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Medidas de biosseguridade alerta produtores para a prevenção da doença de Newcastle

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A proteção do plantel exige ainda a inspeção e a manutenção frequente das telas dos galpões

A enfermidade viral afeta aves domésticas e silvestres e pode causar elevada mortalidade nos plantéis, além de comprometer a produção avícola de uma região.

O alerta foi emitido após a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) confirmar um foco da doença em uma granja comercial de perus, localizada no município de Nova Itaberaba, no oeste catarinense. Apesar da detecção do vírus, segundo a Cidasc, as aves não apresentaram sinais clínicos da enfermidade.

Como medida de controle sanitário, no entanto, todas tiveram que ser abatidas.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, as medidas preventivas recomendadas pela Idaron são fundamentais para proteger a produção avícola e a subsistência das famílias rurais.

O coordenador do Programa de Sanidade Avícola da Idaron, Fabiano Benitez explicou que, a doença de Newcastle é causada por um vírus que pode ser letal para as aves. “Em humanos, ela pode causar, no máximo, conjuntivite transitória, que costuma durar cerca de uma semana, mas é letal às aves.

Para as pessoas, a transmissão ocorre pelo contato com a ave ou suas secreções, não pelo consumo da carne.”

Entre as possíveis fontes de disseminação do vírus estão aves silvestres e sinantrópicas (espécies de animais que se adaptaram a viver próximas aos seres humanos), como os pombos, comuns em áreas urbanas e rurais de praticamente todo o país.

Como não há tratamento antiviral curativo para a doença, a prevenção, com medidas que impeçam a entrada e a circulação do agente causador (o paramixovírus aviário tipo 1) é fundamental para proteger os plantéis.

MEDIDAS DE BIOSSEGURIDADE 

As principais medidas de biosseguridade recomendadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) incluem a restrição de visitantes, especialmente daqueles provenientes de áreas com problemas sanitários ou de outras propriedades avícolas.

Também é necessário exigir a lavagem e a desinfecção rigorosas de caminhões e demais veículos que acessam a granja, incluindo os utilizados no transporte de ração e de aves. O uso de uniformes e outras vestimentas exclusivos para as atividades, além de calçados higienizados ou descartáveis na entrada das instalações, também integra as medidas preventivas.

A proteção do plantel exige ainda a inspeção e a manutenção frequentes das telas dos galpões, para impedir o contato das aves de criação com pombos, patos, marrecos e outras aves de vida livre, que podem atuar na disseminação do vírus.

Outra recomendação é evitar o contato entre aves de produção comercial e aves de subsistência, ornamentais ou de origem desconhecida. O controle integrado de roedores e insetos também deve ser mantido na propriedade.

A higienização das instalações, o fornecimento de água segura e a proteção da ração são outros cuidados essenciais. “Devem ser aplicados desinfetantes adequados na limpeza periódica de pisos, paredes, equipamentos e utensílios de manejo.

Na hidratação dos animais, recomenda-se que não seja utilizada água de rios, córregos ou fontes descobertas. Forneça apenas água tratada, tanto para o consumo das aves quanto para os sistemas de nebulização.

Outro ponto importante é a proteção dos alimentos: mantenha os comedouros e reservatórios de ração fechados e protegidos contra a contaminação por animais externos”, orienta Fabiano Benitez.

O presidente da Idaron, Julio Peres, ressaltou que a observação diária das aves é fundamental para identificar precocemente possíveis sinais da doenças. Entre os sintomas que merecem atenção estão espirros, corrimento nasal, alterações neurológicas, como torcicolo e paralisia, queda na produção de ovos e aumento repentino da mortalidade.

“O produtor deve observar o lote em busca desses sinais. Em caso de qualquer suspeita de doença de notificação obrigatória, deve comunicar imediatamente à Idaron”.

A Agência também esclarece que o consumo de carne de aves e ovos provenientes de estabelecimentos submetidos à inspeção sanitária oficial permanece seguro para a população, desde que os produtos sejam obtidos de fontes regulares e inspecionadas.

Por isso, a orientação aos consumidores é priorizar alimentos identificados com selos de inspeção sanitária: SIM (Serviço de Inspeção Municipal), SIE (Serviço de Inspeção Estadual) ou SIF (Serviço de Inspeção Federal).

Fonte: Via: florestanoticias

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Eleitora é suspeita de filmar votação e divulgar imagens nas redes sociais em Seringueiras – Eleições

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Uma eleitora é suspeita de ter filmado o próprio voto e publicado as imagens em seus perfis nas redes sociais neste domingo (25), em Seringueiras. 

A votação ocorreu na seção 53 da Escola Municipal José do Patrocínio, no distrito de Bom Sucesso. Quando a equipe policial tomou conhecimento das publicações e recebeu relatos sobre o caso, a mulher já havia deixado o local.

Os policiais não presenciaram a suposta filmagem. A ocorrência foi registrada para encaminhamento à autoridade competente e à Justiça Eleitoral, responsáveis pela apuração.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Rondônia registra apenas duas urnas substituídas até as 10 horas – Eleições

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Das 4.698 urnas em Rondônia, apenas duas precisaram ser substituídas até as 10 horas deste domingo (25), segundo balanço divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O estado conta com 585 equipamentos de contingência.

Em Rondônia, 1.265.008 eleitores estão aptos a votar. Em todo o país, o total de urnas substituídas chegou a 467 no período.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Acompanhe a apuração 2º Turno das Eleições 2026 em tempo real aqui no Floresta Notícias

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Urna eletrônica — Foto: Divulgação

O Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO) alterou o local de votação em três seções eleitorais no estado para o segundo turno, que será realizado neste domingo (25).

De acordo com o órgão, as mudanças ocorreram por motivos como reformas de última hora e melhorias nas condições das instalações dos locais de votação.

Confira as seções que tiveram mudanças:

  • Zona Eleitoral em Guajará-Mirim: A alteração ocorreu na seção 191, da Escola Indígena 5 de Julho para o Posto de Saúde da Casai.
  • Zona Eleitoral em Porto Velho: As seções da Creche Santa Marcelina passaram para a Escola Santa Marcelina (vizinha).
  • Zona Eleitoral em Presidente Médici: As seções da 2ª Linha, em Vila Camargo, foram transferidas para a UBS Dayse Fernandes Felicio.

Como consultar o local de votação

Para eleitores e eleitores consultarem eventuais mudanças nos locais de votação, basta acessar um dos seguintes canais:

  • Aplicativo e-Título;
  • Autoatendimento Eleitoral;
  • ChatVote.

Neste domingo (25), mais de 158 milhões de brasileiros devem votar no segundo turno das eleições para presidente da República. Em seis estados e no Distrito Federal, os eleitores também escolherão o governador.

Fonte: Via: florestanoticias

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