Connect with us

POLITICA

Polícia Militar apreende arma de fogo e munições durante patrulhamento na zona rural de Parecis

Published

on

Durante patrulhamento pela Linha P-26, zona rural do município de Parecis/RO, a Polícia Militar abordou um motociclista que transportava um rifle aparentemente artesanal, calibre .22, pendurado nas costas.

Na fiscalização, foram encontradas 18 munições, sendo uma de pronto emprego e outras 17 acondicionadas no compartimento da arma. O abordado informou não possuir autorização legal para portar o armamento e relatou que estava na região praticando pesca e caça.

Diante da irregularidade, foi dada voz de prisão ao envolvido, que foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Santa Luzia d’Oeste/RO, juntamente com a arma e as munições apreendidas, para as providências legais cabíveis.

Fonte: www.190online.com

Via: web tv alternativa

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

POLITICA

Força Tática cumpre mandado de prisão preventiva durante patrulhamento rural em Alta Floresta d’Oeste – WEB TV ALTERNATIVA

Published

on

By

Inscrições gratuitas vão até 11 de novembro pela internet; seleção será por análise de currículo, sem prova objetiva

A Prefeitura de Santa Luzia D’Oeste, em Rondônia, abriu um processo seletivo simplificado com 43 vagas imediatas e outras 16 para cadastro de reserva, distribuídas entre diferentes níveis de escolaridade. Os salários oferecidos variam conforme o cargo e podem chegar a R$ 5.130,63.

As inscrições, gratuitas, podem ser feitas até as 23h59 do dia 11 de novembro, exclusivamente pela internet. Não haverá prova objetiva: a classificação dos candidatos será definida por meio de análise de documentos, títulos acadêmicos e experiência profissional, conforme os critérios estabelecidos no edital.

Para participar, o candidato deve acessar o portal de inscrições da prefeitura, criar um cadastro na plataforma, selecionar o cargo pretendido e enviar toda a documentação exigida reunida em um único arquivo PDF de até 5 MB.

As vagas abrangem os níveis fundamental, médio, técnico e superior, distribuídas entre secretarias municipais e a Câmara Municipal, com reserva de vagas para ampla concorrência, pessoas com deficiência (PcD) e cotas raciais.

A pontuação de cada candidato, que pode chegar a 100 pontos, considera cursos de capacitação, pós-graduação, mestrado, doutorado e experiência comprovada na função, com critérios que variam conforme o cargo pretendido.

Segundo o edital, os contratos terão validade inicial de 12 meses, podendo ser prorrogados por igual período conforme a necessidade da administração municipal. O próprio processo seletivo também terá validade de 12 meses, prorrogável uma única vez.

Fazer inscrição no processo seletivo

Confira os cargos disponíveis

Nível superior

  1. Advogado — 40h, R$ 4.500, 1 vaga ampla concorrência
  2. Assistente social — 40h, R$ 3.800, 1 vaga ampla concorrência e 1 cadastro de reserva
  3. Contador — 20h, R$ 4.400, 1 vaga ampla concorrência
  4. Engenheiro civil — 20h, R$ 3.000, 1 vaga ampla concorrência
  5. Enfermeiro — 40h, R$ 4.318,18, 1 vaga cadastro de reserva
  6. Farmacêutico — 40h, R$ 1.621, 1 vaga ampla concorrência
  7. Fonoaudiólogo — 40h, R$ 4.800, 1 vaga ampla concorrência
  8. Professor de Educação Física — 40h, R$ 5.130,63, 1 vaga cadastro de reserva
  9. Psicólogo — 40h, R$ 3.800, 1 vaga ampla concorrência e 1 cadastro de reserva
  10. Terapeuta ocupacional — 40h, R$ 4.800, 1 vaga ampla concorrência

Nível médio-técnico completo

  1. Técnico agrícola — 40h, R$ 1.621, 1 vaga ampla concorrência
  2. Técnico em enfermagem — 40h, R$ 3.022,73, 1 vaga ampla concorrência e 1 cadastro de reserva
  3. Técnico em radiologia — 24h, R$ 3.242, 1 vaga ampla concorrência e 1 PcD

Nível médio completo

  1. Agente administrativo (Saúde) — 40h, R$ 2.180, 1 vaga ampla concorrência e 1 cadastro de reserva
  2. Agente administrativo (Câmara Municipal) — 40h, R$ 1.700, 1 vaga ampla concorrência
  3. Assistente técnico da Educação Básica — 40h, R$ 1.621, 1 vaga cadastro de reserva
  4. Instrutor de aulas de violão — 30h, R$ 2.300, 1 vaga cadastro de reserva
  5. Instrutor de informática — 30h, R$ 2.300, 1 vaga ampla concorrência

Nível fundamental completo

  1. Auxiliar de serviços gerais — 40h, R$ 1.621, 2 vagas ampla concorrência, 1 PcD e 3 cotas raciais
  2. Cozinheiro — 40h, R$ 1.621, 2 vagas ampla concorrência e 1 cadastro de reserva
  3. Merendeiro — 40h, R$ 1.621, 1 vaga ampla concorrência
  4. Motorista de veículos pesados — 40h, R$ 1.621 + produtividade, 2 vagas ampla concorrência, 2 PcD, 3 cotas raciais e 2 cadastro de reserva
  5. Operador de retroescavadeira — 40h, R$ 1.621 + produtividade, 2 vagas ampla concorrência, 1 PcD, 2 cotas raciais e 1 cadastro de reserva
  6. Operador de pá-carregadeira — 40h, R$ 1.621 + produtividade, 3 vagas ampla concorrência, 1 cota racial e 1 cadastro de reserva
  7. Operador de trator de pneus — 40h, R$ 1.621 + produtividade, 1 vaga ampla concorrência e 2 cadastro de reserva
  8. Vigia — 40h, R$ 1.621 + periculosidade, 2 vagas ampla concorrência e 1 cadastro de reserva

Guia da seleção

  1. Órgão: Prefeitura de Santa Luzia D’Oeste (RO)
  2. Vagas: 43 imediatas e 16 para cadastro de reserva
  3. Salários: de R$ 1.621 a R$ 5.130,63
  4. Inscrições: gratuitas, pela internet, até 23h59 de 11 de novembro de 2026
  5. Seleção: análise de documentos, títulos e experiência profissional
  6. Link de inscrição: santaluzia.ro.gov.br

Fonte: www.euideal

Via: web tv alternativa

Continue Reading

POLITICA

Delegado Camargo é contra aumento do ICMS sobre combustíveis e cobra explicações do Governo de Rondônia – WEB TV ALTERNATIVA

Published

on

By

 Deputado questiona participação do Estado na decisão que elevará o imposto sobre gasolina, diesel e gás de cozinha a partir de fevereiro de 2027 e exige estudos sobre os impactos para os consumidores.

O deputado estadual Delegado Camargo (Podemos) se posicionou contra o aumento do ICMS sobre combustíveis e gás de cozinha e apresentou um requerimento na Assembleia Legislativa de Rondônia cobrando explicações do Governo do Estado sobre os reajustes aprovados no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ).

A medida, com previsão de entrar em vigor em 1º de fevereiro de 2027, prevê aumento do imposto sobre gasolina, diesel, biodiesel e gás de cozinha. O parlamentar quer esclarecer qual foi o posicionamento de Rondônia durante as discussões que resultaram na aprovação dos novos valores e quais estudos foram realizados para avaliar os efeitos da decisão sobre a população.

Pelos valores aprovados, o ICMS da gasolina passará de R$ 1,57 para R$ 1,64 por litro, um acréscimo de sete centavos. No diesel e biodiesel, o aumento será de R$ 1,17 para R$ 1,30 por litro, representando 13 centavos a mais. Já o gás de cozinha terá o imposto elevado de R$ 1,47 para R$ 1,54 por quilograma.

Embora os valores possam parecer pequenos individualmente, o deputado chama atenção para os efeitos que a tributação dos combustíveis pode produzir em toda a cadeia econômica. O diesel, por exemplo, é essencial para o transporte de alimentos, medicamentos, materiais de construção e insumos agrícolas. Uma elevação dos custos de transporte pode pressionar os preços de diversos produtos e serviços.

Camargo cobra explicações sobre participação de Rondônia

Entre os 32 questionamentos apresentados no requerimento, o parlamentar solicita que o Governo informe qual foi a posição adotada pelos representantes de Rondônia no CONFAZ durante as discussões sobre o reajuste.

Camargo também quer saber quais critérios econômicos e tributários fundamentaram a atualização, quais dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) foram considerados e quanto o Estado estima arrecadar a mais com a mudança.

Outro ponto importante é a ausência de informações sobre os possíveis efeitos para os consumidores. O requerimento questiona se a Secretaria de Estado de Finanças realizou simulações para avaliar os reflexos dos novos valores nos preços finais dos combustíveis e do gás de cozinha comercializados em Rondônia.

O deputado também cobra uma avaliação específica sobre os impactos no transporte de cargas, na produção agropecuária e no abastecimento de alimentos e produtos essenciais, além de medidas para proteger as famílias de menor renda.

Mais impostos, mais custos para quem produz e consome

A preocupação do parlamentar é que o aumento da tributação sobre combustíveis pressione os custos de quem trabalha e produz, especialmente em um estado cuja economia depende diretamente do transporte rodoviário e da atividade agropecuária.

O requerimento ainda solicita informações sobre a arrecadação estadual dos últimos 12 meses, as projeções para os 12 meses seguintes à entrada em vigor dos novos valores e a existência de medidas para reduzir ou compensar os impactos econômicos da alteração.

Para Delegado Camargo, o Governo precisa apresentar transparência sobre as decisões tributárias e demonstrar quais estudos justificam os aumentos. O deputado defende que a população, os trabalhadores e o setor produtivo não sejam penalizados com uma carga tributária ainda maior.

A iniciativa integra o trabalho de fiscalização do parlamentar, que, na condição de presidente da Comissão de Fiscalização e Controle da Assembleia Legislativa, busca obter informações e documentos para esclarecer as decisões do Poder Executivo.

TEXTO: WELIK SOARES

Via: web tv alternativa

Continue Reading

POLITICA

Contra reajuste da pauta fiscal do gado, Delegado Camargo cobra explicações do Governo de Rondônia – WEB TV ALTERNATIVA

Published

on

By

Deputado se posiciona contra a atualização dos valores de referência de bovinos e questiona alterações que atingiram 22 categorias, com reajuste de aproximadamente 33% em um dos casos. Requerimento cobra critérios técnicos, estudos e avaliação dos impactos para os produtores rurais.

O deputado estadual Delegado Camargo (Podemos) se posicionou contra a atualização da pauta fiscal dos bovinos em Rondônia e apresentou um requerimento na Assembleia Legislativa cobrando explicações do Governo do Estado sobre os novos valores de referência utilizados no cálculo do ICMS.

A mudança foi estabelecida pela Instrução Normativa nº 55/2026, da Coordenadoria da Receita Estadual (CRE), publicada no Diário Oficial do Estado em 29 de outubro e em vigor desde 1º de novembro. A norma substituiu a Instrução Normativa nº 51/2026, que estabelecia os valores utilizados durante o mês de outubro.

Ao todo, 22 categorias de bovinos tiveram seus valores de referência alterados. Desse total, 19 registraram aumento e três apresentaram redução. Em uma das categorias, a elevação chegou a aproximadamente 33%.

Para Delegado Camargo, a atualização é preocupante e precisa ser revista diante dos possíveis reflexos sobre os custos tributários da atividade pecuária. O parlamentar questiona os critérios utilizados pelo Governo e cobra transparência sobre os estudos que fundamentaram os novos valores.

Reajuste de até 33% em uma categoria

Entre as alterações, o valor de referência do boi gordo passou de R$ 5.833 para R$ 5.959 por cabeça, uma elevação de aproximadamente 2,2%.

O maior aumento ocorreu na categoria de bovino mestiço ou cruzado, macho, de 9 a 12 meses. Nesse caso, o valor passou de R$ 1.904 para R$ 2.532 por cabeça, uma diferença de R$ 628, equivalente a aproximadamente 33%.

A atualização não atingiu todas as categorias da mesma forma. A vaca gorda, por exemplo, teve redução de R$ 3.393 para R$ 3.348. O bezerro macho de corte também registrou diminuição no valor de referência, de aproximadamente 7%.

Embora a instrução normativa apresente novamente a pauta fiscal estadual completa, as alterações de valores ficaram concentradas nas 22 categorias de bovinos. Outros produtos e categorias agropecuárias mantiveram os parâmetros anteriores.

O que muda com a pauta fiscal?

A pauta fiscal estabelece valores mínimos de referência utilizados pelo Estado na apuração do ICMS sobre determinadas operações de comercialização e movimentação de mercadorias.

Isso não significa que a alíquota do ICMS tenha sido aumentada. A mudança ocorreu nos valores de referência que podem ser utilizados como base de cálculo do imposto.

Pelas regras da instrução normativa, quando o valor efetivo da operação é superior ao valor estabelecido na pauta, o cálculo considera o valor da operação. Quando o valor negociado fica abaixo do parâmetro fiscal, a pauta pode ser utilizada como referência para a tributação.

Na prática, a elevação desses valores pode aumentar o recolhimento de ICMS em determinadas operações, dependendo do preço negociado, da categoria do animal e das regras aplicáveis.

É justamente esse possível impacto que Delegado Camargo quer esclarecer. O deputado avalia que os produtores precisam conhecer os fundamentos da atualização e seus efeitos antes de serem submetidos a novos custos tributários.

Requerimento cobra metodologia e estudos do Governo

No documento encaminhado ao Governo de Rondônia, com questionamentos direcionados também à Casa Civil e à Secretaria de Estado de Finanças (SEFIN), Delegado Camargo apresenta 32 perguntas relacionadas às alterações tributárias sobre bovinos e combustíveis.

Na parte específica da pecuária, o parlamentar solicita informações detalhadas sobre a metodologia utilizada pela Coordenadoria da Receita Estadual para definir os novos valores.

Entre os questionamentos estão quais critérios técnicos e econômicos foram considerados, quais fontes de pesquisa serviram de base para a atualização e se os valores refletem os preços efetivamente praticados no mercado pecuário de Rondônia.

O deputado também quer saber se foram realizados levantamentos junto a frigoríficos, produtores rurais e entidades representativas do setor.

Um dos principais pontos da cobrança é a justificativa para o reajuste de aproximadamente 33% aplicado ao bovino mestiço ou cruzado, macho, de 9 a 12 meses. Camargo solicita que o Governo apresente os dados e os parâmetros que fundamentaram essa variação.

O requerimento também pede um demonstrativo dos valores anteriores e atuais das 22 categorias, acompanhado dos respectivos percentuais de alteração.

Preocupação com pequenos e médios pecuaristas

Outro ponto levantado pelo deputado é o impacto da atualização sobre os pequenos e médios produtores rurais.

A preocupação envolve os custos de comercialização e movimentação dos animais, especialmente nas operações em que o valor de referência da pauta fiscal seja superior ao preço efetivamente negociado.

Camargo questiona se a SEFIN realizou estudos para avaliar esses efeitos e se existe uma estimativa de aumento ou redução da arrecadação estadual em decorrência da mudança.

O parlamentar também cobra informações sobre a realização de consultas ou reuniões com sindicatos rurais, associações pecuárias, frigoríficos e representantes dos produtores antes da publicação da nova instrução normativa.

Outro aspecto importante é a possibilidade de contestação dos valores. O deputado quer saber quais procedimentos administrativos estão disponíveis aos contribuintes que comprovarem que o preço efetivamente praticado em determinada operação é inferior ao valor estabelecido na pauta fiscal.

Por que a atualização ficou concentrada nos bovinos?

Delegado Camargo também questiona por que os valores de referência de 22 categorias de bovinos foram alterados enquanto outros produtos e segmentos agropecuários permaneceram com os parâmetros anteriores.

O documento solicita esclarecimentos sobre os critérios utilizados para selecionar as categorias que passaram pela revisão e se existe um planejamento para atualizar os valores dos demais produtos.

O deputado ainda cobra informações sobre qual unidade administrativa da SEFIN é responsável pela elaboração, revisão e validação da pauta fiscal.

Camargo defende transparência e questiona novos custos para o produtor

Como presidente da Comissão de Fiscalização e Controle da Assembleia Legislativa, Delegado Camargo utiliza o requerimento para cobrar transparência sobre uma decisão que pode produzir efeitos tributários para o setor pecuário.

O posicionamento do parlamentar é contrário à atualização da pauta fiscal nos moldes estabelecidos pelo Governo. Ele cobra a apresentação dos estudos que justifiquem os novos valores e uma avaliação concreta dos impactos sobre os produtores rurais.

A iniciativa busca obter respostas documentadas da SEFIN e do Governo de Rondônia, permitindo que a Assembleia Legislativa fiscalize os critérios adotados e acompanhe os efeitos da medida sobre a pecuária estadual.

Para o deputado, os produtores precisam ter segurança sobre os critérios utilizados pelo Estado e não podem ser surpreendidos por mudanças que elevem seus custos sem justificativa técnica devidamente apresentada.

TEXTO: WELIK SOARES

Via: web tv alternativa

Continue Reading

Trending

Copyright © 2017 Zox News Theme. Theme by MVP Themes, powered by WordPress.