O carinho encontrado nas ruas de Seringueiras nesta sexta-feira (4) veio acompanhado de uma demonstração importante de confiança no trabalho realizado nos últimos anos. Durante caminhada pelo município, o deputado estadual Ismael Crispin, candidato à reeleição, sentiu de perto a receptividade da população e esteve ao lado de representantes do município que conhecem os resultados das ações e investimentos conquistados para Seringueiras.
A caminhada contou com a presença do prefeito Armando Bernardo, do vice-prefeito Cláudio do Maracujá e dos vereadores Valcicleia Rufino e Mario Cancian. Para Crispin, ter ao seu lado quem acompanha diariamente as necessidades da cidade reforça que a parceria construída ao longo do mandato produziu resultados e fez diferença na vida da população.
“É muito significativo caminhar por Seringueiras ao lado de pessoas que conhecem o nosso trabalho e sabem tudo aquilo que conseguimos construir juntos. O apoio do prefeito Armando, do vice Cláudio e dos vereadores Valcicleia e Mario mostra que nossas ações chegaram, fizeram a diferença e que existe confiança para continuarmos avançando”, destacou Ismael Crispin.
Saúde que avançou
A saúde é uma das áreas que melhor traduz a força do trabalho desenvolvido em Seringueiras. Ao longo dos últimos anos, o mandato de Ismael Crispin tem contribuído com investimentos e ações que ajudaram a ampliar a capacidade de atendimento e fortalecer a estrutura de saúde do município, que hoje se destaca como referência na região.
Um dos exemplos foi a realização, em Seringueiras, de exames de colonoscopia e endoscopia para atender a demanda de pacientes de toda a região da BR-429. A ação permitiu zerar a fila existente para esses procedimentos, fazendo do município um ponto importante de atendimento para moradores de diferentes cidades da região.
O trabalho na saúde também inclui ações para o Hospital de Seringueiras, motocicletas destinadas aos agentes comunitários de saúde, procedimentos de catarata, equipamentos, cadeiras de rodas e de banho, fisioterapia e outras iniciativas voltadas à ampliação e à qualidade dos serviços oferecidos à população.
“Seringueiras avançou muito na saúde e hoje consegue atender não apenas a sua população, mas também contribuir com toda a nossa região. Quando conseguimos trazer esses exames para cá e zerar uma fila que alcançava pacientes da BR-429, mostramos o quanto uma parceria séria pode transformar a realidade. Tenho muito orgulho de fazer parte dessa construção”, afirmou Crispin.
Trabalho que também chega ao campo
A atuação no município também alcança um dos setores mais importantes para a economia local. Na agricultura, o mandato tem apoiado pequenos produtores e associações com máquinas, implementos, distribuição de calcário, trator com grade e outras iniciativas para fortalecer quem vive e produz no campo.
Segundo o deputado, os resultados são fruto de uma relação construída ouvindo as necessidades do município e trabalhando em conjunto para transformar demandas em ações. “Quando existe parceria, conseguimos fazer o recurso chegar onde realmente precisa. Seringueiras sabe que pode contar com o nosso mandato porque existe uma história de trabalho aqui. Receber esse apoio agora aumenta ainda mais a nossa responsabilidade de continuar fazendo”, ressaltou.
Nas ruas, carinho e energia para seguir
Sob o sol forte, Ismael percorreu o centro da cidade, conversou com comerciantes, trabalhadores e moradores e sentiu de perto o carinho e a energia positiva da população. “Foi muito sol na moleira e muita sola de sapato gasta, mas também muito carinho e energia positiva. Cada abraço, cada conversa e cada manifestação de apoio fazem a caminhada valer a pena. Só tenho a agradecer a Seringueiras e a todos que estiveram conosco. Vamos seguir trabalhando para fazer ainda mais”, finalizou.
2026 aparenta ser um ano de apertar o cerco no mercado de apostas esportivas, com novas regras de publicidade, influenciadores e posicionamento das bets. Só no último mês de agosto, três frentes do governo mexeram quase ao mesmo tempo no setor de apostas.
O Ministério da Cultura estudou restringir patrocínio de bets na Lei Rouanet, a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) preparou regras de design para as plataformas e Lula confirmou um novo ministério recebendo parte do dinheiro arrecadado das bets.
O debate já não gira em torno de quem pode operar apostas no país e sim sobre como as promessas de ganhos aparecem nas telas do usuário.
A redefinição das regras: restrições ao patrocínio no setor cultural
Desde 2025, as bets destinaram R$ 11,8 milhões a projetos culturais via Lei Rouanet, incluindo festas em Maresias e no Guarujá. Fora da Rouanet, a Superbet afirma ter investido quase R$ 150 milhões em patrocínios culturais, com presença em festivais como Rock in Rio.
Só que o Executivo quer limitar a exposição de marcas de bets em projetos culturais com incentivo fiscal público, sem impedir o financiamento em si. Ao que parece, a ideia do governo é fazer com que essas marcas não se associem a eventos com forte apelo aos públicos de classes sociais mais baixas.
O meio artístico é um dos que mais se lamentam pela presença massiva das bets na sociedade. Em reunião no Planalto, em 1º de setembro de 2026, o rapper Emicida disse a Lula que recursos hoje destinados às apostas antes sustentavam ingressos, discos e camisetas.
Design responsável e proteção ao consumidor na arquitetura digital
Em uma nova movimentação, a SPA, vinculada à Fazenda, prepara uma portaria sobre design e experiência do usuário nas plataformas de bets, proibindo contadores de urgência artificial e qualquer sugestão de que jogos de puro azar dependem de habilidade, com prazos de 30 a 180 dias para adequação.
Isso é mais uma ação, dentre várias, como a que tratou daregulamentação das plataformas de bônus sem depósito ou a que proibiu as casas de apostas de induzir ou influenciar a realização de apostas em seus anúncios publicitários.
Padronizando a interface e design das plataformas de apostas online, o governo espera tornar esses ambientes menos propícios às apostas, por mais contraintuitivo que essa frase pareça. Ao final, quem utilizar uma operadora vai ter a certeza de que ela cumpre as novas exigências de design antes de depositar qualquer valor.
Impacto macroeconômico e a destinação de impostos das apostas
Em entrevista ao Jornal Nacional, Lula confirmou a intenção de desmembrar a pasta da Justiça e criar um novo ministério de segurança pública assim que o Senado aprovar a PEC 18/2025. A proposta, já aprovada na Câmara, destina 30% de toda a arrecadação das bets, física e digital, ao Fundo Nacional de Segurança Pública e ao Fundo Penitenciário Nacional.
A medida muda o papel da arrecadação das bets, que pagaram R$ 9,95 bilhões em impostos ao governo federal em 2025, com alíquota de 12% sobre a receita bruta de jogo.
Até aqui, esse dinheiro entrava no caixa geral como mais uma fonte de receita. Com a PEC, uma fatia fixa passa a bancar diretamente uma política pública apresentada como marca do atual mandato presidencial. O nome definitivo da nova pasta ainda depende da votação final no Senado.
O dilema, porém, é regional, já que estados e municípios que mais arrecadam com apostas nem sempre recebem de volta o mesmo tanto em segurança ou assistência. Parte do dinheiro sequer é arrecadada, ou, quando é, não chega a essa conta, já que as bets ilegais proliferaram no país.
Mesmo após a regulamentação das apostas esportivas no Brasil, estima-se que o mercado clandestino de apostas tenha movimentado R$ 10,8 bilhões que deixaram de ir para operadores regulados.
O futuro do mercado regulado frente ao controle governamental
As três frentes, cultura, design e arrecadação, apontam para um mercado que cresce em fiscalização tanto quanto em faturamento. A partir de 2027, projetos culturais perdem parte do apelo comercial das bets.
Ainda em 2026, as plataformas têm até 180 dias para certificar novamente jogos e apenas 30 para ajustar telas, avisos e fluxos de cadastro ao novo padrão de design. O período de adaptação vale tanto para grandes operadoras quanto para casas menores recém-licenciadas.
Para o setor, a régua de exigências deixou de ser hipotética. Recertificação de jogos, restrição de patrocínio cultural e uma fatia fixa de impostos carimbada para segurança pública formam o conjunto de regras para continuar autorizado a funcionar no Brasil.
Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência. Apenas para maiores de 18 anos.
2026 aparenta ser um ano de apertar o cerco no mercado de apostas esportivas, com novas regras de publicidade, influenciadores e posicionamento das bets. Só no último mês de agosto, três frentes do governo mexeram quase ao mesmo tempo no setor de apostas.
O Ministério da Cultura estudou restringir patrocínio de bets na Lei Rouanet, a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) preparou regras de design para as plataformas e Lula confirmou um novo ministério recebendo parte do dinheiro arrecadado das bets.
O debate já não gira em torno de quem pode operar apostas no país e sim sobre como as promessas de ganhos aparecem nas telas do usuário.
A redefinição das regras: restrições ao patrocínio no setor cultural
Desde 2025, as bets destinaram R$ 11,8 milhões a projetos culturais via Lei Rouanet, incluindo festas em Maresias e no Guarujá. Fora da Rouanet, a Superbet afirma ter investido quase R$ 150 milhões em patrocínios culturais, com presença em festivais como Rock in Rio.
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Impacto macroeconômico e a destinação de impostos das apostas
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A medida muda o papel da arrecadação das bets, que pagaram R$ 9,95 bilhões em impostos ao governo federal em 2025, com alíquota de 12% sobre a receita bruta de jogo.
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