Durante o encerramento da Cavalgada da 36ª Expoalta, o presidente da comissão organizadora, Alex Zarelli, fez um pronunciamento emocionado de agradecimento a todos os envolvidos e anunciou planos importantes para reestruturar e fortalecer ainda mais as tradições da festa na próxima edição.
Em sua fala, Alex reforçou que o brilho e a grandiosidade da Expoalta pertencem, em primeiro lugar, às comitivas e ao público participante.
“Muito obrigado do fundo do coração a todos que vieram, às comitivas principalmente, e também ao pessoal que veio sem comitiva. É vocês quem fazem essa festa ser grande do tamanho que é. Não é a diretoria, não sou eu… Sem a presença de vocês, a gente não teria essa grandiosidade toda que é a Expoalta”, declarou o presidente.
Nova estrutura para o Baile da Rainha e apoio às comitivas
Olhando para o futuro, Alex Zarelli revelou que a organização já começará os preparativos para a edição do próximo ano. A partir da próxima semana, a equipe de organização (representada por Alan Caetano) entrará em contato com cada uma das comitivas para propor uma mudança significativa no formato do tradicional Baile da Rainha.
A ideia principal é integração: cada comitiva será convidada a indicar representantes para disputar as faixas de Rainha, Princesas e Madrinha dos Peões.
“A gente gostaria que cada comitiva indicasse uma ou duas candidatas para que a competição fosse entre vocês no Baile da Rainha. Nós organizaríamos o baile, e a disputa começaria ali, culminando na grande cavalgada já com as eleitas pelas comitivas. Queremos engajar e enaltecer ainda mais a beleza feminina no nosso mundo sertanejo e do rodeio”, explicou Alex, destacando que a iniciativa visa tornar a disputa mais integrativa e saudável.
Além disso, o presidente fez um convite especial a grupos de redes sociais e parceiros da região — como Os Los Botequeneiros é É Toiz do Teves — ressaltando que, para participar das divulgações oficiais e ter espaço de destaque na festa a partir do próximo ano, será incentivada a uniformização e a adesão à tradição da comitiva a cavalo ou a mula.
Reconhecimento ao trabalho voluntário
Para encerrar, Alex Zarelli fez questão de prestar homenagens à comissão organizadora e aos colaboradores que trabalharam nos bastidores sob o sol forte para garantir a realização da festa.
Foram citados nominalmente parceiros e apoiadores incansáveis, como a equipe do carro de som, Beto e Companhia, Dário, Magno Costa, Nego Liga, entre outros.
“Esse é um pessoal incansável que está aqui de graça, doando o seu tempo e esforço para fazer essa festa acontecer. Nosso muito obrigado a todos”, finalizou o presidente, convidando todos os presentes a um momento de oração e fé ao término do evento.
Um idoso de 64 anos morreu no final da noite de quarta-feira (29), dentro de um motel localizado no bairro Lagoinha, na zona Leste de Porto Velho. A vítima foi identificada como Manoel N.C.N.
Ele estava acompanhado de uma mulher quando passou mal. Segundo apurou a PM, Manoel teria ingerido bebida alcoólica e medicamentos, mas a relação entre esse consumo e a morte ainda não foi confirmada.
Uma equipe do Samu foi chamada para prestar socorro. Quando os profissionais chegaram ao motel, Manoel já estava morto.
Duas fraudes no fornecimento de energia foram identificadas em um intervalo de apenas 24 horas em Porto Velho. Os casos ocorreram em um condomínio de alto padrão, na zona Sul da capital, e em uma clínica odontológica localizada na região central. Em uma das ocorrências houve prisão em flagrante; na outra, o proprietário do imóvel deixou o local antes da chegada da Polícia Militar.
A confirmação técnica das irregularidades foi feita pela Polícia Técnico-Científica de Rondônia (Politec). Após a constatação das fraudes, equipes da Polícia Militar foram acionadas para atender as duas ocorrências.
No condomínio, o morador foi encaminhado à Central de Flagrantes para prestar esclarecimentos. Já na clínica odontológica, o proprietário não foi localizado depois de sair do local antes da chegada dos policiais.
O furto de energia é enquadrado como crime previsto no artigo 155 do Código Penal Brasileiro, com pena que pode chegar a oito anos de reclusão, além de multa. A prática também aumenta o risco de choques elétricos, incêndios, sobrecarga da rede e pode comprometer a qualidade do fornecimento de energia para outros consumidores.
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