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Duas pessoas são levadas à delegacia após flagrante de tráfico de drogas na BR-364 em Porto Velho – WEB TV ALTERNATIVA

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O preço do boi gordo encerrou outubro com valorização acumulada de 7,03% em São Paulo, atingindo um novo recorde nominal de R$ 389,90 por arroba na sexta-feira (30). Segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, o indicador paulista avançou R$ 25,60 em relação ao fechamento de setembro, quando estava cotado a R$ 364,30.

A valorização foi observada em diferentes regiões produtoras do país. Em Mato Grosso, as cotações do boi gordo acumularam altas superiores a 8% durante outubro nas regiões de Cáceres, Sorriso e Barra do Garças.

Mesmo com a liquidez reduzida nas negociações da última sexta-feira, o mercado pecuário encerrou o mês com preços firmes em todo o Brasil, conforme levantamento do Cepea.

Carne bovina também bate recorde no atacado

A valorização do boi gordo também foi acompanhada pelo avanço dos preços da carne bovina no mercado atacadista.

Na Grande São Paulo, a carcaça casada bovina atingiu R$ 26,19 por quilo à vista, estabelecendo um novo recorde nominal, segundo o Cepea.

O valor representa uma alta acumulada de 5,6% em outubro, acompanhando o movimento de valorização registrado no mercado do boi gordo.

Mato Grosso registra valorização superior a 8%

Entre as regiões acompanhadas pelo Cepea, Cáceres, Sorriso e Barra do Garças, em Mato Grosso, se destacaram pelas valorizações superiores a 8% no acumulado de outubro.

O avanço nessas localidades reforça a abrangência do movimento de alta observado no mercado pecuário brasileiro.

Apesar da menor liquidez registrada no último dia útil do mês, outubro terminou com preços firmes nas regiões pesquisadas pelo Cepea, consolidando a valorização tanto da arroba do boi gordo quanto da carne bovina no atacado.

Fonte: Canal Rural

Via: web tv alternativa

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Denarc localiza mais de 100 porções de skunk escondidas em geladeira e prende um – WEB TV ALTERNATIVA

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O estado do Pará registrou 60.664 hectares de exploração madeireira entre agosto de 2024 e julho de 2025, a maior área desde o ciclo . Além disso, o resultado representa um aumento de mais de 40% em relação ao ciclo anterior, de agosto de 2023 a julho de 2024.

Divulgados nesta quarta-feira (4), os dados são do Sistema de Monitoramento da Exploração Madeireira (Simex), da Rede Simex, formada por três instituições de pesquisa ambiental: Imazon, Instituto Centro de Vida (ICV) e Imaflora.

Os pesquisadores cruzaram os registros de áreas de exploração madeireira, identificados por meio de imagens de satélite, com as autorizações para a atividade emitidas pelos órgãos competentes.

Do total mapeado, 41.538 hectares (68%) foram explorados em áreas autorizadas e 19.126 hectares (32%) de forma ilegal.

O levantamento mostrou ainda que, enquanto a atividade autorizada cresceu mais de 83% em relação ao último ciclo, a realizada sem autorização diminuiu cerca de 6%.

Segundo a pesquisadora do Imazon, Camila Damasceno, a redução da extração ilegal é algo positivo. No entanto, a área ainda representa uma extensão equivalente a mais de 19 mil campos de futebol de florestas afetadas.

“Os números mostram que há muito a avançar. Precisamos fortalecer a fiscalização, ampliar as ações de combate e responsabilização dos infratores e criar mecanismos de incentivo ao manejo florestal, principalmente o comunitário”, afirmou a pesquisadora, em nota.

Para o coordenador do programa de monitoramento da Amazônia do Imazon, Carlos Souza Jr., apenas comemorar a queda percentual da área explorada de forma ilegal significaria ignorar o impacto concreto dessa perda na floresta.

“Considerando um cenário conservador de extração de duas a três árvores por hectare, foram derrubadas e inseridas no fluxo comercial entre 38 mil e 57 mil árvores, sem plano de manejo, vistoria ou rastreabilidade de sua procedência”, explica Carlos.

Ele acrescenta que, quando essa quantidade massiva de madeira chega ao mercado sem garantia de origem, todo o setor florestal é prejudicado. “[Isso enfraquece] os esforços de transparência e os investimentos de quem opera de forma regularizada no estado.”

Terras indígenas

O levantamento indicou que as terras indígenas do estado concentram apenas 2% de toda a atividade sem autorização detectada. De acordo com os especialistas do Imazon, o resultado reforça a importância desses territórios como barreiras à expansão de crimes ambientais.

Foram 424 hectares de extração de madeira ilegal entre agosto de 2024 e julho de 2025 nas terras indígenas. Segundo a Rede Simex, esse é o segundo menor volume da série histórica, ficando atrás apenas do calendário de agosto de 2019 a julho de 2020, quando foram identificados 158 hectares.

“A redução da extensão afetada não significa que o problema esteja resolvido. A ocorrência de exploração ilegal em uma área protegida é extremamente sensível e exige atenção urgente”, alertou Camila.

Os dados mostram que a ilegalidade identificada no período ficou concentrada em um único local: a Terra Indígena Amanayé. Segundo a pesquisadora, esta é a quinta vez consecutiva em que a TI aparece nos boletins da Rede Simex, o que evidencia a continuidade das invasões na região.

Ela ressalta que, além dos danos ambientais, essa exploração representa violações aos direitos dos povos originários. “Expõe as comunidades a conflitos, ameaças e restrições ao direito de circular livremente em sua própria terra, com possíveis impactos sobre a saúde e os modos de vida tradicionais.”

Fonte: Agencia Brasil

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Ataque a tiros no Residencial Morar Melhor mobiliza forças de segurança e apoio aéreo na zona sul de Porto Velho

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Homem efetuou diversos disparos no conjunto habitacional e fugiu; Polícia Militar realizou cerco com auxílio de helicóptero.

Um ataque a tiros mobilizou guarnições da Polícia Militar na tarde de terça-feira, dia 3 de novembro de 2026, no Residencial Morar Melhor, localizado no bairro Aeroclube, na zona sul de Porto Velho.

De acordo com as informações apuradas pelas equipes de segurança, um homem ainda não identificado chegou ao conjunto habitacional e efetuou diversos disparos de arma de fogo na área comunitária. Logo após o ataque, moradores acionaram o Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciop), motivando o deslocamento de várias viaturas para o local.

Para localizar o atirador, os policiais militares cercaram os acessos do residencial e realizaram varreduras nos blocos de apartamentos. A operação contou com o suporte aéreo do Núcleo de Operações Aéreas (NOA) e do Grupo de Ações de Vigilância e Escolta (GAVE), que sobrevoaram a região para orientar as equipes em solo. Apesar do cerco policial promovido nas imediações, o suspeito do ataque conseguiu fugir e não foi localizado. A ocorrência foi registrada para investigação e apuração da autoria e motivação dos disparos.

Via: web tv alternativa

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BOPE prende três homens e apreende adolescente com 88 porções de drogas durante Operação Maximus na zona leste – WEB TV ALTERNATIVA

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O estado do Pará registrou 60.664 hectares de exploração madeireira entre agosto de 2024 e julho de 2025, a maior área desde o ciclo . Além disso, o resultado representa um aumento de mais de 40% em relação ao ciclo anterior, de agosto de 2023 a julho de 2024.

Divulgados nesta quarta-feira (4), os dados são do Sistema de Monitoramento da Exploração Madeireira (Simex), da Rede Simex, formada por três instituições de pesquisa ambiental: Imazon, Instituto Centro de Vida (ICV) e Imaflora.

Os pesquisadores cruzaram os registros de áreas de exploração madeireira, identificados por meio de imagens de satélite, com as autorizações para a atividade emitidas pelos órgãos competentes.

Do total mapeado, 41.538 hectares (68%) foram explorados em áreas autorizadas e 19.126 hectares (32%) de forma ilegal.

O levantamento mostrou ainda que, enquanto a atividade autorizada cresceu mais de 83% em relação ao último ciclo, a realizada sem autorização diminuiu cerca de 6%.

Segundo a pesquisadora do Imazon, Camila Damasceno, a redução da extração ilegal é algo positivo. No entanto, a área ainda representa uma extensão equivalente a mais de 19 mil campos de futebol de florestas afetadas.

“Os números mostram que há muito a avançar. Precisamos fortalecer a fiscalização, ampliar as ações de combate e responsabilização dos infratores e criar mecanismos de incentivo ao manejo florestal, principalmente o comunitário”, afirmou a pesquisadora, em nota.

Para o coordenador do programa de monitoramento da Amazônia do Imazon, Carlos Souza Jr., apenas comemorar a queda percentual da área explorada de forma ilegal significaria ignorar o impacto concreto dessa perda na floresta.

“Considerando um cenário conservador de extração de duas a três árvores por hectare, foram derrubadas e inseridas no fluxo comercial entre 38 mil e 57 mil árvores, sem plano de manejo, vistoria ou rastreabilidade de sua procedência”, explica Carlos.

Ele acrescenta que, quando essa quantidade massiva de madeira chega ao mercado sem garantia de origem, todo o setor florestal é prejudicado. “[Isso enfraquece] os esforços de transparência e os investimentos de quem opera de forma regularizada no estado.”

Terras indígenas

O levantamento indicou que as terras indígenas do estado concentram apenas 2% de toda a atividade sem autorização detectada. De acordo com os especialistas do Imazon, o resultado reforça a importância desses territórios como barreiras à expansão de crimes ambientais.

Foram 424 hectares de extração de madeira ilegal entre agosto de 2024 e julho de 2025 nas terras indígenas. Segundo a Rede Simex, esse é o segundo menor volume da série histórica, ficando atrás apenas do calendário de agosto de 2019 a julho de 2020, quando foram identificados 158 hectares.

“A redução da extensão afetada não significa que o problema esteja resolvido. A ocorrência de exploração ilegal em uma área protegida é extremamente sensível e exige atenção urgente”, alertou Camila.

Os dados mostram que a ilegalidade identificada no período ficou concentrada em um único local: a Terra Indígena Amanayé. Segundo a pesquisadora, esta é a quinta vez consecutiva em que a TI aparece nos boletins da Rede Simex, o que evidencia a continuidade das invasões na região.

Ela ressalta que, além dos danos ambientais, essa exploração representa violações aos direitos dos povos originários. “Expõe as comunidades a conflitos, ameaças e restrições ao direito de circular livremente em sua própria terra, com possíveis impactos sobre a saúde e os modos de vida tradicionais.”

Fonte: Agencia Brasil

Via: web tv alternativa

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