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Todas as vítimas de naufrágio no rio Machado são identificadas; uma segue desaparecida – Geral

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Rodrigo Trindade, Henzo Alexandre Souza Amaro, Ricardo Mota Ouro e Matheus Guimarães do Ouro – Fotos: G1

Todas as vítimas do naufrágio ocorrido na quinta-feira (30) em Machadinho do Oeste foram identificadas neste sábado (2). Os corpos de quatro foram encontradas enquanto uma pessoa segue desaparecida.

A embarcação que eles estavam virou nas proximidades do trecho conhecido como “2 de Novembro”.

As vítimas foram identificadas como Henzo Alexandre Souza Amaro, de 24 anos; Matheus Guimarães do Ouro, de 24 anos; Rodrigo Trindade, de 30 anos; Ricardo Mota Ouro, de 39 anos; e Floresmil Gomes da Silva, de 48 anos.

Henzo, empresário e proprietário de uma loja de celulares em Ariquemes, é a única vítima que ainda não foi localizada, segundo a família.

Matheus Guimarães do Ouro e Ricardo Mota Ouro, tio e sobrinho, estão entre os mortos encontrados. Ambos atuavam como garimpeiros, e Matheus também era presidente de um time de futebol amador.

Rodrigo Trindade também foi encontrado morto. Ele trabalhava como técnico em instalações fotovoltaicas desde 2014, era casado, pai de duas crianças e mantinha uma loja de material elétrico no garimpo Bom Futuro.

Floresmil Gomes da Silva, de 48 anos, completa a lista de vítimas identificadas.

As buscas começaram logo após o naufrágio e contam com atuação do Corpo de Bombeiros, que mobilizou equipes e deslocou um grupo especializado de mergulho até a região.

Inicialmente, quatro pessoas haviam sido consideradas desaparecidas, mas o número foi atualizado para cinco durante o andamento das buscas.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Operação fecha mês no Mercado Brustolin, confira as ofertas!

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O Mercado Brustolin preparou uma grande campanha para agradecer a preferência de seus clientes e incentivar a economia neste início de mês. A promoção Compra Premiada vai sortear duas camas box entre os consumidores que realizarem compras no estabelecimento.

Para participar, basta efetuar compras acima de R$ 50,00 entre os dias 2 e 4 de julho de 2026. A cada compra dentro do regulamento, o cliente estará concorrendo automaticamente aos dois sorteios da campanha.

Os prêmios são:

  • 1º Sorteio: 1 Cama Box Solteiro;
  • 2º Sorteio: 1 Cama Box Casal.

O sorteio será realizado no dia 4 de julho de 2026 (sábado), às 19h, com transmissão ao vivo pelo site Floresta Notícias, garantindo total transparência para todos os participantes.

A campanha é uma excelente oportunidade para fazer as compras do dia a dia, economizar e ainda concorrer a prêmios especiais.

Compre, participe e boa sorte!

Fonte: Via: florestanoticias

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Harry Potter and the Deathly Hallows Part 2: Alan Rickman e a revelação do arco de Snape que mudou tudo – Negócios

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Harry potter and the deathly hallows: part 2 contém a sequência mais emocionalmente devastadora de toda a franquia, a revelação através das memórias de Snape do que o personagem havia sido ao longo de todos os sete livros e oito filmes, e Alan Rickman criou ao longo de dez anos uma performance que tornava essa revelação retroativamente transformadora de tudo que havia vindo antes. Para o espectador que havia acompanhado a saga, rever os filmes anteriores com o conhecimento do que a sequência das memórias revela é uma das experiências de revisão mais ricas que a franquia oferece.

Alan Rickman e o maior arco secreto da saga

Alan Rickman soube desde o primeiro filme o que Snape era e o que o personagem havia sido, porque J.K. Rowling revelou ao ator o segredo de Snape antes das filmagens de qualquer cena, para que ele pudesse construir a performance com a consciência do subtexto que o roteiro só tornaria explícito no oitavo filme. Essa informação privilegiada é visível em retrospecto nas escolhas de Rickman ao longo da saga, o amor com que Snape trata as memórias de Lily Evans, a proteção velada que oferece a Harry mesmo enquanto o tortura nas aulas de Occlumência e a forma como cada crueldade parece conter uma camada de dor que o personagem nunca pode expressar diretamente.

A sequência das memórias, filmada com uma delicadeza visual que David Yates havia desenvolvido ao longo de quatro filmes, é o momento mais emocionalmente rico de toda a franquia e o que transformou Snape de antagonista moralmente ambíguo numa das histórias de amor mais trágicas que a literatura juvenil produziu em qualquer época.

Daniel Radcliffe havia atuado como Harry Potter pela primeira vez aos onze anos, e a Parte 2 das Relíquias da Morte mostrou um ator de vinte e um anos que havia crescido junto com o personagem de uma forma que a maioria dos trabalhos de ator não permite. O Harry que caminha para o encontro com Voldemort sabendo que precisará morrer para que o vilão seja derrotado é um personagem de maturidade genuína que só era possível de criar por alguém que havia passado dez anos construindo o percurso que levou a esse momento, e Radcliffe encontrou para a cena uma serenidade que tornava o sacrifício convincente sem ser melodramático.

A cena de King’s Cross e o momento filosófico

A sequência em que Harry conversa com Dumbledore num King’s Cross branco e vazio, após ter sido atingido pela maldição da morte, é o momento mais abstrato de toda a franquia e o único que abandona completamente a lógica narrativa convencional. Yates filmou a cena com uma luz superexposta que remove qualquer referência espacial, criando um espaço que existe fora do mundo físico.

A conversa entre os dois personagens sobre escolha, sacrifício e sobre se aquilo estava acontecendo na cabeça de Harry ou de verdade é a declaração temática mais explícita que Rowling fez em toda a saga, e o filme a preserva praticamente palavra por palavra do livro.

Uma das sequências mais divertidas do filme é aquela em que Hermione, disfarçada de Bellatrix Lestrange com Poção Polissuco, precisa se passar pela vilã em Gringotes. Helena Bonham Carter interpreta a cena imitando os maneirismos de Emma Watson interpretando Bellatrix, criando uma camada de performance que exigiu que as duas atrizes trabalhassem juntas para calibrar exatamente o que estava sendo imitado.

Bonham Carter descreveu o exercício como um dos mais complexos tecnicamente de sua carreira, precisando interpretar simultaneamente sua personagem, a atriz que a interpretava e a personagem que essa atriz estava interpretando.

Os dezenove anos depois e a caracterização

A sequência do epílogo exigiu que os atores principais fossem envelhecidos em dezenove anos através de maquiagem, um processo que a produção testou extensivamente antes de decidir usar maquiagem prática em vez de efeitos digitais. O resultado dividiu opiniões, com parte do público considerando a caracterização pouco convincente.

Daniel Radcliffe comentou que a experiência de interpretar um homem de trinta e sete anos aos vinte e um foi estranha e que ele não tinha referências de vida para construir aquele Harry adulto.

O epílogo de Deathly Hallows Parte 2, com Harry, Rony, Hermione e Draco dezessete anos depois enviando os próprios filhos para Hogwarts, foi recebido de forma dividida por críticos e fãs, com alguns achando o salto temporal necessário para o fechamento emocional e outros o considerando prescindível depois da resolução principal. Independente da avaliação, o epílogo abriu o caminho para o universo expandido de Animais Fantásticos e para a peça de teatro Harry Potter e a Criança Amaldiçoada, confirmando que a saga de Rowling tinha material para existir muito além dos sete livros originais.

A escolha da Warner de dividir o último livro em dois filmes foi recebida com ceticismo pela imprensa, que interpretou a decisão como manobra comercial, mas a execução justificou a escolha em termos narrativos. A Parte 1 é um filme de estrada melancólico sobre três jovens perdidos, e a Parte 2 é um filme de guerra sobre a batalha final, e essa diferença tonal radical entre as duas metades é a evidência mais forte de que a divisão foi acertada em termos criativos além dos comerciais.

Os números confirmam que a saga havia construído algo que transcendia o interesse casual em fantasia, com um público que acompanhou oito filmes ao longo de dez anos sem que a atenção diminuísse em nenhum momento do percurso.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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como ver a casa antes de construir

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Você já tentou imaginar como vai ficar a sua casa olhando só para uma planta cheia de linhas e números?

Pois é, quase ninguém consegue. É exatamente esse o problema que o projeto de arquitetura em 3D veio resolver. 

Em vez de pedir que o cliente confie na imaginação, o arquiteto mostra o ambiente pronto na tela, com móveis, luz e materiais no lugar, antes de a obra começar. 

Neste texto você vai entender como essa mudança aconteceu e por que ela transformou a relação entre quem projeta e quem contrata.

Do papel à tela, uma virada e tanto

Durante décadas, o projeto de arquitetura viveu no papel, em plantas, cortes e fachadas que só outro profissional entendia de verdade.

O cliente assinava embaixo confiando na palavra do arquiteto e, muitas vezes, só descobria o resultado quando a obra já estava de pé. 

A chegada do 3D virou esse jogo. Hoje dá para apresentar o projeto como uma cena realista, girar o ambiente, trocar um piso, testar uma cor, tudo antes de comprar o primeiro saco de cimento.

Por que ver em 3D muda a decisão

A explicação é simples, a gente decide melhor quando enxerga. Quando o cliente vê o quarto do filho renderizado ou percorre o salão com óculos de realidade virtual, ele para de adivinhar e passa a opinar com propriedade. 

Isso reduz mal-entendidos, corta pedidos de mudança no meio da obra e dá mais segurança para os dois lados. 

Não é modismo, é a evolução natural de uma tecnologia que já provou seu valor em outras áreas. 

Um estudo da McKinsey lembra que a modelagem 3D nasceu na indústria aeroespacial nos anos 1970 e chegou a multiplicar a produtividade do setor em até dez vezes. 

O que transformou a fabricação de aviões agora transforma a forma de projetar espaços.

E tem também o lado financeiro. Mudar a posição de uma parede dentro do modelo leva minutos, enquanto refazer a mesma parede depois de pronta custa material, mão de obra e prazo. 

Ao aprovar cada detalhe ainda na tela, o cliente evita as decisões de última hora que mais pesam no orçamento da obra.

O que o 3D permite mostrar hoje

Na prática, uma boa apresentação em 3D coloca na frente do cliente coisas que a planta nunca mostrou:

  • O ambiente mobiliado, com peças reais e proporções corretas.
  • A iluminação natural e artificial em diferentes horas do dia.
  • As texturas e os acabamentos, do piso ao revestimento da parede.
  • Os fluxos do espaço, para entender como se circula e se vive ali dentro.
  • A relação com o entorno, mostrando como a construção conversa com o terreno e a vizinhança.
  • Variações do projeto lado a lado, para comparar antes de decidir.

A tecnologia por trás da tela

Boa parte desse resultado não vem do desenho em si, mas da tecnologia por trás dele. Vale entender o que é BIM, a metodologia que faz cada elemento do modelo carregar informação real de medida, material e custo, e não apenas a aparência. 

É isso que permite gerar uma imagem fiel, calcular quantidades e testar mudanças sem refazer tudo. 

E como as peças vêm de bibliotecas com produtos de fabricantes reais, o que aparece na tela corresponde ao que existe no mercado, sem a frustração de se apaixonar por um móvel que não dá para comprar. Assim, a apresentação deixa de ser uma promessa e vira quase um ensaio do resultado final.

Projetar ficou mais próximo de quem contrata

No fim, o projeto de arquitetura em 3D fez algo que parecia difícil, aproximar o técnico do leigo. 

A tela virou uma linguagem comum, em que arquiteto e cliente falam a mesma coisa e enxergam o mesmo resultado. 

Quem contrata ganha confiança para decidir, e quem projeta ganha menos retrabalho e clientes mais satisfeitos. 

A planta não vai desaparecer tão cedo, mas ela deixou de ser o único jeito de contar uma ideia. E, convenhamos, é bem mais fácil dizer sim para um espaço que a gente já consegue ver.

FonteVia: rondoniagora

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