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Coordenador de campanha de Marcos Rogério é alvo da operação que envolve empresa de contabilidade – Política – WEB TV ALTERNATIVA

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Os pagamentos digitais transformaram completamente a forma como lidamos com dinheiro no dia a dia. Entre as diversas opções disponíveis, os pagamentos instantâneos ganharam destaque pela praticidade e rapidez que oferecem. Para realizar essas transações de forma segura e eficiente, muitas pessoas utilizam o app mercado pago, que oferece recursos modernos de proteção e facilidade de uso. A tecnologia avançou tanto que hoje é possível transferir valores, pagar contas e fazer compras em segundos, tudo pelo celular, sem precisar sair de casa ou enfrentar filas.

O que torna os pagamentos instantâneos diferentes

As transferências instantâneas representam uma evolução significativa em relação aos métodos tradicionais de pagamento. Enquanto TEDs e DOCs podiam levar horas ou até dias para serem processados, as transações instantâneas acontecem em tempo real, 24 horas por dia, sete dias por semana, incluindo finais de semana e feriados. Essa disponibilidade constante elimina a ansiedade de esperar pelo horário bancário ou pelo próximo dia útil para concluir uma operação financeira importante.

Além da velocidade, outro diferencial está na confirmação imediata. Tanto quem envia quanto quem recebe o dinheiro consegue visualizar a transação completada na hora, o que traz mais transparência e confiança para ambas as partes. Essa característica é especialmente valiosa em situações que exigem agilidade, como o pagamento de um serviço emergencial ou a compra de um produto com entrega imediata.

A praticidade também se estende à forma de realizar essas operações. Com apenas alguns toques na tela do smartphone, é possível concluir uma transferência completa. Não há necessidade de preencher longos formulários ou memorizar códigos complexos. A tecnologia foi desenvolvida pensando na experiência do usuário, tornando o processo intuitivo mesmo para quem não tem muita familiaridade com ferramentas digitais.

Recursos de segurança que protegem suas transações

A proteção dos dados e do dinheiro dos usuários é prioridade absoluta nos sistemas de pagamento instantâneo modernos. Diversas camadas de segurança trabalham simultaneamente para garantir que cada operação seja realizada de forma protegida. A criptografia de ponta a ponta, por exemplo, transforma todas as informações em códigos indecifráveis durante a transmissão, impedindo que terceiros interceptem dados sensíveis como senhas ou números de conta.

Os sistemas de autenticação também evoluíram consideravelmente. Além da senha tradicional, muitas plataformas implementaram reconhecimento biométrico através de impressão digital ou reconhecimento facial. Esses métodos adicionam uma camada extra de proteção, pois utilizam características únicas de cada pessoa que são praticamente impossíveis de serem replicadas por fraudadores.

Outro recurso importante é o monitoramento inteligente de transações. Algoritmos sofisticados analisam padrões de comportamento e identificam atividades suspeitas em tempo real. Se uma operação parecer fora do comum — como um valor muito alto sendo transferido para um destinatário novo ou múltiplas transações em sequência rápida — o sistema pode solicitar confirmações adicionais ou até bloquear temporariamente a ação até que o titular da conta valide a operação.

As notificações instantâneas também funcionam como uma ferramenta de segurança. Cada movimentação gera um alerta imediato no celular do usuário, permitindo que qualquer atividade não autorizada seja identificada rapidamente. Essa agilidade na detecção é fundamental para minimizar possíveis danos em caso de tentativa de fraude.

Boas práticas para proteger suas operações financeiras

Mesmo com toda a tecnologia de segurança disponível, a participação ativa do usuário é essencial para manter suas finanças protegidas. Algumas práticas simples podem fazer toda a diferença na prevenção de problemas. Manter o aplicativo sempre atualizado é uma delas, pois as atualizações frequentemente incluem correções de vulnerabilidades e melhorias nos sistemas de proteção.

A escolha de senhas fortes e únicas também não pode ser negligenciada. Evite combinações óbvias como datas de nascimento, sequências numéricas simples ou palavras comuns. Uma senha robusta deve misturar letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais, criando uma barreira difícil de ser ultrapassada por tentativas de invasão.

Desconfiar de mensagens suspeitas é outra medida fundamental. Golpistas frequentemente se passam por instituições financeiras através de e-mails, SMS ou ligações telefônicas, solicitando dados pessoais ou pedindo que a vítima clique em links maliciosos. Lembre-se: bancos e plataformas de pagamento legítimas nunca solicitam senhas completas ou códigos de segurança por esses canais.

Verificar sempre os dados do destinatário antes de confirmar uma transferência pode evitar erros custosos. Conferir o nome completo, o tipo de conta e os últimos dígitos do documento ajuda a garantir que o dinheiro está sendo enviado para a pessoa correta. Uma vez confirmada, a transação instantânea não pode ser cancelada, então essa checagem prévia é crucial.

Como a tecnologia facilita o controle financeiro

Além da segurança e rapidez, os aplicativos de pagamento instantâneo oferecem ferramentas valiosas para organização financeira pessoal. O histórico detalhado de transações permite acompanhar exatamente para onde seu dinheiro está indo, facilitando a identificação de gastos desnecessários e a criação de estratégias para melhor administração dos recursos.

A categorização automática de despesas é outro recurso útil. Muitas plataformas classificam automaticamente os pagamentos em categorias como alimentação, transporte, lazer e utilidades, gerando relatórios visuais que mostram a distribuição dos gastos. Essa visão panorâmica ajuda a tomar decisões mais conscientes sobre o orçamento mensal.

A possibilidade de programar pagamentos recorrentes também traz comodidade significativa. Contas fixas como aluguel, academia ou assinaturas de serviços podem ser configuradas para serem pagas automaticamente nas datas de vencimento, eliminando o risco de esquecimento e as consequentes multas por atraso. Essa automação libera tempo e energia mental para focar em outras prioridades.

Os alertas personalizados funcionam como assistentes financeiros digitais. É possível configurar notificações para quando o saldo atingir determinado valor, quando uma compra acima de certo montante for realizada ou quando aproximar-se de limites estabelecidos. Esses avisos ajudam a manter o controle e evitar surpresas desagradáveis no final do mês.

Via: web tv alternativa

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Campanhas eleitorais em Rondônia já receberam R$ 110,5 milhões e gastaram R$ 26 milhões – Eleições

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Valores totais arrecadados incluindo doações de pessoas físicas

As campanhas das eleições de 2026 em Rondônia já receberam R$ 110.545.096,23, conforme levantamento atualizado até este sábado (12). Os recursos alcançaram 293 campanhas, com 1.192 doadores identificados, segundo dados financeiros informados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e disponíveis no sistema de compilação do RONDONIAGORA

Desse montante, R$ 100.258.494,08 foram repassados somente por direções partidárias, concentrando a maior parcela do dinheiro que entrou nas campanhas até agora.

Dos candidatos ao Governo, Adailton Fúria foi o candidato que mais recebeu: R$ 5 milhões, do PSD.

PL

A direção nacional do PL ocupa o primeiro lugar, com R$ 22.009.999,88 destinados a 28 campanhas. O maior beneficiado é Marcos Rogério, candidato ao Governo, com R$ 3.726.000. Depois aparecem Fernando Máximo, candidato ao Senado, com R$ 1.676.000; Coronel Chrisóstomo e Lucio Mosquini, candidatos a deputado federal, com R$ 1.649.000 cada. 

União

A segunda maior fonte partidária é a direção nacional do União, com R$ 14.438.993,17 para 16 campanhas. Hildon Chaves, candidato ao Governo, recebeu a maior quantia, R$ 3 milhões. Thiago Flores aparece com R$ 2 milhões; Ellis Regina do Sindeprof, com R$ 1,92 milhão 

PSD

Na terceira posição entre as direções partidárias está o PSD, com R$ 11,1 milhões distribuídos entre 11 campanhas. Adailton Furia recebeu R$ 5 milhões, maior repasse no estado. A esposa dele, Joliane Furia aparece na segunda posição com R$ 1,5 milhão. Luis Fernando e Jaqueline Cassol receberam R$ 1 milhão cada.  

Republicanos

A direção nacional do Republicanos aparece em quarto, com R$ 9.615.009 destinados a 25 campanhas. Missionária Mônica recebeu R$ 1,5 milhão, seguida por Mariana Carvalho, com R$ 1.003.016. Anderson Pereira recebeu R$ 985.047. 

PP

Em quinto lugar está o PP, com R$ 8.926.572,53 distribuídos a 10 campanhas. Sílvia Cristina recebeu R$ 3.176.572,53, Jesualdo Pires R$ 1.695.000 e Ismael Crispin R$ 1.102.000.

Podemos

A direção nacional do Podemos aparece depois, com R$ 7,65 milhões para nove campanhas. Cristiane Lopes recebeu R$ 1,9 milhão, Juíza Euma Tourinho R$ 1,2 milhão e Tânia Sena R$ 1,15 milhão. 

PDT

O PDT destinou R$ 7,55 milhões a nove campanhas. Acir Gurgacz, candidato ao Senado, recebeu R$ 3 milhões; Airton Gurgacz, candidato a deputado federal, R$ 1,5 milhão; e Dra. Cordélia Santana e Vera Marcia aparecem empatadas com R$ 700 mil cada. 

PT

No PT, os repasses da direção nacional somaram R$ 6.623.539,48, distribuídos a 18 campanhas. Expedito Netto, candidato a governador, recebeu R$ 1.867.824,65; Luciana Oliveira, candidata ao Senado, R$ 1.588.286,27; e Anselmo de Jesus, candidato a deputado federal, R$ 714 mil. 

MDB

A direção nacional do MDB repassou R$ 3.734.000 para 18 campanhas. Pedro Abib, candidato ao Governo, recebeu R$ 1 milhão. Entre os demais beneficiados, Galdiana Silva recebeu R$ 400 mil, enquanto Luciana Bezerra, Fabricio Donizeti, Dr. Pedraça, Isac Wayuru e Ronilson Pelegrine aparecem empatados com R$ 300 mil. 

PRD

A direção estadual do PRD em Rondônia destinou R$ 2.597.900 para seis campanhas. Coronel Jefferson recebeu R$ 599,9 mil. Juscélia Dallapicola, Angelo Lebrinho, Márcia de Oliveira e Ada Dantas Boabaid aparecem empatados com R$ 400 mil, enquanto Dr. Lucas Donadon recebeu R$ 398 mil. 

Solidariedade

O Solidariedade repassou R$ 2.076.255 para cinco campanhas. Welison Nunes recebeu R$ 785 mil, Carlos Magno R$ 475 mil e Claudio Santos R$ 470 mil.

Avante

A direção nacional do Avante destinou R$ 1.038.500 a nove campanhas. Jair Montes recebeu R$ 290 mil, Vanessa Lucena R$ 190 mil e Najara Leandra e Elina Damasio aparecem empatadas com R$ 125 mil cada. 

Novo

O Novo repassou R$ 800 mil para 10 campanhas. Cleuda da Estética, Adriana Martins e Cleviane Moreira receberam R$ 150 mil cada, formando empate entre os maiores valores do partido.

PV

A direção nacional do PV destinou R$ 365 mil a quatro campanhas. Aires Mota, candidato ao Senado, recebeu R$ 300 mil, Graça Rocha R$ 35 mil, enquanto Adriana Bandeira e Simone receberam R$ 15 mil cada.

PSOL

A nacional do PSOL destinou R$ 223.630,09 para 13 campanhas. Expedito Netto recebeu R$ 72 mil, Lili Rodrigues R$ 24.067,31 e Danny Paixão R$ 22.974,27.

Missão

A direção nacional do Missão repassou R$ 39.338,34 para quatro campanhas. Engenheiro Thulio, candidato ao Senado, recebeu R$ 25 mil; Alzenir Oliveira, candidata a deputada federal, R$ 6.988,78; e Jhonata Oliveira e Rogério Krause, candidatos a deputado federal, aparecem empatados com R$ 3.674,78 cada.

PC do B

A direção nacional do PC do B repassou R$ 25 mil para duas campanhas. Geani Cleide e Professor Willian, candidatos a deputado estadual, receberam R$ 12,5 mil cada.

Direçoes estaduais

A direção estadual do Republicanos em Rondônia destinou R$ 600 mil para quatro campanhas. Dr. Mauro Nazif e Anderson Pereira receberam R$ 200 mil cada; Fernando Silva e Pastor Ivanildo dos Santos, R$ 100 mil cada.

A direção estadual do União em Rondônia repassou R$ 572.845,67 para quatro campanhas. Noeli do Cirone recebeu R$ 279.045,67, Maurício Carvalho R$ 148,8 mil e Dr. Santana R$ 143 mil.

Já a direção estadual do MDB em Rondônia repassou R$ 234.425 para 20 campanhas. Ayel Muniz recebeu R$ 13,7 mil. Dr. Caio Machado, Galdiana Silva, Fabricio Donizeti, Dr. Pedraça e Isac Wayuru aparecem na sequência, todos com R$ 12,35 mil.

A direção estadual do PDT em Rondônia destinou R$ 33.405,92 a cinco campanhas. Ricardo Frota recebeu R$ 10.695; Nilton Maranhão, R$ 6.635,92; e Professora Elessandra Reis e Tito Paz aparecem empatados com R$ 6.045 cada.

Por fim, a direção estadual do PCdoB em Rondônia destinou R$ 4.080 para duas campanhas. Geani Cleide recebeu R$ 2.080 e Professor Willian, R$ 2 mil.

R$ 26 milhões em serviços contratados

Do outro lado das prestações de contas, as campanhas já registram R$ 26.042.396,89 em serviços contratados.

O Facebook ocupa a primeira posição entre os fornecedores informados, com R$ 839.998,01 contratados por 87 campanhas. A Persona Publica aparece em seguida, com R$ 800 mil provenientes de uma campanha, e a Campanari, Gerhardt & Silva Andrade – Advogados Associados recebeu R$ 625 mil. Clique aqui e veja a lista completa de fornecedores.

Quem mais recebeu recursos dos partidos em Rondônia

Veja as direções partidárias que financiaram as campanhas e os três maiores beneficiados de cada uma.

Direções partidárias
22

Total repassado
R$ 100.258.494,08

Campanhas beneficiadas
200

Direções nacionais

PL Direção Nacional · 28 campanhas

R$ 22.009.999,88

1 Marcos Rogério
Governador
R$ 3.726.000,00
2 Dr. Fernando Máximo
Senado
R$ 1.676.000,00
3 Coronel Chrisóstomo
Deputado Federal
Empatado com Lucio Mosquini
R$ 1.649.000,00

UNIÃO Direção Nacional · 16 campanhas

R$ 14.438.993,17

1 Hildon Chaves Governador R$ 3.000.000,00
2 Thiago Flores Deputado Federal R$ 2.000.000,00
3 Ellis Regina do Sindeprof Deputado Federal R$ 1.920.000,00

PSD Direção Nacional · 11 campanhas

R$ 11.100.000,00

1 Adailton Furia Governador R$ 5.000.000,00
2 Joliane Furia Deputado Federal R$ 1.500.000,00
3 Luis Fernando
Senado
Empatado com Jaqueline Cassol
R$ 1.000.000,00

REPUBLICANOS Direção Nacional · 25 campanhas

R$ 9.615.009,00

1 Missionária Mônica Deputado Federal R$ 1.500.000,00
2 Mariana Carvalho Senado R$ 1.003.016,00
3 Anderson Pereira Deputado Federal R$ 985.047,00

PP Direção Nacional · 10 campanhas

R$ 8.926.572,53

1 Sílvia Cristina Senado R$ 3.176.572,53
2 Jesualdo Pires Deputado Federal R$ 1.695.000,00
3 Ismael Crispin Deputado Estadual R$ 1.102.000,00

PODE Direção Nacional · 9 campanhas

R$ 7.650.000,00

1 Cristiane Lopes Deputado Federal R$ 1.900.000,00
2 Juíza Euma Tourinho Deputado Federal R$ 1.200.000,00
3 Tânia Sena Deputado Federal R$ 1.150.000,00

PDT Direção Nacional · 9 campanhas

R$ 7.550.000,00

1 Acir Gurgacz Senado R$ 3.000.000,00
2 Airton Gurgacz Deputado Federal R$ 1.500.000,00
3 Dra. Cordélia Santana
Deputado Federal
Empatada com Vera Marcia
R$ 700.000,00

PT Direção Nacional · 18 campanhas

R$ 6.623.539,48

1 Expedito Netto Governador R$ 1.867.824,65
2 Luciana Oliveira Senado R$ 1.588.286,27
3 Anselmo de Jesus Deputado Federal R$ 714.000,00

MDB Direção Nacional · 18 campanhas

R$ 3.734.000,00

1 Pedro Abib Governador R$ 1.000.000,00
2 Galdiana Silva Deputado Federal R$ 400.000,00
3 Luciana Bezerra
Deputado Federal
Mesmo valor de Fabricio Donizeti, Dr. Pedraça, Isac Wayuru e Ronilson Pelegrine
R$ 300.000,00

SOLIDARIEDADE Direção Nacional · 5 campanhas

R$ 2.076.255,00

1 Welison Nunes Deputado Federal R$ 785.000,00
2 Carlos Magno Deputado Estadual R$ 475.000,00
3 Claudio Santos Deputado Federal R$ 470.000,00

AVANTE Direção Nacional · 9 campanhas

R$ 1.038.500,00

1 Jair Montes Deputado Federal R$ 290.000,00
2 Vanessa Lucena Deputado Federal R$ 190.000,00
3 Najara Leandra
Deputado Federal
Empatada com Elina Damasio
R$ 125.000,00

NOVO Direção Nacional · 10 campanhas

R$ 800.000,00

1 Cleuda da Estética Deputado Federal R$ 150.000,00
2 Adriana Martins Deputado Federal R$ 150.000,00
3 Cleviane Moreira Deputado Federal R$ 150.000,00

PV Direção Nacional · 4 campanhas

R$ 365.000,00

1 Aires Mota Senado R$ 300.000,00
2 Graça Rocha Deputado Federal R$ 35.000,00
3 Adriana Bandeira
Deputado Estadual
Empatada com Simone
R$ 15.000,00

PSOL Direção Nacional · 13 campanhas

R$ 223.630,09

1 Expedito Netto Governador R$ 72.000,00
2 Lili Rodrigues Deputado Federal R$ 24.067,31
3 Danny Paixão Deputado Federal R$ 22.974,27

MISSÃO Direção Nacional · 4 campanhas

R$ 39.338,34

1 Engenheiro Thulio Senado R$ 25.000,00
2 Alzenir Oliveira Deputado Federal R$ 6.988,78
3 Jhonata Oliveira
Deputado Federal
Empatado com Rogério Krause
R$ 3.674,78

PCdoB Direção Nacional · 2 campanhas

R$ 25.000,00

1 Geani Cleide Deputado Estadual R$ 12.500,00
2 Professor Willian Deputado Estadual R$ 12.500,00

Recursos destinados pelas direções estaduais em Rondônia

PRD – Rondônia Direção Estadual · 6 campanhas

R$ 2.597.900,00

1 Coronel Jefferson Deputado Federal R$ 599.900,00
2 Juscélia Dallapicola
Deputado Federal
Mesmo valor de Angelo Lebrinho, Márcia de Oliveira e Ada Dantas Boabaid
R$ 400.000,00
3 Dr. Lucas Donadon Deputado Federal R$ 398.000,00

REPUBLICANOS – Rondônia Direção Estadual · 4 campanhas

R$ 600.000,00

1 Dr. Mauro Nazif Deputado Federal R$ 200.000,00
2 Anderson Pereira Deputado Federal R$ 200.000,00
3 Fernando Silva
Deputado Estadual
Empatado com Pastor Ivanildo dos Santos
R$ 100.000,00

UNIÃO – Rondônia Direção Estadual · 4 campanhas

R$ 572.845,67

1 Noeli do Cirone Deputado Estadual R$ 279.045,67
2 Maurício Carvalho Deputado Federal R$ 148.800,00
3 Dr Santana Deputado Estadual R$ 143.000,00

MDB – Rondônia Direção Estadual · 20 campanhas

R$ 234.425,00

1 Pedro Abib Governador R$ 47.500,00
2 Ayel Muniz Deputado Federal R$ 13.700,00
3 Dr. Caio Machado
Deputado Federal
Mesmo valor de Galdiana Silva, Fabricio Donizeti, Dr. Pedraça e Isac Wayuru
R$ 12.350,00

PDT – Rondônia Direção Estadual · 5 campanhas

R$ 33.405,92

1 Ricardo Frota Deputado Federal R$ 10.695,00
2 Nilton Maranhão Deputado Federal R$ 6.635,92
3 Professora Elessandra Reis
Deputado Federal
Empatada com Tito Paz
R$ 6.045,00

PCdoB – Rondônia Direção Estadual · 2 campanhas

R$ 4.080,00

1 Geani Cleide Deputado Estadual R$ 2.080,00
2 Professor Willian Deputado Estadual R$ 2.000,00

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dados financeiros disponíveis no sistema de compilação do RONDONIAGORA.

FonteVia: rondoniagora

Via: web tv alternativa

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TJRO manda soltar acadêmica que admitiu ter bebido e foi para casa após acidente com morte – Geral – WEB TV ALTERNATIVA

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A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) pediu ao Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO) nesta sexta-feira (11), que negue o registro de candidatura de Rafael Bento Pereira, o “Rafael Fera”, a reeleição pelo Podemos. Em parecer, o órgão afirma que o decreto aprovado pela Câmara de Ariquemes em 2025 para anular a perda do mandato de vereador foi editado em “fraude à lei”, com a finalidade de afastar a inelegibilidade e viabilizar sua diplomação. 

Rafael perdeu o mandato de vereador por meio do Decreto Legislativo nº 001/2023, da Câmara Municipal de Ariquemes. Posteriormente, a própria Casa aprovou o Decreto Legislativo nº 002/2025, anulando o ato anterior. Ao se manifestar no processo de registro, o candidato argumentou que o novo decreto afastou a causa de inelegibilidade. A Câmara informou à Justiça Eleitoral que o ato de 2025 permanece formalmente vigente. 

A Procuradoria discorda. Para o órgão, a existência formal do novo decreto não impede que a Justiça Eleitoral examine as circunstâncias em que ele foi aprovado e verifique se houve tentativa de contornar uma norma eleitoral. O parecer afirma que é necessário considerar a finalidade efetiva do ato diante dos elementos que indicam que a deliberação foi direcionada à retirada do obstáculo que impedia a diplomação e o exercício do mandato por Rafael. 

Projeto foi apresentado um dia após julgamento do STF

A cronologia é um dos principais fundamentos apresentados pela Procuradoria. Segundo o parecer, em 13 de março de 2025, o Supremo Tribunal Federal concluiu julgamento relacionado à distribuição das sobras eleitorais das eleições de 2022. O documento afirma que a decisão beneficiava diretamente o Podemos e Rafael, então primeiro suplente do partido para deputado federal, e que a própria legenda divulgou naquele dia que o resultado poderia levá-lo ao exercício do mandato. 

No dia seguinte, um vereador filiado ao mesmo partido apresentou o projeto destinado a retirar do mundo jurídico justamente o decreto que havia formalizado a perda do mandato de Rafael. Para a Procuradoria, a proximidade entre os acontecimentos integra o conjunto de elementos que demonstra a finalidade eleitoral do novo ato. 

O processo legislativo continuou mesmo após parecer da própria Procuradoria Legislativa da Câmara de Ariquemes advertir sobre a existência de uma ação anulatória e a necessidade de aguardar um pronunciamento definitivo da Justiça. Conforme o documento, os supostos vícios utilizados para justificar a anulação já haviam sido submetidos ao Judiciário sem reconhecimento da invalidade da cassação. 

Comunicação coincidiu com retotalização

A PRE também destaca que, em 21 de maio daquele ano, mesma data da publicação de acórdão do STF, o vereador que apresentou o projeto solicitou que a Justiça Eleitoral fosse comunicada da anulação e fez referência expressa à necessidade de regularização da situação eleitoral de Rafael. 

Depois, o ofício destinado a comunicar oficialmente a Justiça Eleitoral sobre a edição do decreto de 9 de junho de 2025, data em que, segundo o parecer, o TRE-RO realizou a sessão de retotalização dos votos e reconheceu Rafael como candidato a ser diplomado deputado federal. Para a Procuradoria, a sequência “não revela simples coincidência”. 

O parecer afirma que a Câmara utilizou um mecanismo revestido de aparente legalidade — a anulação de um ato próprio — para “eliminar artificialmente uma causa de inelegibilidade” e assegurar a diplomação do candidato que havia perdido mandato eletivo. Para a PRE, o decreto de 2025 teve finalidade eleitoral específica. 

Procuradoria quer decreto sem efeito para fins eleitorais

A Procuradoria pede que o TRE examine a questão dentro do próprio processo de registro e reconheça incidentalmente a fraude. Embora a Câmara tenha informado que o Decreto Legislativo nº 002/2025 continua formalmente vigente, a PRE argumenta que isso não obriga a Justiça Eleitoral a reconhecer os efeitos pretendidos pelo ato sobre a candidatura. 

Os fatos relacionados à edição do decreto também são discutidos em uma Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME) apresentada pela Procuradoria depois da diplomação de Rafael decorrente da retotalização das eleições de 2022. Segundo o parecer, o TRE-RO extinguiu essa ação sem analisar o mérito por reconhecer litispendência com outro processo. O recurso está no Tribunal Superior Eleitoral, onde a Procuradoria-Geral Eleitoral se manifestou para que a litispendência seja afastada e a ação possa prosseguir. 

Na conclusão, o MPE defende que o decreto de 2025 não tenha eficácia eleitoral para afastar a cassação anterior. Dessa forma, permaneceriam os efeitos do Decreto Legislativo nº 001/2023, que formalizou a perda do mandato de vereador, e Rafael continuaria alcançado pela causa de inelegibilidade apontada pela Procuradoria.

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Justiça Eleitoral encerra pit stop com som abusivo na avenida Rio Madeira com a Vieira Caúla – Eleições – WEB TV ALTERNATIVA

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A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) pediu ao Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO) nesta sexta-feira (11), que negue o registro de candidatura de Rafael Bento Pereira, o “Rafael Fera”, a reeleição pelo Podemos. Em parecer, o órgão afirma que o decreto aprovado pela Câmara de Ariquemes em 2025 para anular a perda do mandato de vereador foi editado em “fraude à lei”, com a finalidade de afastar a inelegibilidade e viabilizar sua diplomação. 

Rafael perdeu o mandato de vereador por meio do Decreto Legislativo nº 001/2023, da Câmara Municipal de Ariquemes. Posteriormente, a própria Casa aprovou o Decreto Legislativo nº 002/2025, anulando o ato anterior. Ao se manifestar no processo de registro, o candidato argumentou que o novo decreto afastou a causa de inelegibilidade. A Câmara informou à Justiça Eleitoral que o ato de 2025 permanece formalmente vigente. 

A Procuradoria discorda. Para o órgão, a existência formal do novo decreto não impede que a Justiça Eleitoral examine as circunstâncias em que ele foi aprovado e verifique se houve tentativa de contornar uma norma eleitoral. O parecer afirma que é necessário considerar a finalidade efetiva do ato diante dos elementos que indicam que a deliberação foi direcionada à retirada do obstáculo que impedia a diplomação e o exercício do mandato por Rafael. 

Projeto foi apresentado um dia após julgamento do STF

A cronologia é um dos principais fundamentos apresentados pela Procuradoria. Segundo o parecer, em 13 de março de 2025, o Supremo Tribunal Federal concluiu julgamento relacionado à distribuição das sobras eleitorais das eleições de 2022. O documento afirma que a decisão beneficiava diretamente o Podemos e Rafael, então primeiro suplente do partido para deputado federal, e que a própria legenda divulgou naquele dia que o resultado poderia levá-lo ao exercício do mandato. 

No dia seguinte, um vereador filiado ao mesmo partido apresentou o projeto destinado a retirar do mundo jurídico justamente o decreto que havia formalizado a perda do mandato de Rafael. Para a Procuradoria, a proximidade entre os acontecimentos integra o conjunto de elementos que demonstra a finalidade eleitoral do novo ato. 

O processo legislativo continuou mesmo após parecer da própria Procuradoria Legislativa da Câmara de Ariquemes advertir sobre a existência de uma ação anulatória e a necessidade de aguardar um pronunciamento definitivo da Justiça. Conforme o documento, os supostos vícios utilizados para justificar a anulação já haviam sido submetidos ao Judiciário sem reconhecimento da invalidade da cassação. 

Comunicação coincidiu com retotalização

A PRE também destaca que, em 21 de maio daquele ano, mesma data da publicação de acórdão do STF, o vereador que apresentou o projeto solicitou que a Justiça Eleitoral fosse comunicada da anulação e fez referência expressa à necessidade de regularização da situação eleitoral de Rafael. 

Depois, o ofício destinado a comunicar oficialmente a Justiça Eleitoral sobre a edição do decreto de 9 de junho de 2025, data em que, segundo o parecer, o TRE-RO realizou a sessão de retotalização dos votos e reconheceu Rafael como candidato a ser diplomado deputado federal. Para a Procuradoria, a sequência “não revela simples coincidência”. 

O parecer afirma que a Câmara utilizou um mecanismo revestido de aparente legalidade — a anulação de um ato próprio — para “eliminar artificialmente uma causa de inelegibilidade” e assegurar a diplomação do candidato que havia perdido mandato eletivo. Para a PRE, o decreto de 2025 teve finalidade eleitoral específica. 

Procuradoria quer decreto sem efeito para fins eleitorais

A Procuradoria pede que o TRE examine a questão dentro do próprio processo de registro e reconheça incidentalmente a fraude. Embora a Câmara tenha informado que o Decreto Legislativo nº 002/2025 continua formalmente vigente, a PRE argumenta que isso não obriga a Justiça Eleitoral a reconhecer os efeitos pretendidos pelo ato sobre a candidatura. 

Os fatos relacionados à edição do decreto também são discutidos em uma Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME) apresentada pela Procuradoria depois da diplomação de Rafael decorrente da retotalização das eleições de 2022. Segundo o parecer, o TRE-RO extinguiu essa ação sem analisar o mérito por reconhecer litispendência com outro processo. O recurso está no Tribunal Superior Eleitoral, onde a Procuradoria-Geral Eleitoral se manifestou para que a litispendência seja afastada e a ação possa prosseguir. 

Na conclusão, o MPE defende que o decreto de 2025 não tenha eficácia eleitoral para afastar a cassação anterior. Dessa forma, permaneceriam os efeitos do Decreto Legislativo nº 001/2023, que formalizou a perda do mandato de vereador, e Rafael continuaria alcançado pela causa de inelegibilidade apontada pela Procuradoria.

Via: web tv alternativa

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