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Terceira Seção define cinco teses repetitivas sobre a natureza e a quantidade de drogas no cálculo da pena por tráfico – WEB TV ALTERNATIVA

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Um grave acidente de trânsito envolvendo três motocicletas deixou um adolescente de 16 anos ferido na manhã de segunda-feira, 2 de novembro, na Rua Rondônia, em Rolim de Moura, na Zona da Mata de Rondônia.

A colisão envolveu uma Honda NXR Bros, uma Honda Biz e uma Yamaha Crypton. O adolescente, que conduzia a Honda Biz, sofreu escoriações pelo corpo e uma fratura exposta no braço esquerdo, necessitando de atendimento médico.

De acordo com informações da Polícia Militar, imagens de uma câmera de segurança instalada nas proximidades registraram a dinâmica do acidente e auxiliaram na identificação das circunstâncias da colisão.

Câmera de segurança registra momento da colisão

Conforme as informações levantadas no local, o acidente aconteceu quando o adolescente, que pilotava a Honda Biz, tentou realizar uma ultrapassagem pela direita.

Durante a manobra, a motocicleta atingiu uma Honda NXR Bros, cujo condutor realizava uma movimentação para estacionar.

Com o impacto, a Honda Biz acabou atingindo uma mulher que estava próxima de uma Yamaha Crypton, que já se encontrava estacionada.

A mulher sofreu escoriações no pé esquerdo, mas dispensou atendimento médico. Apesar do susto, não houve relato de ferimentos graves envolvendo a pedestre.

As imagens do sistema de monitoramento foram utilizadas para auxiliar na apuração da sequência dos acontecimentos.

Adolescente foi socorrido e encaminhado à UPA

Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada para prestar atendimento à ocorrência.

O adolescente apresentava escoriações em diferentes partes do corpo e uma fratura no braço esquerdo, sendo encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Rolim de Moura.

Devido à gravidade da lesão, a equipe médica informou que o jovem deveria ser transferido posteriormente para uma unidade hospitalar no município de Cacoal, onde receberia atendimento especializado.

Até o momento das informações divulgadas, não havia confirmação sobre a conclusão da transferência ou atualização do estado de saúde do adolescente.

Polícia identifica irregularidades e motocicleta é removida

Uma equipe de Radiopatrulha da Polícia Militar compareceu ao local para registrar a ocorrência e realizar os procedimentos administrativos relacionados ao acidente.

Durante a fiscalização, os policiais constataram que o condutor da Honda Biz tinha apenas 16 anos e, portanto, não possuía idade mínima legal para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Além da condução sem habilitação, foi identificada uma irregularidade no licenciamento da motocicleta, que estava com a documentação atrasada.

Diante da situação, foram adotadas as medidas administrativas cabíveis, incluindo a autuação e a remoção do veículo ao pátio da Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran).

Perícia técnica deve auxiliar na apuração das circunstâncias

A Polícia Técnico-Científica também esteve no local e realizou os procedimentos periciais necessários para analisar as circunstâncias do acidente.

O trabalho técnico, juntamente com as imagens da câmera de segurança e as informações reunidas pela Polícia Militar, poderá contribuir para o esclarecimento da dinâmica da colisão.

O caso chama atenção para os riscos associados às ultrapassagens em locais inadequados e à condução de veículos por pessoas sem habilitação.

A legislação brasileira estabelece a idade mínima de 18 anos para obtenção da CNH, exigência que busca garantir que os condutores atendam aos requisitos legais e de formação necessários para circular nas vias públicas.

A ocorrência foi registrada pelas autoridades competentes, que deverão dar continuidade aos procedimentos previstos na legislação de trânsito.

Fonte: Alerta Rolim

Via: web tv alternativa

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Denarc localiza mais de 100 porções de skunk escondidas em geladeira e prende um – WEB TV ALTERNATIVA

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O estado do Pará registrou 60.664 hectares de exploração madeireira entre agosto de 2024 e julho de 2025, a maior área desde o ciclo . Além disso, o resultado representa um aumento de mais de 40% em relação ao ciclo anterior, de agosto de 2023 a julho de 2024.

Divulgados nesta quarta-feira (4), os dados são do Sistema de Monitoramento da Exploração Madeireira (Simex), da Rede Simex, formada por três instituições de pesquisa ambiental: Imazon, Instituto Centro de Vida (ICV) e Imaflora.

Os pesquisadores cruzaram os registros de áreas de exploração madeireira, identificados por meio de imagens de satélite, com as autorizações para a atividade emitidas pelos órgãos competentes.

Do total mapeado, 41.538 hectares (68%) foram explorados em áreas autorizadas e 19.126 hectares (32%) de forma ilegal.

O levantamento mostrou ainda que, enquanto a atividade autorizada cresceu mais de 83% em relação ao último ciclo, a realizada sem autorização diminuiu cerca de 6%.

Segundo a pesquisadora do Imazon, Camila Damasceno, a redução da extração ilegal é algo positivo. No entanto, a área ainda representa uma extensão equivalente a mais de 19 mil campos de futebol de florestas afetadas.

“Os números mostram que há muito a avançar. Precisamos fortalecer a fiscalização, ampliar as ações de combate e responsabilização dos infratores e criar mecanismos de incentivo ao manejo florestal, principalmente o comunitário”, afirmou a pesquisadora, em nota.

Para o coordenador do programa de monitoramento da Amazônia do Imazon, Carlos Souza Jr., apenas comemorar a queda percentual da área explorada de forma ilegal significaria ignorar o impacto concreto dessa perda na floresta.

“Considerando um cenário conservador de extração de duas a três árvores por hectare, foram derrubadas e inseridas no fluxo comercial entre 38 mil e 57 mil árvores, sem plano de manejo, vistoria ou rastreabilidade de sua procedência”, explica Carlos.

Ele acrescenta que, quando essa quantidade massiva de madeira chega ao mercado sem garantia de origem, todo o setor florestal é prejudicado. “[Isso enfraquece] os esforços de transparência e os investimentos de quem opera de forma regularizada no estado.”

Terras indígenas

O levantamento indicou que as terras indígenas do estado concentram apenas 2% de toda a atividade sem autorização detectada. De acordo com os especialistas do Imazon, o resultado reforça a importância desses territórios como barreiras à expansão de crimes ambientais.

Foram 424 hectares de extração de madeira ilegal entre agosto de 2024 e julho de 2025 nas terras indígenas. Segundo a Rede Simex, esse é o segundo menor volume da série histórica, ficando atrás apenas do calendário de agosto de 2019 a julho de 2020, quando foram identificados 158 hectares.

“A redução da extensão afetada não significa que o problema esteja resolvido. A ocorrência de exploração ilegal em uma área protegida é extremamente sensível e exige atenção urgente”, alertou Camila.

Os dados mostram que a ilegalidade identificada no período ficou concentrada em um único local: a Terra Indígena Amanayé. Segundo a pesquisadora, esta é a quinta vez consecutiva em que a TI aparece nos boletins da Rede Simex, o que evidencia a continuidade das invasões na região.

Ela ressalta que, além dos danos ambientais, essa exploração representa violações aos direitos dos povos originários. “Expõe as comunidades a conflitos, ameaças e restrições ao direito de circular livremente em sua própria terra, com possíveis impactos sobre a saúde e os modos de vida tradicionais.”

Fonte: Agencia Brasil

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Ataque a tiros no Residencial Morar Melhor mobiliza forças de segurança e apoio aéreo na zona sul de Porto Velho

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Homem efetuou diversos disparos no conjunto habitacional e fugiu; Polícia Militar realizou cerco com auxílio de helicóptero.

Um ataque a tiros mobilizou guarnições da Polícia Militar na tarde de terça-feira, dia 3 de novembro de 2026, no Residencial Morar Melhor, localizado no bairro Aeroclube, na zona sul de Porto Velho.

De acordo com as informações apuradas pelas equipes de segurança, um homem ainda não identificado chegou ao conjunto habitacional e efetuou diversos disparos de arma de fogo na área comunitária. Logo após o ataque, moradores acionaram o Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciop), motivando o deslocamento de várias viaturas para o local.

Para localizar o atirador, os policiais militares cercaram os acessos do residencial e realizaram varreduras nos blocos de apartamentos. A operação contou com o suporte aéreo do Núcleo de Operações Aéreas (NOA) e do Grupo de Ações de Vigilância e Escolta (GAVE), que sobrevoaram a região para orientar as equipes em solo. Apesar do cerco policial promovido nas imediações, o suspeito do ataque conseguiu fugir e não foi localizado. A ocorrência foi registrada para investigação e apuração da autoria e motivação dos disparos.

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BOPE prende três homens e apreende adolescente com 88 porções de drogas durante Operação Maximus na zona leste – WEB TV ALTERNATIVA

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O estado do Pará registrou 60.664 hectares de exploração madeireira entre agosto de 2024 e julho de 2025, a maior área desde o ciclo . Além disso, o resultado representa um aumento de mais de 40% em relação ao ciclo anterior, de agosto de 2023 a julho de 2024.

Divulgados nesta quarta-feira (4), os dados são do Sistema de Monitoramento da Exploração Madeireira (Simex), da Rede Simex, formada por três instituições de pesquisa ambiental: Imazon, Instituto Centro de Vida (ICV) e Imaflora.

Os pesquisadores cruzaram os registros de áreas de exploração madeireira, identificados por meio de imagens de satélite, com as autorizações para a atividade emitidas pelos órgãos competentes.

Do total mapeado, 41.538 hectares (68%) foram explorados em áreas autorizadas e 19.126 hectares (32%) de forma ilegal.

O levantamento mostrou ainda que, enquanto a atividade autorizada cresceu mais de 83% em relação ao último ciclo, a realizada sem autorização diminuiu cerca de 6%.

Segundo a pesquisadora do Imazon, Camila Damasceno, a redução da extração ilegal é algo positivo. No entanto, a área ainda representa uma extensão equivalente a mais de 19 mil campos de futebol de florestas afetadas.

“Os números mostram que há muito a avançar. Precisamos fortalecer a fiscalização, ampliar as ações de combate e responsabilização dos infratores e criar mecanismos de incentivo ao manejo florestal, principalmente o comunitário”, afirmou a pesquisadora, em nota.

Para o coordenador do programa de monitoramento da Amazônia do Imazon, Carlos Souza Jr., apenas comemorar a queda percentual da área explorada de forma ilegal significaria ignorar o impacto concreto dessa perda na floresta.

“Considerando um cenário conservador de extração de duas a três árvores por hectare, foram derrubadas e inseridas no fluxo comercial entre 38 mil e 57 mil árvores, sem plano de manejo, vistoria ou rastreabilidade de sua procedência”, explica Carlos.

Ele acrescenta que, quando essa quantidade massiva de madeira chega ao mercado sem garantia de origem, todo o setor florestal é prejudicado. “[Isso enfraquece] os esforços de transparência e os investimentos de quem opera de forma regularizada no estado.”

Terras indígenas

O levantamento indicou que as terras indígenas do estado concentram apenas 2% de toda a atividade sem autorização detectada. De acordo com os especialistas do Imazon, o resultado reforça a importância desses territórios como barreiras à expansão de crimes ambientais.

Foram 424 hectares de extração de madeira ilegal entre agosto de 2024 e julho de 2025 nas terras indígenas. Segundo a Rede Simex, esse é o segundo menor volume da série histórica, ficando atrás apenas do calendário de agosto de 2019 a julho de 2020, quando foram identificados 158 hectares.

“A redução da extensão afetada não significa que o problema esteja resolvido. A ocorrência de exploração ilegal em uma área protegida é extremamente sensível e exige atenção urgente”, alertou Camila.

Os dados mostram que a ilegalidade identificada no período ficou concentrada em um único local: a Terra Indígena Amanayé. Segundo a pesquisadora, esta é a quinta vez consecutiva em que a TI aparece nos boletins da Rede Simex, o que evidencia a continuidade das invasões na região.

Ela ressalta que, além dos danos ambientais, essa exploração representa violações aos direitos dos povos originários. “Expõe as comunidades a conflitos, ameaças e restrições ao direito de circular livremente em sua própria terra, com possíveis impactos sobre a saúde e os modos de vida tradicionais.”

Fonte: Agencia Brasil

Via: web tv alternativa

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