O Congresso Nacional promulgou, nesta sexta-feira (16), a Emenda Constitucional nº 141 de 2026, que põe fim à escala de seis dias de trabalho e apenas um de descanso (6×1) e prevê a escala 5×2, com duas folgas por semana, para todos os trabalhadores do Brasil dentro de dois meses.
A nova Emenda foi promulgada em sessão solene com participação dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP); da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB); e do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
Ministros de estado, senadores e deputados da base aliada lotaram o plenário do Senado. Lideranças da oposição não compareceram à sessão.
O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, destacou que os impactos da medida “são incalculáveis”.
“Quanto vale mais tempo para cuidar de si e de quem se ama? Para milhões de pessoas que precisam trabalhar seis, às vezes sete dias por semana, a resposta é simples, essas coisas não tem preço, tem valor.”
Alcolumbre acrescentou que foi preciso “muita coragem” para enfrentar um assunto que “tanta gente preferia deixar para depois”.
“Um assunto que divide opiniões, que afeta as relações de trabalho e mexe com a vida de milhões de famílias. Quando o tema é complexo, o mais cômodo é deixar para lá e não enfrentar. Mas o Legislativo brasileiro escolheu o caminho certo, não o caminho fácil”, completou o presidente do Senado.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que o fim da 6×1 alcança milhões de brasileiros que “acordam antes do amanhecer, atravessam cidades inteiras e dedicam grande parte de seus dias ao trabalho”.
Motta acrescentou que os impactos da mudança para os micro e pequenos negócios serão mitigados pela aprovação do aumento do limite anual de faturamento dos MEIs dos atuais R$ 80 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028.
“O texto também permite a contratação de até dois funcionários por microempreendedor, garantindo assim que o MEI possa ter um funcionário a mais do que aquele que é permitido atualmente. Afinal, fortalecer o MEI é fortalecer milhões de famílias brasileiras”, completou Motta.
Após a promulgação, o presidente Lula comemorou a medida e criticou os grupos que atacaram a PEC alegando que ela iria quebrar o Brasil.
“Eu lembro da campanha do 13º salário, no começo dos anos 1960, foi a mesma coisa: vai quebrar as empresas! Vai afundar as empresas! No mundo inteiro não tem isso. Não quebrou as empresas. O dado concreto é que toda vez que os trabalhadores conseguem um benefício, ele vive um pouco mais, ele tem um pouco mais de prazer na vida”, destacou.
Entenda a nova emenda
A emenda aprovada na quarta-feira prevê também uma redução gradual da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, dentro de um período de transição de 14 meses.
Nascida a partir de pressão das ruas e atendendo a uma demanda história dos trabalhadores e sindicatos, a proposta teve a tramitação concluída na última quarta-feira (14) no Senado, com 75 votos favoráveis contra 1, do ex-vice-presidente e senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).
Apoiada pelo governo, a votação contou com apoio também da oposição, que era contra a PEC e tentava impedir a votação nesta semana. Após a sessão ter sido marcada, no entanto, a oposição liberou a bancada, que votou majoritariamente pelo fim da 6×1.
A nova regra institui a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de reduzir a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais. Tudo isso sem redução salarial.
O texto permite, por outro lado, compensar o sábado ou domingo trabalhados no caso de categorias com jornadas especiais. O número de folgas remuneradas, no entanto, deve ser mantido em duas por semana, em média, gozadas obrigatoriamente no mesmo mês.
A PEC ainda permite jornadas diferenciadas para trabalhadores com diploma de ensino superior que recebem, atualmente, igual ou acima de R$ 21.188,87, desde que mantida a escala 5×2. Nesses casos, a negociação direta entre patrão e trabalhador deve definir a duração do trabalho.
A proposta prevê que lei complementar posterior poderá estabelecer medidas transitórias de mitigação dos impactos da redução da jornada para os microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte.
Transição
A implementação da redução da jornada de 44 para 40 horas terá uma transição de até 14 meses. A exceção são os trabalhadores terceirizados da administração pública, que terão uma regra de transição diferenciada.
Para todos os demais trabalhadores, as empresas terão que garantir a escala 5×2 em até 60 dias, contados a partir de hoje, assim como a redução da jornada para 42 horas semanais.
Doze meses após essa primeira redução, a jornada cai para 40 horas.
No intervalo entre o segundo e o 14º mês após a promulgação, o empregador deverá distribuir, ao longo da semana, as duas horas acima das oito normais de serviço.
Se repartidas igualmente, o empregado terá que trabalhar 8 horas e 24 minutos nos cinco dias na semana.
Finalizada a fase de transição, todos os empregados devem trabalhar, no máximo, oito horas diárias e 40 horas semanais em cinco dias na semana. Para trabalhar mais horas, é necessário pagamento de hora-extra.
Veja as regras de transição da PEC que acaba com a escala 6×1:
escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso (após 60 dias);
redução da jornada de 44 horas para 42 horas semanais (após 60 dias)
jornada de 42 horas para 40 horas semanais, mantida a escala 5×2 (em 14 meses).
Acordos coletivos
A Emenda Constitucional permite ainda, excepcionalmente, e mediante convenção ou acordo coletivo de trabalho, que seja estabelecido regime compensatório que permita escala diferente da 5×2.
Nesses casos, os trabalhadores precisam ser compensados no mesmo “mês-calendário”, garantindo “o gozo de pelo menos um dos dias dentro do período máximo de uma semana de trabalho”.
Ou seja, um trabalhador pode fazer ainda a escala 6×1, desde que prevista em acordo coletivo. Nesse caso, o dia trabalhado a mais terá que ser compensado com uma folga dentro do mesmo mês. Ao final desse mês, ele terá que ter gozado, na média, o equivalente a duas folgas remuneradas por semana.
Em outro parágrafo, a Emenda permite que uma lei posterior pode prever regimes diferentes para duração do trabalho e dias de repouso, desde que respeitados os limites de 40 horas semanais e dois dias de repouso remunerado por semana.
Terceirizados do Estado
As empresas que prestam serviços para o Estado terão prazo de 12 meses após promulgação da emenda, e não 60 dias como as demais, para acabar com a escala 6×1 dos empregados.
A nova jornada passará a valer no momento da formalização do aditamento do contrato das empresas com o Poder Público. Porém, os contratos aditados após 60 dias da promulgação da emenda já terão que observar a nova jornada de trabalho instituída pela PEC.
A temporada de casamentos de verão exige planejamento. Cerimônias ao ar livre, festas que começam ao entardecer e convites que chegam com poucas semanas de antecedência deixam pouco tempo para decidir o que vestir, e a escolha de última hora costuma sair mais cara e menos acertada.
Antecipar o look é a melhor forma de chegar à festa com tranquilidade. Quando a roupa é escolhida com calma, sobra tempo para provar, ajustar a barra, testar o calçado e pensar nos acessórios, sem a correria que costuma tomar conta da semana do casamento.
Novembro é um bom momento para começar essa pesquisa: o calor se aproxima, a agenda de convites enche e ainda dá tempo de comparar cores, tecidos e modelagens. Vale usar o período para definir o que o seu estilo pede e o que cada tipo de cerimônia permite.
Para ajudar nessa escolha, vale conhecer asofertas da Black Friday de vestidos, macacões e conjuntos de alfaiataria, que permitem comparar opções com antecedência e sem pressa. As dicas a seguir ajudam a transformar esse planejamento em um look seguro e cheio de personalidade.
1. Descubra o tipo de cerimônia e o dress code
O primeiro passo é entender o formato do casamento: dia ou noite, igreja, campo, praia ou salão. O convite costuma trazer o traje sugerido, como passeio completo, esporte fino ou traje livre, e essa informação orienta o comprimento, o tecido e o nível de formalidade da produção.
Na dúvida, vale conversar com os noivos ou com outros convidados. Saber se a cerimônia será longa, se haverá deslocamento a pé e como será o espaço da festa evita surpresas e ajuda a escolher uma roupa confortável do início ao fim.
2. Escolha as cores com atenção
Algumas cores pedem cuidado. Branco, off-white e tons muito próximos costumam ser reservados à noiva, e o preto, embora elegante, pode parecer sério demais em cerimônias diurnas de verão. Verdes, azuis, terracotas, rosas e tons terrosos funcionam bem e combinam com a energia da estação.
Estampas florais discretas, cores vibrantes e tons metalizados também são boas opções, desde que o restante da produção seja equilibrado. Se a festa for à noite, tons mais profundos ganham destaque; durante o dia, cores claras e luminosas favorecem as fotos e o clima.
3. Aposte em tecidos leves
O calor pede tecidos que respirem e mantenham o conforto durante horas. Crepes fluidos, cetins leves, chiffon e viscose acompanham o movimento e evitam o desconforto de uma roupa pesada em cerimônias ao ar livre.
Vale observar também a transparência, a facilidade de amassar e a presença de forro. Peças que mantêm a aparência após o trajeto e as fotos são aliadas importantes em um dia longo, sobretudo para quem vai viajar até o local do casamento.
4. Defina a modelagem pelo local
Casamentos na praia ou no campo pedem modelagens que permitam caminhar com segurança, como vestidos midi, longos fluidos e macacões de pernas amplas. Em salões e igrejas, há mais espaço para modelos estruturados, fendas e decotes de maior destaque.
Antes de decidir, imagine as situações do dia: cumprimentar convidados, sentar à mesa, dançar e tirar fotos. Uma modelagem que valoriza o corpo e permite se movimentar com liberdade faz a diferença entre estar bonita e se sentir bem.
5. Pense no look completo
Calçados, bolsa, brincos e uma camada extra para a noite completam a produção. Em gramados e areia, saltos blocados, plataformas e sandálias baixas de acabamento elaborado oferecem mais estabilidade do que saltos finos.
Quando o vestido já tem muito detalhe, os acessórios podem ser discretos; se a roupa é mais limpa, uma bolsa de formato marcante ou brincos maiores concentram a atenção. Definir esse conjunto com antecedência evita compras de última hora.
6. Escolha peças que possam ser reutilizadas
Um look de casamento não precisa ser usado uma vez só. Vestidos midi, macacões e conjuntos de alfaiataria leve podem ir a jantares, formaturas, confraternizações e viagens, desde que sejam combinados com acessórios e calçados diferentes.
Pensar no reuso ajuda a priorizar peças versáteis e a ampliar o valor de cada compra. Se a temporada de festas tem vários convites, vale montar uma pequena seleção de peças que se complementam em vez de buscar um look novo para cada evento.
7. Compre com antecedência e reserve tempo para ajustes
Fechar a escolha cedo dá espaço para provar o look em casa, testar o calçado e fazer pequenos ajustes de barra ou cintura. Também permite conferir prazos de entrega e regras de troca, o que reduz o risco de ficar sem a peça na semana do casamento.
Faça um teste completo com a roupa e os acessórios: sente, caminhe, levante os braços e confira a segurança das alças e dos fechos. Assim, no dia da festa, o único ponto de atenção será aproveitar a celebração.
Escolher o look de um casamento de verão com antecedência é um gesto de cuidado consigo mesma. Com a ocasião definida, cores bem pensadas, tecidos leves e modelagens confortáveis, a produção acompanha a sua personalidade e chega à festa com a confiança de quem planejou cada detalhe.
Em Porto Velho e no interior de Rondônia, boa parte dos homens que procuram um perfume importado masculino compra pela internet, sem poder cheirar o frasco antes. A escolha vira um jogo de palpite: o nome é conhecido, a foto é bonita, a avaliação é boa, e mesmo assim o cheiro que chega pode não ter nada a ver com o que se imaginava. Entender como o perfume é descrito reduz bastante esse risco.
Perfume importado masculino começa pela família olfativa
Os rótulos e as descrições usam a família olfativa para resumir o perfil do perfume. As mais comuns no universo masculino são a amadeirada, a aromática, a cítrica e a oriental. A amadeirada lembra cedro, vetiver e patchouli. A aromática traz ervas e lavanda. A cítrica usa limão, bergamota e laranja. A oriental junta especiarias, âmbar e baunilha.
Nenhuma é melhor que a outra. O que muda é o uso. Cítricos e aromáticos pedem menos esforço e combinam com o trabalho. Orientais ficam mais densos e rendem melhor em encontros e noites. Se você nunca comprou importado, comece pela família do perfume que já usa e deu certo.
Leia as três camadas de notas
A descrição de um perfume costuma dividir as notas em topo, coração e fundo. O topo é o que se sente nos primeiros minutos. O coração define o caráter depois que o topo passa. O fundo é o que sobra na pele e na roupa horas depois. Dois perfumes de abertura parecida podem terminar muito diferentes, por isso vale ler o fundo antes de decidir.
Asad, da Lattafa
O Asad é um perfume masculino da família Oriental (Âmbar), lançado em 2021. Na abertura aparecem Pimenta-preta, Abacaxi e Tabaco. No coração, Patchouli, Café e Íris. No fundo, Baunilha, Âmbar, Madeira seca, Benjoim e Labdano. É Eau de Parfum, em frasco de 100 ml. O perfil é doce e especiado, mais próprio de uma saída à noite do que de um dia de calor forte.
Fakhar Black, também da Lattafa
O Fakhar Black, de 2022, é um oriental masculino em Eau de Parfum de 100 ml. O topo traz Maçã, Bergamota e Gengibre. O coração reúne Lavanda, Sálvia, Zimbro e Gerânio. O fundo tem Fava tonka, Cedro, Amberwood e Vetiver. A mistura de erva e madeira dá um perfil mais seco que o do Asad.
Os dois são importados, masculinos e da mesma casa, e ainda assim pedem ocasiões diferentes. Esse é o tipo de comparação que ajuda mais do que a fama do nome.
Casas e linhas: como se orientar no catálogo
Importados chegam de várias casas, e cada uma costuma ter linhas com identidade própria. A Lattafa, dos Emirados Árabes, trabalha muito com orientais e amadeirados. A Armaf, também dos Emirados, tem a linha Club de Nuit, que reúne várias versões masculinas. Quando uma casa tem uma linha inteira, vale olhar a família toda antes de escolher um único frasco, porque as versões variam em doçura, intensidade e concentração.
Eau de Toilette ou Eau de Parfum
Eau de Toilette, Eau de Parfum e Extrait são categorias de concentração de compostos aromáticos. De modo geral, o Eau de Toilette tem menos concentração e o Eau de Parfum fica no meio. A categoria indica a proposta, mas a duração na pele depende da fórmula e de quem usa. No calor de Rondônia, uma versão mais leve pode ser mais confortável durante o dia, e a mais concentrada rende melhor à noite, com menos borrifadas.
Clima quente e perfume importado masculino
O calor muda o comportamento do perfume. A pele quente acelera a evaporação das notas de topo e faz o fundo aparecer mais cedo. A umidade e o suor também interferem: a pele suada dilui a camada de perfume e soma o cheiro do corpo ao da fragrância. Por isso o mesmo frasco pode parecer outro em um dia abafado e em um ambiente com ar-condicionado.
Na prática, isso orienta a escolha. Perfumes de abertura cítrica ou aromática costumam ser mais confortáveis durante o dia. Os doces e especiados, como os orientais, ficam mais intensos no calor, então pedem dose menor e, de preferência, horários mais amenos. Antes de decidir por um frasco para o dia a dia, teste-o em uma tarde quente e veja como ele se comporta depois de algumas horas.
Onde aplicar e quanto usar
Aplique depois do banho, com a pele limpa e seca, em pontos como a parte interna do pulso e a dobra do cotovelo. Um ou dois borrifos bastam para a maior parte dos perfumes. Evite esfregar um pulso no outro: o gesto aquece e espalha o líquido antes da hora. Se o cheiro parecer ter sumido, aproxime o pulso do nariz depois de um tempo longe dele antes de reaplicar, porque o próprio olfato se acostuma ao perfume em poucos minutos.
Quem trabalha ao ar livre ou em ambientes quentes pode preferir aplicar na roupa, de longe e em tecido que não manche, já que o tecido não sua. Teste antes numa área escondida. Perfume na roupa dura mais do que na pele, o que também significa que ele pode permanecer de um dia para o outro.
Como testar quando chegar
Papel e pele. Borrife uma tira de papel e um ponto do pulso, e compare depois de uma hora.
Dia comum. Use o perfume numa rotina normal, com o calor e o trânsito de sempre, antes de formar opinião.
Dose pequena. Um ou dois borrifos já mostram o perfil. No calor, mais do que isso costuma pesar.
Conferência da encomenda
Quando o pacote chegar, abra com calma. Compare nome, volume e concentração da caixa com o pedido e com a nota fiscal. Veja se a embalagem está íntegra, fotografe qualquer avaria e guarde o código de lote da base da caixa. O artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor prevê o direito de arrependimento em compras feitas fora da loja física, e cada loja descreve como quer receber a devolução. Leia essas condições antes de abrir o lacre. Se algo não bater, fale com o vendedor antes do primeiro uso.
Onde comparar opções
Com a família, o fundo e a concentração em mente, fica mais fácil percorrer um catálogo. Uma seleção de perfumes Club de Nuit da Armaf é um bom ponto de partida para quem quer comparar versões de uma mesma linha, com notas e concentração descritas lado a lado.
No fim, um bom perfume importado masculino é o que combina com o seu clima, a sua rotina e o seu gosto. Para ver outras casas e famílias olfativas, uma referência é perfumearabe.com.
O desfecho da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 7222) no Supremo Tribunal Federal (STF) coloca a enfermagem brasileira — e em especial os servidores municipais de Porto Velho — em um momento histórico de definição. Na linha de frente dessa batalha, a vereadora Ellis Regina, que traz no seu histórico a vivência como servidora pública de carreira, parlamentar e presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Porto Velho (SINDEPROF), acompanha com expectativa e pulso firme as movimentações em Brasília.
Para a parlamentar, o julgamento no Supremo representa a consolidação de uma luta de anos por dignidade salarial e reconhecimento profissional de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem que mantêm a saúde pública da capital de pé. A Adi 7222 está em tramitação na Suprema Corte, mas teve julgamento suspenso ontem a pedido do ministro Gilmar Mendes.
Em defesa do texto original aprovado pelo Congresso
A posição de Ellis Regina é clara: a vitória completa da categoria depende do rechaço às teses empresariais que tentam derrubar a Lei nº 14.434/2022, bem como da derrubada das travas impostas pelas decisões cautelares que reduziram o alcance do piso salarial nacional.
Como liderança sindical e representante política dos servidores municipais, a vereadora contesta o “fatiamento” do piso por meio da regra de proporcionalidade para jornadas inferiores a 44 horas semanais e do abate de gratificações fixas sob o pretexto de “remuneração global”.
“A enfermagem não pediu um favor; conquistou um direito legítimo votado e aprovado no Congresso Nacional. Acompanhamos o STF na expectativa de um desfecho inteiramente favorável, que valide a lei em sua essência original: como piso no vencimento básico e sem desidratar as conquistas do nosso Plano de Cargos, Carreiras e Salários”, afirma Ellis Regina.
Atuação municipal e garantia de direitos
Na Câmara Municipal de Porto Velho, Ellis Regina tem atuado como ponte entre a categoria, a Secretaria Municipal de Saúde (SEMUSA) e a gestão municipal, garantindo que o repasse da Assistência Financeira Complementar enviado pela União chegue de forma transparente e correta ao contracheque dos servidores locais.
Além disso, como presidente do SINDEPROF, a parlamentar mantém vigilância constante para evitar que o pagamento do piso seja utilizado como justificativa para o achatamento da tabela remuneratória do município ou prejuízo às gratificações já conquistadas ao longo da carreira.
Momento de união e mobilização
Com o Supremo na fase final de pacificação do tema, a vereadora reforça a necessidade de manter a categoria unida e atenta aos próximos desdobramentos jurídicos e administrativos. Seja no plenário da Câmara, nas mesas de negociação com a Prefeitura ou na mobilização das ruas, nossa bandeira permanece a mesma: piso salarial justo, valorização da carreira municipal e respeito incondicional à Enfermagem de Porto Velho”, finalizou a vereadora.
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