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Festival da independência leva multidão para a praia de Porto Rolim em Alta Floresta d’Oeste – WEB TV ALTERNATIVA

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Foto: pexels

O assinante paga a mensalidade em dia, mas usa uma fração do que ela compra. A tela inicial, o botão de play e a busca resolvem o dia a dia, e o resto do aplicativo permanece intocado: menus de configuração, atalhos de catálogo, ferramentas de economia de dados e até jogos completos que já estão pagos e nunca foram abertos. Conhecer esses recursos não custa nada e muda a experiência, do celular com franquia apertada à televisão da sala.

A lista a seguir reúne as funções mais úteis e menos usadas das grandes plataformas que operam no Brasil, com atenção especial à Netflix, dona dos truques mais famosos, mas passando também por recursos presentes em Prime Video, Disney+, Max e Globoplay. Nenhuma delas exige pagamento extra, aplicativo de terceiros ou conhecimento técnico.

Os códigos que abrem o catálogo escondido da Netflix

A tela inicial da Netflix mostra uma fatia mínima do acervo, moldada pelo algoritmo. Por trás dela, a plataforma organiza o catálogo em mais de 36 mil categorias internas, cada uma com um código numérico próprio, herança da época em que o serviço alugava DVDs e precisava classificar tudo em detalhe, como registrou reportagem do Correio Braziliense.

Esses códigos destravam prateleiras que não aparecem no menu: filmes de época, animações no estilo do Studio Ghibli, comédias românticas dos anos 1990, terror clássico e nichos surpreendentemente específicos.

O uso é simples. No navegador do computador, logado na conta, basta digitar o endereço da plataforma seguido de browse, genre e o número da categoria desejada. No aplicativo do celular, o caminho alternativo é digitar o código diretamente no campo de busca, que em muitos casos retorna a coleção correspondente.

Listas atualizadas de códigos circulam em portais de tecnologia, e alguns exemplos populares incluem o 8883 para romances, o 12123 para produções de época e o 6548 para comédias. Os códigos não liberam conteúdo fora do plano contratado, apenas revelam a organização que a interface esconde.

Downloads inteligentes: a mala de viagem do streaming

O botão de download, presente em Netflix, Prime Video, Disney+ e Globoplay, resolve o voo, a viagem de ônibus e a casa de praia com internet ruim, mas pouca gente conhece sua versão automática.

Nos downloads inteligentes da Netflix, o aplicativo apaga sozinho o episódio já assistido e baixa o seguinte assim que encontra Wi-Fi, mantendo a fila da série sempre pronta sem ocupar a memória do celular. Ativado uma vez, o recurso transforma o trajeto diário de transporte público em horário nobre de maratona, sem gastar um megabyte da franquia.

Duas configurações complementam o recurso. A opção de baixar somente por Wi-Fi, ativada por padrão na maioria dos aplicativos, merece conferência para garantir que nenhum download acidental consuma o pacote de dados.

E a escolha da qualidade do download, entre padrão e alta, define quantos episódios cabem no aparelho: no modo padrão, um celular comum guarda uma temporada inteira, enquanto na qualidade alta o mesmo espaço comporta poucos capítulos. Para viagens longas, o modo padrão costuma ser o equilíbrio certo entre imagem e memória.

O modo que salva a franquia de dados do celular

Quem assiste pelo 4G ou 5G encontra nas configurações de uso de dados um dos ajustes mais valiosos e menos visitados dos aplicativos. As plataformas permitem limitar a qualidade da transmissão no celular ou restringir a reprodução ao Wi-Fi, e a diferença é enorme: em qualidade máxima, uma única hora de vídeo pode consumir o que a franquia mensal inteira comporta, enquanto no modo econômico o mesmo episódio gasta uma fração disso, com nitidez mais que suficiente para a tela do telefone. O ajuste fica em configurações do aplicativo, na seção de uso de dados móveis ou qualidade de vídeo.

Legenda, áudio e velocidade do seu jeito

As opções de exibição também escondem melhorias imediatas. Na Netflix, o assinante pode alterar o tamanho, a fonte e o fundo das legendas pela página de conta, ajuste precioso para quem assiste de longe ou enxerga menos.

A velocidade de reprodução, disponível no player, acelera documentários e palestras ou desacelera diálogos em outro idioma para quem estuda línguas. E a audiodescrição, faixa de áudio que narra as cenas, está disponível em boa parte dos catálogos e atende não só pessoas com deficiência visual, mas qualquer um que acompanhe a série enquanto cozinha ou dirige.

A faxina que conserta as recomendações

De acordo com dicas publicadas em diretórios especialistas em streaming e teste IPTV grátis, quando a tela inicial só sugere desenho infantil ou aquele gênero que a visita assistiu uma vez, a causa está no histórico. Todas as grandes plataformas permitem remover títulos do registro de exibição, e a Netflix e o Prime Video deixam ocultar itens da fileira de continuar assistindo, limpando as sugestões em poucos toques.

Avaliar os títulos com o joinha, hábito que a maioria abandona, também refina o algoritmo. A faxina periódica do histórico é o caminho mais rápido para uma tela inicial que pareça de novo feita para o dono da conta.

A mesma área guarda um aliado contra as frustrações do catálogo rotativo: a lista salva sinaliza os títulos com data marcada para sair da plataforma, e as seções de novidades permitem ativar lembretes de estreia, que avisam por notificação quando a série aguardada chega. Os dois recursos juntos organizam o consumo da casa, priorizando o que está de saída e agendando o que ainda vem, sem depender da memória de ninguém.

Perfis, PIN e o controle dos aparelhos conectados

Na área de segurança, três recursos merecem visita. O perfil infantil, além de filtrar o catálogo, pode ser reforçado com classificação etária personalizada e bloqueio de títulos específicos, enquanto um PIN de quatro dígitos impede que as crianças pulem para o perfil dos adultos.

A página de gerenciamento de aparelhos mostra todos os dispositivos com a conta aberta e permite desconectar qualquer um deles à distância, útil depois de usar a TV do hotel ou de trocar de celular. E quem sai de uma conta dividida leva a bagagem junto: a transferência de perfil migra histórico, lista e recomendações para uma assinatura nova, sem começar do zero.

Os extras que já estão pagos e ninguém abre

Por fim, há benefícios inteiros embutidos na mensalidade que passam despercebidos. A assinatura da Netflix inclui um catálogo de jogos para celular sem custo adicional e sem anúncios, com títulos premiados, acessível pela aba de jogos do aplicativo.

No Prime Video, o recurso X-Ray, ativado com um toque na tela durante a exibição, identifica os atores da cena, a música que está tocando e curiosidades da produção, acabando com a busca paralela no celular para lembrar de onde se conhece aquele rosto.

Nenhuma dessas funções aparece em propaganda, e é justamente por isso que valem a exploração: elas foram criadas para melhorar a experiência de quem já paga, não para vender plano novo.

Reservar dez minutos para passear pelas configurações do aplicativo mais usado da casa costuma render mais melhoria imediata do que qualquer upgrade de assinatura, e devolve ao assinante a sensação de estar usando, de fato, tudo aquilo pelo que paga todo mês.

Via: web tv alternativa

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Corre Contábil reúne esporte e solidariedade em Porto Velho, Ariquemes e Ji-Paraná – Geral – WEB TV ALTERNATIVA

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Escolhido por Jair Bolsonaro para disputar o Senado em Rondônia, candidato do PL confronta a esquerda, defende endurecimento das leis e promete atuação firme contra o PT em Brasília

Bruno Scheid (PL) levou para o debate dos candidatos ao Senado, promovido pela TV Norte Rondônia, afiliada do SBT, nesta sexta-feira (11), um discurso alinhado às principais bandeiras da direita. Escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para disputar uma das vagas de Rondônia, o candidato confrontou o PT, reagiu às críticas dirigidas ao governo Bolsonaro e colocou segurança pública, endurecimento das leis, oposição à esquerda e enfrentamento político em Brasília entre os principais pontos de sua participação.

Um dos momentos de maior tensão ocorreu quando uma candidata do PT aproveitou o debate sobre saúde para defender o presidente Lula e criticar o governo anterior. Na réplica, Bruno respondeu diretamente e deixou clara a posição que pretende assumir caso seja eleito senador.

“Eu, como senador, não vou lá só pra trazer o que é nosso, não. Vou lá pra combater o PT.”

Antes, Scheid afirmou que o brasileiro “não aguenta mais quatro anos de PT e de Lula”, reforçando o contraste entre os projetos políticos apresentados durante o debate.

Segurança pública e endurecimento das leis

A segurança pública foi outra área em que Bruno buscou marcar posição. O candidato defendeu mudanças no Código de Processo Penal, maior respaldo à atuação policial e endurecimento das leis contra criminosos.

Para Scheid, não basta destinar recursos ao setor. É necessário alterar dispositivos legais que, na avaliação dele, dificultam a atuação das forças de segurança.

“A segurança pública de verdade que o rondoniense e o brasileiro precisam não vai acontecer se o Senado e a Câmara não trabalharem pra fazer as alterações necessárias na lei.”

Bruno também criticou mecanismos que, segundo ele, acabam beneficiando criminosos e defendeu que o Congresso Nacional dê condições legais para que policiais possam atuar com maior segurança jurídica.

O confronto com a esquerda voltou a aparecer quando Scheid colocou em discussão a castração química para estupradores. Ao abordar o tema, citou o posicionamento contrário de partidos do campo progressista a propostas semelhantes.

“Quem votou contra? PT, PSOL e toda a esquerda.”

Na mesma intervenção, Bruno voltou a fazer críticas ao presidente Lula e ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), reforçando sua identificação política com o grupo liderado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

Recursos públicos e obras para Rondônia

A participação de Scheid, entretanto, não ficou restrita ao embate ideológico. Ao discutir infraestrutura e obras inacabadas, ele criticou a maneira como parte da classe política trata os recursos públicos e afirmou que emendas parlamentares não pertencem a deputados ou senadores.

“O recurso é destinado para atender a necessidade do rondoniense.”

Bruno defendeu uma bancada federal mais integrada, fiscalização sobre a aplicação do dinheiro público e prioridade para obras consideradas estratégicas para Rondônia.

O candidato também citou a necessidade de investimentos na estrutura hospitalar e afirmou que o Senado precisa cobrar resultados concretos dos recursos enviados ao estado.

Na saúde, Scheid defendeu fiscalização permanente das verbas federais e a regionalização do atendimento, com o fortalecimento da estrutura no interior para reduzir a dependência de Porto Velho. Segundo ele, a proposta é permitir que pacientes tenham acesso a tratamentos mais próximos de suas cidades.

“Pra enfrentar o PT, o Supremo e Alexandre de Moraes”

Nas considerações finais, Bruno Scheid condensou o discurso que sustentou ao longo do debate: oposição ao PT, defesa das pautas da direita e críticas ao Supremo Tribunal Federal e ao ministro Alexandre de Moraes.

“Pra enfrentar o PT, pra enfrentar o Supremo, pra enfrentar Alexandre de Moraes.”

Em seguida, voltou a deixar explícito que sua eventual atuação no Senado pretende combinar a defesa dos interesses de Rondônia com o enfrentamento político em Brasília.

“Nós vamos tratar de saúde, de educação, de tecnologia. Mas, sobretudo, ir pra Brasília pra combater o PT.”

Scheid também afirmou que não pretende assumir um “personagem político” durante a campanha e criticou parlamentares que, segundo ele, adotam um discurso diante dos eleitores e outro nos bastidores de Brasília.

No debate da TV Norte Rondônia, Bruno Scheid buscou apresentar uma candidatura com identidade ideológica definida. Defendeu pautas associadas à direita na segurança pública, confrontou diretamente o discurso petista, reiterou críticas ao STF e reafirmou sua ligação política com Jair Bolsonaro.

Ao mesmo tempo, procurou associar esse posicionamento à defesa dos interesses de Rondônia, especialmente nas áreas de saúde, segurança, infraestrutura e aplicação dos recursos federais.

A participação no debate reforçou a estratégia adotada pelo candidato na disputa pelo Senado: consolidar seu espaço entre o eleitorado conservador de Rondônia e apresentar sua candidatura como uma voz de oposição ao PT e de enfrentamento ao STF em Brasília.

Via: web tv alternativa

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TRE-RO nega por unanimidade registro de candidatura de Ezequiel Neiva para deputado federal – Eleições – WEB TV ALTERNATIVA

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O Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO) negou, por unanimidade, o registro da candidatura de Ezequiel Neiva (PL) a deputado federal. O julgamento ocorreu na tarde desta quinta-feira (10), e os integrantes da Corte acompanharam a relatora, juíza Ursula Gonçalves Theodoro de Faria Souza, e o parecer do Ministério Público Eleitoral.

O registro era contestado pela Procuradoria Regional Eleitoral por causa de condenação colegiada de Ezequiel por ato doloso de improbidade administrativa. Na ação apresentada ao TRE-RO, o Ministério Público Eleitoral pediu que fosse reconhecida a inelegibilidade e, consequentemente, negada a candidatura nas eleições de 2026.

A condenação apontada na impugnação foi determinada pela 1ª Câmara Especial do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), em 20 de outubro de 2025. Ezequiel recebeu suspensão dos direitos políticos por oito anos, multa civil equivalente a 10 salários mínimos, proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos pelo mesmo período e ressarcimento solidário do dano causado.

Os embargos apresentados contra o acórdão foram rejeitados pelo TJRO em 30 de julho deste ano. A partir dessa condenação colegiada, a Procuradoria Eleitoral argumentou que Ezequiel se enquadrava na causa de inelegibilidade prevista na Lei da Ficha Limpa para condenações por ato doloso de improbidade administrativa envolvendo lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito.

Caso envolve a Construtora Ouro Verde

A ação de improbidade que resultou na condenação envolve a Construtora Ouro Verde e uma arbitragem relacionada ao Departamento de Estradas de Rodagem de Rondônia (DER). Ezequiel era diretor-geral do departamento na época dos fatos.

A decisão arbitral havia determinado o pagamento de R$ 46,3 milhões à construtora, dos quais R$ 18,5 milhões chegaram a ser repassados. A arbitragem acabou anulada pela Justiça.

No julgamento da apelação, o TJRO concluiu que Ezequiel e Luciano José da Silva atuaram em conjunto na manipulação do processo administrativo. Segundo o acórdão reproduzido pela Procuradoria Eleitoral na ação contra o registro, eles deram baixa em uma multa da Ouro Verde inscrita em dívida ativa, desistiram da execução fiscal da cobrança e reorganizaram folhas do processo para fazer parecer que a construtora estava em condições de contratar com a administração pública e levar a controvérsia à arbitragem.

O Tribunal considerou que houve atuação dolosa e consciente para favorecer a empresa. A decisão também determinou a Ezequiel o ressarcimento solidário do dano.

Enriquecimento de terceiro entrou na discussão

Um dos pontos centrais da impugnação apresentada ao TRE-RO envolvia o requisito do enriquecimento ilícito. A Procuradoria não afirmou que Ezequiel recebeu os R$ 18,5 milhões. O argumento foi de enriquecimento ilícito de terceiro, decorrente da vantagem patrimonial obtida pela Construtora Ouro Verde e pelo sócio Luiz Carlos Gonçalves da Silva.

A sentença de primeira instância havia determinado que a construtora e Luiz Carlos devolvessem os R$ 18,5 milhões aos cofres do DER. No julgamento posterior da apelação, o TJRO reconheceu a prática de ato doloso de improbidade e manteve a obrigação de ressarcimento da empresa e do empresário.

Na ação eleitoral, a Procuradoria também citou entendimento do Tribunal Superior Eleitoral segundo o qual o enriquecimento ilícito de terceiro pode preencher o requisito da Lei da Ficha Limpa, sem que a vantagem econômica tenha sido recebida pelo próprio agente público condenado.

Havia ainda uma discussão provocada pela alteração da Lei da Ficha Limpa em 2025. A nova redação passou a exigir que a lesão ao patrimônio público e o enriquecimento ilícito estejam presentes concomitantemente na parte dispositiva da decisão usada para caracterizar a inelegibilidade.

A própria Procuradoria reconheceu na impugnação que o dispositivo do acórdão do TJRO não reproduzia literalmente as expressões “lesão ao patrimônio público” e “enriquecimento ilícito”. Argumentou, porém, que a decisão deveria ser analisada em conjunto com a fundamentação e com a sentença confirmada pelo Tribunal.

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Prefeito de Ji-Paraná exonera secretário envolvido na Operação Dreno – Geral

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O prefeito de Ji-Paraná, Affonso Cândido, exonerou o secretário municipal de Fazenda, Anderson Cavalcante Oliveira, investigado na Operação Dreno, deflagrada na quarta-feira (9) pela Polícia Federal. Os policiais fizeram buscas no escritório de sua propriedade no centro da cidade e no gabinete da Prefeitura. 

A PF apura o uso indevido de recursos do “fundão” eleitoral oriundo do Partido Liberal (PL). Na campanha de 2024, os candidatos a prefeito receberam recursos da direção estadual da legenda e repassaram recursos integrais ao escritório Acotec Contabilidade, cuja propriedade aparece no nome de Anderson, agora ex-secretário.

Tanto Sharleston como Anderson são pessoas do núcleo de confiança do senador Marcos Rogério, candidato ao Governo pelo PL. Rogério, dirigente estadual do PL, autorizou Sharleston a fazer repasses aos prefeitos com recursos do partido.

FonteVia: rondoniagora

Via: web tv alternativa

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