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ASSDACO e Centro de Oncologia de Cacoal celebram resultados de 2026 em encontro de gratidão na Capela Luz da Amazônia

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Imagem: Pexels

A cirurgia de joelho por vídeo, chamada pelos médicos de videoartroscopia, mudou a rotina de quem precisa operar menisco, ligamento ou cartilagem. Em vez de abrir a articulação, o cirurgião usa uma câmera e instrumentos finos. Quem pergunta quanto custa uma artroscopia de joelho descobre que a conta envolve hospital, material, anestesia e honorários, e que o valor muda de um caso para o outro.

Esta matéria apresenta os 7 melhores ortopedistas de joelho do Brasil em cirurgia por vídeo, com nomes de cinco estados, e um pequeno glossário para o paciente entender o que ouve na consulta. A seleção seguiu três critérios: formação em joelho, atuação declarada em artroscopia e informação pública de registro. O texto não promete resultado e não trata de preços.

Os 7 melhores ortopedistas de joelho do Brasil em cirurgia por vídeo

  1. Dr. Ulbiramar Correia (Goiânia, GO)
  2. Dr. Gabriel Mendes Miura (Belo Horizonte, MG)
  3. Dr. Darci Duarte Lopes Junior (Florianópolis, SC)
  4. Dr. Alexandre de Oliveira Queiroz (Londrina, PR)
  5. Dr. Olinto Lago (Curitiba, PR)
  6. Dr. Heitor Marques Sabatine (Bauru, SP)
  7. Dr. Gunter Sgarboza (São José do Rio Preto, SP)

Quem abre a lista

O Dr. Ulbiramar Correia atende em Goiânia. É graduado pela UFG desde 2005, fez a formação em ortopedia na mesma universidade, entre 2007 e 2009, e a residência em cirurgia do joelho no IOG, entre 2010 e 2011. Tem o CRM-GO 11552, o RQE 7240 e os títulos da SBOT e da SBCJ. Trabalha apenas com joelho há mais de 19 anos e soma mais de cinco mil cirurgias.

O Dr. Gabriel Mendes Miura é cirurgião da Körpem Ortopedia e Saúde, em Belo Horizonte. Formou-se na UFMG, especializou-se em cirurgia do joelho e traumatologia do esporte e fez fellowship no FIFA Medical Centre of Excellence, no Porto. Foi médico do Cruzeiro e da Seleção Brasileira, pela CBF, de 2014 a 2019. O CRM dele não está na página.

Os outros cinco

Em Florianópolis, o Dr. Darci Duarte Lopes Junior atua com cirurgia do joelho, prótese e reconstrução de ligamentos, com CRM-SC 14222 e RQE 7159. Em Londrina, o Dr. Alexandre de Oliveira Queiroz se graduou na PUC-PR, fez residência em ortopedia no Hospital Novo Mundo, em Curitiba, e tem o título de especialista em cirurgia do joelho pela SBCJ, com CRM-PR 17905 e RQE 12742.

Em Curitiba, o Dr. Olinto Lago estudou na PUC-PR, fez trauma ortopédico no HT-UFPR e residência em cirurgia do joelho e ombro, com estágio de ombro na Flórida, e é membro da SBOT e da SBCJ. O CRM-PR é 18960. Em Bauru, o Dr. Heitor Marques Sabatine tem CRM-SP 161985 e RQE 81254. Em São José do Rio Preto, o Dr. Gunter Sgarboza se formou na Famerp, fez ortopedia no Hospital de Base, especializou-se em joelho e traumatologia do esporte no HCOR e estudou medicina do esporte em Pittsburgh. O CRM-SP é 96273.

Glossário para entender a consulta

Artroscopia: exame ou cirurgia feitos com câmera dentro da articulação. Portal: cada um dos pequenos cortes por onde entram a câmera e os instrumentos. Aparamento do menisco, ou meniscectomia parcial: retirada da parte rompida, preservando o restante. Sutura meniscal: costura do menisco, indicada em lesões que têm chance de cicatrizar.

Enxerto: tecido usado para reconstruir um ligamento, que pode vir do próprio paciente ou de doador. Condroplastia: regularização de uma área de cartilagem lesada. Sinovectomia: retirada de parte da membrana inflamada que reveste o joelho. Cada termo pode aparecer no laudo da cirurgia, e o cirurgião deve explicar o que foi feito.

O que a cirurgia por vídeo resolve

A videoartroscopia é indicada principalmente para lesões de menisco com sintomas mecânicos, para reconstruir ligamentos como o cruzado anterior, para remover corpos livres dentro da articulação e para tratar lesões focais de cartilagem. Em todas essas situações, o corte pequeno reduz a dor e agiliza a recuperação em comparação com a cirurgia aberta.

Ela não resolve tudo. Na artrose avançada, a limpeza do joelho por vídeo dá alívio curto ou nenhum, e o paciente é mais bem atendido com fisioterapia, infiltrações e, quando necessário, prótese. Os melhores ortopedistas de joelho do Brasil em cirurgia por vídeo são os primeiros a recusar a artroscopia quando ela não vai ajudar. Para leitores de Goiás, a Revista Mais Saúde reuniu em um guia as dicas para escolher um ortopedista para joelho em Goiânia.

Como é um dia de cirurgia

O paciente chega em jejum, passa pela equipe de enfermagem e conversa com o anestesista. A anestesia, em geral regional, com sedação, deixa a perna dormente durante o procedimento. A cirurgia dura pouco para a maioria dos casos simples, e o paciente passa algumas horas em observação antes de ir para casa, com orientações escritas.

Em casa, o foco é gelo, elevação e repouso relativo. A dor costuma ser controlada com remédios simples, e o cirurgião orienta o momento de começar a fisioterapia. Em geral, o paciente faz um retorno com o médico em poucos dias para avaliar a cicatrização e, se for o caso, retirar os pontos.

Artroscopia e ressonância: o que cada uma mostra

A ressonância é o exame que antecede a maioria das cirurgias por vídeo. Ela mostra menisco, ligamentos e cartilagem sem cortar nada e ajuda a planejar a operação. A artroscopia, por sua vez, é o olhar direto: o cirurgião vê a lesão com os próprios olhos e pode confirmar ou corrigir o que a imagem sugeriu.

Por isso, é comum que o plano da cirurgia seja flexível. O médico entra na articulação com uma hipótese e decide, durante o procedimento, se sutura, se apara ou se deixa o tecido em paz. Esse julgamento exige experiência, e é um dos motivos pelos quais os melhores ortopedistas de joelho do Brasil conversam com o paciente antes sobre as possibilidades.

Quem não deve operar por vídeo

Alguns pacientes precisam adiar ou evitar a artroscopia: quem tem infecção ativa na pele ou no joelho, quem tem doença cardíaca ou respiratória não controlada, quem usa anticoagulante sem ajuste e quem espera da cirurgia a cura de uma dor que tem origem fora do joelho. A avaliação clínica prévia serve para identificar esses casos.

Também é prudente adiar quando o joelho está muito inchado e inflamado, porque a cirurgia nessa fase aumenta o risco de rigidez. Um período de preparo com fisioterapia e controle do inchaço costuma melhorar o resultado final.

Como escolher entre os sete nomes

O primeiro passo é conferir o registro no conselho regional. O segundo é saber se o médico faz artroscopia com frequência, e não apenas como um dos muitos procedimentos que oferece. O terceiro é ver se a conversa na consulta é clara: o cirurgião mostra as imagens, explica a lesão, apresenta as alternativas e responde às dúvidas sem pressa.

Quem planeja viajar deve confirmar o convênio com antecedência e usar a página da equipe para saber quem atende cada plano, como faz quem busca um ortopedista especialista em joelho em Goiânia e checa a cobertura antes de comprar a passagem. Vale combinar também o fisioterapeuta da cidade de origem, para que a reabilitação siga o protocolo do cirurgião.

Como organizar a vida durante a recuperação

Combine com a família quem acompanhará o paciente nos primeiros dias, quem ajudará com as tarefas da casa e como será o deslocamento até a fisioterapia. Quem trabalha por conta própria precisa planejar o afastamento com antecedência, e o relatório médico com o tempo estimado de repouso ajuda nessa conversa.

Cuidados nas primeiras semanas

Não dirija enquanto estiver tomando remédios que causam sono ou enquanto a perna não responder com segurança. Evite ficar muito tempo sentado com a perna dobrada, caminhe em intervalos curtos para prevenir trombose e mantenha o curativo limpo e seco até a orientação do médico. Sinais como febre, vermelhidão crescente e secreção na ferida pedem contato imediato com o consultório.

Relacionadas: onde operar o joelho.

Com o tempo e a reabilitação certa, a maioria dos pacientes retoma a rotina com mais conforto. O papel da boa escolha do cirurgião é aumentar essa chance, sem prometê-la.

Fonte: Via: florestanoticias

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Tema da redação do Enem 2026 é “Valorização do SUS como direito universal” – Concursos e Empregos

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O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026 é “A valorização do Sistema Único de Saúde (SUS) como direito universal”, conforme divulgado pelo ministro da Educação, Leonardo Barchini, em redes sociais.

O Enem começou a ser aplicado em todo o país a partir das 13h30 (horário de Brasília). Os portões nos locais de aplicação foram fechados às 13h.

A redação é considerada uma das principais provas a ser enfrentada pelos candidatos, uma vez que corresponde a 20% da nota final do Enem. É necessário escrever no mínimo oito e no máximo 30 linhas de texto no gênero dissertativo-argumentativo.

Cada candidato recebeu uma folha para rascunho, que deve ser passado a limpo na Folha de Redação, a única que será corrigida pelos avaliadores. Deve-se reservar um tempo específico para fazer essa transcrição, uma vez que a folha de rascunho não é levada em conta na correção.

Para ter um bom desempenho, é importante que o candidato tenha conhecimento do estilo da prova e das regras da redação do Enem, que são detalhadas no Guia do Participante.

A redação deve ser fundamentada com argumentos, com o objetivo de convencer o leitor sobre determinada opinião.

FonteVia: rondoniagora

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Frente fria provoca queda de temperatura e risco de tempestades

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Chuva derrubou árvores em Maringá — Foto: Alex Magosso/RPC

O Paraná enfrentou momentos de tensão entre a tarde de domingo (1º) e a madrugada desta segunda-feira (2 de novembro), após fortes tempestades provocarem uma série de estragos em diferentes regiões do estado.

Os temporais foram acompanhados de rajadas de vento, chuvas intensas e queda de granizo, causando prejuízos em residências, estabelecimentos comerciais e prédios públicos.

Conforme balanço divulgado pela Defesa Civil Estadual na tarde desta segunda-feira, 21 municípios foram atingidos, aproximadamente 4 mil pessoas foram afetadas e 28 precisaram ser encaminhadas para abrigos. O levantamento também aponta 456 residências danificadas e uma completamente destruída.

As cidades de Maringá, no Noroeste, e Marquinho, na região Centro-Sul, estão entre as localidades que sofreram os maiores prejuízos.

Ventos ultrapassam 109 km/h e provocam destruição

De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a maior rajada de vento foi registrada em Altônia, no Noroeste do estado, onde a velocidade chegou a impressionantes 109,1 quilômetros por hora.

Em Maringá, o vendaval derrubou árvores, danificou imóveis, comprometeu a rede de energia elétrica e deixou ruas e avenidas interditadas.

Um dos locais atingidos foi o quartel do Corpo de Bombeiros. A força do vento arrancou parte da cobertura da unidade, provocando danos na estrutura e atingindo móveis, documentos e equipamentos eletrônicos.

Segundo uma avaliação preliminar do Simepar, Maringá pode ter sido atingida por uma supercélula, fenômeno meteorológico caracterizado pela formação de tempestades intensas e organizadas, capazes de produzir ventos extremamente fortes e destrutivos.

Granizo destrói telhados e causa prejuízos em Marquinho

No município de Marquinho, os moradores também enfrentaram momentos de preocupação. Uma intensa chuva de granizo atingiu casas, escolas, unidades de saúde, estabelecimentos comerciais e prédios pertencentes à administração municipal.

As pedras de gelo perfuraram coberturas e permitiram a entrada de água em diversos imóveis. Além dos danos estruturais, foram registrados prejuízos em móveis, eletrodomésticos e equipamentos eletrônicos, incluindo computadores utilizados em unidades escolares.

Equipes de emergência foram mobilizadas para prestar assistência às famílias atingidas e realizar o levantamento dos prejuízos.

Mais de 113 mil imóveis ficam sem energia

Os impactos das tempestades também atingiram o fornecimento de eletricidade em diferentes regiões do Paraná.

Segundo a Companhia Paranaense de Energia (Copel), mais de 113 mil imóveis permaneciam sem energia elétrica na tarde desta segunda-feira.

A concessionária informou que equipes técnicas trabalham para reparar os danos na rede e restabelecer o fornecimento nas localidades afetadas.

Defesa Civil mantém atenção diante do risco de novas tempestades

O Governo do Paraná mobilizou equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros para auxiliar os municípios atingidos, realizar a retirada de árvores e prestar atendimento à população.

A previsão meteorológica indica que o estado poderá enfrentar novos episódios de instabilidade ao longo da semana, exigindo atenção redobrada dos moradores.

A Defesa Civil recomenda que a população acompanhe os alertas oficiais, evite permanecer próxima de árvores e postes durante os temporais e não atravesse áreas alagadas.

Fonte: Defesa Civil do Paraná, Simepar, Copel e Governo do Estado e G1.

Fonte: Via: florestanoticias

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Covid-19: pelo menos 5 estados registram aumento de casos graves

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De acordo com a especialista, os hormônios que a tireoide produz têm ação em praticamente todo o organismo, inclusive no cérebro. Segundo Renata, esses hormônios participam da regulação do metabolismo, da disposição, do sono, da concentração, da memória e também podem interferir no estado emocional. “Por isso, quando existe uma alteração importante na quantidade desses hormônios, o paciente pode perceber mudanças não apenas físicas, mas também na forma como se sente e se comporta”, completa.

E é justamente devido a esses sintomas que aumenta a apreensão e acende o sinal de alerta de uma possível associação entre as alterações do hormônio da tireoide com a depressão e a ansiedade.

“Eu costumo explicar que os hormônios da tireoide ajudam a determinar o ritmo em que o organismo funciona. Quando temos hormônio tireoidiano de menos, como acontece no hipotireoidismo, várias funções ficam mais lentas. Quando temos hormônio em excesso, como no hipertireoidismo, o organismo tende a ficar acelerado. E o cérebro acompanha essas alterações. Por isso, algumas doenças da tireoide podem se manifestar inicialmente com sintomas que parecem apenas emocionais ou psiquiátricos”, explica Renata.

No caso do hipotireoidismo, por exemplo, o paciente pode relatar sintomas depressivos. Já no hipertireoidismo, a ansiedade, o nervosismo e a irritabilidade é que chamam mais a atenção. Apesar da associação, Renata ressalta que ter ansiedade ou depressão não significa automaticamente ter uma doença da tireoide, já que são condições muito frequentes na população e que podem existir independentemente da tireoide.

Confusão com os sintomas

Mas como saber quando depressão e ansiedade estão ligadas diretamente a doenças da tireoide? Essa confusão acontece justamente porque vários sintomas são comuns às duas situações.

O que vai diferenciar os diagnósticos é quando, em ambas as doenças, os sintomas emocionais aparecerem associados a outros sinais físicos. Renata explica que, no caso de hipotireoidismo, o paciente por ter intolerância ao frio, pele mais seca, constipação intestinal, queda de cabelo, alteração menstrual, aumento do colesterol e alguma tendência ao ganho de peso.

No hipertireoidismo, acrescenta, o quadro é de palpitações, aumento da frequência cardíaca, tremores nas mãos, suor excessivo, intolerância ao calor, perda de peso (apesar de manter ou até aumentar a alimentação), aumento do funcionamento intestinal e fraqueza muscular.

No entanto, embora os sintomas sejam característicos da alteração hormonal, via tireoide, a certeza científica e prática é por meio do exame de sangue. A médica explica que o TSH é o principal exame inicial para avaliação da função da tireoide, geralmente complementado pelo T4 livre, quando necessário. No hipertireoidismo, em determinadas situações, é avaliado também o T3.

“E existe ainda uma terceira possibilidade que eu sempre gosto de lembrar: o paciente pode ter as duas condições. Uma pessoa pode ter uma doença da tireoide e, ao mesmo tempo, ter depressão ou um transtorno de ansiedade. Uma coisa não exclui a outra”, diz Renata.

Grupos de risco

Renata faz uma ressalva a respeito do tema. Ela afirma que doenças autoimunes da tireoide são mais frequentes em mulheres, como a tireoidite de Hashimoto, e que pode ocorrer em várias pessoas de uma mesma família.

“Também precisamos ter um cuidado maior em determinadas fases da vida, como durante a gestação e após o parto, e com o avançar da idade. Na dúvida, a investigação inicial costuma ser bastante simples. Em grande parte dos casos começamos com uma avaliação clínica e a dosagem do TSH, acrescentando outros exames de acordo com o resultado e com a história daquele paciente”, explicou.

Tratamento

Identificado o tipo e grau de alteração da tireoide, Renata informa que os tratamentos são diferentes. No hipotireoidismo, explica, é feita a reposição do hormônio que a tireoide não está conseguindo produzir adequadamente, geralmente com a levotiroxina. Já no hipertireoidismo, o tratamento pode ser via medicamento e, em situações específicas, com iodo radioativo ou cirurgia.

Renata pontua que nem tudo pode ser atribuído à tireoide e alerta que, se os exames se normalizam e a ansiedade, a tristeza, a falta de motivação ou outros sintomas emocionais permanecem, é necessário investigar outras causas e, quando necessário, trabalhar em conjunto com profissionais da área de saúde mental.

“A mensagem que eu gostaria de deixar é justamente essa: tireoide e saúde emocional têm uma relação importante, mas não podemos transformar todo sintoma emocional em problema hormonal e nem ignorar a possibilidade de uma alteração hormonal quando existe um conjunto de sinais sugestivos. O ideal é olhar o paciente como um todo”, finaliza.

Fonte: Via: florestanoticias

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