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Covid-19: pelo menos 5 estados registram aumento de casos graves

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De acordo com a especialista, os hormônios que a tireoide produz têm ação em praticamente todo o organismo, inclusive no cérebro. Segundo Renata, esses hormônios participam da regulação do metabolismo, da disposição, do sono, da concentração, da memória e também podem interferir no estado emocional. “Por isso, quando existe uma alteração importante na quantidade desses hormônios, o paciente pode perceber mudanças não apenas físicas, mas também na forma como se sente e se comporta”, completa.

E é justamente devido a esses sintomas que aumenta a apreensão e acende o sinal de alerta de uma possível associação entre as alterações do hormônio da tireoide com a depressão e a ansiedade.

“Eu costumo explicar que os hormônios da tireoide ajudam a determinar o ritmo em que o organismo funciona. Quando temos hormônio tireoidiano de menos, como acontece no hipotireoidismo, várias funções ficam mais lentas. Quando temos hormônio em excesso, como no hipertireoidismo, o organismo tende a ficar acelerado. E o cérebro acompanha essas alterações. Por isso, algumas doenças da tireoide podem se manifestar inicialmente com sintomas que parecem apenas emocionais ou psiquiátricos”, explica Renata.

No caso do hipotireoidismo, por exemplo, o paciente pode relatar sintomas depressivos. Já no hipertireoidismo, a ansiedade, o nervosismo e a irritabilidade é que chamam mais a atenção. Apesar da associação, Renata ressalta que ter ansiedade ou depressão não significa automaticamente ter uma doença da tireoide, já que são condições muito frequentes na população e que podem existir independentemente da tireoide.

Confusão com os sintomas

Mas como saber quando depressão e ansiedade estão ligadas diretamente a doenças da tireoide? Essa confusão acontece justamente porque vários sintomas são comuns às duas situações.

O que vai diferenciar os diagnósticos é quando, em ambas as doenças, os sintomas emocionais aparecerem associados a outros sinais físicos. Renata explica que, no caso de hipotireoidismo, o paciente por ter intolerância ao frio, pele mais seca, constipação intestinal, queda de cabelo, alteração menstrual, aumento do colesterol e alguma tendência ao ganho de peso.

No hipertireoidismo, acrescenta, o quadro é de palpitações, aumento da frequência cardíaca, tremores nas mãos, suor excessivo, intolerância ao calor, perda de peso (apesar de manter ou até aumentar a alimentação), aumento do funcionamento intestinal e fraqueza muscular.

No entanto, embora os sintomas sejam característicos da alteração hormonal, via tireoide, a certeza científica e prática é por meio do exame de sangue. A médica explica que o TSH é o principal exame inicial para avaliação da função da tireoide, geralmente complementado pelo T4 livre, quando necessário. No hipertireoidismo, em determinadas situações, é avaliado também o T3.

“E existe ainda uma terceira possibilidade que eu sempre gosto de lembrar: o paciente pode ter as duas condições. Uma pessoa pode ter uma doença da tireoide e, ao mesmo tempo, ter depressão ou um transtorno de ansiedade. Uma coisa não exclui a outra”, diz Renata.

Grupos de risco

Renata faz uma ressalva a respeito do tema. Ela afirma que doenças autoimunes da tireoide são mais frequentes em mulheres, como a tireoidite de Hashimoto, e que pode ocorrer em várias pessoas de uma mesma família.

“Também precisamos ter um cuidado maior em determinadas fases da vida, como durante a gestação e após o parto, e com o avançar da idade. Na dúvida, a investigação inicial costuma ser bastante simples. Em grande parte dos casos começamos com uma avaliação clínica e a dosagem do TSH, acrescentando outros exames de acordo com o resultado e com a história daquele paciente”, explicou.

Tratamento

Identificado o tipo e grau de alteração da tireoide, Renata informa que os tratamentos são diferentes. No hipotireoidismo, explica, é feita a reposição do hormônio que a tireoide não está conseguindo produzir adequadamente, geralmente com a levotiroxina. Já no hipertireoidismo, o tratamento pode ser via medicamento e, em situações específicas, com iodo radioativo ou cirurgia.

Renata pontua que nem tudo pode ser atribuído à tireoide e alerta que, se os exames se normalizam e a ansiedade, a tristeza, a falta de motivação ou outros sintomas emocionais permanecem, é necessário investigar outras causas e, quando necessário, trabalhar em conjunto com profissionais da área de saúde mental.

“A mensagem que eu gostaria de deixar é justamente essa: tireoide e saúde emocional têm uma relação importante, mas não podemos transformar todo sintoma emocional em problema hormonal e nem ignorar a possibilidade de uma alteração hormonal quando existe um conjunto de sinais sugestivos. O ideal é olhar o paciente como um todo”, finaliza.

Fonte: Via: florestanoticias

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Frente fria provoca queda de temperatura e risco de tempestades

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Chuva derrubou árvores em Maringá — Foto: Alex Magosso/RPC

O Paraná enfrentou momentos de tensão entre a tarde de domingo (1º) e a madrugada desta segunda-feira (2 de novembro), após fortes tempestades provocarem uma série de estragos em diferentes regiões do estado.

Os temporais foram acompanhados de rajadas de vento, chuvas intensas e queda de granizo, causando prejuízos em residências, estabelecimentos comerciais e prédios públicos.

Conforme balanço divulgado pela Defesa Civil Estadual na tarde desta segunda-feira, 21 municípios foram atingidos, aproximadamente 4 mil pessoas foram afetadas e 28 precisaram ser encaminhadas para abrigos. O levantamento também aponta 456 residências danificadas e uma completamente destruída.

As cidades de Maringá, no Noroeste, e Marquinho, na região Centro-Sul, estão entre as localidades que sofreram os maiores prejuízos.

Ventos ultrapassam 109 km/h e provocam destruição

De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a maior rajada de vento foi registrada em Altônia, no Noroeste do estado, onde a velocidade chegou a impressionantes 109,1 quilômetros por hora.

Em Maringá, o vendaval derrubou árvores, danificou imóveis, comprometeu a rede de energia elétrica e deixou ruas e avenidas interditadas.

Um dos locais atingidos foi o quartel do Corpo de Bombeiros. A força do vento arrancou parte da cobertura da unidade, provocando danos na estrutura e atingindo móveis, documentos e equipamentos eletrônicos.

Segundo uma avaliação preliminar do Simepar, Maringá pode ter sido atingida por uma supercélula, fenômeno meteorológico caracterizado pela formação de tempestades intensas e organizadas, capazes de produzir ventos extremamente fortes e destrutivos.

Granizo destrói telhados e causa prejuízos em Marquinho

No município de Marquinho, os moradores também enfrentaram momentos de preocupação. Uma intensa chuva de granizo atingiu casas, escolas, unidades de saúde, estabelecimentos comerciais e prédios pertencentes à administração municipal.

As pedras de gelo perfuraram coberturas e permitiram a entrada de água em diversos imóveis. Além dos danos estruturais, foram registrados prejuízos em móveis, eletrodomésticos e equipamentos eletrônicos, incluindo computadores utilizados em unidades escolares.

Equipes de emergência foram mobilizadas para prestar assistência às famílias atingidas e realizar o levantamento dos prejuízos.

Mais de 113 mil imóveis ficam sem energia

Os impactos das tempestades também atingiram o fornecimento de eletricidade em diferentes regiões do Paraná.

Segundo a Companhia Paranaense de Energia (Copel), mais de 113 mil imóveis permaneciam sem energia elétrica na tarde desta segunda-feira.

A concessionária informou que equipes técnicas trabalham para reparar os danos na rede e restabelecer o fornecimento nas localidades afetadas.

Defesa Civil mantém atenção diante do risco de novas tempestades

O Governo do Paraná mobilizou equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros para auxiliar os municípios atingidos, realizar a retirada de árvores e prestar atendimento à população.

A previsão meteorológica indica que o estado poderá enfrentar novos episódios de instabilidade ao longo da semana, exigindo atenção redobrada dos moradores.

A Defesa Civil recomenda que a população acompanhe os alertas oficiais, evite permanecer próxima de árvores e postes durante os temporais e não atravesse áreas alagadas.

Fonte: Defesa Civil do Paraná, Simepar, Copel e Governo do Estado e G1.

Fonte: Via: florestanoticias

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Ave conhecida como “águia-fantasma” é flagrada por câmera em reserva ambiental de Rondônia

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O Programa REM MT publicou o Relatório Executivo 2026, documento que apresenta os principais resultados da Fase I e os avanços iniciais da Fase II. A publicação reúne as principais informações sobre os investimentos, projetos apoiados e ações desenvolvidas para redução do desmatamento, fortalecimento da conservação ambiental, promoção do desenvolvimento sustentável e apoio às comunidades no estado.

O relatório também apresenta os investimentos previstos para a continuidade das ações iniciadas durante a Fase I do programa e os resultados alcançados pelos quatro subprogramas: Fortalecimento Institucional e Políticas Públicas Estruturantes (FIPPE), Agricultura Familiar e de Povos e Comunidades Tradicionais (AFPCT), Territórios Indígenas (TI) e Produção Sustentável (PS).

Na Fase I, o REM MT recebeu R$ 267 milhões, incluindo rendimentos, dos quais R$ 249 milhões foram investidos e R$ 18 milhões transferidos para a segunda fase. Entre os resultados, estão 155 projetos apoiados, 104 organizações de base fortalecidas, 43 povos indígenas com ações do programa e 44,2 mil pessoas beneficiadas diretamente.

Para a Fase II, o programa conta com R$ 171 milhões em novos investimentos dos governos da Alemanha e do Reino Unido. Os recursos estão distribuídos entre os quatro subprogramas, com previsão de R$ 65,3 milhões para Agricultura Familiar e de Povos e Comunidades Tradicionais, R$ 25,4 milhões para Territórios Indígenas, R$ 20,2 milhões para Produção Sustentável e R$ 59,7 milhões para Fortalecimento Institucional e Políticas Públicas Estruturantes.

FORTALECIMENTO DA FISCALIZAÇÃO E DO COMBATE AO DESMATAMENTO

O Subprograma FIPPE amplia o apoio às instituições responsáveis pelo comando, controle e fiscalização ambiental em Mato Grosso. Na Fase II, a iniciativa prevê fortalecer a atuação de organizações governamentais, aprimorar o monitoramento da cobertura vegetal e contribuir para a consolidação do Sistema Integrado de Comando e Controle para Redução das Emissões de Gases de Efeito Estufa.

Entre os avanços apresentados no relatório está o investimento de aproximadamente R$ 1,5 milhão na aquisição de equipamentos de internet via satélite. Os dispositivos foram destinados a instituições que atuam no controle e combate ao desmatamento ilegal, ampliando a conectividade das equipes durante operações em áreas remotas.

A iniciativa também incluiu treinamento técnico para os representantes das instituições beneficiadas, com orientações sobre instalação, operação e suporte dos equipamentos. A ação busca melhorar as condições de trabalho das equipes de fiscalização e ampliar a eficiência das operações ambientais.

BIOECONOMIA E FORTALECIMENTO DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS

O Subprograma AFPCT direciona as ações ao fortalecimento da agricultura familiar, dos povos e comunidades tradicionais e das iniciativas de bioeconomia. Na Fase II, foram destinados R$ 10,2 milhões a uma chamada pública de projetos, além de R$ 10,8 milhões para a continuidade de 18 iniciativas da primeira fase.

Outra frente de atuação é a parceria de 18 meses com o Sebrae, voltada ao fortalecimento de mais de 40 organizações que desenvolvem iniciativas de bioeconomia em Mato Grosso. A parceria prevê consultorias especializadas, capacitações e elaboração de planos de negócios, com foco na governança, gestão financeira, precificação e gestão de pessoas.

Em setembro de 2026, dois workshops realizados em Cuiabá e Alta Floresta reuniram representantes de 43 organizações para discutir planejamento e construção de planos de negócios. A expectativa é que REM MT apoie cerca de 15 organizações, com projetos de até R$ 600 mil, contribuindo para a sustentabilidade dos empreendimentos e a valorização dos produtos da sociobiodiversidade.

FORMAÇÃO E AUTONOMIA DOS POVOS INDÍGENAS

O Subprograma TI lançou uma chamada pública de projetos com R$ 8,6 milhões destinados a iniciativas de conservação ambiental, proteção territorial e fortalecimento da autonomia dos povos indígenas de Mato Grosso. Além disso, o Subprograma prevê ações de apoio às organizações indígenas e à Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT), de fortalecimento da gestão territorial e ambiental, da prevenção e o combate aos incêndios florestais e da ampliação da participação das mulheres indígenas nos espaços de decisão.

Um dos destaques é a parceria com a Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT) para estruturar um curso superior de tecnologia em Gestão Ambiental voltado à formação de agentes ambientais indígenas. A proposta, aprovada pela Comissão de Governança Indígena do Subprograma e pela universidade, prevê duração de dois anos de formação e turmas iniciais de 30 estudantes indígenas.

Essa ação busca integrar conhecimentos tradicionais e formação técnica, ampliando a capacidade das comunidades de monitorar, conservar e defender seus territórios.

PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL E INOVAÇÃO NO MONITORAMENTO AMBIENTAL

O Subprograma PS atua no incentivo a práticas produtivas de baixa emissão de carbono, no fortalecimento da assistência técnica, na regularização ambiental e na recuperação de áreas degradadas.

Entre os resultados apresentados estão a conclusão de seis módulos do programa de capacitação PISA, a formação de 32 extensionistas de 19 municípios na metodologia e a capacitação de 57 produtores e 278 estudantes. Também foram implantadas duas Unidades Demonstrativas Tecnológicas e apoio a regularização ambiental de quatro assentamentos rurais.

Outro avanço foi a realização, nos dias 14 e 15 de outubro de 2026, da Oficina Técnica Geotecnologias e Inteligência Artificial Aplicadas ao Monitoramento da Restauração no Programa de Regularização Ambiental (PRA) de Mato Grosso. Promovido pela SEMA-MT, em parceria com o REM MT, o Instituto Centro de Vida (ICV) e o WRI Brasil. O encontro reuniu representantes de mais de 15 instituições e iniciativas.

A oficina resultou na construção de uma Matriz de Potencial Tecnológico, que organiza possibilidades de aplicação de imagens de satélite, geotecnologias e inteligência artificial no monitoramento da restauração ambiental. O material deverá orientar as próximas etapas de trabalho e contribuir para o aprimoramento dos indicadores, protocolos e sistemas utilizados na gestão ambiental do estado.

TRANSPARÊNCIA E CONTINUIDADE DAS AÇÕES

Além de apresentar os resultados alcançados, o Relatório Executivo 2026 reúne informações sobre os investimentos planejados, as chamadas públicas de projetos e as iniciativas previstas para a continuidade do programa.

A publicação reforça o compromisso do REM MT com a transparência e a prestação de contas à sociedade, aos financiadores e às instituições parceiras, contribuindo para o planejamento e o fortalecimento das políticas de conservação ambiental e desenvolvimento sustentável em Mato Grosso.

O documento completo está disponível para consulta e download na versão digital no site do Programa REM MT. Acesse o Relatório Executivo 2026 do Programa REM MT: https://rem.sema.mt.gov.br/wp-content/uploads/2026/11/REM-MT-RELATORIO-EXECUTIVO-1-FASE-2.pdf

CONHEÇA O REM MT

O Programa REM MT é uma premiação dos governos da Alemanha e do Reino Unido, por meio do Banco Alemão de Desenvolvimento (KfW), ao Estado de Mato Grosso pelos resultados na redução do desmatamento.

Na fase I, entre 2022 e 2025, o Programa REM MT apoiou 155 projetos, beneficiando 131 organizações sociais, entre elas, 104 associações ou cooperativas. Os projetos abrangem os três biomas de Mato Grosso: Amazônia, Cerrado e Pantanal.

Dentre os resultados alcançados, destacam-se as mais de 500 aldeias atendidas, onde vivem 43 povos indígenas, os 108 municípios mato-grossenses beneficiados, as mais de 44 mil pessoas atendidas e os 160 mil hectares de desmatamento evitados em Mato Grosso por meio da atuação do REM MT, nos anos de 2021 e 2022.

Atualmente, o Programa REM MT encontra-se em execução da Fase II, com editais já publicados para Agricultura Familiar e de Povos e Comunidades Tradicionais e para Territórios Indígenas.

O Programa REM MT é coordenado pelo Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA), e tem como gestor financeiro a Fundação Amazônia Sustentável (FAS). Para sugestões, reclamações ou esclarecimentos, fale com a ouvidoria da SEMA pelo telefone: 0800 065 3838 ou (65) 99321-9997 (WhatsApp).

Fonte: Via: florestanoticias

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Equipes da PF e Ibama são atacados a tiros após operação contra extração ilegal de madeira – Polícia

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Uma equipe de fiscalização formada por agentes da PF, Ibama e Funai foi atacada a tiros nesta sexta-feira (6), quando deixava a Terra Indígena Sete de Setembro, após uma operação contra a extração ilegal de madeira. A ação terminou com uma pessoa presa e a inutilização de veículos e toras de madeira na área que abrange Cacoal, em Rondônia, e Rondolândia, em Mato Grosso.

Na saída da terra indígena, os agentes encontraram a estrada bloqueada por árvores derrubadas para impedir a passagem da fiscalização. Em seguida, foram feitos disparos de arma de fogo contra a equipe. Ninguém ficou ferido.

O ataque ocorreu após a Operação Lenha Fria, que resultou na prisão em flagrante de uma pessoa suspeita de explorar ilegalmente floresta em terra pública.

Durante a fiscalização, os agentes encontraram um trator e 2 motocicletas utilizados na retirada ilegal de madeira. Os veículos foram inutilizados pelo Ibama, que também destruiu 14 toras de madeira, cortadas para a execução da medida.

As equipes apreenderam ainda uma motosserra, 2 aparelhos celulares e uma antena de internet via satélite.

A Terra Indígena Sete de Setembro é tradicionalmente ocupada pelo povo Paiter Suruí. Como a área pertence à União, a retirada de madeira sem autorização é um crime de competência da Justiça Federal.

A pessoa presa foi autuada em flagrante por desmatamento ou exploração econômica de floresta em terras de domínio público sem autorização, crime previsto no artigo 50-A da Lei nº 9.605/1998, com pena de 2 a 4 anos de prisão e multa.

A PF também vai investigar os disparos feitos contra a equipe de fiscalização.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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