrubou árvores em Maringá — Foto: Alex Magosso/RPC
O Paraná enfrentou momentos de tensão entre a tarde de domingo (1º) e a madrugada desta segunda-feira (2 de novembro), após fortes tempestades provocarem uma série de estragos em diferentes regiões do estado.
Os temporais foram acompanhados de rajadas de vento, chuvas intensas e queda de granizo, causando prejuízos em residências, estabelecimentos comerciais e prédios públicos.
Conforme balanço divulgado pela Defesa Civil Estadual na tarde desta segunda-feira, 21 municípios foram atingidos, aproximadamente 4 mil pessoas foram afetadas e 28 precisaram ser encaminhadas para abrigos. O levantamento também aponta 456 residências danificadas e uma completamente destruída.
As cidades de Maringá, no Noroeste, e Marquinho, na região Centro-Sul, estão entre as localidades que sofreram os maiores prejuízos.
Ventos ultrapassam 109 km/h e provocam destruição
De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a maior rajada de vento foi registrada em Altônia, no Noroeste do estado, onde a velocidade chegou a impressionantes 109,1 quilômetros por hora.
Em Maringá, o vendaval derrubou árvores, danificou imóveis, comprometeu a rede de energia elétrica e deixou ruas e avenidas interditadas.
Um dos locais atingidos foi o quartel do Corpo de Bombeiros. A força do vento arrancou parte da cobertura da unidade, provocando danos na estrutura e atingindo móveis, documentos e equipamentos eletrônicos.
Segundo uma avaliação preliminar do Simepar, Maringá pode ter sido atingida por uma supercélula, fenômeno meteorológico caracterizado pela formação de tempestades intensas e organizadas, capazes de produzir ventos extremamente fortes e destrutivos.
Granizo destrói telhados e causa prejuízos em Marquinho
No município de Marquinho, os moradores também enfrentaram momentos de preocupação. Uma intensa chuva de granizo atingiu casas, escolas, unidades de saúde, estabelecimentos comerciais e prédios pertencentes à administração municipal.
As pedras de gelo perfuraram coberturas e permitiram a entrada de água em diversos imóveis. Além dos danos estruturais, foram registrados prejuízos em móveis, eletrodomésticos e equipamentos eletrônicos, incluindo computadores utilizados em unidades escolares.
Equipes de emergência foram mobilizadas para prestar assistência às famílias atingidas e realizar o levantamento dos prejuízos.
Mais de 113 mil imóveis ficam sem energia
Os impactos das tempestades também atingiram o fornecimento de eletricidade em diferentes regiões do Paraná.
Segundo a Companhia Paranaense de Energia (Copel), mais de 113 mil imóveis permaneciam sem energia elétrica na tarde desta segunda-feira.
A concessionária informou que equipes técnicas trabalham para reparar os danos na rede e restabelecer o fornecimento nas localidades afetadas.
Defesa Civil mantém atenção diante do risco de novas tempestades
O Governo do Paraná mobilizou equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros para auxiliar os municípios atingidos, realizar a retirada de árvores e prestar atendimento à população.
A previsão meteorológica indica que o estado poderá enfrentar novos episódios de instabilidade ao longo da semana, exigindo atenção redobrada dos moradores.
A Defesa Civil recomenda que a população acompanhe os alertas oficiais, evite permanecer próxima de árvores e postes durante os temporais e não atravesse áreas alagadas.
Fonte: Defesa Civil do Paraná, Simepar, Copel e Governo do Estado e G1.
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